quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Espaços fechados podem ser muito perigosos quando se trata de Covid-19

Na China, um passageiro com COVID-19 infetou pelo menos 23 pessoas durante uma viagem de uma hora e meia num autocarro com ar-condicionado e mal ventilado.

Um novo estudo traz novas evidências de que o SARS-CoV-2 pode se espalhar no ar. Os investigadores que estudaram um surto comunitário na província de Zhejiang, China, descobriram que uma pessoa com COVID-19 infetou pelo menos 23 pessoas durante uma viagem de autocarro. O artigo foi publicado na terça-feira (01 de Setembro) na revista científica JAMA Internal Medicine.



Photo//TheSagonline

O distanciamento social pode ser preciso até 2022


O grupo analisado fez uma viagem de autocarro de uma hora e meia com a pessoa infetada para um evento religioso. A viagem ocorreu a 19 de janeiro, quando o uso de máscaras ainda não era obrigatório na região, embora alguns dos passageiros estivessem utilizando uma.Os autores do estudo acreditam que o aparelho de ar-condicionado permitiu a transmissão do vírus, espalhando gotículas virais pelo ônibus. Alguns aparelhos de ar-condicionado aspiram o ar fresco exterior e expelem o ar usado para o ar livre, enquanto outros recirculam o mesmo ar. O autocarro utilizava esse segundo tipo.


Perigo dos lugares fechados


O estudo defende que, em algumas situações, manter a distância de dois metros pode não ser suficiente para evitar a infeção por coronavírus, especialmente em espaços fechados e mal ventilados. O SARS-CoV-2 foi considerado um patogénico altamente transmissível em ambientes fechados com recirculação de ar.

Dessa forma, locais como escritórios, cinemas, teatros e outras instalações internas que regularmente utilizam ar-condicionado, precisam garantir que o ar circule, seja por janelas, seja por aparelhos que expulsem o ar


Voluntários já começaram a tomar a vacina experimental contra o COVID-19


Fonte//SputnikNews



quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Conheça a história da cerâmica!

 Hoje nós conhecemos a cerâmica como matéria prima de produtos que utilizamos todos os dias como os pratos em que comemos, os bibelôs que compramos para enfeitar a casa e até mesmo na caneca para presente que compramos para as pessoas que amamos. Porém, você conhece a origem desse material tão essencial? Venha fazer um retrospecto com a gente!


Photo//Portugal á lupa

Bíblia prova que cidade perdida de Atlântida está em Israel


Os primeiros achados arqueológicos envolvendo a cerâmica foram encontrados na Inglaterra, Bélgica e Alemanha e são datados de mais de 10000 a.C. Imagine você! Isso significa dizer que este material é utilizado como matéria prima praticamente desde que o ser humano começou a andar pelo mundo. Já o segundo dado histórico relacionado ao material é datado de 6000 a.C e mostra peças criadas na área ocupada pela cultura Jomon, no Japão. Essas são as peças de cerâmica mais antigas conhecidas em todo o mundo.

Também foram encontradas peças datadas de 4500 a.C que marcam o uso da cor vermelha, cinza e preta na produção com cerâmica. Essas peças foram encontradas em Banpo, província chinesa de Shaanxi. O próximo marco histórico é datado em 4000 a.C quando foi definido que sociedades antigas do Oriente Médio dominavam técnicas de queima de tijolos e peças cerâmicas para produzir vasos, potes e jarros que conservavam o alimento por mais tempo. Eles também usavam para proteger perfumes e óleos, isso além de construir estatuetas e tijolos. Nessa época os chineses já produziam cerâmica pintada e esmaltada.


Um milênio depois já podemos ver os egípcios produzindo tijolos coloridos, vasos de argila vermelha e também louças brancas. Dentre outros avanços vemos os vidrados que possuem cores azuis e verdes, além disso agora as peças já possuem formas retangulares. Depois, vemos a invenção do torno na região Mediterrânea. Ele nada mais era além de uma roda de madeira movida por um metal que permitia fazer tigelas com superfície lisa e uniforme. Os gregos nessa evolução se mostraram grandes ceramistas ao criarem taças, pratos e ânforas também, já na Itália vemos os etruscos criarem vasos esmaltados e peças com relevo ornadas com desenhos e formas diferenciadas.

Com o início do século I vieram também as inovações relacionadas a fabricação de tijolos e manilhas por parte do império romano, o que ajudou muito no desenvolvimento de sua tecnologia. Então, no século VI tribos árabes invadiram a Europa e também o norte da África e levaram consigo sua influência artística e arquitetônica. Podemos ver isso através dos azulejos coloridos com arabescos nos prédios e palácios da Espanha como o próprio Palácio de Alhambra. Os anos se passaram, os produtos foram evoluindo, as civilizações trocando tecnologias e hoje temos essa imensa variedade de produtos criados com cerâmica para abrilhantar nosso dia-a-dia.


O mito do dilúvio analisado pela ciência