quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Asteróide gigante passa pela Terra no Natal


Um enorme asteróide passará muito perto da Terra no dia depois do Natal. 
Com o tamanho do tamanho Burj Khalifa, o edifício mais alto do mundo,o asteróide passará pela Terra no dia 26 de Dezembro informou a NASA.

Photo Pixabay/urikyo33

Asteróide explode nos céus de Puerto Rico


 O centro da Near Earth Objects ( "Agência Espacial para Objetos Próximos da Terra) (CNEOS) identificou esse gigante como 310442 (2000 CH59) e disse que pertence a um grupo chamado asteróides Aten, cujas órbitas ocasionalmente se cruzam com as da Terra. Devido à sua proximidade e tamanho "pequeno", 310442 (2000 CH59) tem mais de 500 metros de diâmetro, o CNEOS classificou-o como um asteróide potencialmente perigoso.

Para comparação, o meteoro que caiu em Chelyabinsk, na Rússia, em 2013, causou mais de 15 milhões de dólares de danos e tinha apenas 17 metros de diâmetro. O 310442 (2000 CH59) eliminaria uma grande cidade se atingisse a Terra, no entanto, o CNEOS descartou essa possibilidade. O asteróide passará pelo nosso planeta em 26 de Dezembro a uma distância de 4,5 milhões de milhas, o que soa como uma grande distância, mas em termos cósmicos é realmente muito perto.

A Agência Espacial Europeia descobriu um asteróide que poderia atingir a Terra no final deste século. Identificado como SU3 2019, ficou em quarto lugar na lista dos corpos celestes mais perigosos e pode atingir nosso planeta em 16 de Setembro de 2084.


Asteróide pode provocar 'inverno cósmico' na Terra




Referencia//SpuinikNews


quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Novo estudo triplica o risco do aumento do nível do mar

Inundações regulares podem se tornar realidade para centenas de milhões de pessoas.
Daqui a três décadas, mais de 300 milhões de pessoas poderão ter que enfrentar inundações costeiras anuais, e os níveis de marés altas mais elevados poderão cobrir as terras atualmente habitadas por cerca de 150 milhões de pessoas, muitas delas na Ásia.



Photo Pixabay//Wickedgood

Rios de agua quente provocam instabilidade no gelo antártico



Essas são previsões, publicadas na revista Nature, três vezes maiores que as estimativas atuais, e para combater isso são urgentes cortes moderados nas emissões de carbono.
O possível derretimento da camada de gelo da Antártica, pode levar a que mais 40 milhões de pessoas tenham que enfrentar inundações costeiras até 2050, chegando a um total de 630 milhões no final do século.
"Essas avaliações mostram o potencial que as mudanças climáticas têm para remodelar cidades, economias, costas e regiões inteiras durante a nossa vida", diz o principal autor Scott Kulp da Climate Central nos EUA.
Scott Kulp e o co-autor Benjamin Strauss fizeram estas estimativas atualizadas usando um novo modelo de elevação digital, o CoastalDEM , que corrige erros sistemáticos nas previsões atuais produzidas pela Shuttle Radar Topography Mission (SRTM) da NASA.


O SRTM mede as elevações detetáveis ​​mais altas, que incluem árvores e telhados. Isso pode resultar em super estimativas que variam de mais de dois metros para elevações costeiras, excedendo a elevação prevista do nível do mar deste século, e quatro metros em áreas urbanas de alta densidade.
O CoastalDEM usa um modelo de rede neural que integra 23 variáveis, incluindo dados de população e vegetação, reduzindo esses erros médios para cerca de 10 centímetros, uma pequena fração das estimativas anteriores.



Photo Pixabay//Nacymac

Corrente quente do Atlântico pode estar a alterar o outro lado do mundo



"Para todas as pesquisas críticas feitas sobre as mudanças climáticas e as projeções do nível do mar", diz Strauss, "acontece que na maior parte da costa não sabíamos a altura do terreno".
Mesmo previsões otimistas baseadas na redução das emissões de carbono e no gelo antártico estável, ​​excedem muito as estimativas anteriores usando SRTM, observam os autores.
Independentemente do modelo ou dos cenários de emissão, eles relatam que mais de dois terços das pessoas que habitam as zonas vulneráveis ​​estão em oito países asiáticos: China, Bangladesh, Índia, Vietnam, Indonésia, Tailândia, Filipinas e Japão.

Somente na China, entre 43 e 57 milhões de pessoas poderão viver abaixo da linha da maré alta até o final do século, dependendo da estabilidade do gelo antártico.
Vinte outros países, todos eles insulares, têm 10% ou mais da população abaixo dos níveis da maré alta, mesmo nos cenários mais positivos.
Os EUA também podem enfrentar uma migração em massa neste século como resultado do aumento do nível do mar, tendo como consequência a distribuição da população e sobrecarregando os recursos do interior. O impacto nos países menos desenvolvidos ainda não foi avaliado.
É difícil extrapolar essas projeções e seus impactos para nações em desenvolvimento com mais recursos limitados”, alertam os autores, “embora, historicamente, eventos de migração em larga escala tenham representado sérios desafios à estabilidade política, gerando conflitos”.
"Se nossas descobertas se mantiverem, as comunidades costeiras de todo o mundo devem se preparar para um futuro muito mais difícil do que se pode esperar atualmente."



Photo Pixabay//PublicDomainPictures


As pessoas podem explorar áreas ameaçadas no nível do bairro usando um mapa global interativo que o Climate Central produziu a partir de seus novos dados.
Mas, embora esses cenários melhorem bastante as estimativas atuais, é necessário mais trabalho para ajudar a melhorar a precisão das previsões.
“Nossos dados melhoram a situação”, diz Strauss, “mas ainda há uma grande necessidade de governos e empresas aeroespaciais de produzir e liberar dados de elevação mais precisos. Vidas e meios de subsistência dependem disso. ”

Parte da geleira do Mont Blanc à beira do colapso


O nível do mar já sobe 3,6 mm por ano e tende a aumentar


Referencia//Nature


terça-feira, 29 de outubro de 2019

Avião ultra-secreto dos EUA voltou á terra após 780 dias em órbita

O avião espacial ultra-secreto X-37B da Força Aérea dos EUA voltou à Terra após 780 dias em órbita.
Lançado em 7 de Setembro de 2017, o veículo reutilizável pousou mais uma vez no domingo no Kennedy Space Center da NASA na Flórida, depois de completar sua a quinta missão de longa duração.
No primeiro lançamento, iniciado em 2010, planeou-se fazer voos de 270 dias, mas agora, quase uma década depois, esses aviões espaciais da Boeing, dos quais existem pelo menos dois, acumularam mais de 2.800 dias em órbita.



Photo//Dvids

Virgin Orbit pretende enviar cubesats comerciais para Marte


O que fazem essas naves lá por tanto tempo continua sendo um mistério, e o pouco que foi revelado é motivo de controvérsia. Numa declaração recente, a Força Aérea alega que está simplesmente realizando "experiencias na redução de risco e conceito de operações" para a tecnologia de naves espaciais reutilizáveis. Anúncios anteriores descreveram testes para navegação e controle, sistemas de proteção térmica, sistemas avançados de propulsão, reentrada e aterragem.
"Esse programa continua a ser o único veículo espacial reutilizável do mundo. Com uma aterragem bem-sucedida hoje, o X-37B completou seu vôo mais longo até o momento e completou com sucesso todos os objetivos da missão", diz o diretor de recursos da Força Aérea Randy Walden.
"Esta missão fez experiencias com sucesso do Laboratório de Pesquisa da Força Aérea, entre outros, além de registar pequenos satélites".

Desde 1962, as Nações Unidas mantêm um Registo de Objetos Lançados no Espaço Sideral para manter um controle a que países pertencem.
À medida que a órbita da Terra se torna cada vez mais movimentada, a regulação do espaço sem dúvida se tornará um enorme ponto de discórdia. Não apenas existe o medo de detritos perigosos voando ao redor do nosso planeta, mas também o problema da militarização secreta.
Quando começamos a navegar nessa nova fronteira, projetos misteriosos como essas missões da Força Aérea dos EUA, sem dúvida, serão submetidos a um escrutínio muito maior. O próximo lançamento de um desses aviões espaciais está marcado para o próximo ano.

O primeiro avião elétrico da NASA começou os testes de certificação



Referencia//ScienceAlert




segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Vem aí grandes novidades no campo dos camiões elétricos


Os camiões movidos a energia elétrica estão começando a ganhar popularidade. Os grandes fabricantes, como a Volvo, a Freightliner, a Daimler, a Mack, a Paccar, a Navistar, a Scania, a MAM, a DAF e até a startup Tesla, possuem atualmente investimentos em camiões elétricos.
A Volvo Trucks, por exemplo, vai introduzir nos Estados Unidos, em 2020, o modelo elétrico VNR. A empresa também anunciou que prevê a circulação de 80 mil camiões elétricos e a criação de 50 estações de carregamento nos próximos 14 meses (numa rede elétrica equivalente a uma pequena cidade).



Photo Carros

Cresce a procura para combustível de hidrogênio no Japão, e Austrália



Os camiões desse programa são do tipo trator e camiões normais com um peso bruto total de 30 toneladas e 37 toneladas, conforme a configuração. As variações na transmissão incluem trações 4x2, 6×2 e 6x4. Utiliza ainda uma tecnologia de propulsão e armazenamento de energia totalmente elétrico, baseada no sistema usado pela sua empresa-irmã, Volvo Buses, que já vendeu mais de 4.000 autocarros elétricos desde 2010.
No Brasil, uma feira voltada ao setor dos transportes rodoviários e de carga (Fenatran), realizada em São Paulo, teve a exibição de veículos comerciais elétricos, a gás natural, hidrogénio e de condução semi-autónoma. Segundo os organizadores o objetivo foi antecipar a visão dos veículos comerciais e da mobilidade nos próximos anos.


Photo Carros


Empresa chinesa cria carro elétrico com autonomia para 30 dias



Entre as marcas participantes, a DAF foi um dos destaques por prometer produzir veículos elétricos e híbridos na sua fábrica, em Ponta Grossa, no Paraná. Na Fenatran, com a tecnologia da matriz Paccar e de seus parceiros, Kenworth e Perterbilt, a DAF expôs as linhas de elétricos LF e CF.
O DAF LF Electric é um camião totalmente elétrico de 19 toneladas, que possui tecnologia Cummins com motor elétrico de 195 kW/266 cv (com pico de 250 kW/340 cv). É alimentado por uma bateria de 222 kWh, o que lhe dá um alcance de até 220 quilómetros com o camião totalmente carregado. E é ideal para distribuição urbana e regional.
A VW anunciou para 2020 o lançamento do e-Delivery, caminhão da categoria leve ideal para entregas urbanas
Já o DAF CF é projetado para operações de transporte até 37 toneladas. Conta com o powertrain inteligente que tem como base central um motor elétrico de 210 kW, alimentado por uma bateria de íons de lítio com capacidade de 170 kWh.



Photo Carros


BMW apresenta o i Hydrogen NEXT movido a hidrogénio


Numa realidade mais próxima, a Volkswagen afirma que vai lançar, em 2020, o camião elétrico e-Delivery. As primeiras unidades já estão sendo produzidas na linha de montagem de Resende, no Rio de Janeiro. Estará disponível nas versões de 9 ou 11 toneladas de peso bruto total, podendo receber diversas configurações de carroceria. Com foco no uso urbano, o caminhão é enquadrado como VUC (Veículo Urbano de Carga), dedicado à entrega de encomendas nas cidades. Possui emissão zero e nível de ruído extremamente baixo.
Os camiões elétricos são uma estrada para o futuro. Para o motorista, dirigi-lo exige uma adaptação: é mais sensível do que um veículo à diesel. Também para um caminhão EV, a questão do carregamento elétrico e a autonomia é de suma importância. Mas deverá ser uma tendência principalmente nas áreas urbanas em razão das rígidas legislações ambientais no mundo.

Nova tecnologia permite que um motorista conduza dois camiões


Grandes camiões da Nikola Motor movidos a hidrogénio



Referencia//Carros



domingo, 27 de outubro de 2019

Descoberta cidade perdida das lendas do El Dorado


Um grupo de investigadores descobriu uma cidade perdida no meio da Serra Nevada de Santa Maria, um sistema montanhoso remoto nos Andes perto da costa das Caraíbas colombiana.
De acordo com a Newsweek, esta descoberta ficou a cargo do explorador americano Albert Lin e do arqueólogo colombiano Santiago Giraldo, que estudam os sítios arqueológicos que cercam a região há 20 anos.



«A cidade perdida» perto da nova descoberta Photo/ABC

Porque os incas construíram o Machu Picchu num lugar tão remoto?




Sendo uma área de difícil acesso, os especialistas usaram uma tecnologia audiovisual conhecida como LIDAR, que consiste num laser que faz scan ao solo e que, apesar da vegetação, revela a topografia da região, bem como quaisquer características artificiais.
Com estes dados, eles conseguiram criar um mapa 3D detalhado, que revelou as características antigas da área estudada, que não são visíveis a olho nu.

Depois de identificar alguns planaltos, os exploradores e a sua equipa decidiram investigar , no terreno, um local particularmente promissor pela floresta densa e íngreme, onde encontraram várias peças de cerâmica, terraços naturais, entre outros objetos, que confirmaram a presença de uma cidade antiga até agora desconhecida.
Estima-se que esta antiga cidade remonte ao ano 800 e esteja localizado no topo de uma colina, com cerca de 1.524 metros de altura, escondido por uma densa floresta.



Photo Newsweek

Descoberta cidade neolítica com 10.000 anos, perto de Jerusalém



A cidade poderia ser construída pelos Taironas, um grupo indígena que habitava no sopé da Serra Nevada e a área costeira dentro do Parque Natural Nacional Tayrona. Isto é provável, já que, muito perto dessa zona, fica um dos principais sítios arqueológicos do país, conhecido como Cidade Perdida, uma cidade da mesma tribo fundada por volta do ano 600.

A relação desta cidade perdida com a cultura Tairona alimentou a lenda de El Dorado, que nasceu na época da conquista espanhola,no início do século XVI, e girava á volta de uma história sobre o chefe de uma tribo que cobria o seu corpo com pó de ouro e banhava-se numa lagoa para oferecê-lo aos deuses.
No entanto, ao longo dos anos, rumores da existência de uma cidade onde abundava esse metal precioso levaram os colonizadores à Serra Nevada, cujos colonos eram grandes ourives.


Lin considera que, embora essa nova descoberta seja apenas o começo, é provável que não represente um argumento que os leve à lendária cidade do ouro.
Eventualmente eliminados pelos espanhóis, os Tairona não tinham assim tanto ouro, mas desenvolveram um método extremamente sofisticado para o revestimento em ouro, permitindo criar ornamentos que pareciam ser feitos de ouro maciço.

A grande Pirâmide de Gizé pode não ser inteiramente feita pelo homem



Fonte//Newsweek




sábado, 26 de outubro de 2019

Derretimento de gelo no Ártico revela 5 novas ilhas


A Marinha russa identificou cinco novas ilhas no arquipélago Novaya Zemlya, no Ártico, reveladas devido ao gelo derretido dos glaciares da região.
As ilhas têm um tamanho muito variado, tendo a menor apenas 900 metros quadrados, e a maior cerca de 54.500 metros quadrados.


O arquipélago de Novaya Zemlya. Photo (Jeff Schmaltz / Goddard Space Flight Center)

Rios de agua quente provocam instabilidade no gelo antártico
Já havia suspeita da existência destas ilhas  desde 2016, quando a estudante de engenharia Marina Migunova, observou massas terrestres em imagens de satélite enquanto trabalhava num artigo.
Nesta expedição da Marinha, os investigadores analisaram a topografia das cinco ilhas, concluindo que elas devem ter surgido aproximadamente em 2014.
Apesar de jovens, as terras já estão colonizadas por algas, plantas e pássaros, além de demonstrarem evidências de animais terrestres maiores.



Temporárias ou permanentes?

No momento, não é possível saber por quanto tempo as ilhas permanecerão na paisagem ártica. Um glaciologista da expedição sugeriu que elas possam durar apenas uma década ou menos.
É difícil chegar a conclusões sobre sua importância e vida útil”, disse o capitão Alexei Kornis, chefe do Serviço Hidrográfico da Frota do Norte, ao site russo Arctic. “Encontramos os restos de uma foca mordida por um urso. Então, se tudo isso conseguir se enraizar, as ilhas sobreviverão”.
Um mundo gelado em mudança
A expedição russa, que navegou por águas há pouco tempo completamente congeladas, encontrou outras massas terrestres previamente desconhecidas durante a missão. Uma sexta ilha foi descoberta num estreito da Terra de Francisco José, um arquipélago polar russo.

De acordo com a Marinha, esses achados não são isolados, e sim fazem parte de uma dúzia de novas ilhas que têm emergido no Ártico nos últimos anos.
Conforme o mundo se torna mais quente devido à mudança climática impulsionada pela atividade humana, devemos ver cada vez mais transformações na paisagem polar.
A descoberta de ilhas à medida que a geleira Nansen recua não é uma surpresa, pois uma geleira é simplesmente um rio de gelo transportando neve e gelo compactados dos terrenos mais altos para o mar”, disse o oceanógrafo Tom Rippeth, da Universidade Bangor, no País de Gales, ao Newsweek. “À medida que o clima aquece, as geleiras diminuem e expõem a terra que estava por baixo delas. Esse é outro sintoma do aumento do aquecimento no Ártico, nesta região a temperatura média é de 5 a 6 graus Celsius mais alta devido às mudanças climáticas”.

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Fonte // ScienceAlert


sexta-feira, 25 de outubro de 2019

NASA e Caterpillar projetam escavadoras espaciais


A bem conhecida construtora de máquinas industriais Caterpillar está trabalhando com a NASA para construir máquinas que possam escavar e minerar a superfície lunar.
O objetivo é determinar se faz sentido enviar equipamentos de construção autônomos ou de controle remoto para a Lua, de acordo com a CNBC, para recolher rochas, poeira e água que a NASA poderia usar como matéria-prima para seu posto avançado lunar .

 
Photo NASA

“Capa da invisibilidade” da ficção á realidade


Escavadora autónoma

A NASA e a Caterpillar colaboram há muito tempo em projetos de robótica, informa a CNBC . Mas são os recursos autônomos da empresa, invulgares para o mercado de maquinas industriais, que o tornam um candidato de destaque na construção de infraestrutura lunar.
"Existem muitas sinergias entre o que a NASA precisa para atingir as metas de exploração e as tecnologias da Caterpillar usadas todos os dias na Terra", disse à CNBC a porta-voz da NASA Clare Skelly .

Local De Trabalho Perigoso

Embora a presidente da divisão de recursos da Caterpillar, Denise Johnson, não confirme nenhum plano tangível de missão lunar, a ideia de usar pelo menos veículos semi autónomos na Lua é reduzir a quantidade de trabalho perigoso que os astronautas teriam que fazer.
"É  difícil operar nessas localidades remotas, com um vai vem de pessoas de maneira consistente, o que impulsiona a proposta de valor", disse Johnson à CNBC , referindo-se especificamente ao uso de tecnologia autônoma em áreas perigosas da Terra. "A aplicação da tecnologia se torna uma necessidade para fazê-la funcionar de uma perspetiva de valor agregado".


O futuro do transporte aéreo poderá ser aeronaves movidas a energia solar







quinta-feira, 24 de outubro de 2019

“Capa da invisibilidade” da ficção á realidade

A empresa canadiana fabricante de uniformes de camuflagem para militares, HyperStealth Biotechnology, anunciou quatro pedidos de patente, todos relacionados com o Quantum Stealth.
O material também é chamado de “capa de invisibilidade”. O inventor dos quatro pedidos de patente é o CEO da HyperStealth, Guy Cramer.
O material não precisa de energia para funcionar, é fino como uma folha de papel e é relativamente barato. A patente menciona 13 versões do material e permite outras configurações.


O primeiro pedido de patente é do Quantum Stealth, que faz com que o objeto atrás dele pareça invisível. Para além de conseguir esconder pessoas, também consegue ocultar tanques, aeronaves, navios e construções. A tecnologia causa um desvio na luz à volta do objeto no espectro visível, ultravioleta, infravermelho e infravermelho de onda curta. Ao mesmo tempo, o material bloqueia o espectro da radiação térmica.

O segundo pedido de patente é para um “amplificador de painel solar”, que utiliza o mesmo material de lente, essencial para as outras aplicações desenvolvidas. A terceira patente chamada de “Display System” produz imagens holográficas, com recurso a um projetor.

O quarto pedido de patente é para dispersão, desvio e manipulação de laser. Com isto, um laser pode ser dividido em milhares de lasers mais pequenos, podendo funcionar como radar. Esse sistema costuma ser montado com o uso de laser, espelhos que giram e recetor ótico. Assim, os computadores podem determinar condições perigosas e identificar objetos mais rapidamente, aumentado a segurança tanto de veículos como de pedestres.



A HyperStealth divulgou mais de 100 minutos de filmagem com descrições e demonstrações do material. Nas imagens o destaque vai para o uso militar do material, que aparece ocultar um tanque e um jato em escala reduzida.


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Fonte//Hypescience.


quarta-feira, 23 de outubro de 2019

O futuro do transporte aéreo poderá ser aeronaves movidas a energia solar

Uma empresa britânica criou um dirigível movido a energia solar como alternativa ao transporte de cargas pesadas de CO2.
Segundo o Big Think, a aeronave construída pela Varialift Airships usaria apenas 8% do combustível de um avião convencional numa viagem entre o Reino Unido e os EUA.


Photo Varialift Airships/ Facebook

KLM financia o desenvolvimento do avião futurista “Flying V”

Embora os dirigíveis tenham uma má reputação por causa de acidentes famosos como o Hindenburg, este meio de transporte de carga é uma atualização dessas versões mais antigas. Não contem  hidrogénio e, em vez disso, usará gás hélio. Ele é construído com armações de alumínio e é acionado por dois motores solares e dois motores a jato convencionais.
Segundo a Varialift Airship, este dirigível será capaz de transportar cargas que variam de 50 a 250 toneladas, com a possibilidade de modelos maiores transportarem cargas úteis de até 3.000 toneladas.


A desvantagem é que devido á sua dependência da energia solar, só pode voar durante o dia e deslocar-se-á muito mais devagar que um avião, voando a velocidades de 250 a 350 km / h.
Os fabricantes dizem que as aeronaves são baratas de construir e custarão "80-90% menos que a aeronave de carga equivalente para comprar e operar".
Isso ocorre em parte porque o dirigível não precisa de nenhuma infraestrutura especial para aterragens e decolagens, pois decola verticalmente como um balão de ar quente.
Embora possa levar algum tempo para, esta é uma das soluções mais práticas oferecidas a um setor que depende muito de combustível para operar.




"Atualmente, não há serviço logístico alternativo significativo que ofereça zero emissões de carbono, por isso esperamos que esse recurso apele para um segmento significativo e crescente do mercado consumidor ecológico ", afirmou o site da Varialift Airship.


Engenheiros do MIT e da NASA demonstram um novo tipo de asa de avião



terça-feira, 22 de outubro de 2019

Como o ar liquido pode produzir electricidade


Parece magia, mas é bem real. Trata-se de um plano para armazenar energia elétrica produzida por energia eólica, no período noturno onde é excedente, na forma de ar líquido.
 Mas como funciona? Usando a eletricidade nas alturas de menor consumo para comprimir e arrefecer o ar num tanque, tornando-o em ar líquido. Quando a procura sobe, o liquido é aquecido, voltando novamente ao estado gasoso, e, à medida que se expande, aciona uma turbina para produzir mais eletricidade.

 A impressão artística da centrar de armazenamento da Highview

A energia hidrelétrica, excede as necessidades de todo o planeta
A tecnologia, criada por um inventor de quintal, está prestes a atingir o grande momento.
Foi testado em pequena escala, mas agora a empresa patrocinadora, Highview, anunciou que vai construir uma central de 50 MW, em escala de rede, no norte da Inglaterra, no local de uma antiga centrar convencional.
A tecnologia foi apoiada pelo governo do Reino Unido. Uma característica atraente é que ele usa a tecnologia simples existente desenvolvida para armazenar e comprimir gás natural liquefeito (GNL), portanto, ao contrário do armazenamento utilizando baterias, não é necessário minerar minerais raros e caros.
A principal inovação é armazenar o excesso de calor emitido quando o ar é comprimido e usá-lo para reaquecer o ar liquefeito quando necessário.

A idéia foi concebida pelo engenheiro autodidata Peter Dearman na sua garagem em Bishop's Stortford, Hertfordshire.
Ele estava desenvolvendo um carro com princípios semelhantes ao hidrogénio líquido e viu o potencial de aplicar a tecnologia ao armazenamento de eletricidade, passando agora a ser acionista passivo da Highview.
O projeto proposto em escala de rede fornecerá eletricidade a cerca de 25.000 casas por dia, embora, na prática, seja usado apenas por curtos períodos para cobrir picos repentinos de consumo.

Juntamente com a energia hidroeléctrica, onde se aproveita a energia quando em períodos de baixo consumo para bombar agua para um sitio elevado, e na altura de maior consumo fazê-la descer acionando turbinas, esta é uma boa alternativa aos sistemas de baterias convencionais.

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Seis dicas incríveis para a iluminação da sua casa

Fonte//BBC




segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Os furacões geram atividade sísmica semelhante a terremotos


Uma equipa de cientistas descobriu um novo fenómeno geofísico no qual furacões ou fortes tempestades podem produzir vibrações no fundo do oceano tão fortes como um terramoto de magnitude 3.5.
Os investigadores analisaram quase uma década de registos sísmicos e oceanográficos, de Setembro de 2006 a Fevereiro deste ano, e encontraram uma relação entre fortes tempestades e intensa atividade sísmica.


Photo Pixabay/WikiImages


Rios de agua quente provocam instabilidade no gelo antártico




As tempestades, furacões ou ciclones extratropicais transferem energia para o oceano como fortes ondas oceânicas, e as ondas interagem com a terra sólida produzindo uma intensa atividade de fonte sísmica“, explicou Wenyuan Fan, professor de Ciências da Terra, Oceano e Atmosféricas na Universidade da Florida e principal autor de um novo artigo científico publicado na Geophysical Research Letters.

Os cientistas encontraram evidências de mais de 10.000 terremotos entre 2006 e 2019 no alto mar da Nova Inglaterra, Florida e Golfo do México, nos Estados Unidos, assim como no alto mar da Nova Escócia, Terra Nova e Colúmbia Britânica, no Canadá.
Neste estudo, a equipa de cientistas da universidade norte-americana desenvolveu um novo método para detetar e localizar eventos sísmicos e determinar se tais eventos são terramotos. Com a ajuda desta técnica, descobriram que o furacão Bill, um intenso ciclone tropical que atingiu o leste do Canadá durante o final de agosto de 2009, produziu vários terramotos na costa da Nova Inglaterra e Nova Escócia.

Corrente quente do Atlântico pode estar a alterar o outro lado do mundo


Podemos ter fontes sísmicas no oceano, assim como terramotos dentro da crosta“, resumiu Fan. “A parte interessante desta investigação é que as fontes sísmicas causadas por furacões podem durar de horas a dias.”
De igual forma, descobriram também que o furacão Ike, em 2008, causou uma atividade de tempestade no Golfo do México, e o furacão Irene, em 2011, fez exatamente o mesmo perto de Little Bahama Bank, na costa da Flórida.

Nem todos os furacões causam terramotos, mas quando ocorrem, os terramotos parecem concentrar-se em certos pontos críticos. No entanto, os cientistas não detetaram qualquer evidência de terramotos na costa do México ou na costa leste dos Estados Unidos, de Nova Jersey à Geórgia.
Mesmo o furacão Sandy, que ocorreu nos Estados Unidos, não causou terramotos, segundo os cientistas. Isto sugere que os terramotos são fortemente influenciados pelas características oceanográficas locais e pela topografia do fundo do mar.

Akureyri, a cidade exemplo em sustentabilidade ambiental


Como seria se todo o gelo da Terra derretesse numa noite








A menina de 13 anos que criou marca de óleo de cannabis para ajudar pessoas doentes


Diagnosticada com câncer nos ossos com apenas 7 anos de idade, Rylie Maedle sabe muito bem o que é sentir dor de verdade, e também como fazê-la passar. Quando os ossos do seu rosto começaram a desintegrar-se por conta da doença, sua mãe, Janie, recorreu a um óleo feito de canabidiol, um dos princípios ativos da cannabis, para lhe dar mais conforto.



Photo Facebook

Vacina contra o câncer de mama pode estar para breve



O que ninguém esperava é que o tratamento não só amenizou a dor da menina, mas também ajudou a regenerar os ossos de Rylie e a diminuir suas convulsões. Ela voltou a sorrir e hoje vive para garantir que outros que sofrem com a dor das mais variadas doenças, possam fazer o mesmo.
Aos 13 anos, depois de passar por toda essa provação e superar a doença, a menina fundou a Rylie’s Sunshine, empresa que comercializa óleos de cannabis, clinicamente testados, que amenizam as dores e curam em muitos casos, doenças como o câncer, esclerose múltipla, esquizofrenia, sida, glaucoma, enxaqueca e artrite.

Claro está que não está sozinha. Rylie trabalha em conjunto com um produtor legalizado de cannabis, que fornece toda a matéria-prima usada para fazer os óleos que comercializa, além de uma equipa de investigadores, que incansavelmente procuram mais sobre esses oleos.
Rylie descobriu é que a falta de conhecimento é um dos principais inimigos da popularização do uso medicinal da cannabis. Assim, antes mesmo de fundar sua empresa, Rylie criou a Fundação Rylie’s Smile, que investe em pesquisa e na consciencialização da população sobre o tema.
Foi criada uma lei, no Estado de Delaware, nos EUA, que tem o seu nome e permite que menores de 18 anos tenham acesso legal à cannabis, quando qualificados para o tratamento. 

Não consumir carne vermelha ou processada parece não trazer benefícios à saúde



Nova pandemia pode matar 80 milhões de pessoas


Cientistas podem ter descoberto como reverter o envelhecimento