sábado, 5 de outubro de 2019

O primeiro avião elétrico da NASA começou os testes de certificação

Na passada quarta-feira, a NASA apresentou o seu primeiro avião X totalmente elétrico em Armstrong Flight Research Center em Edwards, Califórnia. 
O avião X, também conhecido como X-57 Maxwell Mod II, ou simplesmente X-57 Mod II, é a primeira aeronave experimental totalmente elétrica.



X-57 Photo NASA
O avião X também é o primeiro modelo da serie tripulado e a primeira das três configurações desta aeronave totalmente elétrica.
O X-57 Mod II foi construído para substituir os motores de combustão interna tradicionais Tecnam P2006T, por uma aeronave com motores elétricos.
A aeronave começará agora os testes no solo, seguidos pelos testes de rolagem e, finalmente, pelos testes de voo.
Embora os testes de solo ainda não tenham começado, as seguintes fases do projeto, Mods III e IV, já estão em andamento. Um dos testes já efetuados com sucesso foi os testes de carga das baterias numa zona, criada para o efeito, no laboratório da NASA Armstrong.


M-57 Photo Nasa

Um dos objetivos do X-57 é implementar uma zona de testes de certificação apropriados para novos mercados de aeronaves elétricas, que incluem o transporte aéreo comercial diário.
Após os testes, a NASA divulgará o processo de projeto e navegabilidade realçando a propulsão elétrica. Por sua vez, isso ajudará na criação de futuros métodos de certificação para aeronaves usando propulsão elétrica.






NASA esta desenvolvendo aviões elétricos com célula de hidrogenio


sexta-feira, 4 de outubro de 2019

O que acontecerá se uma tempestade geomagnética atingir a Terra

De vez em quando uma tempestade geomagnética solar atinge a Terra. É inevitável. É também inevitável que um dia, uma particularmente violenta e cataclísmica nos atingirá. Os cientistas dizem que isso pode acontecer nos próximos 100 anos Mas, estaremos preparados?
Se uma violenta tempestade solar atingir a Terra. O que acontecerá?



Photo HypeScience

Mudança no campo magnético da Terra obriga a antecipar o Modelo Magnético Mundial

Mas o que são as tempestades solares


Estas tempestades geomagnéticas são causadas por manchas e erupções solares. Ao contrário dos super vulcões ou de impactos de asteroides, elas são mais vulgares e mais prováveis de ocorrer num curto espaço de tempo. Isso significa que podemos ser atingidos por uma na próxima década ou no próximo século.
Não podemos prever os possíveis estragos que tal tempestade causaria, mas podemos ter uma ideia comparando com as tempestade anteriores, como a Tempestade Ferroviária de New York de 1921 e o Evento Carrington de 1859, dois incidentes geomagnéticos bem conhecidos pela ciência.
Recentemente, um estudo conduzido pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos e liderado por Jeffrey Love estudou a intensidade do evento de 1921, sugerindo que pode ter sido mais poderoso que o incidente mais conhecido, o de 1859.

Existem diferentes formas de medir a intensidade de uma tempestade geomagnética. Uma delas é um índice chamado Dst (“disturbance storm time”), que calcula a média dos valores da força do campo magnético da Terra utilizando informações de vários locais.
O índice Dst médio do nosso planeta é de cerca de 20 nanoteslas (nT). Quando os níveis os atingim os -250 nT, isso é considerado uma tempestade.
Os dados magnéticos limitados que possuímos sobre o Evento Carrington indicam que sua intensidade foi entre -850 e -1,050 nT. A nova pesquisa sobre a tempestade de 1921, indica que ela alcançou -907 nT. Tornando-a mais intensa que a tempestade de 1859.


A Tempestade Ferroviária de New York Vs Evento Carrington

É complicado conseguir as medidas históricas das tempestades solares. Hoje temos muitos instrumentos para conseguir recolher dados, mas, antes de 1957 (quando começam os registos oficiais de Dst) tínhamos poucos recursos para efetuar essas medições.
No seu novo estudo, Jeffrey Love voltou a examinar os dados da tempestade de 1921, até aí, analisados com informações oriundas apenas de um observatório em Samoa.
O cientista conseguiu encontrar informações adicionais de outras localizações na Austrália, Espanha e Brasil, fazendo uma média para chegar a um valor de intensidade mais preciso e mais exato que os valores que temos para o Evento Carrington, mais famoso e normalmente considerado o mais poderoso de que temos conhecimento.
Efeitos

A tempestade de 1859 é muito conhecida pelo que causou. Devido a ela, correntes geomagnéticas percorreram a rede pela elétrica do planeta, iniciando incêndios em todo o mundo.
 Segundo Jeffrey Love, os efeitos da tempestade de 1921 não foram muito diferentes. Embora o incidente mais conhecido pelo que deu o nome ao evento, tenha sido a paragem dos carros elétricos de carris na cidade de Nova York após um incêndio numa torre de controlo em 15 de maio. Mas outros fenómenos podem estar muito mais ligados à tempestade, como três grandes incêndios que ocorreram no mesmo dia em Brewster (EUA), Karlstad (Suécia) e Ontário (Canadá).
Os registos de Samoa, que não estão longe do equador, também indicam que auroras foram visíveis mesmo em locais de baixa latitude, incluindo Paris (França) e Arizona (EUA). Além disso, sistemas de telégrafo e de telefone foram interrompidos no Reino Unido, Nova Zelândia, Dinamarca, Japão, Brasil e Canadá.

Photo Solar Dynamics Observatory e NASA

Seres humanos podem detetar o campo magnético da Terra



E que consequências haveria nos dias de hoje

Hoje, uma tempestade como as de 1859 e 1921 teria consequências muito piores, tendo em conta nossa dependência quase total de redes elétricas e satélites.
Se uma tempestade como a de 1921 ocorresse hoje, haveria uma interferência generalizada em inúmeros sistemas tecnológicos, com apagões, falhas nas telecomunicações e até perda de alguns satélites. Isso esteve prestes a acontecer em 2012

E podemos evitar essas consequências?

Não totalmente. Embora existam alguns sistemas de alerta para tempestades solares, como o “Advanced Composition Explorer” da NASA, que monitoriza o espaço, só nos permitiria tentar controlar ou diminuir seus efeitos, desligando tudo das redes elétricas, mas ainda não existe tecnologia que permita bloquear completamente.


Anomalia do Atlântico Sul pode estar a enfraquecer o campo magnético da Terra



Fonte//ScientificAmerican






quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Robot humanoide vai ser produzido na Russia


Um novo robô humanoide, fabricado na Rússia, da empresa Promobot com sede em Perm, chamado de Robo-C, foi aprovado para produção em série.


Photo promo-bot

Robots dançarinos animam noites de boate francesa


O Robo-C pode responder às perguntas das pessoas nos shopping centers e museus, ser um administrador ou funcionário de um escritório, receber os visitantes e comunicar com eles, isto de acordo com a página oficial da Promobot . O androide pode falar, graças aos mais de 100.000 módulos de fala no sistema AI e reproduz mais de 600 expressões faciais, de acordo com o site. No entanto, ele não pode fazer isso por muito tempo, pois a bateria tem apenas duração para oito horas
Este é o primeiro androide humanoide no mundo que não imita apenas a aparência humana, mas também é capaz de se integrar aos processos de negócios. Já criamos um protótipo e agora lançaremos uma série ”, disse a repórteres o cofundador e diretor de desenvolvimento da empresa de fabricação de robôs, Oleg Kivokurtsev.

Robots sexuais podem vir a atacar humanos


A startup planeia fabricar 10 "robôs complementares" por mês.
O protótipo Robo-C chamado Alex apareceu na TV russa no início deste ano, com a cabeça modelada no rosto do co-fundador da empresa, Alexei Yuzhakov. Segundo a BBC, o Alex custou mais de um milhão de rublos (US $ 15.600). e não é conhecido ainda o custo de um Robo-C personalizado, semelhante ao humano.

Robots sexuais podem vir a atacar humanos


Fonte//SputnikNews

Novo tipo de bateria reduzirá a pegada ecológica


Desde os smartphones aos carros elétricos, continuaremos necessitando das baterias nos próximos anos. Novas pesquisas mostram como um novo tipo de bateria de alumínio poderia oferecer várias vantagens sobre as tradicionais de íons de lítio em uso atualmente.


Photo Pixabay


Baterias de fluor com grande duração para breve



A bateria de alumínio tem baixos custos de produção e não tem a mesma pegada ambiental das baterias usadas atualmente, em parte porque usa materiais abundantes e de fácil mineração, reduzindo o problema da devastação que causamos ao planeta para a construção de baterias.
Este novo conceito de bateria é especialmente adequado para sistemas de energia em grande escala, sendo sobretudo ideais para locais onde é necessário armazenar a energia proveniente das fontes renováveis ate ser necessária.
O lítio, usado nas baterias atuais, não só é escasso, mas também usam cobalto, o é um minério complicado e muito perigoso de minerar. A mudança para o alumínio, se funcionar como os cientistas esperam, traria vários benefícios, principalmente ao reduzir nossa dependência de combustíveis fósseis para produção e reciclagem de baterias.


"Os custos dos materiais e os impactos ambientais que projetamos de nosso novo conceito são muito mais baixos do que o que temos atualmente, tornando-os viáveis ​​para uso em grande escala, como parques de células solares ou armazenamento de energia eólica", diz o físico Patrik Johansson , da Universidade de Tecnologia de Chalmers, na Suécia. “Além disso, nosso novo conceito de bateria tem o dobro da capacidade de energia em comparação com as baterias de alumínio que já existem”.
 As baterias de alumínio não são nenhuma novidade, mas, neste caso, os cientistas substituíram o cátodo de grafite, por uma molécula de carbono antraquinona (o cátodo absorve os elétrons à medida que a bateria é usada).
Isso permite alcançar uma capacidade energética mais alta, tornando as baterias de alumínio muito mais práticas, sustentáveis ​​e comercialmente viáveis ​​do que eram antes, embora ainda haja muito espaço para melhorias na mistura química interna, principalmente no eletrólito.



Photo Yen Strandqvist/Chalmers University of Technology


Baterias de fluor com grande duração para breve



Este novo tipo de baterias, por enquanto, está apenas em laboratório, e será necessário ainda trabalhar mais antes de as colocar no mercado.
Os cientistas sugerem que as baterias de alumínio em breve poderão funcionar com baterias de íon de lítio em certos cenários, com sistemas capazes de alternar entre os dois, dependendo das necessidades.
 "Como o novo material catódico possibilita o uso de um carregador de carga mais apropriado, as baterias podem aproveitar melhor o potencial do alumínio", esclarece o físico Niklas Lindahl, da Chalmers University of Technology.


Qual o futuro das células de combustível








quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Cientistas alertam para possíveis sondas alienígenas observando a Terra

Embora a probabilidade de haver qualquer tipo tecnologia alienígena orbitando a Terra, seja improvável, nada impede de procurar esses objetos espiões e, pois é possível encontrar algo de interessante, disse um investigador.


Photo Pixabay quimono

Os alienígenas podem ter estado na Terra no passado, afirma novo estudo



Segundo ele, os chamados co-orbitais da Terra, ou objetos espaciais que orbitam o sol á mesma distância que o nosso planeta, podem ter equipamentos avançados de vigilância alienígena, colocados lá milhões de anos para monitorizar a vida no nosso planeta, relata a Live Science.

Se a hipótese postulada pelo físico e investigador independente do SETI James Benford estiver correta, esses objetos espaciais podem ser uma maneira de detetar atividades alienígenas que ocorreram antes da evolução da nossa espécie, antes mesmo de concentrarem a sua atenção nas estrelas.
"Eles estão basicamente circundando o Sol na mesma proporção que a Terra e estão muito próximos", disse Benford.


Por que não estabelecemos contato com civilizações alienígenas?



O cientista também salientou que, embora a lua possa parecer uma escolha melhor para um posto de observação alienígena, qualquer ponto na sua superfície fica completamente ás escuras duas semanas por mês, o que exigiria á sonda uma grande capacidade de armazenar energia até que o sol voltasse e carregasse as baterias.

Comentando essa teoria, Paul Davies, físico e astro biólogo da Universidade Estadual do Arizona, também observou que, embora a probabilidade desses asteróides terem tecnologia de espionagem alienígena ser extremamente improvável, não faria mal investigá-las.

Devemos estudar esses objetos


Agora, Benford defende o uso de telescópios óticos e de rádio para estudar esses objetos co-orbitais, e fazer o ping deles com um radar planetário, acrescentando que enviar uma nave para um desses objetos pode ser relativamente barato e fácil.
"Se nada encontrarmos, isso significa que a Terra não esta a ser observada o que seria uma grande surpresa”,observou ele.

Por que não estabelecemos contato com civilizações alienígenas?




Fonte//LiveScience





terça-feira, 1 de outubro de 2019

Não consumir carne vermelha ou processada parece não trazer benefícios à saúde


De acordo com uma nova revisão das evidências, e contrariamente ao até agora aconselhado, não há razões de saúde para reduzir o consumo de carne vermelha ou processada. As alegações, que contradizem a maioria dos conselhos alimentares existentes, vêm de uma revisão de estudos existentes liderados pelos Centros Cochrane espanhóis e polacos, parte de uma colaboração global para avaliar a pesquisa médica.


Photo Pixabay RitaE

Alimentos VS. Suplementos, descubra qual o melhor


Vários órgãos de saúde dizem, há décadas, que devemos limitar nossa ingestão de carne vermelha, pois é rica em gordura saturada, que aumenta os níveis de colesterol e causa ataques cardíacos. Mais recentemente, o consumo tanto a carne vermelha como a processada foram ligadas ao câncer.
No entanto, na última revisão, os autores chegaram a uma conclusão diferente porque consideraram separadamente os dois principais tipos de pesquisa. A melhor evidência vem de estudos randomizados. Nesses, alguns participantes são incentivados a mudar sua dieta de uma certa maneira, como comer menos carne e outros não, sendo depois comparado o estado de saúde das pessoas nos dois grupos.
Mas tais testes são caros e difíceis de realizar. Segundo uma estimativa, apenas cerca de 5% dos estudos nutricionais são de boa qualidade. É muito mais vulgar fazer pesquisas que apenas observem o que as pessoas escolhem comer. Conhecidos como estudos observacionais, podem fornecer resultados enganosos.

Bradley Johnston, da Dalhousie University, em Halifax, Canadá, e seus colegas estudaram primeiro todos os estudos observacionais anteriores que analisavam o impacto na saúde de comer carne vermelha ou processada. Estes apontaram para um efeito adverso "muito pequeno" nas mortes, doenças cardíacas e câncer.
Em seguida, eles avaliaram separadamente os 12 estudos randomizados que foram feitos nessa área e descobriram que havia pouco ou nenhum benefício para a saúde das pessoas que reduziam o consumo dessas carnes. Com base nessas descobertas, os autores concluem que as pessoas devem “continuar comendo seus níveis atuais de carne vermelha e processada, a menos que se sintam inclinados a alterá-las”. No entanto, eles acrescentaram que alguns podem querer mudar sua dieta por causa do bem-estar animal ou por razões ambientais.


Photo Pixabay Annca


Sabe o que são os alimentos geneticamente modificados?



"Talvez seja hora de parar de produzir pesquisas observacionais nessa área", escreveu Tiffany Doherty, da equipe de pesquisa em eficácia comparativa em pediatria e adolescente da Universidade de Indiana, num editorial que o acompanha.
Duane Mellor, porta-voz da Associação Dietética Britânica, diz que as pessoas não devem seguir o conselho como sinal verde para comer mais carne vermelha. “Não é por isso que podemos rasgar as diretrizes e começar a comer duas vezes mais carne. Mas carne vermelha três vezes por semana não é um problema.



Como alimentar 10 biliões de pessoas em 2050 de forma sustentável

Má alimentação provoca uma em cada cinco mortes




Quatro problemas de saúde causadas pelos refrigerantes


Fonte//NewCientist



segunda-feira, 30 de setembro de 2019

O Papa diz que a IA pode conduzir a humanidade à "barbárie"

Numa conferência no Vaticano na semana passada, o Papa Francisco alertou um grupo de executivos do Silicon Valley que, nas mãos erradas, a inteligência artificial poderá ter consequências devastadoras para a humanidade.
"Se o chamado progresso tecnológico da humanidade se tornar inimigo do bem comum, isso levaria a uma infeliz regressão, a uma forma de barbárie ditada pela lei dos mais fortes", disse o Papa, segundo a Reuters .

 


Photo ACI Digital

Primeiro cybercrime com recurso á Inteligência Artificial


Barbárie

O desenvolvimento de IA avançada pode "aumentar implicações cada vez mais significativas em todas as áreas da atividade humana", afirmou o papa. Ele também pediu "discussões abertas e concretas para desenvolver princípios morais teóricos e práticos".


A conferência também enfrentou os ataques de marco de 2019 em Christchurch, na Nova Zelândia, e como as plataformas de redes sociais ajudaram a espalhar as filmagens realizadas durante os tiroteios, de acordo com a TIME . De fato, a NBC informou no início deste mês que, meses depois, vídeos do ataque ainda circulavam no Facebook, indicando que os esforços da empresa, incluindo o uso de ferramentas especiais de inteligência artificial, não foram suficientes para impedir a exibição das imagens on-line.

Os executivos presentes na conferência representaram megacorporações de tecnologia, incluindo Facebook, LinkedIn e Mozilla, onde se juntaram também vários bispos e académicos.

Não é a primeira vez que o papa se reúne com executivos de tecnologia para discutir a ética da IA. Em Fevereiro, ele esteve reunido com o presidente da Microsoft, Brad Smith, para discutir como a IA poderia ser usada para ajudar a aliviar a desigualdade mundial em vez de piorá-la.



Fonte//Reuters



Um dos eventos mais violentos do universo, um buraco-negro “devora” uma estrela

É um dos acontecimentos mais violentos de todo o universo, e os astrónomos observaram suas consequências e detalhes graças ao mais recente telescópio da NASA.
O Transiting Exoplanet Survey Satellite, também conhecido como TESS, capturou um raro evento. Um buraco negro destrói uma estrela completamente enquanto a devora. É nada mais, nada menos do que destruição pura a uma escala colossal.


Photo Robin Dienel/Carnegie Institution for Science

Será que o Planeta 9 é um buraco negro primordial


Os astrónomos afirmam que esses eventos cósmicos ocorrem uma vez a cada 10 mil a 100 mil anos numa galáxia nas dimensões da nossa Via Láctea. Mas como existem incontáveis milhares de milhões de galáxias no universo conhecido, os cientistas conseguiram de capturar 40 desses desses eventos até hoje, mas é muito difícil identificá-los.
O evento foi observado em 29 de Janeiro pelo All-Sky Automated Survey for Supernovae que é uma rede mundial de telescópios robotizados. O evento teria se dado uma localização para onde o TESS também estava observando.

Os dados do TESS permitem ver exatamente quando esse evento destrutivo, chamado ASASSN-19bt, começou a ficar mais brilhante, o que nunca tinha sido registado antes sendo esses dados úteis para modelar a física dessas explosões”, afirmou Thomas Holoien, do Carnegie Observatories, de Pasadena, Califórnia, EUA.





Um objeto interestelar pode ter entrado no nosso sistema solar


O gigante buraco negro super-massivo causador desse incrível evento fica a aproximadamente 375 milhões de anos-luz de distância de nós no centro de uma galáxia chamada 2MASX J07001137-6602251 da constelação Volans.
A estrela que foi esfarelada e consumida possivelmente é de tamanho semelhante ao nosso  sol.

Fonte//CNET/Arxiv






domingo, 29 de setembro de 2019

Astrofísicos podem ter encontrado algo que pode causar a reversão no tempo

De acordo com a relatividade geral de Einstein, nada poderia viajar mais rapidamente do que a velocidade da luz no vácuo. Mas no espaço acontecem muitas coisas bizarras. Dois astrofísicos descobriram que rajadas de raios gama poderiam acelerar a uma velocidade maior que a da luz, chegando a níveis superluminais.


Photo  DESY, Laboratório de Comunicação Científica

Curiosamente esse estudo não vai contra a teoria de Einstein. Os astrofísicos Jon Hakkila e Robert Nemiroff (EUA) descobriram que apesar dessas explosões ultrapassarem a velocidade da luz nas nuvens de gásá sua volta, isso só acontece nos meios de transmissão dos jatos, e não no vácuo.
Os cientistas também dizem que os jatos superluminais poderiam causar a reversibilidade temporal que pode ser observada nas curvas de luz das rajadas de raios gama.
Jon Hakkila comparou ao fato de pedras que saltam quando atiradas a um lago. Quando se atira uma pedra para a água, e ela vem na nossa direção, ela atravessa o espaço entre os pontos onde toca na água, mais rápido do que as ondas que ela provoca quando bate na água. Curiosamente, à medida que a pedra se aproxima, observa-se as ondas criadas a cada salto na ordem inversa. As ondas criadas pelo últimos saltos chegariam até nós antes das causadas pelos primeiros.

Hakkila afirmou: “Os modelos padrão de rajadas de raios gama negligenciaram as propriedades da curva da luz reversível no tempo. O movimento do jato superluminal é responsável por essas propriedades, mantendo muitos recursos de modelo padrão”.

Novo estudo impulsiona a esperança de encontrar vida alienígena em Marte


Fonte//The Astrophysical Journal