sábado, 7 de setembro de 2019

Asteróide gigante passa pela Terra a 14 de Setembro

O asteróide 2000 QW7, quase do tamanho do edifício mais alto do mundo, Burj Khalifa, deve passar perto da Terra no próximo 14 de Setembro.
O enorme objeto tem cerca de 290 a 650 metros de diâmetro, sendo maior que o Empire State Building de Nova York (381 metros) e apenas um pouco mais baixo que o Burj Khalifa de Dubai (828 metros).


Photo Shutterstock)

De acordo com o Centro de Estudos de Objetos Próximo à Terra (CNEOS, na sigla em inglês), parte do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA, o 2000 QW7 irá passar a uma velocidade de 23.100 km/h a 5,3 milhões de quilómetros de distância do nosso planeta. A esta distancia não existe nenhum perigo para a Terra.





O asteróide, assim como a Terra, orbita o sol e por isso nos visita esporadicamente.
Segundo os cientistas do CNEOS, a última vez que passou perto de nós (objetos espaciais são considerados “próximos” quando passam a 1,3 unidades astronómicas da Terra, o que representa a distância do nosso planeta ao sol ou 149,6 milhões de quilómetros) foi em 1 de Setembro de 2000, e a próxima será em 19 de Outubro de 2038

Asteroide explode nos céus de Puerto Rico


Fonte//LiveScience









sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Monstro do Lago Ness pode ser enguia gigante


Depois de efetuadas várias análises de ADN, uma equipa de cientistas concluiu que o famoso monstro do Lago Ness, na Escócia, pode ser, na verdade, uma enguia gigante.
A equipa, composta por cientistas do Reino Unido, Estados Unidos, Austrália e França, catalogou as espécies vivas no lago escocês e extraiu amostras de ADN da água.



Photo Pixabay GregMontani


Vídeo incrível mostra a rotação da Terra em relação à Via Láctea




Ao analisar as amostras recolhidas, os especialistas descartaram a possibilidade de existir no lago alguma espécie de grandes dimensões que possa ser confundida com o monstro que várias pessoas afirmaram já ter avistado.
A investigação não encontrou evidências, de, por exemplo, répteis marinhos pré-históricos, que tinham cerca de 4,5 metros de comprimento, ou peixes enormes como o esturjão (que chega a atingir os 8 metros). Estas são algumas da teorias apontadas para justificar a existência do animal. A equipa descartou também a hipótese que o animal pudesse ser algum tubarão oriundo da Gronelândia, tal como já foi apontado.
No entanto, a equipa encontrou amostras de ADN de enguias europeias, que chegam às águas dos rios e lagos britânicos oriundas do Mar dos Sargaços, perto das Bahamas depois de percorrerem mais de 5 mil quilómetros.




“As enguias são muito comuns nos lagos. Todos os locais que visitámos para recolha de amostras tinham, uma quantidade de enguias surpreendente. Não podemos excluir a possibilidade de haver uma enguia gigante no Lago Ness, mas não sabemos se estas amostras que recolhemos são de um monstro gigante ou de um animal normal.” Afirmou Neil Gemmell, geneticista da Universidade de Otago, na Nova Zelândia.
O cientista frisou ainda que o objetivo da pesquisa não era desvendar o mistério do monstro do Lago Ness, mas melhorar o conhecimento sobre a fauna e a flora do lago. As pessoas adoram mistérios, e, a ciência acrescenta mais um capítulo à mística do Lago Ness.


Photo "Loch Ness" by Dave Stokes is licensed under CC BY 2.0 


Tal como se sabe, o monstro do Lago Ness é uma das lendas mais antigas e persistentes da Escócia, tendo inspirado filmes, livros, programas de televisão, sendo também uma atração turística local.
Segundo reza a lenda, o monstro foi avistado pela primeira vez há cerca de 1500 anos pelo missionário irlandês São Columba no ano 565 d.C. Seculos mais tarde, em 1933, o jornal Inverness Courier reportou que Aldie Mackay, teria avistado o que seria o monstro do lago, parecido com uma baleia, enquanto as águas se agitavam.
À época, Evan Barron, editor do jornal, sugeriu que a besta fosse descrita como um monstro, dando início ao mito moderno do Monstro do Lago Ness.





No ano seguinte, um respeitado cirurgião britânico, o coronel Robert Wilson, afirmou ter fotografado o monstro quando conduzia pela costa norte do lago. A foto, conhecida como a “fotografia do cirurgião”, foi publicada pelo jornal The Daily Mail, despertando curiosidade de todo o mundo. Com a fotografia, começou a especular-se que o monstro da fotografia poderia ser um plesiossauro, animal da, família dos dinossauros, extinto há 65,5 milhões de anos.
Contudo, 60 ano mais tarde, descobriu-se que o monstro fotografado era, na verdade, um submarino brinquedo, e, apesar das inúmeras investigações efetuadas para confirmar a veracidade da existência do monstro, o animal continua a ser um dos maiores mistérios da Escócia.












quinta-feira, 5 de setembro de 2019

As características do furacão Dorian ligadas às mudanças climáticas

A ligação da mudança climática a furacões como Dorian é forte. Os oceanos mais quentes provocam tempestades mais fortes e com a subida o nível do mar, as tempestades provocam inundações.
Depois de analisar mais de 70 anos de dados de furacões no Atlântico, o cientista da NASA Tim Hall relatou que as tempestades se tornaram muito mais propensas parar em terra, prolongando o tempo em assola as cidades e povoações com ventos devastadores e chuva.



Photo NOAA

Os objetivos climáticos do Acordo de Paris


Mas esses números nunca prepararam Tim Hall para as imagens desta semana, o Dorian rodopiando como uma tempestade de categoria 5, monstruosa e quase imóvel, acima das ilhas de Great Abaco e Grand Bahama.
Depois de assolar as Bahamas mais de 40 horas, o Dorian finalmente desviou-se para o norte na terça-feira como uma tempestade de categoria 2.
Espera-se que contorne as costas da Flórida e da Geórgia antes de tocar terra novamente nas Carolinas, onde poderá gerar mais ventos, e chuvas.
O furacão bateu os recordes tanto pela sua intensidade mas também pela sua velocidade sobre as Bahamas. Mas também já vai seguindo uma tendência, O Dorian tornou 2019 o quarto ano consecutivo em que um furacão de categoria 5 se formou no Atlântico.




Os meteorologistas e cientistas afirmam que cada vez mais os furacões serão mais fortes à medida que o clima aquecer.
A rápida intensificação de Dorian no fim-de-semana não tem precedentes para um furacão que já era tão forte. No espaço de nove horas no domingo, a velocidade do vento aumentou de 240 km / h para 290 km / h.
No momento em que a tempestade atingiu o solo, o vento de 298 km / h era o mais forte observado no Atlântico.
O calor no oceano é o motor de um furacão, e os oceanos de todoo mundo absorveram mais de 90% do aquecimento dos últimos 50 anos, segundo a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica.
A tempreratura da água onde o Dorian se desenvolveu foi cerca de 1 grau Celsius mais quente que o normal, e isso traduz-se em muita energia.


Photo The Washington Post

Cientistas aconselham a planear o abandono das zonas costeiras baixas


Como o ar quente pode reter mais umidade, as mudanças climáticas aumentaram a quantidade de vapor de água na atmosfera, levando a furacões mais húmidos que provocam chuvas mais extremas.
Os modelos preveem que os furacões das categorias 4 e 5 no Atlântico Norte podem duplicar no próximo século, como resultado das mudanças climáticas, mesmo sendo menor o número total de tempestades.
Quando um furacão atinge a terra, o aumento do nível do mar criado pelo aquecimento global pode exacerbar seus efeitos, ampliando a onda de tempestades. Os fortes ventos de um furacão empurrarão a água em direção à costa, causando inundações extremas num curto espaço de tempo.
O furacão Dorian foi particularmente impressionante e devastador, principalmente devido á maneira como permaneceu nas Bahamas. Tais situações de deslocamento lento tornaram-se muito mais comuns nos últimos três quartos de século, disse Hall, cientista sênior do Instituto Goddard de Estudos Espaciais da NASA.


Num estudo publicado na revista Climate and Atmospheric Science em junho, Hall descobriu que os furacões do Atlântico Norte diminuíram cerca de 17% desde 1944, e que as médias anuais de chuvas costeiras resultantes dos furacões aumentaram cerca de 40% no mesmo período. Um artigo de 2018 descobriu que os ciclones tropicais em todo o mundo diminuíram significativamente.
Hall e seus colegas acreditam que há um "sinal de mudança climática" nesse fenômeno, embora ainda estejam estudando a ligação entre o aquecimento causado pelo homem e as tempestades que se movem lentamente.
Os furacões não têm motores próprios, em vez disso, eles são guiados pela superfície da Terra por ventos atmosféricos, como rolhas rolando num redemoinho.


Photo NOAA

Cientistas alertam para o colapso a floresta amazónica


Se esses ventos-guia colapsarem, ou simplesmente mudarem, um furacão pode ser apanhado nesse redemoinho e parar, disse Hall.
Simulações climáticas mostraram que os ventos atmosféricos nos subtópicos, onde está Dorian, estão diminuindo a velocidade, tornando esses tipos de turbilhões mais prováveis.
O que os pesquisadores podem fazer é avaliar o desastre, como resultado do aquecimento causado pelo homem e qual a probabilidade de que esse tipo de desastre ocorra novamente.
Quando se trata do Dorian, as respostas para ambas as perguntas são difíceis.
O certo é que temos que nos preparar para eventos destes que serão mais frequentes e mais potentes.

Amazónia destruída pelo homem e pelo fogo



Aumenta a preocupação com o degelo da Gronelandia


Fonte//The Washington Post












quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Reator transforma dióxido de carbono em puro combustível líquido


Investigadores da Universidade Rice (EUA) conseguiram transformar dióxido de carbono, um gás do efeito estufa, em combustível líquido puro usando um eletrocatalisador.
O reator catalítico usa CO2 como matéria-prima e produz concentrações altamente purificadas de ácido fórmico. Já havia sido convertido noutros dispositivos, mas com etapas de purificação caras e necessitando de muito mais energia.

Photo  Ted Reinhard / Adobe Stock


Empresa constrói novo sistema para aproveitar a energia geotérmica


Nos testes conduzidos pelos cientistas da Rice, o novo reator alcançou uma eficiência de conversão de cerca de 42%, o que significa que quase metade da energia elétrica despendida pode ser armazenada como combustível líquido.
O ácido fórmico é um transportador de energia, e é também um combustível que pode gerar eletricidade e emitir dióxido de carbono, que pode ser reciclado novamente. Também é fundamental na indústria de engenharia química como matéria-prima para outros produtos químicos, e um material de armazenamento de hidrogénio que pode conter quase 1.000 vezes mais energia que o mesmo volume do gás, difícil de comprimir, sendo este o problema atual para tornar a indústria de veículos alimentados por hidrogênio possível.



O novo dispositivo é melhor que os tradicionais por dois motivos, possui um catalisador robusto e bidimensional de bismuto e usa um eletrólito de estado sólido que elimina a necessidade de sal na reação.
O eletrólito sólido à base de polímero é outro avanço. Normalmente, o dióxido de carbono é reduzido num eletrólito líquido tradicional como a água salgada. Mas quando o ácido fórmico é gerado dessa maneira, ele fica misturado com os sais. Para a maioria das aplicações, é necessário remover os sais do produto final, o que exige muita energia e isso tem custos. Agora são usados eletrólitos sólidos que conduzem os prótons e podem ser feitos de polímeros insolúveis ou compostos inorgânicos, eliminando a necessidade de sais.




Por fim, enquanto se produzem catalisadores em escalas de miligrama ou grama, o novo estudo desenvolveu uma maneira de produzi-los na escala do quilograma, o que Isso facilitará o processo de expansão para a indústria.
Além disso, o mesmo dispositivo também pode ser facilmente reformulado para produzir produtos de maior valor, como ácido acético, etanol e propanol.

Sarcófago em ruínas de Chernobyl, será desmantelado

Hidrogénio, o combustível do futuro energético limpo e seguro


Fonte//ScienceDaliy












terça-feira, 3 de setembro de 2019

As alterações climáticas estão aquecendo a Europa


As mudanças climáticas estão aumentando o número de dias de calor extremo e diminuindo o número de dias de frio extremo na Europa, representando um risco para os habitantes nas próximas décadas, de acordo com um novo estudo.
As temperaturas na Europa atingiram níveis recordes neste verão, chegando a passar os 46,0 graus Celsius (114,8 graus Fahrenheit) no sul da França. Segundo a AGU Geophysical Research Letters o número de dias de calor extremo triplicou desde 1950 e os Verões são muito mais quentes.

Photo Pixabay/Geralt

Revelado o único método capaz de evitar uma catástrofe climática


Contrariamente o número de dias de frio extremo diminuiu para cerca de metade, tornando assim os Invernos mais quentes.
O calor extremo é perigoso porque stressa o corpo humano, levando á exaustão por calor ou insolação. Os cientistas já sabiam que a mudança climática estava aquecendo a Europa, mas o estudo incidiu principalmente nas mudanças de longo prazo e em temperaturas extremas.
Nesse novo estudo, foram usados dados recolhidos em estações meteorológicas europeias entre 1950 a 2018 e foram analisados os extremos de calor, os extremos de humidade, e os extremos de frio durante esse período.





Assim, descobriram que o número de dias de calor extremo na Europa triplicou desde 1950, enquanto o número de dias de frio extremo diminuiu em metade ou mesmo um pouco mais, dependendo da região. Os dias extremamente quentes tiveram um aumento de temperatura com uma média de 2,30 graus Celsius, enquanto os dias extremamente frios tiveram um aumento de temperatura em média 3,0 graus Celsius (5,3 graus Fahrenheit).


Photo Tiempo.com

Aquecimento global pode fazer a Corrente do Golfo parar


No entanto os registos regionais de temperatura têm valores muito diferentes, o que torna difícil comparar as temperaturas médias. Mais de 90% das estações meteorológicas estudadas mostraram que o clima estava aquecendo, uma percentagem demasiado alta para ser puramente da variabilidade climática natural, de acordo com os cientistas.
Os Verões e Invernos europeus serão tendencionalmente mais quentes nos próximos anos à medida que a mudança climática acelere, causando problemas nas cidades e pessoas que não estão preparadas para o aumento assim tão significativo das temperaturas.


Terra teve um aquecimento global há mais de 500 milhões de anos


Fonte//Scitechdaily











segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Como um inverno nuclear afetaria todo o planeta



Com o fim da Guerra Fria e com a ameaça do aquecimento lobal, poucos de nós imaginam o que poderia ser um inverno nuclear no mundo de hoje. O climatologista da Universidade Rutgers, Alan Robuck, debruçou-se sobre este assunto e estudou o facto possível.


Photo Busy.org

Cientistas aconselham a planear o abandono das zonas costeiras baixas



Robuck fez um estudo juntamente com uma pequena equipa de colegas cientistas ambientais e atmosféricos para verificar as consequências de um hipotético inverno nuclear.
Segundo seus cálculos, se todas as armas nucleares da Rússia e dos EUA fossem usadas num conflito, haveria uma queda impressionante nas temperaturas globais, menos precipitação e consequentemente muito menos comida disponível.
Num conflito a este nível, as partículas nucleares seriam transportadas entre os hemisférios em duas semanas. As temperaturas globais cairiam cerca de 9 graus Celsius em apenas 12 meses.
Mas estes são valores médios, em muitos lugares da Europa e da América do Norte, até no verão registar-se-iam  temperaturas cerca de 20 graus Celsius mais baixas do que são agora.



Os que sobreviverem, abrigando-se e resistindo durante cinco ou seis anos, precisarão se preocupar com a comida e com a escassez de água. O inverno limitaria não só o crescimento das plantas, como os aerossóis na atmosfera poderiam reduzir os valores médios de precipitação em 30% em todo o planeta, isto nos primeiros meses apos o conflito, mas ao longo dos anos, poderia cair ainda mais, entre 47 e 58%.

Mas que tipo de guerra pode desencadear um inverno nuclear tão dramático?

No início dos anos 80, no final da Guerra Fria, havia o receio terrível de que os EUA e a União Soviética pudessem entrar em conflito e usar as suas armas nucleares.
Enquanto a maioria das pessoas temia as explosões devastadoras e as consequências radioativas, um cientista atmosférico americano chamado Richard P. Turco estava mais preocupado com as nuvens de detritos na atmosfera superior.



Photo Getty Images


Aumenta a preocupação com o degelo da Gronelandia


Foi Turco quem criou o termo inverno nuclear, que não é mais que o arrefecimento da superfície do planeta devido a uma nuvem de poeira fina, cinzas e fuligem deixada pelas bombas nucleares detonadas em várias cidades.
Ele e a equipa de pesquisa foram os primeiros a mostrar como os detritos e fumo injetados na troposfera devido aos incêndios urbanos poderia afetar o clima numa vasta área.
Ao longo das décadas, os climatologistas estudaram regularmente o cenário de inverno nuclear de Turco com dados adicionais e ferramentas matemáticas mais precisas para ajustar previsões de como seria a humanidade no tempo pós-apocalíptico.
Em 2007 , Robuck aplicou pela primeira vez um modelo de circulação atmosfera-oceano formulado pela NASA para determinar o que poderia acontecer se 150 milhões de toneladas de areia fossem projetadas na atmosfera.




Aquecimento global pode fazer a Corrente do Golfo parar


Doze anos depois, Robuck e sua equipe testaram novamente seus cálculos, colocando suas velhas matemáticas contra os modelos climáticos mais aprimorados. Os resultados são idênticos.
A verdadeira questão é: quanto tempo duraria esse inverno nuclear?
Tudo isso dependeria de algumas variantes, é claro
Embora haja espaço para especulações, alguns cenários são mais prováveis ​​que outros.
Com base em estratégias históricas de guerra, podemos concluir que haveria muito mais devastação urbana do que rural, atingindo indústrias e transportes e enviando concentrações de fuligem e outras partículas finas para o ar.
O modelo mais novo de Robuck otimista indica uma recuperação de temperatura em cinco anos. Mas no modelo climático da NASA, o aquecimento demora um pouco mais, começando ao sétimo ano. O mais provável é demorar cerca de uma década para que o manto de nuvens disperse e absorva a radiação solar.


Photo Davidjonstad.se

Gronelândia perdeu 217 mil milhões de toneladas de gelo no último mês


Embora todos saibamos que um aumento de dois graus Celsius, graças ao aquecimento global, é um dos nossos problemas mais prementes, enquanto houver armamento nuclear, o arrefecimento global catastrófico é algo que se pode considerar.
Há dois anos, a ONU convocou uma conferência para negociar um Tratado sobre a Proibição de Armas Nucleares, apenas metade das cinquenta nações exigidas como signatárias concordou com seus termos, mas nelas não se inclui os EUA .








domingo, 1 de setembro de 2019

O desastre natural mais devastador revelado por oficial da NASA


A humanidade deve preparar-se para a ameaça real dos asteróides que em rota de colisão com a Terra representam para o nosso planeta, de acordo com um oficial de defesa planetário da NASA.
 Enquanto os cientistas esforçam-se para conceber uma maneira de lidar com asteróides gigantescos nas proximidades de nosso planeta, o oficial de defesa planetária da NASA Lindley Johnson alertou que a humanidade não deve se preocupar com as despesas incorridas na busca desse objetivo, informa o Daily Express. .

 
Photo Photo Pixabay urikyo33

Mega asteroide passa pela Terra em Outubro


Numa entrevista ao jornalista Bryan Walsh para o seu livro recém-lançado “End Times”, o oficial diz que os asteróides podem não ser a principal ameaça que a humanidade poderá enfrentar, mas que o perigo que eles representam não deve ser ignorado.
"Na ordem natural das preocupações com calamidades naturais, não são com os asteróides que as pessoas devem se preocupar, o Near Earth Objects não está no topo da lista. Mas tem o potencial de ser o desastre natural mais devastador conhecido pelo homem", afirmou Johnson.




Ela sugeriu que o financiamento adicional para lidar com essa ameaça hipotética, seria prudente, porque “todo o dinheiro valeria a pena se impedir um evento que pode levar centenas de milhares de milhões  de dólares para recuperar, caso isso seja possível”.
"Definitivamente, é necessário que os governos financiem tecnologias para encontrar essas rochas enquanto dá tempo, porque você não pode fazer nada a menos que as encontre", observou ele.


Photo Pixabay AlexAntropov86


Asteroide explode nos céus de Puerto Rico



Anteriormente, Johnson apontou que, embora haja muitos asteróides passando nas proximidades de nosso planeta, são os que estão em rota de colisão direta com a Terra que representam uma ameaça real , e a humanidade deve se preparar para essa eventualidade.
 As notícias desse desenvolvimento chegam quando a NASA e a ESA se preparam para lançar uma missão conjunta ao asteróide binário Didymos 65803, a fim de testar um novo método de perfuração que pode permitir que os humanos alterem as trajetórias desses asteróides perigosos.

Asteroide pode provocar 'inverno cósmico' na Terra


Asteroide pode atingir a Terra em Setembro


Fonte//SputnickNews














Robots dançarinos animam noites de boate francesa


Os robots e a inteligência artificial têm sido apontados como substitutos dos humanos no campo laboral. 
No entanto, ninguém imaginava robots dançando em night clubs e boates, mas é exatamente isso que está acontecendo  numa boate em Nantes.


Photo SkyNews

Para comemorar seu quinto aniversário, o SC-Club em Nantes estreou dois dançarinos muito invulgares. São robots com uma camara de CFTV no lugar da cabeça.
Os robots foram criados pelo artista britânico Giles Walker que na componente artística cobriu os corpos metálicos dos robots dançarinos com peças de manequins de plástico.
A camara no sítio da cabeça tem a ver com o voyeurismo, colocando a questão de "quem tem o poder entre o voyeur e a pessoa observada", disse Walker à Sky News.




Relacionamentos com robôs sexuais podem se tornar realidade em 2050


Laurent Roue, proprietário do clube, afirmou á Sky News, que os robots não substituem os funcionários humanos, sendo apenas uma homenagem á robótica. Os robots não transmitem o calor humano, o contacto físico, que é necessário.
Os robots farão sua estreia oficial nesta terça-feira e estarão a fazer atuações durante um mês, tornando assim o SC-Club, a primeira boate a ter esses dançarinos especiais.

China implanta sua primeira polícia de trânsito robotizada



Fonte//SkyNews