sábado, 11 de maio de 2019

Futuro da energia nuclear, mais barato e mais seguro


As centrais nucleares são complicadas e de construção muito cara, razão porque fecham em maior número do que se constroem novas
Uma empresa de Oregon, a NuScale Power, quer mudar essa tendência construindo centrais nucleares, que são o inverso das atuais, mais pequenas, mais simples e mais baratas.


Impressão artistica NuScale Power

Cientistas afirmam que só há uma saida: Energia Nuclear




A empresa diz que o seu projeto usa pequenos reatores modulares podendo também funcionar bem com energias renováveis, como a eólica e a solar, produzindo eletricidade quando não há vento nem sol.
Os 98 reatores nucleares que operam no país atualmente, são grandes porque foram projetados para aproveitar as economias de escala. Muitos correm o risco de fechar na próxima década, em grande parte porque não podem competir com o gás natural, mais barato e com as energias renováveis.
Para responder a esse dilema, desenvolvemos economias de pequeno porte", diz Jose Reyes, diretor de tecnologia e cofundador da NuScale.




Em vez de um grande reator nuclear, Reyes diz que sua empresa usará uma série de 12 reatores bem menores. Eles seriam construídos numa fábrica e transportados por camião para um local que seria construído ao mesmo tempo.
"Enquanto se constrói os reatores num lado, constrói-se o resto num outro”, diz Reyes, “isso reduz o tempo de construção para cerca de metade".
O simulador da NuScale Power em Corvallis, Oregon, foi projetado para mostrar aos reguladores que a empresa pode operar 12 reatores a partir de uma sala de controlo.
A NuScale diz que também simplificou a forma como tudo é operado de maneira a torná-la mais segura.
O desastre de Fukushima em 2011 aconteceu no Japão quando um tsunami destruiu os geradores de emergência que arrefeciam os reatores, causando o colapso do reator.

NuScale Power Reactors. NuScale Power

China vai construir 20 centrais nucleares flutuantes



"Analisamos as formas como os sistemas falharam no passado e tentamos remover esse tipo de modo da não falharem no nosso projeto", diz Karin Feldman, vice-presidente do Gabinete de Gerenciamento de Programas da empresa.
O design da NuScale não depende de bombas ou geradores que possam falhar numa situação de emergência porque usa refrigeração passiva. Os reatores estariam num vaso de contenção, subterrâneo e numa enorme piscina de água que pode absorver calor.
Isso significa que mesmo com uma falha um reator estaria seguro. "Não requer mais água", diz Feldman. "Não requer alimentação CA ou CC. Não requer ação do operador. E pode permanecer nessa configuração segura pelo tempo que for necessário."






Enquanto os resíduos nucleares se acumulam as empresas privadas descobrem novas maneiras de armazená-las
A NuScale planeia construir sua primeira central nuclear no Idaho National Lab . A eletricidade vai alimentar o laboratório e vai para o Utah Associated Power Systems , ou UAMPS.
A organização estava procurando por uma fonte de produção de eletricidade sem recorrer ao uso de combustíveis fosseis para gerar energia quando fontes intermitentes, como painéis solares e turbinas eólicas, não produzem, e o design modular da NuScale é excelente para isso.
.A NuScale ainda precisa convencer a Comissão Reguladora Nuclear de que o projeto de sua central é seguro. Licenciar este design é um desafio. É tão diferente das centrais existentes que a regulamentação deve ser alterada para licencia-lo. Isso preocupa alguns críticos.

 
Photo Pixabay

Bill Gates exige energia nuclear


"Minha preocupação com a NuScale é que eles acreditam tão profundamente que seu reator é seguro e não são necessários os mesmos critérios que os reatores maiores” diz Edwin Lyman, diretor interino da empresa. Projeto de Segurança Nuclear na União de Cientistas Preocupados.
Lyman argumenta que, mesmo com o design de segurança passiva da NuScale, as coisas possam dar errado. Ele estará entre os que observam os reguladores de perto, já que a NuScale está pronta para ter sua primeira central de energia construída e operando em 2026.


“Sol artificial” será concluído este ano na China


Acordo do governo Britânico para aumentar a energia eólica offshore


Cientistas mais perto da fusão nuclear

Fonte//NPR






sexta-feira, 10 de maio de 2019

Ao largo da costa de Portugal, a crosta terrestre pode estar a dividir-se


Em 1969, um gigantesco terremoto na costa de Portugal provocou um tsunami que matou mais de uma dezena de pessoas. 
Em 1745, um terremoto ainda maior atingiu a mesma área, matando cerca de 100.000 pessoas e destruindo a cidade de Lisboa.
Dois terremotos no mesmo local em duas centenas de anos não são motivo de alarme.
 Mas o que intrigou os sismólogos em relação a esses terremotos foi que eles ocorreram em leitos relativamente planos do oceano, longe de falhas ou rachas na crosta terrestre onde placas tectônicas deslizam umas sobre as umas outras, liberando energia e causando terremotos.


Photo Piscwe


Costa do Atlântica dos EUA ameaçada pelo aumento do nível do mar



Então qual a origem destes grandes terremotos? Uma placa tectônica está se dividindo em duas camadas, a do topo se separando da camada inferior, um fenômeno nunca antes observado, relatou um grupo de cientistas em abril, na Assembleia Geral da União Europeia de Geociências, realizada em Viena. Esse “descascamento” pode estar criando uma nova zona de subducção, ou uma área na qual uma placa tectônica é comprimida abaixo de outra.



Este “descascamento” é provavelmente impulsionado por uma camada absorvente de água no meio da placa tectônica, de acordo com a Nacional Geographic . Essa camada pode ter passado por um processo geológico chamado serpentinização, no qual a água que penetra através de rachas faz com que uma camada se transforme em minerais verdes suaves. Agora, esta camada transformada pode estar enfraquecendo a placa permitindo que a camada inferior se solte da camada superior, o que pode causar a fraturas profundas que desencadeiam uma pequena zona de subducção, relatou a National Geographic.
Este grupo não foi o primeiro a expor esta ideia, mas é o primeiro a fornecer alguns dados sobre ela. Testaram sua hipótese com modelos bidimensionais, e seus resultados preliminares mostraram que esse tipo de atividade é realmente possível, faltando apenas comprovar.




O que pode provocar o fim da humanidade?

Cerca de 1 milhão de espécies estão em risco de extinçao

Animação mostra como seria a Terra se todo o gelo derretesse


Fonte//LiveScience




quinta-feira, 9 de maio de 2019

Mudanças climáticas ameaçam fortemente a Grã-Bretanha


A costa da Inglaterra vai sofrer cada vez mais com a erosão, e segundo alertou a Environment Agency (Agência Ambiental),os serviços de proteção contra as cheias da Grã-Bretanha devem-se preparar para o pior.
 Emma Howard Boyd, presidente desta agência, disse que, de acordo com as tendências atuais, a temperatura global pode subir de 2 a 4 graus Celcius até 2100 e o país vai necessitar de gastar cerca de mil milhões de libras por ano na gestão de proteção contra cheias.


Photo GettyImages

Os objetivos climáticos do Acordo de Paris



Alertou também para a necessidade de algumas zonas poderem até precisar de serem abandonadas devido ao risco de inundações. O governo respondeu que no Outono essa questão seria analisada.
Howard Boyd, afirma que a política do governo deve garantir que todas as infraestruturas financiadas com dinheiros públicos estejam preparados para resistir a inundações e às mudanças nas áreas costeiras até 2050.
"Não podemos vencer uma guerra contra a água, construindo defesas contra as mudanças climáticas infinitamente altas", disse ela.
Ela pediu que sejam criados incentivos para os proprietários reconstruírem as casas após inundações em locais melhores, e preparadas para resistir a estes fenómenos, como por exemplo, o fornecimento de eletricidade, estruturas reforçadas e portas de estanques, em vez de apenas "reconstruir o que havia antes".




No entanto, ela advertiu que em alguns lugares o risco pode ser tão elevado que a recuperação poderá não ser melhor solução a longo prazo e as populações precisariam de ajuda governamental para mudar para sítios mais seguros.
A agência espera que surjam chuvas mais intensas e aumente a erosão costeira.
Calcula que, para cada pessoa vitima das inundações, cerca de outras 16 são afetadas pela perda de serviços, como energia, transporte e telecomunicações.
A Sra. Howard Boyd alertou que o crescimento populacional na Inglaterra obrigou á construção em sítios de risco e este fenómeno deverá duplicar nos próximos 50 anos.





Costa do Atlântica dos EUA ameaçada pelo aumento do nível do mar



A agência baseia-se na pesquisa do Instituto Cambridge de Liderança em Sustentabilidade, que sugere que as perdas financeiras do Reino Unido também podem dobrar se as temperaturas globais aumentarem 2ºC e triplicarem se o aquecimento atingir 4ºC.
A ministra do Meio Ambiente, Therese Coffey, concordou afirmando que ass inundações e a erosão costeira podem ter consequências terríveis para as pessoas, para as empresas e para o meio ambiente.
O governo Britânico tem um programa de apoio onde ao longo de seis anos irá ser gasto, 2,6 mil milhões de libras para proteger as habitações, tendo já financiado mas de 1500 projetos.
A associaçao,  Friends of the Earth disse defende que se tomem medidas de carater mais natural como a plantação de arvores e a redução nas emissões de gazes de efeito estufa, apontando o dedo ao governo não tomar medidas efetivas nesse sentido, preferindo estradas e aeroportos em vez de investir mais em energias renováveis.

Nos últimos 30 anos os oceanos tornaram-se mais tempestuosos


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Fonte //BBC




quarta-feira, 8 de maio de 2019

Puma Punku um dos grandes mistérios da antiguidade


O Puma Punku é um sistema de construções megalíticas (pedras trabalhadas de dimensões enormes), aparentemente com finalidades religiosas, que segundo a história local, teria sido construído por volta do ano 500 depois de Cristo. 
As pedras são de granito (pedra dura e dificil de trabalhar) e foram extraídas de uma pedreira a 90 quilômetros de distância. A maior destas pedras pesa 131 toneladas e, como todas as outras pedras do complexo, foi cortada na perfeição. As pedras encaixam-se umas nas outras com uma perfeição incrível. Não se sabe quem construiu, mas sabe-se que nessa época não conheciam o ferro e nem tinham ferramentas adequadas para cortar esse tipo de pedra. 


Photo Tiwanaku - by Hipolito Luiz is licensed under CC BY-NC-ND 2.0

Digitalização a laser 3D de 2015 podem ajudar a reconstruir a Notre Dame


Assim, para tentar descobrir as origens desta fenomenal construção, foi feito um estudo ao corte da pedra para verificar que ferramentas que poderiam ter sido utilizadas. Cortaram uma pedra de Puma Punku em laboratório, usando um laser num lado da pedra e um corte com disco de diamante no outro lado. Depois de uma análise no microscópio obtiveram um resultado surpreendente.
O corte a laser deixa a pedra vitrificada, por tanto foi posto de parte. O corte com disco de diamante deixa a pedra polida, exatamente como a pedra de Puma Punku, mas com os traços circulares do disco, que não existem nas pedras. Concluiu-se que as pedras foram cortadas com diamante ou similar usando uma técnica desconhecida algum tipo de ferramenta, altamente especializada, que não existe atualmente.





Os arqueólogos imaginam que o transporte das pedras foi efetuado usando troncos de árvores. Mas há um problema, a 3500 metros de altura não existem arvores. Mesmo que existissem, nem hoje seria tecnicamente possível transportar uma pedra de 131 toneladas ao longo de 90 quilômetros, muito menos usando troncos de árvores, e é inimaginável a quantidade de pessoas necessárias para isso.
Existem teorias de que a construção possa ter origem extraterrestre, outras indicam qua as ruínas são muito mais antigas, talvez de mais de 10 mil anos e que teria sido construída por outra civilização muito avançada entretanto destruída por algum cataclismo.


Photo NewageGmaer

O que acontecerá se um asteroide atingir a Terra


O mistério de Puma Punku não está resolvido e está muito longe de resolver. O fato é que, nos dias de hoje é literalmente impossível contruir algo assim. Os testes de carbono indicam que a construção deve ter ocorrido entre 300 d.C. e 500 d.C.
Como é que uma civilização que não tinha as tecnologias que dispomos conseguisse construir o Puma Punku daquele modo? Os cortes são tão precisos, os ângulos das pedras são perfeitamente retos e os blocos parecem terem sido cortados com ferramentas eficientíssimas.




Atualmente, Puma Punku não passa de um aglomerado de grandes blocos desordenados, mas segundo alguns estudos, a perfeita estrutura das pedras levou a que fossem utilizadas posteriormente, na construção de diversas outras estruturas.
Mas transportar desde a margem oeste do Titicaca, blocos de 130 toneladas longo de  quase 100 Km, algo quase impensável.
Existem algumas explicações mais ou menos consistentes em relação aos métodos utilizados.
Ao observar atentamente os detalhes dos grandes blocos de rocha, os investigadores encontraram espaços que provavelmente serviriam como apoios para a fixação de cordas, possivelmente utilizadas para arrastar as gigantescas pedras, sendo até agora a hipótese mais provável, exceto para os que preferem acreditar que é uma construção de origem alienígena.


PhotoTiwanaku - by Hipolito Luiz is licensed under CC BY-NC-ND 2.0

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Muitos cientistas acreditam que seres de outros planetas teriam construído o complexo com equipamentos capazes de cortar as pedras, outros acreditam os cortes, embora muito precisos e praticamente perfeitos, tenham sido feitos de outra forma.
As pedras de Puma Punku são de arenito vermelho e andesito. O arenito é uma pedra macia e fácil de ser trabalhada, o andesito, embora extremamente duro, é facilmente desbastado com recurso outras pedras. Pensam também que as formas geométricas perfeitas e as superfícies polidas, era feitas criando depressões nas rochas usando outras rochas, e usavam a areia para as polir. Com a areia também é possível criar detalhes nas rochas. Usando um pedaço de cobre e areia é possível “serrar” as pedras. Estas conclusões foram possíveis graças á observação de pedras não acabadas que se encontram no local, e que demonstram claramente os métodos utilizados. Os trabalhadores de Puma Punku faziam as suas ferramentas com ligas de metais extremamente fortes, níquel e arsênico, capazes de deixar o cobre muito mais resistente.
Embora os estudos não provem nada, as teorias de origem alienígena já não é tão consistente como era há alguns anos, mas continua a ser valida e até o contrário ser provado irá continuar como uma forte possibilidade.


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terça-feira, 7 de maio de 2019

Pesquisa indica que mundo está mais triste e cheio de raiva

Tendencia mundial indica pessoas mais tristes e raivosas, segundo pesquisa.
De acordo com a empresa de análise Gallup, uma pesquisa destinada a medir o estado emocional do mundo revelou que as pessoas estão mais tristes, mais irritadas e mais preocupadas do que nunca, e que isso pode ter graves consequências para saúde global.



Photo Pixabay

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Apesar de a pesquisa ter sido divulgada agora, os dados foram recolhidos em 2018, tendo a Gallup realizado mais de 151 mil entrevistas com adultos que vivem em mais de 140 países. Foram feitas perguntas aos entrevistados sobre como se sentiram no dia anterior, se sorriram ou riram muito e se sentiram tristeza ou raiva.
Descobriram que o número de pessoas que disseram ter sofrido raiva aumentou em dois pontos percentuais em relação a 2017, enquanto tanto a preocupação com a tristeza aumentaram em um ponto percentual, estabelecendo novos recordes para as três emoções negativas.







O Chade foi considerado o país mais negativo do mundo, seguido pelo Níger, Serra Leoa e Iraque. As nações latino-americanas dominaram o lado positivo (uma tradição no ranking), com o Paraguai ficando em primeiro lugar. O estudo não mostrou nenhum dado específico sobre a colocação do Brasil.
O resultado mostra que os sentimentos negativos podem ter efeito na saúde física, já que a raiva está associada a um risco elevado de ataque cardíaco e derrame cerebral, enquanto a preocupação crônica e a tristeza podem ser sinais de ansiedade e depressão.

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segunda-feira, 6 de maio de 2019

Humanidade pode ter vindo de outro Sistema Solar


A vida pode ter chegado à Terra vinda de outro Sistema Solar. Os humanos podem ter sido trazidos por um objeto semelhante ao Oumuamua
 O Oumuamua continua a ser um mistério para os cientistas, e há teorias de que pode haver um no interior da Terra ou que se trata de uma nave alienígena, mas há uma nova que pode explicar a existência objetos como este.


                                                                                Photo CC BY 2.0 / Stuart Rankin 


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Depois de cientistas sugerirem que o Oumuamua pode não ter sido o primeiro meteoro a passar pela Terra, abre-se agora a possibilidade de este fenómeno ter acontecido mais vezes do que pensávamos. A opinião é partilhada por Bill Bottke, que dirige o Departamento de Estudos Espaciais do Southwest Research Institute no Colarado.
 O cientista afirma que objetos como o Oumuamua podem ter sido responsáveis pela transferência de vida de um planeta para outro, uma ideia conhecida como panspermia. O tamanho do Oumuamua é desconhecido, mas segundo a Sputnik News, os cientistas pensam que tenha cerca de 800 metros comprimento.



O objeto causa intriga na comunidade científica, por ter uma aceleração “não-gravitacional” ao afastar-se do Sol. Pensa-se que seja um corpo gelado e os seus estranhos movimentos se devam a uma fuga de gás.
 Isso indica que o gelo pode sobreviver a estas distâncias interestelares”, afirmou a astrobióloga Karen Meech, do Instituto de Astronomia da Universidade do Havai. A especialista em astrobiologia acredita que um objeto como o Oumuamua pode ter viajado pelo espaço durante mais de 10 milhões de anos até chegar ao nosso sistema solar, sendo no entanto a sua origem um mistério para os astrónomos.

Se o Oumuamua conseguiria trazer a Vida com ele, é ainda difícil de provar. A Sputnik News explica que não é possível saber se quaisquer criaturas a bordo conseguiriam sobreviver ao impacto com a Terra, relembrando que o objeto passou por nós a 215.000 quilómetros por hora.
Quase 100 objetos semelhantes ao Oumuamua já atingiram o nosso planeta durante a sua existência, não se sabendo se algum deles transportava vida que deixou na Terra.


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Fonte//SputnikNews




Drones podem recuperar paisagens degradadas


Uma empresa de tecnologia chamada BioCarbon Engineering usa os robôs voadores para plantar árvores em grande escala.
Os drones, que foram desenvolvidos por um ex-engenheiro da NASA , são projetados para disparar vagens de sementes pré-germinadas no solo.
Foi demonstrado que os drones plantam árvores exponencialmente mais rápido do que plantá-las à mão, e o método é muito mais barato do que os métodos tradicionais de plantio.
A BioCarbon tem trabalhado com a organização conservacionista Worldview International Foundation, sem fins lucrativos, para replantar mudas de mangue em Mianmar. Desde que os drones começaram seu trabalho em setembro, as mudas já cresceram 20 centímetros, o que oferece uma nova e empolgante evidência de que os drones podem ser implantados em uma escala muito maior.






"Agora temos um caso confirmado de quais espécies podemos plantar e em quais condições", disse a co fundadora da BioCarbon, Irina Fedorenko, à Fast Company . "Agora estamos prontos para ampliar nosso plantio e repetir esse sucesso".
Ao longo dos últimos sete anos, a Worldview tem trabalhado com as comunidades de Myanmar para plantar mais de 6 milhões de árvores, mas agora, com a ajuda dos drones, eles esperam plantar mais 4 milhões de árvores até o final do ano.


Está programado que, com dois trabalhadores locais que estão a ser treinados para operar uma frota de dez drones, eles podem plantar até 400.000 árvores por dia. Supondo que o projeto continue a ter sucesso, os drones poderão em breve ajudar a ressuscitar paisagens degradadas em todo o mundo.






domingo, 5 de maio de 2019

Novo projeto pretende limpar o ar de Londres com algas e plantas microscópicas


Londres é uma das cidades com o ar mais poluído do mundo. Em 2017, os níveis de poluição da capital inglesa superaram os de Pequim, na China. A situação é tão má que a foram implementada uma das leis mais restritivas do mundo anti poluição, proibindo a circulação de veículos antigos e poluentes na cidade.
Foi também implementada uma outra medida que desperta a atenção pela simplicidade e eficácia. Londres testará o primeiro “BioSolar Leaf” do mundo (Folha BioSolar), tecnologia que utiliza a fotossíntese de plantas microscópicas para purificar o ar, removendo os gases do efeito estufa enquanto gera oxigênio respirável.


Photo Futurism

Avanço no caminho para limpar o ar da China



A iniciativa tem origem numa parceria entre o Imperial College London a startup Arborea. A Arborea desenvolveu um sistema de cultivo inovador que facilita o crescimento de plantas minúsculas, como microalgas, diatomáceas e fitoplâncton, em grandes estruturas semelhantes a painéis solares. Estes podem então ser instalados em terrenos, edifícios e outros lugares para melhorar a qualidade do ar.





A equipa diz que o sistema de cultivo da Arborea pode remover o dióxido de carbono e produzir oxigênio respirável com uma taxa equivalente a cem árvores a partir de um painel que ocupa a área de apenas uma única árvore. O sistema também produz uma fonte sustentável de biomassa orgânica da qual a Arborea extrai aditivos alimentares nutritivos para produtos alimentícios à base de plantas.
A Arborea foi fundada pelo ex-aluno do Imperial College London Julian Melchiorri, que completou dois mestrados em Engenharia de Projetos de Inovação em 2014, um curso administrado em conjunto pelo Imperial College London e o Royal College of Art. Em 2017, uma estrutura viva e geradora de oxigénio, criada por Melchiorri, que purifica o ar em ambientes fechados usando microalgas, chamada “Lustre Biônico”, tornou-se parte da coleção permanente do Museu Victoria And Albert, na capital inglesa.


Segundo matéria publicada no site da Universidade, o Imperial College fará parceria com a Arborea “como parte de seu compromisso para mitigar o impacto ambiental de seu desenvolvimento em White City (distrito de Londres onde o BioSolar Leaf será instalado). O Colégio fornecerá à empresa financiamento para facilitar o desenvolvimento de um projeto piloto ao ar livre do seu sistema de cultivo BioSolar Leaf no White Park Campus South da Imperial City”, explica o texto.
“Estamos orgulhosos por fazer parte desta inovação a nível mundial, que está florescendo em White City e entusiasmados com esta nova colaboração com a Imperial.

Costa do Atlântica dos EUA ameaçada pelo aumento do nível do mar

 Nas cidades modernas em constante crescimento, a cooperação entre start-ups, instituições acadêmicas e órgãos governamentais é fundamental para possibilitar e acelerar a inovação sustentável que beneficia tanto a sociedade como o meio ambiente. Quando fundei o Arborea, meu objetivo era enfrentar as mudanças climáticas, abordando as questões críticas relacionadas ao sistema alimentar. Este projeto piloto produzirá aditivos alimentares saudáveis ​​e sustentáveis ​​enquanto purifica o ar, produz oxigênio e remove dióxido de carbono da atmosfera circundante. Ele proporcionará a oportunidade de aproveitar totalmente a ação dupla BioSolar Leaf da Arborea em condições reais de operação e ajudar a libertar todo o potencial da tecnologia”, anima-se Melchiorri.


Photo Goodnewsnetwork

A quantidade de plásticos nos oceanos duplicará até 2050


De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 4,2 milhões de pessoas morrem por ano devido á poluição do ar, e 91% da população mundial vive em lugares que excedem os limites das diretrizes da OMS, o que faz da poluição do ar a maior causa de morte no mundo, segundo um novo índice global de qualidade do ar revelado no ano passado.



“A poluição do ar é um dos desafios mais urgentes de Londres, e a Imperial está comprometida em encontrar soluções sustentáveis ​​e resilientes para essa ameaça. Esta colaboração com a Arborea é uma oportunidade excecional para mostrar o potencial da Cleantech no nosso Campus White City. Estamos apresentando soluções sustentáveis ​​que têm a vantagem de melhorar os resultados ambientais no oeste de Londres, em todo o Reino Unido e em todo o mundo”, acredita Neil Alford, professor do Imperial College London.

Coreia do Sul e China usam chuva artificial para 'lavar' poluição do ar



Onde param os plásticos oceânicos "desaparecidos"






Os painéis solares fotovoltaicos em forma de telha são o futuro


Os painéis solares fotovoltaicos em forma de telha, muitas vezes mencionados como telhas solares, são o futuro.
Este tipo de painéis solares é visto como uma alternativa estética aos painéis solares tradicionais, pois deixamos de ter uma estrutura montada no telhado da casa e passamos a ter uma estrutura integrada com as telhas do telhado.
Investir em painéis solares é considerado um investimento sustentável, conseguindo-se obter benefícios, para o ambiente e para a poupança na fatura de energia. Só que há muitas pessoas que não gostam de ver os painéis solares instalados em cima dos telhados, e por isso não fazem este investimento sustentável!

Photo CicloVivo

Cientistas mais perto da fusão nuclear




A solução veio dos fabricantes de painéis solares que se depararam com este ponto negativo. Assim criaram as telhas solares, que são painéis solares com forma de telha! Este tipo de painel solar é possível de integrar no telhado já existente, e garante a manutenção da estética da habitação!
No mercado das energias renováveis existem 2 tipos de telhas solares. São modelos diferentes, com características diferentes, mas que se integram os dois no telhado já existente!
Telhas solares em 4 telhas
A primeira variante das telhas solares é um painel solar com o tamanho de 4 telhas.
Este painel solar é colocado por baixo das telhas solares existentes. Combinam com a forma das telhas do telhado, de modo a que formem um conjunto suave com o resto do telhado.








Photo PortalEnergia

Foi fabricada a maior turbina eólica do mundo



Tem uma única desvantagem, devido à sobreposição dos painéis superiores, há uma pequena faixa de sombra onde a produção de energia não será maximizada. Tirando isso, são uma excelente alternativa aos painéis solares tradicionais!
A outra variante é a telha solar com o painel solar integrado.
É um tipo de painel solar mais compacto, com o formato em tudo idêntico às telhas tradicionais da casa. Com estas telhas solares com painel solar integrado, quase não se dá pela diferença no telhado.
Estas são facilmente integradas no telhado, especialmente em construções novas. As primeiras telhas solares saíram com a mesma cor dos painéis solares, ou seja, tons escuros. Daí que apenas se “integrem”  em telhados escuros.
Mas há projetos e já começaram a ser lançadas telhas solares em outras tonalidades (nomeadamente o tom castanho tradicional das telhas).






Photo PortalEnergia


Células solares produzem eletricidade sem sol



A grande vantagem em optarmos por telhas solares é a aparência estética. Como as telhas solares são mais pequenas e leves, não há necessidade de alterações na construção do telhado.
Podem ser ligadas diretamente aos inversores normais, tal como os painéis solares.
Têm um prazo de vida útil de 20 a 30 anos.
Desvantagens das telhas solares
Por serem pequenas, são usadas mais telhas solares para cobrir a mesma área de um painel solar. Assim, é necessário recorrer a mais materiais de ligação. Cada telha solar precisa do seu ligador ao inversor; o que faz com que o investimento seja mais elevado.
O custo de aquisição de uma telha solar é praticamente o dobro do custo de um painel solar. Sendo que esse custo apenas é ultrapassado pelo facto de se necessitarmos de substituir telhas no telhado, podemos fazer por este tipo de telhas e ter um telhado amigo do ambiente.



O que aconteceria se deixassemos de usar o petroleo

Grandes camiões da Nikola Motor movidos a hidrogénio

Como o hidrogenio modificou estas ilhas escocesas


Fonte//PortalEnergia