sábado, 16 de março de 2019

Surgem detalhes sobre a base submarina misteriosa da China


No ano passado, sugeriu-se que a China estava construindo uma base submarina que seria gerida por inteligência artificial e robôs submersíveis.
 Agora  New Scientist descobriu novos detalhes  sobre a base de protótipos e documentos científicos, e parece que o projeto provavelmente vai não vai ser usado por pessoas mas sim por robots subaquáticos para realizar as pesquisas, uma abordagem ousada que pode ajudar os cientistas a saber mais mais sobre as profundezas desconhecidas do oceano.


Photo Futurism

A China está construindo drones submarinos para defender mar do Sul da China




De acordo com a New Scientist, vários protótipos chineses, contam com submarinos robotizados capazes de realizar missões de exploraçao antes de retornar às estações de ancoragem subaquáticas para recarregar as baterias. A base em si provavelmente também realizará trabalhos científicos recolhendo amostras de microrganismos.






Como a base estaria muito profunda para usar a luz do sol, e a energia solar não seria uma opção, por isso provavelmente será alimentada por um cabo que a liga a superfície. Uma vantagem de uma base permanente, de acordo com a revista, é que seus robôs conseguirão mapear como o oceano muda com o tempo, recolhendo dados sobre os ecossistemas subaquáticos e geologia ao longo do tempo.
O objetivo de explorar novas zonas para extração de petróleo e minerais submarinos também pode estar na mesa, de acordo com o relatório.

China faz a primeira aterragem do mundo no lado "escuro" da Lua


Ainda não se sabe onde a China construirá a base submarina, embora a New Scientist especule que pode ser na trincheira de Manila ou no vale de Okinawa.
"O oceano cobre a maior parte do nosso planeta, e o que acontece lá afeta-nos a todos", disse Jon Copley, professor de exploração oceânica da Universidade de Southampton, à revista do projeto. Ele acrescentou que " qualquer lugar de águas profundas pode ser interessante para a ciência".


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Fonte//Futurism




Alerta do Novo Panorama Ambiental Global da ONU: sobrevivência na Terra está ameaçada


O cenário não é dos melhores, por isso, ações efetivas e com grande adesão mundial se fazem necessárias


Photo Noticias.uol.br

Temperatura no Ártico vai aumentar de 3 a 5 graus até 2050



O sexto Panorama Ambiental Global (GEO-6), principal avaliação periódica da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a situação do meio ambiente, evidencia novamente a urgência de uma mudança na postura em relação aos problemas ambientais. De acordo com o relatório, caso isso não ocorra, daqui a alguns anos os acordos que visam melhorar as condições do planeta não serão cumpridos e, mais que isso, a sobrevivência na Terra se tornará insustentável.






O derretimento do gelo no Oceano Ártico é um exemplo. O relatório da ONU cita o aumento das temperaturas nos polos como a causa do fenômeno e ainda aponta como decorrência dele a alteração dos padrões climáticos, uma vez que o aumento dos níveis oceânicos pode interferir na dinâmica das correntes marinhas. Serão afetados pela transformação do clima os animais vertebrados, inclusive os terrestres.




Sir David Attenborough prevê o 'colapso da civilização'



Assim, a documento mostra que houve uma queda significativa no índice global da vida no planeta. Essa diminuição envolve também vários outros fatores, como a desflorestação e a caça, mas a informação mostra como os vários ecossistemas estão interligados.








Devido á interligação dos ecossistemas, o ser humano acaba por ser vítima de suas próprias ações, seja de um modo direto ou indireto. Dados que constam no documento mostram o aumento, ao longo dos anos, da ocorrência de terremotos, tornados, deslizamentos de terra e outros fenômenos naturais que causam perdas para a sociedade. Isto é, os impactos desse processo na vida humana estão cada vez mais notáveis.





O que pode provocar o fim da humanidade?




O GEO-6 analisa ate que ponto, as políticas de inovação e abordagens do governo que visam a diminuir os problemas ambientais estão a surtir efeitos. A análise da ONU é otimista, concluindo que essas medidas funcionam sim, apesar de serem necessários certos ajustes, e cita os acordos multilaterais como colaboradores para a cooperação entre os países.







No final do relatório, a Organização das Nações Unidas indica a integração entre os setores de elaboração de políticas, incluindo agricultura, turismo, indústria, transporte e outros, além de investimento em estudos e sistemas de conhecimento (dados, indicadores, avaliações etc.) para possibilitar medidas mais efetivas e que possam ser aplicadas em mais lugares. Tais ações, certamente, exigiriam mudanças nas preferências de consumo e responsabilidade corporativa, mostrando que as saídas existem. E que levarão, além da salvação dos ecossistemas, à promoção da saúde humana e sua prosperidade.

Os oceanos podem abrigar uma surpresa desagradável

Está chovendo no gelo da Groenlândia, no inverno, e isso é muito mau

O que irá acontecer á humanidade se a Antártida colapsar




Fonte //Jornal da USP





sexta-feira, 15 de março de 2019

Temperatura no Ártico vai aumentar de 3 a 5 graus até 2050


Não importa o que façamos, o Ártico do futuro será um polo à parte do que conhecemos hoje.
Um novo documento da ONU revela que, mesmo se pararmos com todas as emissões de carbono agora, a região do Ártico vai continuar aquecer até 5 graus Celsius no final do século.
A realidade é que nós simplesmente emitimos muitos gases de efeito estufa, e agora não há como fugir das consequências.


Photo Ultimo Segundo

Está chovendo no gelo da Groenlândia, no inverno, e isso é muito mau



Mesmo seguindo os termos do Acordo de Paris, a pesquisa mostra que as temperaturas no inverno no Ártico devem aumentar em pelo menos 3 ° C até 2050 e 5 a 9 ° C até 2080.
A região ártica é onde se concentram mais os efeitos das mudanças climáticas, mas isso não significa que o resto do mundo fique livre de grandes alterações. À medida que os polos do nosso planeta começam a derreter, é certo que as consequências se espalham pelo planeta todo.
Há muitas pesquisas indicando que as mudanças climáticas na região do Ártico desencadearão aumentos perigosos do nível do mar em todo o mundo, causando inundações costeiras, erosão e danos a edifícios e infraestruturas. Também destruirá os ecossistemas, contaminará a água potável e levará à migração humana em massa .







"O que acontece no Ártico não fica no Ártico", diz Joyce Msuya, diretora executiva da UN Environment.
"Nós temos a ciência; agora é necessária uma ação climática mais urgente para evitar pontos de inflexão que poderiam ser ainda piores para o nosso planeta do que pensávamos inicialmente".
Uma parte importante do problema é que as mudanças devastarão uma região já muito atingida. Desde 1979, a pesquisa mostra que o Ártico perdeu cerca de 40% de seu gelo marinho, e o gelo que ainda permanece é mais fino e vulnerável do que nunca.
Alguns modelos climáticos chegam a prever que a calota de gelo do Ártico poderá desaparecer completamente no verão de 2030. À medida que o derretimento chega mais e mais, pode despertar " um gigante adormecido ",um ponto de inflexão que poderia inviabilizar todos os nossos objetivos climáticos.

Photo Meio Ambiente

Cientistas avisam que o oceano está ficando sem oxigênio



Mesmo que o Acordo de Paris seja cumprido, espera-se que o permafrost do Ártico diminua 45% mais, liberando bilhões de toneladas métricas de carbono e metano na atmosfera.
Isso acabará por aumentar ainda mais a temperatura, derretendo ainda mais o gelo num círculo vicioso chamado "feedback positivo". As consequências podem incluir incêndios florestais mais frequentes, perda de habitat e danos em infraestruturas.





Um estudo recente descobriu que, em 2050, quatro milhões de pessoas e cerca de 70% da infraestrutura atual do Ártico podem estar ameaçadas pelo derretimento do permafrost.
Assim como as pedras de um dominó em que uma derruba a próxima, os cientistas acham que esse ponto de inflexão também desencadeará outro.

2018, foi o ano mais quente dos oceanos

Derretimento do gelo antártico pode submergir cidades inteiras

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Fonte//ScienceAlert




Terapia celular pode substituir a necessidade de transplantes renais


Os cientistas do Instituto Wake Forest para Medicina Regenerativa (WFIRM) estão trabalhando numa uma abordagem promissora para o tratamento da doença renal crônica, regeneração de tecidos danificados usando células terapêuticas.
Ao aproveitar as propriedades únicas das células-tronco derivadas do líquido amniótico humano, os cientistas da WFIRM demonstraram que as células poderiam ajudar a recuperar a função dos órgãos num modelo pré-clínico de doença renal.

Photo Noticias de Coimbra

O álcool altera nosso DNA e faz querer beber ainda mais


"Os resultados indicam que este tipo de célula-tronco poderia ser usado como uma fonte universal de célula e pode fornecer uma estratégia terapêutica alternativa para pacientes que sofrem desta doença crônica e debilitante", disse o autor sênior James J. Yoo, MD, Ph. .D., Professor de medicina regenerativa na WFIRM.
Os resultados do estudo foram publicados recentemente na revista Engenharia de Tecidos Parte A. Este artigo é um de uma série que a equipe de pesquisa publicou sobre terapias para o tratamento da doença renal. Conhecidos mundialmente pelas suas pesquisas pioneiras sobre a bio impressão em tecidos e órgãos em 3D, os pesquisadores do WFIRM também têm combatido doenças renais e a falta de órgãos de diversas maneiras.







Eles foram os primeiros no mundo a identificar e caracterizar células-tronco derivadas do líquido amniótico em 2007 e desenvolveram técnicas para isolamento e expansão das células. As células-tronco derivadas do líquido amniótico podem ser usadas como fonte universal de células, porque elas têm a capacidade de mutação e tornarem-se em diferentes tipos de células, bem como a capacidade de serem anti-inflamatórias, tornando-as uma fonte potencial de regeneração. Diferentemente das células-tronco adultas e pluri-potentes, as células-tronco derivadas do líquido amniótico não são tão prováveis ​​de provocar uma resposta do sistema imunológico. Além disso, seu uso não leva a riscos de tumores ou preocupações éticas, como acontece com as células-tronco embrionárias.


Para este estudo, os pesquisadores descobriram que as células-tronco do líquido amniótico injetadas num rim doente num modelo pré-clínico levaram à melhora da função renal com base nos níveis de resíduos medidos após 10 semanas. Os achados da biópsia mostraram redução do dano ao agrupamento de capilares, onde os resíduos são filtrados do sangue.
A doença renal é um problema de saúde pública mundial e pode se manifestar em sintomas agudos e crônicos. Mais de 30 milhões de adultos americanos são afetados por esta doença e outros milhões correm o risco de desenvolvê-la, segundo a National Kidney Foundation. 


Photo Revista Saude

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O transplante é o único método de tratamento definitivo que restaura a função renal, mas tem seus próprios desafios com a rejeição e imunossupressão ao longo da vida. Também não há órgãos doadores suficientes para atender à procura.
Sunil George, Ph.D., pesquisador e co-autor do WFIRM, que faz parte dos estudos, disse que estão sendo realizadas mais pesquisas. "Resta saber se a injeção de mais células ou o enxerto mais eficiente das células infundidas aumenta a melhora da função dos órgãos", disse ele.







O estudo foi apoiado, em parte, pelo Estado da Carolina do Norte e pela WFIRM.
Estão também neste estudo: Mehran Abolbashan, Kim Tae-Hyoung, Chao Zhang, Julie Allickson, John D. Jackson, Sang Jin Lee e In Kap Ko, todos da WFIRM.


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Fonte//ScienceDaily



quinta-feira, 14 de março de 2019

Novo sistema retira água da humidade atmosférica recorrendo á energia solar



O acesso a água potável continua sendo um dos maiores desafios da humanidade. Um grupo de engenheiros da Universidade do Texas, em Austin, está desenvolvendo um sistema que pode ser uma nova solução tecnológica, utilizando energia solar para absorver a humidade do ar e transformando-a em água potável.


Photo Blogingles



O dispositivo, descrito numa edição recente da revista Advanced Materials, pode ser usado em situações de desastre, crise de falta água ou áreas de pobreza, países em desenvolvimento ou seja onde a água escasseia. A tecnologia depende de hidrogéis, materiais híbridos de gel-polímero projetados para serem "super esponjas" que podem reter grandes quantidades de água.



A equipa de pesquisa liderada por Guihua Yu na Escola Cockrell de Engenharia da UT Austin combinou hidrogéis que são altamente absorventes de água e podem libertar a água quando aquecidos. Esta combinação única foi comprovada com sucesso para trabalhar em condições climáticas húmidas e secas e é crucial para permitir a produção de água potável limpa e segura captada do ar.
 Com uma estimativa de 50.000 quilômetros cúbicos de água dissolvida na atmosfera, este novo sistema poderia explorar essas reservas e potencialmente levar a sistemas de filtragem pequenos, baratos e portáteis.
 "Desenvolvemos um sistema completamente passivo, onde tudo só precisa deixar o hidrogel do lado de fora e recolher a água", disse Fei Zhao, pesquisador de pós-doutorado da equipe de Yu e coautor do estudo. "A água recolhida permanecerá armazenada no hidrogel até que seja exposta à luz solar, onde, após cerca de cinco minutos a água liberta-se."



Recolher água da humidade do ar não é exatamente uma novidade. A maioria dos sistemas de refrigeração consegue baixar as temperaturas através de um processo de condensação de vapor. No entanto, o frigorífico comum consome muita energia para realizar essa ação. O sistema com a tecnologia da equipe UT usa apenas energia solar, é compacto e ainda pode produzir água suficiente para atender às necessidades diárias de uma família média. Testes do protótipo mostraram produção diária de água de até 50 litros por quilograma de hidrogel.




Uma nova estratégia para melhorar as técnicas de captação de água atmosférica atualmente em uso, a tecnologia também poderia substituir os principais componentes dos sistemas existentes de purificação de água movidos a energia solar ou outras tecnologias de absorção de humidade.

 Fonte//Phys




As três grandes ameaças ao futuro da internet, segundo o criador da World Wide Web


O criador da World Wide Web, Tim Berners-Lee, diz ser necessária uma ação global para evitar "o mergulho (da internet) rumo a um futuro disfuncional". Em entrevista exclusiva à BBC, Berners-Lee falou sobre os 30 anos que se passaram desde que ele apresentou a proposta para criar a world wide web em 1989.


Photo GettyImages

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A world wide web é a estrutura que permitiu que as pessoas pudessem desfrutar do conteúdo transferido pela internet. Hoje, os termos web e internet são vistos praticamente como sinônimos.
O escândalo envolvendo a empresa britânica Cambridge Analytica, acusada de usar, para fins políticos, informações privadas de 87 milhões de utilizadores do Facebook, fez com que as pessoas percebessem de forma mais clara como os dados dos milhares de utilizadores podem ser manipulados.
Segundo o criador da internet, é possível encontrar soluções para combater violações de dados, hacking e fake news.
Numa carta aberta divulgada na segunda-feira, Berners-Lee reconheceu que muitas pessoas duvidam que a web possa ser usada para serviço do bem.




Ele mesmo reconhece estar apreensivo com o futuro da internet. "Estou muito preocupado com a proliferação de desinformação e sordidez", disse ele à BBC.
Mas ele reconhece que as pessoas estão começando a entender melhor os riscos que correm ao serem utilizadores da internet.
"Quando o escândalo da Cambridge Analytica veio à tona, as pessoas perceberam que as eleições foram manipuladas com dados que elas forneceram", afirmou na entrevista.
Berners-Lee diz ainda que nos últimos anos tem sentido que cada vez mais os princípios de uma rede aberta precisam ser salvaguardados. Na carta assinada por ele, estão listadas três áreas específicas de "disfunção" que, segundo o criador da internet, estão prejudicando a web hoje:

- Atividades maliciosas, como hacking e assédio
- Projetos de design duvidoso, como modelos de negócios que recompensam cliques
- Consequências não intencionais, como discussões agressivas ou polarizadas


Photo GettyImages

Como combater os 'crapwares', apps pré-instalados que roubam dados e espaço no seu smartphone



São problemas que poderiam ser, em parte, combatidos com novas legislações e sistemas que limitem o mau comportamento online. Berners-Lee cita, como exemplo, iniciativas como o projeto Contract for the Web (Contrato para a Rede) que ele ajudou a lançar no ano passado.
Mas iniciativas como essas exigem contribuição de toda a sociedade, de usuários a líderes políticos e empresários.
'Reparar' os problemas da internet exige a contribuição de toda a sociedade, diz o criador da rede
"É necessário que os governos defendam a rede aberta, funcionários públicos e autoridades eleitas que tomem providências quando os interesses do setor privado ameaçarem o bem público e se insurjam para proteger a internet aberta", escreveu Berners-Lee na carta.
Durante a entrevista que concedeu à BBC, ele sorriu quando lembrou da forma como apresentou sua proposta para a web há 30 anos, que foi descrita pelo chefe de Bernes-Lee como "vaga, mas instigante".







Mas nos últimos anos, entretanto, ele aprercebeu-se que não bastava apenas fazer campanha por uma rede aberta e deixar as pessoas cuidando de seus próprios interesses.
O humor de Tim Berners-Lee mudou quando lhe perguntaram sobre o que aconteceu desde que apresentou sua proposta para a web há 30 anos.
Berners-Lee tem um plano. O Contract for the Web visa voltar a por a internet  no caminho certo, mas depende da vontade de governos e empresas para evitar abusos e também da população, que precisa fazer mais pressão para as coisas mudarem.


Photo StandartDigital

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Na entrevista, a última pergunta foi se, de forma geral, o impacto da internet tem sido bom. Em vez de dar uma resposta otimista, o criador da rede gesticulou indicando primeiro uma curva ascendente e, em seguida, uma curva para baixo. Ele diz que depois de bons 15 anos, as coisas pioraram e que chegou a hora de uma "correção".
A invenção cresceu mas agora está como um “adolescente problemático”, e  Berners-Lee tem como missão pessoal colocar a internet de volta no rumo certo.
Há três áreas específicas de que, segundo o criador da internet, prejudicam a web






A visão de Berners-Lee é "ao mesmo tempo utópica e realista", disse Jonathan Zittrain, autor do livro The Future of the Internet, and How to Stop It (O Futuro da Internet - E Como Impedi-lo), ainda sem tradução em português.
O criador da rede acredita na ideia de que uma internet livre e aberta capacitaria seus utilizadores, em vez de reduzi-los a meros consumidores, diz Zittrain.
"Eu vejo a carta de Tim não apenas como um apelo para construir uma internet melhor, mas para nos dedicarmos aos princípios centrais que ela incorpora", disse Zittrain à BBC.
Esses princípios, disse ele, incluem universalidade de acesso e transparência, a capacidade de ver e entender como a internet e suas aplicações funcionam.



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Fonte//BBC



quarta-feira, 13 de março de 2019

Como é o fatídico avião Boeing 737 MAX 8

O avião que caiu na Etiópia fazia parte de uma nova série de aviões de última geração que deveriam ser tecnologicamente mais avançados e eficientes em termos de combustível. No domingo, um Boeing 737 MAX 8 caiu na Etiópia matando todas as 150 pessoas a bordo. Esta foi a segunda vez que este modelo teve um acidente catastrófico. Em outubro passado, outro MAX 8 caiu na Indonésia, vitimando todas as 157 pessoas a bordo.
Investiga-se agora o que correu mal, mas como é o Boeing 737 MAX 8?

O 737 MAX é uma série de aeronaves de corpo esguio da Boeing. Quando lançada, a empresa alegou que pretendia trazer a “ mais recente tecnologia para o jato mais popular de todos os tempos, o 737.” Esta série é de fato a quarta geração do Boeing 737, sucedendo o Boeing 737 Next Generation (737NG) .
Existem quatro planos na série, o 7, 8, 9 e 10. O MAX 8 foi criado para substituir o 737-800 .
A nova linha foi lapresentada em 30 de agosto de 2011, mas só realizou seu primeiro voo em 29 de janeiro de 2016. A nova série finalmente obteve a certificação da FAA em 8 de março de 2017.







Os novos aviões têm motores CFM International LEAP-1B que são modelos “maiores e melhores”. Em 2011, o Leap-1B foi dito para ser 0-12% mais eficiente que o CFM56-7B  do anterior, 737NG. A empresa descreveu o motor como estando equipado com “pás de fibra de carbono com ponta de titânio”.
A Boeing tinha grandes esperanças para este motor. "Acho que a coisa mais empolgante é que o motor da LEAP vai definir o mercado de motores de corredor único pelos próximos 20 a 40 anos, então fazer parte disso é muito emocionante", disse Steve Crane, piloto de testes da CFM. .

A série MAX usa o winglet mais eficiente de qualquer avião.(extremidade da asa)
 A Boeing está usandoo que há de mais moderno em tecnologia avançada de winglet, o 737 MAX AT Winglet. Além dos componentes de elevação para dentro, para cima e levemente para frente, do aerofólio superior, o novo aerofólio inferior gera um componente de levantamento vertical que é retirado da fuselagem e também levemente para frente. Trabalhando juntos, eles fornecem o winglet perfeitamente equilibrado que maximiza a eficiência geral da asa ”, diz a descrição da página.







O MAX8 tem capacidade de 178 a 210 passageiros. Tem um comprimento de 129 pés  ( 39.47m ), uma envergadura de 117 pés  ( 35,9m) e uma carga máxima de 46,040 lb ( 20.882 kg ). A fuselagem é maior que a do MAX 7.
 O MAX 8 também tem um peso vazio menor do que o A320neo. Em cruzeiro a 140.000 libras ( 63.700 kg ), o MAX 8 consome 4.420 libras ( 2.020 kg ) por hora a Mach 0.78 ( 450 kn; 833 km / h ) e FL350, e um custo total de US $ 121,6 milhões .



Photo PrensaLatina


Aviões elétricos prestes a revolucionar a indústria da aviação



É muito cedo para saber exatamente o que correu mal, mas o acidente na Etiópia tem várias semelhanças com o da Indonésia. Em ambos os casos, os acidentes ocorreram minutos após a decolagem e tendo a tripulação solicitado permissão para voltar ao aeroporto.
No acidente da Indonésia, as autoridades de aviação indonésias e americanas determinaram que o culpado pode ter sido o software Boeing atualizado para evitar uma paralisação. Os sindicatos de pilotos alegaram que a mudança no sistema de não havia sido explicada aos pilotos.
A Boeing divulgou um comunicado dizendo que a empresa estava profundamente entristecida pelo acidente e acrescentou que se juntaria aos esforços de investigação. E vai enviar uma equipe técnica da Boeing ao local do acidente para prestar assistência técnica sob a direção do Departamento de Investigação de Acidentes da Etiópia e do Conselho Nacional de Segurança nos Transportes dos EUA.





A Boeing entregou 350 737 MAX 8 desde 2017 e supostamente tem pedidos para mais de 5000 . No entanto, como as companhias aéreas em vários países suspendem o uso do avião, é improvável que esses pedidos sejam concretizados.

Atualmente as companhias aéreas que possuem o avião são: Norwegian Air, Air China, SpiceJet, Southwest Airlines, Icelandair, Flydubai, Air Italy, TUI, LOT Polish Airlines, AeroMexico, Oman Air, SmartWings, Aerolineas Argentinas, Lion Air, Corendon Airlines, China Southern, Ethiopean Airlines, Air Canada, Garuda Indonesia, United Airlines, American Airlines, Xiamen Airlines, WestJet, Turkish Airlines, SCAT Airlines, Chian Eastern, Linhas Aéreas de Xangai, Shenzhen Airlines, Jet Airways, OK Airways, GOL, SilkAir, A S7 Siberia Airlines, a Copa Airlines, a Lucky Air, a Sunwing Airlines, a Hainan Airlines, a Mauritania Airlines International, a Shandong Airlines, a Fiji Air, a Enter Air, a Cayman Airways e a Comair.



Rússia inicia desenvolvimento de novo bombardeiro estratégico.

National Geographic 'drena os oceanos' para desvendar desaparecimentodo voo MH370

Maior avião anfíbio do mundo realiza testes aquáticos (VÍDEO)


Fonte// Interestingengineering





EUA enfrentam escassez de água potável devido ás alterações climáticas


Os Estados Unidos tem 204 bacias que abastecem o país de água doce. Destes, 96 não conseguirão manter o fornecimento habitual a partir de 2071.


Photo Chile sustentable

O aquecimento global leva cada vez mais a situações climáticas extremas


 “Muitos estados dos EUA terão menos água”, explicou Thomas Brown à Reuters, investigador do Serviço Florestal dos EUA e um dos autores do trabalho. Na opinião dos cientistas, as bacias mais afetadas serão as do centro e sul das Grandes Planícies, o sudoeste e o centro da região das Montanhas Rochosas, Califórnia, algumas áreas do sul, como a Florida, e o Centro-Oeste.
As alterações climáticas e o aumento da população mundial, são as principais causas para a escassez generalizada da água, segundo o estudo publicado em fevereiro na revista Earth’s Future.
Mais e maiores secas ocorrerão nos próximos cinquenta anos o que juntando ao aumento populacional às mudanças climáticas, causará a uma maior evaporação. O aumento da temperatura anulará o efeito de maior precipitação que é esperado noutras regiões.







De acordo com os modelos que projetaram, 83, 92 e 96 bacias poderiam sofrer escassez nos seus níveis mensais nos períodos 2021-2045, 2046-2070 e 2071-2095, respetivamente.
Para reverter a situação, é necessário modificar os hábitos em relação ao uso da água, nomeadamente na agricultura, responsável por 75% do consumo anual nos EUA e na indústria. Portanto, Brown e a sua equipa disseram que se deve reformular a forma como se utiliza este precioso recurso e aumentar a eficiência.
O estudo sobre o futuro da água nos EUA junta-se a outros que já alertaram sobre a situação global. Especialistas da NASA explicaram que, entre 2003 e 2013, extraiu-se mais do que foi possível recuperar na maioria dos maiores aquíferos subterrâneos do mundo, que fornecem 35% dos aquíferos usados no mundo. “A situação é crítica”, alertaram.
Outro relatório detalha que os aquíferos “demoram muito mais tempo para a “reagir” às mudanças climáticas do que a água na superfície”.



As mudanças climáticas podem alterar todo o mundo

“Metade dos aquíferos subterrâneos da Terra tem uma tempo de reação de cem anos”, disse Mark Cuthbert, professor da Universidade de Cardiff. O investigador definiu este problema como “uma bomba-relógio ambiental”, uma vez que qualquer mudança nas adições de agua, que depende das chuvas, só se verificará “muito tempo depois”.
O Banco Mundial também aborda a questão no relatório “Mudanças Climáticas, Água e Economia”, de 2016, que indicava que em 2050 a disponibilidade de água potável seria um terço da atual e que a escassez terá repercussões graves na economia.


Por sua vez, o Relatório Mundial sobre Desenvolvimento de Recursos Hídricos da Unesco também alerta que, até 2050, 5,7 mil milhões de pessoas, cerca de dois terços da população mundial, sofrerão com secas, ultrapassando os 3,6 mil milhões que sofrem atualmente


Está chovendo no gelo da Groenlândia, no inverno, e isso é muito mau

Cientistas avisam que o oceano está ficando sem oxigênio

Derretimento do gelo antártico pode submergir cidades inteiras

Fonte//Reuters



Cientistas dão enorme passo para clonar mamutes lanosos


Os últimos rebanhos de mamute desapareceram há mais de 4.000 anos devido mudanças climáticas drásticas, mas estas gigantescas criaturas pré-históricas dentro de algum tempo, podem estar de volta, descolacdo-se pela Terra como fizeram durante a era glacial.


Photo Wikipedia / Mauricio Antón

Depois de quase 100 anos, a Pantera Negra reaparece em África



Cientistas japoneses dizem que deram um "passo significativo" para recriar os extintos os mamutes depois de conseguirem transplantar células retiradas da carcaça de um mamute mumificado de 28 mil anos num camundongo que, extraordinariamente, mostrou atividade biológica positiva.
A equipa experimentou o que eles chamaram de amostras de tecido “bem preservadas” da medula óssea e do músculo do animal, o que lhes permitiu recolher até 88 estruturas semelhantes a núcleos, ainda mais costuradas em oócitos de camundongos, uma célula num ovário. Supõe-se que esta última faça à divisão genética para finalmente pôr em marcha o gigantesco projeto de renascimento, com uma célula-ovo formando-se nos ovários do camundongo.






A equipa afirmou após o procedimento que uma "estrutura pronucleus brotou do núcleo de mamute injetado".
Eles também encontraram possíveis sinais de recuperação no DNA do mamute danificado.
"Estes resultados indicam que uma parte dos núcleos de mamute possui o potencial de reconstituição nuclear", disseram os cientistas, num artigo publicado na revista Nature .


Ser estranho filmado no Oceano Antartico


Apesar de certas complicações devido a “devido aos extensos danos no DNA dos núcleos transferidos”, a pesquisa e o transplante marcaram um notável “passo em direção a trazer mamutes de volta”, disse Kei Miyamoto, um dos autores do estudo.
"Queremos levar o nosso estudo para o estágio da divisão celular", acrescentou, reconhecendo que "ainda temos um longo caminho a percorrer".
A maioria da população de mamutes morreu entre 14.000 e 10.000 anos atrás, com a última população continental estimada a ter existido na Península de Kyttyk, na Sibéria, á 9.650 anos.



Cientistas querem criar material tão forte como teia de aranha

Russia cria "Parque Jurassico" para clonar animais extintos

Nova espécie de dinossauro gigante encontrado na África do Sul



Fonte//SputnikNews





terça-feira, 12 de março de 2019

Noruega recicla 97% das garrafas plásticas



A Noruega tem um esquema insanamente eficaz que recicla 97% das garrafas plásticas utilizadas no país
Quando se trata de reciclagem de resíduos plásticos, aliás como em tudo o que se trata de questões ambientais, a Noruega está à frente do mundo todo. Esta nação escandinava criou um esquema que a permite reciclar 97% de todas as suas garrafas plásticas, acabando no meio ambiente menos de 1%.
Além disso, 92% das garrafas recicladas produzem material de alta qualidade e podem ser utilizadas novamente como embalagens de bebidas.
Em alguns casos, o sistema já reutilizou o mesmo material mais de 50 vezes.


Photo Dinheiro Vivo


Através de uma organização chamada “Infinitum”, a Noruega criou uma das formas mais eficientes e ambientalmente corretas de reciclar garrafas plásticas.
Essa é uma conquista notável, especialmente considerando que o resto do mundo está completamente ao contrário. Em todo o globo, 91% do plástico produzido não é reciclado e 8 milhões de toneladas acabam no oceano anualmente.
A título de comparação, os EUA possuem uma taxa de reciclagem de cerca de 30%, enquanto o Reino Unido tem uma entre 20 e 45%.







Então como é que a Noruega consegue esse feito?

Para começar, foi dado à reciclagem um valor que ela não tem na maioria dos lugares.
É geralmente mais barato criar plástico novo do que reciclar plástico velho. Sem um incentivo financeiro, empresas e consumidores não fazem nada nem ao menos preocupam-se em fazer o certo para proteger o meio ambiente.
O modelo da Noruega é baseado em um esquema de empréstimos. Quando um consumidor compra uma garrafa de plástico, é cobrada uma pequena taxa adicional equivalente a cerca de 13 a 30 cêntimos.


Photo Youtube


Esta taxa pode então ser reembolsada de várias maneiras. Os consumidores podem levar sua garrafa a uma “máquina de retorno automática”, que devolve dinheiro depois de ler o código de barras da embalagem depositada. Também podem devolvê-la em várias pequenas lojas e postos de gasolina em troca de dinheiro ou crédito.
 Os donos de lojas também recebem uma pequena taxa por cada garrafa que reciclam, e alguns argumentam que isso aumentou seus negócios.

Photo ScienceAlert


Queremos chegar ao ponto em que as pessoas percebam que estão comprando o produto, mas apenas tomando emprestada a embalagem”, disse Kjell Olav Maldum, diretor executivo da Infinitum, ao The Guardian.
 Ao mesmo tempo, o país também impôs uma taxa ambiental aos produtores de plástico, que pode ser reduzida se os mesmos apresentarem melhorias na reciclagem.
Se a reciclagem estiver acima de 95% em todo o país, então todos os produtores são isentos do imposto.
Embora essa possa soar como uma meta difícil de ser alcançada, não o é de fato, e  já o tem sido nos últimos sete anos.








Outros seguem o exemplo da Noruega

Desde a entrada deste esquema único, a Infinitum tem sido visitada por representantes de muitos países, incluindo a Escócia, Índia, China e Austrália, todos interessados em seguir o exemplo.
A Alemanha e a Lituânia são alguns dos únicos países que estão a começar a competir com a Noruega, e ambos usam sistemas semelhantes.~



No entanto, mesmo na Noruega, ainda há espaço para melhorar. Este ano, a Infinitum estima que 150 mil garrafas não serão recicladas e, se tivessem sido, teriam economizado energia suficiente para alimentar 5,6 mil residências no ano.

Missão de exploração do Oceano Índico faz transmissão histórica


Uma missão científica liderada pelos britânicos para documentar as mudanças ocorridas nas profundidades do Oceano Índico fez a sua primeira transmissão de vídeo com qualidade de televisão ao vivo de um submersível para duas pessoas.


Photo Phys
     Uma imagem tirada de um vídeo emitido por Nekton mostra um submersível da embarcação Ocean Zephyr durante uma descida ao Oceano Índico perto do Atol de Alphonse, perto das Seychelles, na terça-feira, 12 de março de 2019.




As tempestades de monção e as correntes submarinas ferozes continuaram a apresentar um desafio em maiores profundidades, à medida que o trabalho científico começou, na terça-feira, nas Seychelles.



                                
                                                                          

A primeira transmissão foi feita a 60 metros profundidade. Anteriormente estes vídeos eram divulgados através de cabo de fibra ótica. Agora as novas transmissões usam tecnologia sem fios de última geração, enviando vídeo através das massas de água.
A Associated Press é a única agência de notícias que trabalha com os cientistas britânicos da equipe de pesquisa da Nekton na sua missão em águas profundas que visa desvendar os segredos do Oceano Índico, uma das áreas menos exploradas do mundo.

                              
Photo Phys

2018, foi o ano mais quente dos oceanos


                                                                              

A equipe multinacional de cientistas está reunindo dados para ajudar os formuladores de políticas a estruturar medidas de proteção e conservação.
O diretor da Nekton Mission, Oliver Steeds, disse que a experiência de fazer esta pesquisa oceânica deve-se á necessidade de expandir o conhecimento científico das águas da ilha.
"O problema é que, quando se trata deste lugar, os últimos dados que havia tinham sido recolhidos em 1882" o que torna um local praticamente desconhecido”.





A cobertura de vídeo da AP incluirá explorar as profundidades até 300 metros nas Seychelles, em submarinos de duas pessoas, procurando cordilheiras submersas e vida marinha até então desconhecida. A expedição de sete semanas deve ocorrer até 19 de abril.

 
Photo Phys

Os oceanos podem abrigar uma surpresa desagradável

Preocupante. Os oceanos estão a aquecer 40% mais rápido que era previsto


 Derretimento do gelo antártico pode submergir cidades inteiras



Fonte//Phys




segunda-feira, 11 de março de 2019

Fotógrafo foi abocanhado por baleia na Africa do Sul

Rainer Schimpf, um fotógrafo e instrutor de mergulho sul-africano, é possivelmente a única pessoa no mundo que foi engolida por uma baleia e viveu para contar a história. No mês de fevereiro ele fotografava a caçada de sardinhas por baleias quando foi abocanhado acidentalmente.


Photo The Telegraf

Descoberta raça desconhecida de baleias assassinas



O homem de 51 anos estava fazendo snorkeling perto da enseada de Porto Elisabeth quando tudo ficou escuro e entao, ele sentiu uma pressão nos quadris. Ficou com metade do corpo dentro da boca da baleia, com as pernas para fora.
O fotógrafo que estava no barco e registava o passeio conseguiu capturar o momento em que a baleia abocanhou Rainer e o suspendeu sobre a água por um segundo antes de soltá-lo. A esposa de Rainer, Silke, observou tudo do barco, horrorizada.





Não tive tempo para qualquer medo ou emoção. Eu soube instantaneamente o que tinha acontecido. Eu sabia que a baleia tinha vindo e me apanhado e eu instintivamente prendi minha respiração, pensando que ela ia mergulhar outra vez e me cuspir nas profundezas do oceano Índico”, disse ele ao Telegraph.
Felizmente, este não foi o caso, e a baleia largou-o rapidamente. A espécie de Baleia-de-bryde pode permanecer entre cinco e quinze minutos de baixo da água, atingindo a profundidade de 300 m.



Quando a baleia virou-se de lado, ela abriu um pouco a boca para me soltar e eu fui jogado para fora, juntamente com o que pareciam ser toneladas de água”, descreve ele.
Rainer e outras testemunhas do acontecimento acreditam que tudo não passou de um acidente. “As baleias não são comedoras de homens. Isso não foi um ataque. Não foi culpa da baleia. Elas são gigantes muito sensíveis e gentis, foi um acidente”, diz a testemunha Claudia Weber-Gebert.
É provável que a baleia tenha ficado tão surpresa como Rainer ao sentir o corpo do homem na sua boca quando perseguia o cardume de sardinhas.
Foi uma experiência interessante para mim, mas certamente não quero repetir. Eu não me diverti, mas agora conheço as baleias como ninguém mais conhece”, diz ele.

Prisão de baleias descoberta na Russia

GGGI reforça combate ás artes de pesca "fantasma"

Podemos estar a retroceder climaticamente 50 milhões de anos


Fonte//The Telegraf