sábado, 2 de fevereiro de 2019

A sonda Osiris-Rex da NASA faz um vídeo do asteroide Bennu

Segundo a NASA, a nave espacial Osiris-Rex, entrou recentemente em órbita do asteroide Bennu, que se encontra a 110 milhões de quilômetros da Terra, tendo capturada imagens deste asteroide com 500 metros de largura usando a sua de alta tecnologia.


Photo SputnikNews

O asteroide de 1.600 pés foi referenciado como um "asteróide apocalíptico" e está localizado entre a Terra e Marte. Pesa 87 milhões de toneladas e atualmente está em órbita do Sol.
Os cientistas acreditam que Bennu tem uma hipotese em 2.700 de atingir nosso planeta no próximo século, de acordo com o “Daily Star” .



Em dezembro do ano passado, a missão da NASA descobriu a presença de água no asteroide Bennu.
Espera-se que a presença de água ou moléculas similares à água forneçam pistas sobre como o sistema solar formou-se e a história de seus planetas, de acordo com a NASA.




A OSIRIS-REx está atualmente em órbita de Bennu, avaliando possíveis locais para pousar, devendo a nave recolher amostras e voltar à Terra em 2023, de acordo com a divulgação da agência espacial dos EUA.


Camara da Estação Espacial Internacional filma estranhos objetos nas imediações




Fonte//SputnikNews




sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Huble descobriu acidentalmente uma pequena galáxia



Cada vez mais conseguimos descobrir mais profundamente o espaço. Já conseguimos analisar objetos a mais de 13 mil milhões de anos-luz. Nós vimos a colisão de duas estrelas de nêutrons. Visualizamos explosões de rádio rápidas, e estamos prestes a ver, pela primeira vez, os eventos de um buraco negro. Mas há sempre algumas surpresas.



Photo
NASA, ESA e L. Bedin / Observatório Astronômico de Pádua, Itália


“Super-Terra' vizinha de nosso planeta pode ter vida



O Telescópio Espacial Hubble acidentalmente capturou uma galaxia desconhecida. A galáxia recém-descoberta foi batizada de Bedin I,  e é quase tão antiga quanto o Universo.
A missão era procurar as estrelas mais fracas na NGC 6752 , um aglomerado globular a 13.000 anos-luz de distância dentro da auréola da ViaLáctea, mas, a cerca de 30 milhões de anos-luz de distância, aproximadamente 2.300 vezes mais distantes do que a estrela que eles estavam pesquizando descobriram o Bedin I.

"Nós relatamos a descoberta de Bedin I, uma galáxia esferoidal anã muito fraca e muito próxima do núcleo da NGC 6752 para poder ter sido detetada em pesquisas anteriores", escreveram os pesquisadores em sua carta descrevendo a descoberta."Descobrimos este objeto por acaso com imagens do Telescópio Espacial Hubble extraordinariamente profundas obtidas com o propósito de investigar a sequência de arrefecimento da anã branca do aglomerado globular NGC 6752."
Bedin I é minúsculo e isolado e antigo. Tem apenas 3.000 anos-luz de diâmetro, em comparação com os 100.000 anos-luz da Via Láctea, e é aproximadamente 1.000 vezes mais fraca. Foi classificado como uma galáxia anã esferoidal.




Geralmente, as galáxias anãs esferoidais estão proximas de galáxias ou sistemas maiores, mas não de Bedin I. São 2 milhões de anos-luz a distancia da galáxia mais próxima que poderia ser considerada uma galáxia espiral hospedeira NGC 6744 .
Com base na luz que emite, a equipe foi capaz de determinar que a galáxia é muito baixa em metais. Como os elementos mais pesados, como os metais, foram criados em estrelas e propagados apenas pelo Universo após a morte dessas estrelas, isso indica que Bedin I tem uma população muito antiga de estrelas.


A equipe calculou que a galáxia tem 13 mil milhões de anos, soma apenas 0,8 mil milhões de anos, e seria tão antiga quanto o próprio Universo. O baixo teor de metal implica que Bedin I surgiu em uma explosão, e não teve nenhuma nova formação de estrelas desde então.
Isso significa que é uma espécie de "fóssil vivo" cósmico ou cápsula do tempo, preservando as condições do Universo primordial.
Dado que Bedin I está tão distante, tão fraco e obscurecido por estrelas mais próximas, é surpreendente que tenha sido descoberto pelo Telescópio Espacial Hubble, que está em operação há quase 30 anos. Esperamos que continue por muitos mais.


Fonte//ScienceAlert





Cientistas descobrem buraco gigante na Antártida


Os cientistas descobriram um enorme buraco, com aproximadamente dois terços do tamanho de Manhattan sob uma geleira na Antártida. Os mesmos dizem que esta é uma "descoberta perturbadora" que mostra a velocidade "explosiva" em que o gelo está derretendo no continente mais ao sul do planeta.


Photo SputnikNews

Fauna e flora do Artico em perigo



"O tamanho de um buraco sob uma geleira desempenha um papel importante no derretimento", disse Pietro Milillo, do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA, numa conferência de imprensa da organização. "Quanto mais quente estiver a água sob a geleira, mais rápido ela derrete".
A descoberta é importante porque ilustra que o gelo da Antártida não só derrete nas zonas onde encontra diretamente o oceano, mas também sob as camadas de gelo, observa a CBS News. O lençol de gelo da Antártida Ocidental, em geral, é considerado um dos mais instáveis ​​e vulneráveis, diz o relatório.





A cavidade está localizada no fundo do Glaciar Thwaites, na Antártica Ocidental. A geleira em si é tão grande quanto o estado da Flórida e, se derretesse completamente, poderia fazer subir o nível do mar em cerca de 2 metros em todo o mundo, dizem os cientistas.
"As descobertas destacam a necessidade de fazer observações detalhadas do lado de baixo das geleiras antárticas para calcular a velocidade com que o nível global do mar subirá devido às alterações climáticas", disse o Jet Propulsion Laboratory.

Segundo a NASA, o buraco continha 14 mil milhões de toneladas de gelo, a maioria supostamente derretida nos últimos três anos. Os cientistas calcularam que este fenómeno já contribuiu para cerca de 4% da subida do nível do mar.
Enquanto isso, à medida que o gelo polar derrete, os EUA sofreram baixas temperaturas anômalas devido a um vórtice polar, com a temperatura do ar em Chicago abaixo de -20 graus Fahrenheit.


Dados de satélite segredos sob a Antártida



Fonte//SputnikNews





quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Arqueólogos descobriram uma metrópole perdida na África do Sul


O que era tido como uma serie de pequenas cabanas dispersas antigas cabanas de pedra nos arredores de Joanesburgo, África do Sul, acabou por se revelar ser os restos de uma antiga cidade desaparecida por mais 200 anos.
Sob a vegetação densa, não há muito para ver a olho nu, mas após três décadas de cuidadosa pesquisa, arqueólogos na África do Sul encontraram as ruinas dessa cidade perdida, graças à tecnologia laser de ponta do LIDAR (Light Detection and Ranging).  Foi agora revelado uma verdadeira metrópole, composta por centenas de habitaçoes e redes comerciais.

Photo AfricaNews

Civilização maia revelada sob a espessa vegetação da selva da Guatemala




Esta cidade, chamada Kweneng, foi o lar de cerca 10.000 pessoas de um grupo étnico que viviam em cerca de 800 casas.
"Com esta descoberta fica preenchida uma enorme lacuna histórica, especialmente para a África Austral, porque sabemos que a história pré-colonial da África Austral não tem registo escrito", explica Fern Imbali Sixwanha, um arqueólogo da Universidade de Witwatersrand envolvido na pesquisa.
Foi com esta mesma tecnologia que os cientistas localizaram a antiga megalópole Maia no início do ano passado.
Estudos revelam que Kweneng, tinha uma área de cerca de 20 quilômetros quadrados, e estava em seu auge entre os séculos XV e XIX. E era provavelmente era uma cidade rica e próspera.




Vários pares de paredes de rocha paralelas sugerem que havia inúmeras passagens para a cidade, muitas das quais se parecem com passeios de gado. No centro de Kweneng estão de dois recintos maciços, que juntos ocupam um espaço aproximado de 10.000 metros quadrados, que os arqueólogos pensam ter sido kraals que abrigavam quase mil cabeças de gado.
Mas, assim como muitas outras cidades Tswana, acredita-se que esta também tenha caído em declínio.
"Uma das coisas mais esclarecedoras é que, estávamos revivendo o nosso passado, e isto nos dá uma ideia mais ampla das pessoas da África do Sul, como eram e que tipos de atividades faziam, " disse Sixwanha  ao Africa News .




Descoberto altar Maia com 1500 anos


Fonte//AfricaNews




quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

A evolução do alfabeto ao longo de 3.800 anos



O artista Matt Baker, do portal Useful Charts, cria guias visuais úteis que condensam centenas, às vezes milhares, de anos de história em fluxogramas otimizados por cores.
A foto abaixo é um de seus trabalhos, chamado “Evolution of the Alphabet” (em tradução literal, “Evolução do Alfabeto”).


O gráfico examina quase 3.800 anos de evolução das letras do alfabeto, dos hieróglifos egípcios (cerca de 1750 aC), passando pelo alfabeto fenício, grego antigo e latim até as formas atuais que usamos hoje.
Através do quadro, é possível ver, por exemplo, que algumas letras mudaram relativamente pouco ao longo de milênios, enquanto outras, como U, V e W, se desenvolveram mais recentemente na história, a partir de um único caractere.






O fluxograma foi criado em associação com o seu gráfico “Writing Systems of the World” (ou “Sistemas de Escrita do Mundo”), que analisa 51 sistemas de escrita diferentes de todo o globo.

No vídeo abaixo, Matt Baker explica em maior detalhe estes sistemas e suas evoluções, em inglês:





O clima poderá fazer EUA perderem biliões de dólares.


O ilustrador vende suas criações através de seu site ou pela plataforma Etsy. [ThisisColossal]



Fonte//Hypescience




Que irá acontecer-nos quando os polos magnéticos inverterem?


A inversão dos polos magnéticos da Terra pode está a causar apreensão por todo o mundo, mas será que nos devemos preocupar com esse fenómeno? A resposta é não, se bem que devemos dizer não com algum cuidado.
 Os polos magnéticos da Terra podem estar em vias de inverter. Segundo observações recentes, sabemos que o campo magnético está a enfraquecer. Este e outros fatores fazem com que os cientistas se debrucem sobre este tema, afirmando que a inversão é uma certeza, mais cedo ou mais tarde. De qualquer das formas, alegam que não há qualquer motivo para nos preocuparmos.


Photo Ilfscience

Mudança no campo magnético da Terra obriga a antecipar o Modelo Magnético Mundial




Ao analisarmos a história do nosso planeta, a inversão geomagnética ocorreu diversas vezes. E, mesmo assim, a vida evoluiu. Desta forma, os cientistas asseguram que não haverá nenhuma extinção em massa ou catástrofe global.
Registos fósseis mostram que os organismos vivos não tiveram problemas com a mudança dos polos ao longo do tempo. Além disso, também não há qualquer prova de que tenha havido um aumento do número de terramotos, erupções vulcânicas ou mudanças dramáticas no clima.
O ponto de interrogação de toda esta questão surge nos problemas que poderão ocorrer na vertente tecnológica. O campo magnético da Terra protege-nos contra as partículas com carga elétrica do vento solar e essa proteção é muito importante durante as tempestades solares, onde a Terra sofre uma exposição maior do que o normal a essas partículas energéticas.





Apesar de completamente inofensivas para os seres humanos, elas podem ser devastadoras para a tecnologia, adianta o IFL Science.
Segundo os cientistas, o problema, é a falta de acontecimentos anteriores que nos poderiam ajudar a antever as consequências da inversão dos polos. O melhor exemplo é o Evento de Carrington, uma poderosa tempestade magnética que aconteceu em 1859.

Esta tempestade foi um verdadeiro pesadelo para a tecnologia: os sistemas de telégrafo falharam e, em muitos casos, deram choques elétricos aos operadores que os tentavam arranjar. Se esta tempestade acontecesse em 2019, os danos seriam certamente muito mais significativos com custos estimados em muito milhares de milhões de dólares.

A inversão dos polos não significa que a Terra passará a ter dois campos magnéticos. Se tomarmos um exemplo prático e nos imaginarmos com uma bússola a apontar para Norte, significa que, quando ocorrer uma reversão magnética completa, a seta vermelha da nossa bússola passará a apontar o Sul.



Photo Jornal O Globo


Anomalia do Atlântico Sul pode estar a enfraquecer o campo magnético da Terra



Todavia, entre estes dois eventos, há um período caótico em que vários polos podem formar-se de uma vez só, confundindo a bússola e, os animais que usam o campo magnético para se orientarem. Apesar de caótico, este período pode durar centenas ou milhares de anos.
A última vez que houve uma inversão nos polos magnéticos da Terra foi há 781 mil anos. A razão pela qual este fenómeno acontece ainda não é clara. O campo magnético é gerado pela rotação do núcleo externo de ferro fundido da Terra. O núcleo, que arrefece à medida que o tempo passa, cria movimento no núcleo externo devido à convecção.

A explicação que reúne mais consenso tem a ver com a turbulência que o ferro fundido sofre quando se move. É muito provável que este caos desempenhe um papel, mas ainda não está claro de que forma é que isso acontece.




Fonte//Ilfscience





terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Camara da Estação Espacial Internacional filma estranhos objetos nas imediações


Objetos desconhecidos foram registados num vídeo  de uma câmara exterior da Estação Espacial Internacional (ISS), assim como dois astronautas tambem desconhecidos fazendo uma caminhada espacial do lado de fora da estação.

Photo El Hombre

Nova ferramenta online permite controlar vida alienígena



A transmissão ao vivo da ISS no início deste mês capturou o que parecia ser um par de objetos em movimento rápido em direção à Terra, mais uma vez levantando especulações sobre naves alienígenas e formas de vida extraterrestres.




Os dois objetos também emitiam flashes á medida se moviam, fazendo parecer que estavam refletindo a luz do sol, embora sua natureza exata não pudesse ser imediatamente confirmada.




Como o Daily Express observa, o que torna este avistamento especialmente interessante é o fato de que dois astronautas também foram vistos "trabalhando na nave espacial durante a transmissão ao vivo".

Comentando sobre este incidente, o técnico de ONVIS (Ufos) Scott C. Waring afirmou no seu blog “UFO Sightings Daily” que a nave alienígena "nas imediações da estação espacial é uma ocorrência diária", e que "a NASA sempre se recusa a falar sobre esses objetos e prefere ignorar qualquer dúvida sobre eles ".



“Super-Terra' vizinha de nosso planeta pode ter vida



Fonte//SputnikNews



Descoberto dispositivo flexível que converte WIFI em eletricidade



Os cabos elétricos além de inestéticos são incómodos. Agora, uma nova invenção pode acabar com esses cabos. Os engenheiros desenvolveram um dispositivo flexível que recolhe energia de sinais Wi-Fi. Alem disso pode, converter o wifi em eletricidade que pode ser usada para alimentar dispositivos sem fios e sem bateria.
O dispositivo é conhecido como uma retenna, uma junção de 'antena retificadora',que é um tipo de antena que converte energia eletromagnética em corrente contínua (DC).



Photo PcWorld

Qual o futuro das células de combustível



A nova retenna, de uma equipe liderada pelo MIT e pela Universidade Técnica de Madrid, usa uma antena de radiofrequência para capturar ondas eletromagnéticas (como as produzidas por Wi-Fi) como formas de onda de corrente alterna (CA).
Estes são enviados para um semicondutor bidimensional que as converte em DC, produzindo cerca de 40 microwatts. Não é muito, mas é suficiente para alimentar um LED ou para impulsionar chips de silício.
Como a retenna é flexível, ela pode ser colocada em grandes áreas, como o papel de parede, ou usada em dispositivos pequenos e portáteis, como smartphones flexíveis, área de equipamento que começa a dar os primeiros passos. A tecnologia pode até ser usada em implantes médicos e sensores engolidos.
"O ideal é não usar baterias para alimentar esses dispositivos, porque se se estragarem, o paciente pode vir a sofrer com isso, é muito melhor captar energia do ambiente para ligar esses pequenos laboratórios dentro do corpo e comunicar dados a computadores externos", disse o engenheiro Jesús Grajal, da Universidade Técnica de Madrid






Este não é o primeiro dispositivo que pode converter energia de Wi-Fi em eletricidade. A ideia já existe há algum tempo e os engenheiros continuam a desenvolve-la.
O que a equipe fez para melhorar isso é o uso de um material diferente para o retificador, que é a peça que converte AC em DC.
Nas versões anteriores, era feito de um material como o silício ou o arseneto de gálio, que não é apenas rígido, mas também caro para ser usado em grandes áreas.
Na retina flexível, a equipe usou dissulfeto de molibdênio (MoS2). Ele tem apenas três átomos de espessura e, quando exposto a certos produtos químicos, força uma transição de fase entre o material semicondutor e o material metálico.


A estrutura também é conhecida como díodo Schottky, imitando as propriedades da junção metal semicondutor usada em anteriormente produzindo uma régua de trabalho que minimiza a capacitância parasítica, resultando em maior velocidade.
Isso significa que ele pode capturar frequências mais altas do que outros retificadores flexíveis, que não conseguem capturar as frequências giga hertz nas quais o Wi-Fi opera.
"Esse design permitiu um dispositivo totalmente flexível que é rápido o suficiente para cobrir a maioria das bandas de frequência de rádio usadas pelos equipamentos eletrónicos, incluindo Wi-Fi, Bluetooth, smartphones e muitos outros", explicou o engenheiro Xu Zhang, do MIT.




Photo Htcmania


Bateria solar inovadora do MIT pode abastecer uma pequena cidade


 Como tem um custo relativamente baixo, poderia ser usado para aplicações muito maiores.
 "Criamos uma nova maneira de alimentar os sistemas eletrônicos do futuro, capturando a energia Wi-Fi de maneira que seja facilmente integrada em grandes áreas, para fazer funcionar os pequenos dispositivos que necessitamos.”
A equipe agora está trabalhando para construir sistemas maiores com eficiência superior.

Este artigo foi originalmente publicado na revista Nature .



segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Paisagem ártica surge depois de 40.000 mil anos enterrada no gelo


Uma paisagem ártica canadense, coberta de gelo há mais de 40 mil anos, surgiu recentemente á luz do dia.
Segundo uma nova pesquisa da Universidade do Colorado em Boulder (EUA), este pode ser o período mais quente da região em 115 mil anos.
O estudo utilizou datação por radiocarbono para determinar as idades das plantas recolhidas nas bordas de 30 calotas de gelo na Ilha de Baffin, a oeste da Groenlândia. A ilha teve um aumento de temperatura significativo nas últimas décadas.

Photo Hypesience

As alterações climáticas estão impedindo as plantas de processar o CO2


O Ártico está aquecendo duas a três vezes mais rápido que o resto do globo, então, naturalmente, geleiras e glaciares vão derreter mais rápido”, disse Simon Pendleton, principal autor do estudo, ao portal Phys.org.
A ilha de Baffin é a quinta maior ilha do mundo, dominada por fiordes separados por planaltos a grande altitude e vales profundos. O gelo atua como uma espécie de congelador natural, preservando musgos e líquenes antigos no seu lugar de crescimento original ao longo de milénios.
“Nós percorremos as margens do gelo, coletamos amostras de plantas recém expostas preservadas nessas paisagens antigas e realizamos datação por radiocarbono para ter uma noção de quando foi a última vez que o gelo avançou sobre esse local. Como as plantas mortas são eficientemente
removidas da paisagem, a idade das plantas enraizadas define a última vez em que os verões foram tão quentes, em média, quanto os do século passado”, esclareceu Pendleton.






Os investigadores recolheram 48 amostras de plantas. Também analisaram o quartzo de cada local, a fim de estabelecer ainda melhor a idade e história da cobertura de gelo da paisagem.
Depois que as amostras foram processadas nos laboratórios da Universidade do Colorado e da Universidade da Califórnia em Irvine (EUA), os cientistas descobriram que as plantas antigas em todas as 30 calotas de gelo estiveram continuamente cobertas por gelo pelo menos nos últimos 40.000 anos.


Aumento na força das ondas colocam em risco áreas costeiras



Quando comparados com dados de temperatura reconstruídos a partir dos núcleos de gelo de Baffin e Groenlândia, as descobertas sugerem que as temperaturas modernas indicam o século mais quente na região em 115.000 anos, e que a ilha de Baffin pode ficar completamente sem gelo nos próximos séculos.
Ao contrário da biologia, que passou os últimos três mil milhões de anos desenvolvendo esquemas para evitar ser afetada pela mudança climática, as geleiras não têm estratégia de sobrevivência”, explicou Gifford Miller, outro autor da pesquisa. “Se os verões são mais quentes, elas imediatamente retrocedem, se são verões são mais frios, elas avançam terreno. Isso faz delas um dos mais confiáveis indicadores nas mudanças de temperatura do verão”.



Fonte//HypeScience






domingo, 27 de janeiro de 2019

Teoria da radiação de Hawking sobre buracos negros, comprovada pelos físicos


A famosa teoria da radiação sobre buracos negros do astrofísico Stephen Hawking, apresentada em 1974, foi testada em laboratório por uma equipa de investigadores, escreve a revista Physics World.
A investigação, levada a cabo em Israel pelo Instituto de Ciências Weizmann e pelo Departamento de Física do Centro de Pesquisa e Estudos Avançados do México, pode ser um enorme passo para verificar experimentalmente a existência da célebre conjetura teorizada pelo astrofísico britânico.




Photo SputnikNews

Asteroide Apophis vai passar muito perto da terra em 2029



A equipa de investigadores, conseguiu, em laboratório, promover a apelidada “radiação de Hawking, através do análogo ótico de um buraco negro.” O teste imita este fenómeno noutros meios através de pulsações de luz para estabelecer condições artificiais.
“Teoria da radiação de Hawking sobre buracos negros, comprovada pelos físicos
”, explicou o físico e diretor da investigação Ulf Leonhardt, acrescentando que esta radiação pode ocorrer “sempre que horizontes são feitos, sejam estes na astrofísica ou por luz em materiais óticos, ondas de água ou átomos ultra-frios”.





Na sua teoria, Hawking assinala em que “os buracos negros não são tão negros“, porque emitem radiação apenas para fora do seu horizonte de eventos, além do ponto em que nem a luz é capaz de escapar da gravidade intensa.




Esta radiação, ainda nao comprovada, porque os instrumentos atuais não a conseguem detetar, implica que os buracos negros evaporam lenta e constantemente e, apesar de ainda não ser possível verificar a sua veracidade, a conjetura é aceite pela comunidade científica.
Apesar de admitir que ainda existem muitas perguntas sem respostas, o diretor do estudo, no início de janeiro publicado na Physical Review Letters, afirmou que a investigação marcou a visualização da radiação espontânea de um buraco negro.

A Physics World recorda que Stephen Hawking afirmava que, caso a sua previsão mais famosa tivesse sido verificada experimentalmente, teria ganho um Nobel, prémio atribuído apenas a descobertas científicas corroboradas com dados observacionais.


Grande Colisão entre Via Láctea e a Grande Nuvem de Magalhães




Fonte//SputnikNews