sábado, 19 de janeiro de 2019

Hi Fly fez primeiro voo do mundo sem plásticos a bordo


Chama-se Hi Fly, é portuguesa e é a primeira companhia aérea do mundo a deixar em terra todos os utensílios de plástico. A primeira viagem “ecológica” aconteceu a 26 de Dezembro.
Segundo Paulo Mirpuri, presidente da Hi Fly, a companhia pretende acabar com o uso do plástico a bordo a partir do final de 2019,


Photo Presstur



“Estes voos de teste vão impedir que cerca de 350 quilogramas de plástico envenenem o nosso ambiente. Mais de 100 mil voosdescolam todos os dias e, apenas durante o ano passado, os voos comerciais transportaram quase quatro mil milhões de passageiros. E é esperado que este número duplique dentro de 20 anos. Aqui, o potencial para marcar a diferença é enorme”, explicou Mirpuri ao Lonely Planet.




A Hi Fly substituiu os objetos normalmente feitos de plástico, como copos, colheres, garrafas e escovas de dentes, por utensílios recicláveis feitos de bambu e embalagens de papel.



As companhias aéreas têm vindo a optar pelo uso por materiais reutilizáveis e sem plástico graças aos alertas feitos pelos ambientalistas para os efeitos nocivos que o plástico tem para o ambiente

Avião supersonico promete ligar nova York a Londres em 30 minutos



Fonte//Zap





Nova ferramenta online permite controlar vida alienígena


Há uma nova ferramenta na Internet que permite acompanhar e atualizar todas as pesquisas de inteligência artificial  extraterrestre (SETI) realizadas pela comunidade científica desde 1960. Um pouco por todo o mundo, decorrem investigações que procuram vida alienígena e, por vezes, torna-se difícil acompanhar os avanços alcançados.



Photo Ncultura

Cientista da NASA revela sinal que indicaria um apocalipse iminente



Foi pensando neste ponto que Jill Tarter, pioneira neste campo de investigação e co-fundadora do Instituto SETI (Search for Extraterrestrial Intelligence), lançou o Technosearch, uma nova ferramenta disponível na Internet que compila todas as pesquisas do SETI publicadas nas últimas seis décadas. A plataforma permite ainda que os utilizadores enviem as suas próprias investigações, mantendo o banco de dados atualizado.

Comecei a guardar este arquivo de pesquisa quando era ainda estudante”, explica Tarter citada em comunicado. “Alguns dos artigos originais foram apresentados em conferências, ou aparecem em revistas obscuras que são de difícil acesso para os recém-chegados ao campo do SETI. Estou muito contente por termos agora uma ferramenta que pode ser utilizada por toda a comunidade e com uma metodologia para mantê-la atualizada”.








Jill Tarter desenvolveu a Technosearch em colaboração com estagiários da Research Experience for Undergraduates (REU), estudantes de pós-graduação que trabalham com o professor Jason Wright da Universidade Estadual da Pensivânia, nos Estados Unidos, e Andrew Garcia, estudante da REU em 2018 no Instituto SETI.




A Technosearch rastreia informações, incluindo dados básicos de cada observação e os seus autores, data e objetos observados e a instalação a partir da qual foi realizada. As características da ferramenta utilizada são definidas, o tempo dedicado a cada objeto e o respetivo link para o artigo de investigação publicado originalmente.



Photo Pplware

“Super-Terra' vizinha de nosso planeta pode ter vida



Atualmente, a Technosearch conta com mais de 100 pesquisas de rádio e 38 pesquisas óticas, totalizado cerca de 140 investigações científicas diferenciadas. No futuro, a comunidade SETI deverá colaborar para manter a Technosearch atualizada e precisa.

Desde a primeira pesquisa SETI levada a cabo por Frank Drake em 1960, astrónomos e amadores em todo o mundo têm procurado e esperam encontrar evidências de vida, especialmente vida inteligente, além do planeta Terra. Um desafio constante para os apaixonados por este tipo de investigação tem sido acompanhar as dezenas de pesquisas que já foram realizadas. A Technosearch visa colmatar esse mesmo problema.



Fonte // LiveScience




sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Asteroide Apophis vai passar muito perto da terra em 2029


Cientistas de todo o mundo continuam preocupados com o Apophis, um asteroide de 325 metros descoberto em 2004 e assim batizado em homenagem ao antigo deus egípcio do mal, da escuridão e da destruição.
 O Apophis, ou 99942 Apophis, como é oficialmente designado,deverá passar a apenas 37.600 km da Terra, um décimo da distância entre a Terra e a Lua, em 13 de abril de 2029.


Photo PublicadosBrasil

Telescópio capta sinais de radio misteriosos do espaço sideral



Num relatório preparado para as Leituras de Korolev sobre Cosmonáutica, programado para acontecer em Moscovo no final deste mês, os cientistas dizem que o asteroide, que se deslocará a cerca de 7,43 km por segundo, terá múltiplas hipoteses de atingir a Terra nas próximas décadas, atraído pela gravidade do nosso planeta.

O estudo das trajetórias possíveis do asteroide indica mais de cem possíveis mas salienta uma em 2051 e uma outra, considerada mais perigosa em 2068.
De acordo com os cientistas da Universidade Estadual de São Petersburgo, que dedicaram atenção considerável ao estudo de Apófis, o asteroide aproximar-se-á ate 16 milhões de quilômetros do planeta em 2044, 760.000 km em 2051, cinco milhões em 2060 e 100.000 km em 2068.
Se o asteroide atingir a Terra, criará uma cratera de impacto de vários quilômetros de largura, e sua força de impacto será estimada em 2.500 megatons de TNT, 50 vezes maior do que a maior bomba nuclear já detonada. Para termo de comparação, a bomba atômica lançada sobre Hiroshima em 1945 explodiu com a energia de cerca de 15 quilotons de TNT.







Para Apophis atingir o planeta, ele teria que passar pela Terra a uma altitude precisa, conhecida como “buraco de fechadura” , durante a passagem de 2029, a ganhando impulso aumentando a probabilidade de cair na Terra na próxima aproximação. De acordo com um estudo da NASA de 2013, existe um buraco de fechadura de 2 metros de largura que possibilita um impacto em2068, mas as hipoteses reais de impacto são apenas uma em cerca de 2,3 milhões.



Modelo da abordagem aproximada esperada de 99942 Apophis (anteriormente mais conhecido por sua designação provisória 2004 MN4) para a Terra e a Lua em 13 de abril de 2029.  Photo SputnilkNews

“Lua de sangue” visível nos próximos dias




Os cientistas na Rússia e nos Estados Unidos desenvolveram várias contingências para reduzir o risco de uma colisão. Em 2016, investigadores da Universidade do Estado de Tomsk, na Sibéria, usaram um supercomputador para calcular uma maneira de destruir Apophis com segurança usando uma carga nuclear, e para garantir que os fragmentos irradiados não caíssem na Terra.
De acordo com dados do Ministério de Emergências da Rússia, mais de 730 asteroides passaram a 10 milhões de quilômetros da Terra somente em 2017, sendo que 100 vezes foram com asteroides com tamanho superior a 100 metros de diâmetro.


Fonte//SputnikNews




quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

“Lua de sangue” visível nos próximos dias


Dentro de alguns dias, a Lua vai aparecer num tom de laranja e vai parecer maior que o normal, num fenómeno astronômico relativamente raro.
 No continente americano, no dia 20 de janeiro se o céu estiver limpo, entre as 19h15 e as  22h45, horário do Pacífico, poderá ver a lua em laranja um tom de laranja.


Photo Gospel Prime

Sonda movida a vapor poderia explorar o espaço para sempre


Na Europa Ocidental e na África será apenas visível ao nascer e ao por da lua.
Para quem não tiver estar tres horas e meia vendo a lua pode sempre ver apenas o pico do eclipse que será às 9:15 pm PT (5:15 am UTC 21 de janeiro).
 Na Ásia e na Austrália não será visivel


Os tons de laranja da “lua de sangue” são causados ​​pela dispersão e refração da luz solar através da nossa atmosfera à medida que a Lua passa através da sombra da Terra durante um eclipse lunar total.
Os eclipses lunares são bonitos, e não são assim tao raros, acontecendo entre dois e cinco eclipses lunares por ano.
Dito isto, este não é apenas mais um eclipse. O satélite natural do nosso planeta estará em seu perigeu, o que significa que a Lua estará no ponto mais próximo da Terra dentro da sua órbita.
O termo “Lua de Sangue” existe há séculos, assim como muitos mitos e lendas de acontecimentos ligados a esta lua. Os homens ficaram fascinados e com medo de eclipses desde sempre, e o seu brilho avermelhado causa alguma apreensão.






No entanto, foi apenas recentemente que o termo teve mais enfase quando dois padres cristãos, referindo-se não à cor do eclipse, mas ao eclipse de quatro luas cheias consecutivas, escreveram num livro sobre uma profecia que previa o fim dos tempos coincidindo com essa sequência de eclipses. O livro chama-se “Quatro luas de sangue” e foi editado em 2013.


Photo NASA

Quanto ao termo “super lua”, também é um termo sem origens científicas. Cerca de quarenta anos atrás, o astrólogo Richard Nollelle apresentou um relatório, alegando que uma lua extremamente próxima poderia afetar o clima.
Mas a Lua está apenas dois por cento mais próxima e não tem mais influência do que é habitual.
O próximo eclipse lunar será só em maio de 2021


Cientista da NASA revela sinal que indicaria um apocalipse iminente

Fonte// ScienceAlert// NationalGeografic


Aumento na força das ondas colocam em risco áreas costeiras


O aumento do nível do mar coloca as áreas costeiras como as mais suscetíveis aos impactos das alterações climáticas. Num estudo publicado em 14 de janeiro na Nature Communications, os investigadores indicam que a energia das ondas do oceano tem crescido, e este aumento está diretamente ligada ao aquecimento do oceano.


Photo Pinterest

O nível dos oceanos pode subir 15 metros ate 2300



Análises do clima marinho por todo o mundo, identificaram aumentos na velocidade do vento e na altura das ondas nas latitudes mais altas em ambos os hemisférios. Esses aumentos foram maiores para os valores mais extremos (por exemplo, ondas de inverno) do que para as condições médias.
O novo estudo concentrou-se na energia das ondas, originada pelo vento e transformada em movimento. Essa métrica, chamada de energia das ondas, vem aumentando em proporção direta com o aquecimento das águas superficiais do oceano. O aquecimento do oceano, tem influenciado os padrões de vento em todo o mundo, e isso, por sua vez, está aumentando a força das ondas.
Pela primeira vez foi identificado um sinal do efeito do aquecimento global nas ondas. A energia das ondas aumentou globalmente 0,4% ao ano desde 1948.








As alterações climáticas estão modificando os oceanos de diferentes maneiras, incluindo mudanças na circulação dos ventos oceânicos e o aquecimento da água.
Ondas oceânicas determinam onde as pessoas constroem infraestruturas, como portos, ou exigem proteção através de defesas costeiras, como quebra-mares e diques. A ação das ondas é um dos principais fatores nas mudanças e inundações costeiras, e à medida que a energia das ondas aumenta, seus efeitos podem se tornar mais significativos. O aumento do nível do mar agravará ainda mais esses efeitos, permitindo que mais energia das ondas atinjam litoral.

 
Photo Exame

O derreter dos glaciares provocam tsunamis assustadores




Enquanto o estudo revela uma tendência de longo prazo de aumento da energia das ondas, os efeitos desse aumento são particularmente aparentes durante as temporadas mais energéticas, como ocorreu no inverno de 2013-14 no Atlântico Norte, que atingiu a costa oeste da Europa, ou a devastadora temporada de furacões de 2017 no Caribe.
Os efeitos da mudança climática serão particularmente visíveis nas costas, onde existe maior população e onde os homens e os oceanos se encontram. O coautor Fernando J. Méndez, professor associado da Universidade da Cantábria, afirmou "Nossos resultados indicam que a análise de risco negligenciando as mudanças no poder das ondas e estando o nível do mar a subir como o único ponto de análise de risco, pode subestimar as consequências das mudanças climáticas e resultar em catástrofes e prejuízos elevados.



Fonte//ScienceDaily




quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Antartida está a perder massa de gelo a ritmo alarmante


As geleiras da Antártida têm derretido em ritmo acelerado nas últimas quatro décadas graças a um influxo de água quente do oceano. Uma descoberta nova e surpreendente que os Investigadores dizem que pode significar que o nível do mar deve subir mais rapidamente do que o previsto nas próximas décadas.
A Antártida perdeu 40 biliões de toneladas de gelo  a cada ano de 1979 a 1989. Esse número subiu para 252 biliões de toneladas por ano a partir de 2009, segundo um estudo publicado na revista Proceedings da National Academy of Sciences .


Photo Youtube

Ártico encerra perigo que ameaça todo o planeta




Isso significa que a região está perdendo seis vezes mais gelo do que há quatro décadas, um ritmo sem precedentes. (São necessários cerca de 360 ​​bilhões de toneladas de gelo para aumentar um milímetro do nível do mar.)
"Eu não quero ser alarmista", disse Eric Rignot, cientista da Universidade da Califórnia em Irvine e NASA que liderou o trabalho. Mas ele disse que o problema na Antártida Oriental, que abriga a maior camada de gelo do planeta, merecem um estudo mais profundo.


"O que está acontecendo na Antártida afeta o mundo todo, e parece mais grave do que inicialmente se pensara. Isso, para mim, parece ser motivo de preocupação.", disse Rignot.
Estas descobertas são o mais recente sinal de que o mundo poderá enfrentar consequências catastróficas se a mudança climática persistir. Além de secas mais frequentes, ondas de calor, tempestades severas e outras condições meteorológicas extremas que podem vir a aquecer continuamente a Terra, os cientistas já previram que os mares poderiam subir quase um metro até 2100 se não se reduzir as emissões de carbono.







Essa subida do nível do mar resultaria na inundação de comunidades insulares em todo o mundo, devastando habitats da vida selvagem e ameaçando o fornecimento de água potável. Os níveis globais do mar já subiram de sete a oito polegadas desde 1900.
Todo o gelo da Antártida aumentaria em 57,2 metros o nível do mar. Este maciço corpo de gelo flui para o oceano através de um conjunto complexo de geleiras parcialmente submersas e espessas extensões flutuantes de gelo chamadas plataformas de gelo.

O fluxo externo de gelo é normal e natural, e é normalmente compensado por cerca de 2 triliões de toneladas de neve por ano, um processo que por si só deixaria o nível do mar relativamente inalterado. No entanto, se o fluxo de gelo acelerar, as perdas da camada de gelo podem ser superiores ao volume de neve. Quando isso acontece, os mares sobem
É o que a nova pesquisa diz que está acontecendo. Os cientistas chegaram a essa conclusão depois de verificar sistematicamente ganhos e perdas em 65 setores da Antártida, onde grandes geleiras, ou glaciares que desembocam numa plataforma de gelo, alcançam o mar.

É na Antártida Ocidental onde é maior a perda de gelo do continente. A pesquisa de segunda-feira afirma essa descoberta, detalhando como uma única geleira, Pine Island, perdeu mais de um trilião de toneladas de gelo desde 1979. A geleira Thwaites, a maior e potencialmente mais vulnerável da região, perdeu 634 biliões.
Toda a camada de gelo do oeste da Antártida é capaz de fazer subir o nível do mar em 5,28 metros, e agora está perdendo 144 biliões de toneladas por ano.

A nova pesquisa destaca como algumas geleiras gigantescas, que até agora foram muito pouco estudadas, estão perdendo quantidades significativas de gelo. Isso inclui Cook e Ninnis, que são a porta de entrada para a enorme Bacia Subglacial Wilkes e outras geleiras conhecidas como Dibble, Frost, Holmes e Denman.


Photo GuiaViagem


Cientistas descobrem abundância de vida nas profundezas geladas doOceano Ártico



Denman, por exemplo, contém gelo que poderia aumentar o nível do mar em quase um metro e meio e perdeu quase 200 biliões de toneladas de gelo, segundo o estudo.
A nova pesquisa é coincidente em alguns aspetos com um importante estudo publicado no ano passado por uma equipe de 80 cientistas que constatou que as perdas de gelo da Antártica triplicaram numa década e agora totalizam 219 biliões de toneladas por ano. Essa pesquisa não encontrou grandes perdas similares da Antártica Oriental, embora tenha notado que há uma grande incerteza sobre o que está acontecendo lá.




terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Cientistas afirmam que só há uma saida: Energia Nuclear


"O mundo precisa repensar a estrategia para lidar com as mudanças climáticas."

Essa é a afirmação do cientista político Joshua S. Goldstein e do engenheiro de energia Staffan A. Qvist.
Na sexta-feira, o The Wall Street Journal publicou um artigo em que a dupla argumenta que não podemos abordar o problema climático global tão rapidamente quanto necessário usando apenas energias renováveis, como a solar e a eólica.


Photo GettyImages


Bill Gates exige energia nuclear



No entanto, temos uma maneira viável de evitar a catástrofe climática, de acordo com esses especialistas. A energia nuclear.
Mesmo que todas as nações optassem pelas energias renováveis ​​ao mesmo ritmo que a Alemanha, um líder mundial neste campo, atingiríamos apenas um quinto da meta global de eletricidade limpa.
A esse ritmo, seriam necessários 150 anos para descarbonizar totalmente o planeta, de acordo com Goldstein e Qvist, mas numerosos cientistas estimam que só temos cerca de três décadas antes de atingirmos um ponto de inflexão climática.
E mesmo se pudéssemos implementar a energia eólica e solar a uma taxa mais rápida, ambas são fontes de energia inconsistentes.
"O que o mundo precisa é de uma fonte de eletricidade livre de carbono que pode ser aumentada muito rapidamente e fornecer energia de forma confiável o tempo todo, independentemente das condições climáticas, tudo sem expandir a área total dedicada à geração elétrica", escreveu Goldstein. e Qvist. "A energia nuclear atende a todos esses requisitos".





De acordo com Goldstein e Qvist, os medos sobre a energia nuclear impediram seu crescimento. Quando as pessoas pensam em energia nuclear, pensam no desastre de Chernobyl e no lixo radioativo.
Mas o número de pessoas que morreram como resultado do desastre de Chernobyl,  que os especialistas afirmam ter sido o único acidente fatal com energia nuclear em 60 ano, não tem expressao em comparação com o número de pessoas que morreram como resultado de outros acidentes industriais não nucleares.

Photo Fragmat

Turbina das marés mais poderosa do mundo



A quantidade de resíduos produzidos pela energia nuclear também é muito menor do que a quantidade de resíduos igualmente tóxicos produzidos pelo carvão e outros combustíveis.
"Toda a vida útil de um americano de energia elétrica alimentada por energia nuclear produziria uma quantidade de resíduos a longo prazo que cabe em uma lata de refrigerante", afirma o par de especialistas.
Em última análise, argumentam, precisamos de valorizar a energia nuclear e incorporá-la nos esforços para evitar a catástrofe climática de maneira rápida e ampla.


Fonte//Futurism






Cientista da NASA revela sinal que indicaria um apocalipse iminente


Um astrônomo divulgou que, apesar do que pensam os defensores da teoria da conspiração, os cientistas não conseguirão ficar calados e esconder a verdade se e quando tiverem a certeza de uma catástrofe.




Photo SputnikNews

Grande Colisão entre Via Láctea e a Grande Nuvem de Magalhães


Michelle Thaller, diretora assistente de comunicação científica da NASA, revelou ao site Big Think, que, um dos sinais mais garantidos​​  que vai acontecer o apocalipse é, o "dia em que todos os cientistas esgotarem os seus cartões de crédito e desaparecem", aí sim, as pessoas devem preocupar-se.
 Ela explicou que a comunidade científica consiste em seres humanos comuns que não apenas cientistas que estarão sentados no trabalho sabendo que "o mundo acabará dentro de uma semana".








Thaller acrescentou que a NASA não é a única a vigiar o céu e a procurar ameaças potenciais, e porque os astrónomos de todo o mundo estão a fazer o mesmo, seria quase impossível esconder a verdade sobre uma catástrofe iminente. Ela assegurou que, mesmo com uma pequena possibilidade de uma "colisão catastrófica" entre a Terra e um asteroide, a NASA informaria não apenas as autoridades, mas também os meios de comunicação.

O cientista observou que a NASA está atualmente trabalhando em métodos para, não apenas informar sobre possíveis ameaças, mas também para evitá-las. O astrônomo explicou que é possível alterar a trajetória dos objetos espaciais e forçá-los a desviar-se do planeta e evitar um impacto mortal.

Poderão os homens colonizar um asteroide



No ano passado, a NASA apresentou sua "Estratégia de Preparação de Objetos da Terra Próximo à Terra e Plano de Ação", que visa encontrar, rastrear e evitar objetos potencialmente perigosos que possam atingir a Terra e resultar em destruição maciça. Existem atualmente cerca de 25.000 asteroides no sistema solar que são grandes o suficiente para causar grandes danos ao nosso planeta.



Fonte//SputnikNews






segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Bateria solar inovadora do MIT pode abastecer uma pequena cidade



Grande parte dos recursos naturais, são desperdiçados porque não conseguimos armazenar o que captamos do vento, do sol e da água, com uma eficiência necessária.
 A MIT pretende dar uma resposta a este desperdício construindo baterias inovadoras de grande armazenamento energético que passa por baterias inovadoras, demonstrando que uma bateria solar pode ter capacidade para abastecer uma cidade pequena.

Mesmo se quiséssemos utilizar toda a rede de energias renováveis, não poderíamos, porque seriam sempre necessário um fonte de energia fóssil para compensar o facto de que nem sempre a renovável está disponível para as necessidades. Estamos a desenvolver uma nova tecnologia que, se for bem-sucedida, resolverá este problema importante e crítico no que toca a energia e mudanças climáticas, o problema do armazenamento”, afirmou o o professor do Departamento de Mecânica e Engenharia do MIT, Asegun Henry.

Por outras palavras, os cientistas do MIT estão a desenvolver um projeto que permite armazenar a energia renovável produzida a partir das energias eólica e solar. Este sistema será utilizado para fornecer energia constante numa cidade de pequenas dimensões (cerca de 100 mil residências), isto é, mantendo o mesmo fluxo de energia haja ou não sol.

O sistema do MIT armazena energia elétrica na forma de calor em tanques de silício fundido e a energia armazenada tem o objetivo de voltar a injetar a energia produzida de volta para a rede, sem haver desperdício. Para obter esta bateria solar de silício, os cientistas utilizam uma mistura de altas temperaturas com tecnologia de ponta.









Este projeto ainda não foi testado em grande escala, mas os investigadores estimam que este sistema custaria metade do que o armazenamento hidroelétrico onde é usada a bombagem, sendo também muito mais acessível do que as baterias de iões de lítio.

Tecnologia
No projeto “bateria solar”, os cientistas misturam diferentes soluções tecnológicas. Apesar disso, a tecnologia base é a Tegs-MPV conhecida como “Rede de Armazenamento de Energia Térmica-Multi-Junção”. Para armazenamento da energia térmica, os cientistas usam células solares fotovoltaicas em “cascata” termodinâmica e sal derretido, sendo possível alcançar temperaturas a 2000 °C em tanques de silício
O silício permite a emissão de luz tão intensa que permite ser utilizada em painéis fotovoltaicos para produzir energia, resultando num sol “artificial”. E, quando se pretender recuperar a energia armazenada, o silício é transferido de um tanque para outro e garante que irá manter o material mais quente 400 °C.

Afinal, como funciona a bateria solar?
De acordo com Asegun Henry, “um dos nomes que as pessoas começaram a chamar ao nosso conceito é ‘sol numa caixa’, atribuído pelo meu colega Shannon Yee da Georgia Tech.

É BASICAMENTE UMA FONTE DE LUZ EXTREMAMENTE INTENSA CONTIDA NUMA CAIXA QUE APRISIONA CALOR”.

Para tornar este sistema com uma alta eficiência energética, os investigadores afirmam que têm de construir um tanque de 10 metros de largura.
Por sua vez, para o material seria necessário incorporar a grafite. Mas, a elevadas temperaturas, existem algumas dúvidas se o silício reagiria adequadamente com a grafite para produzir carboneto de silício. Alguns investigadores acreditam que possa corroer o tanque.
Para acabar com as dúvidas, os cientistas da MIT testaram essa possibilidade e o silício criou um revestimento fino e protetor em vez de corroer o tanque. Assim, o tanque estaria isolado e permitia mantê-lo numa temperatura fria de até 1900 °C.
O segundo tanque, denominado “quente”, é interligado com uma série de tubos expostos a elementos de aquecimento. O excedente que entra no sistema é transformado em calor nos tubos que interligaram os tanques através do efeito Joule. Aí, o silício líquido é bombeado do tanque “frio” para o tanque “quente”, absorvendo o aquecimento da energia térmica e chegando até 2400 °C.

O silício é acionado por um tipo de motor em que as células solares utilizam a luz branca para produzir eletricidade, sempre que o consumo de eletricidade da rede suba.Em contraste com a hidroelétrica bombeada, o design deste sistema é geograficamente ilimitado. Deste modo, pode ser instalado em qualquer local, independentemente da paisagem de um local e é um método mais económico de armazenar energia.




As 5 substâncias mais viciantes na Terra


Do ponto de vista de diferentes investigadores, o potencial para uma droga ser viciante pode ser julgado nos termos do dano que causa, o valor de rua da droga, a extensão em que a droga ativa o sistema de dopamina do cérebro, o grau em que a droga provoca sintomas de falta, (ressaca), e com que facilidade uma pessoa experimentando a droga ficará viciada.
Existem outras facetas para medir o potencial aditivo de uma droga também, e há até mesmo investigadores que afirmam que nenhuma droga é sempre viciante. Dada opinião variada dos investigadores, então, uma maneira de classificar os medicamentos que causam dependência é perguntar aos painéis de especialistas.





De acordo com a ciência, quais curas para a ressaca? 



1. Heroína
Os peritos de Nutt et al classificaram a heroína como a droga mais viciante, atribuindo-lhe a pontuação de 3 na pontuação máxima de 3. A heroína é um opiáceo que faz com que o nível de dopamina no sistema de recompensa do cérebro aumente até 200 por cento em experiencias com animais.
Além de ser indiscutivelmente a droga mais viciante, a heroína também é perigosa, porque a dose que pode causar a morte é apenas cinco vezes maior do que a dose regular.
A heroína também foi classificada como a segunda droga mais nociva em termos de danos aos utilizadores e à sociedade. O mercado de opiáceos ilegais, incluindo heroína, foi estimado em US$68 biliões em todo o mundo em 2009.







2. Cocaína
A cocaína interfere diretamente no uso da dopamina pelo cérebro para transmitir mensagens de um neurônio para outro. Em essência, a cocaína impede que os neurônios desliguem o sinal da dopamina, resultando em uma ativação anormal das vias de recompensa do cérebro.
 Em experiencias em animais, a cocaína fez com que os níveis de dopamina aumentassem mais de três vezes o nível normal. Estima-se que entre 14 e 20 milhões de pessoas no mundo usem cocaína e que em 2009 o mercado de cocaína valesse cerca de US$75 biliões.
 A cocaína crack tem sido classificada pelos especialistas como sendo a terceira droga mais prejudicial e a cocaína em pó, o que causa uma elevação mais branda, sendo a quinta mais prejudicial. Cerca de 21% das pessoas que consomem cocaína tornar-se-ão dependentes.
A cocaína é semelhante a outros estimulantes viciantes, como a metanfetamina, que está se tornando um problema cada vez maior à medida que se torna mais disponível.

3. Nicotina
A nicotina é o principal ingrediente viciante do tabaco. Quando alguém fuma um cigarro, a nicotina é rapidamente absorvida pelos pulmões e chega ao cérebro. Os painéis especializados de Nutt e colaboradores classificaram a nicotina (tabaco) como a terceira substância mais viciante.
Em 2002, a OMS estimou que havia mais de 1 bilião de fumadores e estima-se que o tabaco mate mais de 8 milhões de pessoas anualmente até 2030 .
Animais de laboratório têm o bom senso de não fumar. No entanto, os ratos recebem nicotina diretamente na corrente sanguínea, e isso faz com que os níveis de dopamina no sistema de recompensa do cérebro aumentem em cerca de 25-40% .




4. Barbitúricos
Os barbitúricos, também conhecidos como balas azuis, gorilas, nêmegas, farpas e damas cor-de-rosa, são uma classe de drogas que foram inicialmente usadas para tratar a ansiedade e para dormir.
Eles interferem com a sinalização química no cérebro, cujo efeito é desligar várias regiões do cérebro. Em doses baixas, os barbitúricos causam euforia, mas em doses mais altas podem ser letais porque param a respiração.
A dependência de barbiturato era comum quando as drogas estavam facilmente disponíveis por prescrição, mas isso diminuiu drasticamente à medida que outras drogas as substituíram.
Isso destaca o papel que o contexto desempenha no vício. Se um medicamento aditivo não está amplamente disponível, causa poucos danos. Os painéis especializados de Nutt et al avaliaram os barbitúricos como a quarta substância mais viciante.

5. Álcool
Embora legal nos EUA e no Reino Unido, o álcool foi classificado pelos especialistas de Nutt et al., 1,9 de um máximo de 3.
O álcool tem muitos efeitos sobre o cérebro, mas em experiencias de laboratório em animais, aumentou os níveis de dopamina no sistema de recompensa do cérebro em 40 a 360 por cento, e quanto mais os animais bebiam, mais os níveis de dopamina aumentavam.
Cerca de 22% das pessoas que tomaram uma bebida desenvolverão dependência do álcool em algum momento da vida.
A OMS estimou que 2 biliões de pessoas consumiram álcool em 2002 e mais de 3 milhões de pessoas morreram em 2012 devido a danos causados ​​ao corpo pelo consumo de álcool.
O álcool foi classificado como a droga mais prejudicial por outros especialistas também.
Este artigo foi publicado pela primeira vez em março de 2016.


Viver mais e melhor pode não ser tão complicado como possa parecer.


Este artigo foi originalmente publicado pelo



domingo, 13 de janeiro de 2019

Dinamarca vai construir ilhas artificiais na costa de Copenhaga


A Dinamarca pretende construir nove ilhas artificiais ao largo da costa de Copenhaga, com uma área total de mais de 3 milhões de metros quadrados. A ideia é tornar as novas ilhas, que serão chamadas de “Holmene”, um "hub" futurista para negócios e comércio sustentáveis.


Photo Futurism

Catástrofe ecológica na Austrália




"Acho que isso pode se tornar uma espécie de “Silicon Valley” europeu", disse Brian Mikkelsen, chefe da câmara de comércio dinamarquesa, em entrevista ao The Guardian.
As ilhas artificiais serão construídas com terras provenientes de desaterros em áreas de construção, cerca de 26 milhões de metros cúbicos, de acordo com o New Atlas.







Esta mega empreendimento está previsto começar em 2022, ficando a primeira ilha concluída cerca de sais anos depois. No programa atual, todo o projeto estará concluído por volta de 2040.
O projeto será construído com recifes e ilhotas para implementar a vida selvagem, juntamente com turbinas eólicas para a produçao de energia.



Photo New Atlas



A Ilha Graciosa alimentada a 100 % por energias renováveis.


O consultor de arquitetura Arne Cermak Nielsen, que está trabalhando no projeto com a empresa Urban Power, disse ao New Atlas que “as ilhas podem ser tematicamente desenvolvidas, deixando as melhores condições para a indústria inovadora e pesquisa em tecnologia verde, biotecnologia, ciência da vida e futuro ainda setores desconhecidos. A vantagem de estar perto da água não deve ser subestimada, e as margens das ilhas e do delta emergente entre elas têm um potencial único ”.



Fonte//Futurism



Sonda movida a vapor poderia explorar o espaço para sempre


Um foguete que nunca fica sem combustível está pronto para revolucionar a exploração espacial, deslocando-se no espaço para sempre.
Chama-se World is not Enough (WINE) e, em vez de usar combustível a nave extrai água do sítio onde se encontra e transforma-a em vapor, usando-o como combustível e se deslocar no espaço, como de um romance de Julio Verne se tratasse.


Photo Futurism


Telescópio capta sinais de radio misteriosos do espaço sideral





"Poderíamos usar essa tecnologia para ir para a Lua, Ceres, Europa, Titã, Plutão, os polos de Mercúrio, asteroides, em qualquer lugar há água e gravidade suficientemente baixa", disse Phil Metzger, investigador da Universidade da Flórida Central, um comunicado à imprensa.
 A criação do protótipo WINE foi o resultado da colaboração de várias entidades. A NASA financiou o projeto, a Honeybee Robotics construiu um protótipo da nave a vapor, que tem quase o tamanho de um micro-ondas, com a ajuda dos investigadores da Universidade Aeronáutica Embry-Riddle.





 Phil Metzger fez a o modelo em computador e as simulações para a nave, e quando chegou a hora de testar o WINE, a UCF forneceu material de asteroide simulado para a nave extrair a água.
O grupo filmou uma demonstração bem-sucedida do WINE, que depois foi compartilhada via Twitter.
O WINE retirou a água do “asteroide” com sucesso, fez propulsor de foguete e deslocou-se usando um jato de vapor".


Photo Science Alert



Máquina de Exploração Perpétua
Á medida que exploramos o sistema solar, descobrimos água em abundância. Existe na Lua, noutros planetas e até mesmo nos asteroides. Para que possamos fornecer o combustível para uma nave semelhante a um WINE , basta um painel solar montável  que iria fornecer a energia necessária para a extração da agua e criação do vapor necessário,
Isso significa que a nave movida a vapor poderia ir para a missões muito mais longas e muito mais baratas do que podemos fazer atualmente.


Cientistas russos estudam a construção um motor foguete de plasma


"O WINE foi projetado para nunca ficar sem propulsão, então a exploração será menos cara", disse Metzger. "Isso também nos permite explorar num curto período de tempo, já que não temos que esperar anos como agora em que para cada missão há uma nova nave, sai da terra e demora anos a chegar ao destino.