sábado, 30 de novembro de 2019

A Humanidade destruir-se-á antes do Sol destruir o planeta.

É um facto que dentro de alguns milhares de milhões de anos, o sol destruirá o sistema solar e obviamente o nosso planeta.
 À medida que a estrela fica sem átomos de hidrogénio e hélio para queimar no seu núcleo, vai ficando mais brilhante e depois expande-se incinerando tudo inclusive os planetas do sistema solar, mas isso só irá acontecer ao nosso sol, provavelmente dentro de alguns milhares de milhões de anos
A cada mil milhões de anos, o Sol torna-se 10% mais brilhante, o que significa que dentro de 3,5 mil milhões de anos a nossa estrela conseguirá por os oceanos a ferver, derreter todo o gelo da Terra e extinguir toda a vida existente.


Photo CienciaViva

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Os primeiros a serem destruídos pelo Sol são Mercúrio e Vénus e depois, pouco antes de atingir o seu tamanho e luminosidade máximos, atingirá a Terra.
 O presidente do Departamento de Astronomia da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, Avi Loeb, indica algumas soluções possíveis para, antes dessa destruição, evitar desaparecimento da Humanidade.
Deslocar a Humanidade para zonas do Universo que não estejam ao alcance do colapso solar, é uma das soluções, mas o cientista também considera que a nossa espécie não pode fixar colónias em planetas e satélites existentes no sistema solar, defendendo a construção de uma estrutura gigante, com mobilidade e capacidade para de deslocar para qualquer pondo do universo longe de perigo.

Segundo o cientista, a é imperativo começar a ponderar realizar viagens espaciais para fora do Sistema Solar, e logo que essa possibilidade exista, será também necessário fazer cópias geneticamente idênticas dos seres humanos e da flora e fauna para noutros planetas onde seja possível a sua existência. O mesmo afirmou que, “A solução de longo prazo para as nossas ameaças existenciais não é manter todos os ovos numa única cesta”.

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Mesmo assim, Loeb acha que a civilização se irá auto destruir-se muito antes do sol engolir o nosso planeta, segundo escreveu num artigo publicado no Scientific American. “Estou inclinado a acreditar que a nossa civilização desaparecerá como resultado de feridas autoinfligidas, muito antes que o Sol represente uma ameaça previsível, e eu acredito nisso porque o silêncio morto que ouvimos dos numerosos exoplanetas habitáveis que descobrimos e que podem indicar que as civilizações avançadas têm vidas muito mais curtas do que as estrelas anfitriãs”.

Loeb acredita de que a vida extraterrestre existe, sendo um defensor de que o primeiro objeto interestelar a atravessar nosso sistema solar, o asteróide "Oumuamua", era uma nave alienígena que explorava a Terra e planetas próximos.

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Fontes//SputnikNews //Scientific American




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