quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Arqueólogos descobriram uma metrópole perdida na África do Sul


O que era tido como uma serie de pequenas cabanas dispersas antigas cabanas de pedra nos arredores de Joanesburgo, África do Sul, acabou por se revelar ser os restos de uma antiga cidade desaparecida por mais 200 anos.
Sob a vegetação densa, não há muito para ver a olho nu, mas após três décadas de cuidadosa pesquisa, arqueólogos na África do Sul encontraram as ruinas dessa cidade perdida, graças à tecnologia laser de ponta do LIDAR (Light Detection and Ranging).  Foi agora revelado uma verdadeira metrópole, composta por centenas de habitaçoes e redes comerciais.

Photo AfricaNews

Civilização maia revelada sob a espessa vegetação da selva da Guatemala




Esta cidade, chamada Kweneng, foi o lar de cerca 10.000 pessoas de um grupo étnico que viviam em cerca de 800 casas.
"Com esta descoberta fica preenchida uma enorme lacuna histórica, especialmente para a África Austral, porque sabemos que a história pré-colonial da África Austral não tem registo escrito", explica Fern Imbali Sixwanha, um arqueólogo da Universidade de Witwatersrand envolvido na pesquisa.
Foi com esta mesma tecnologia que os cientistas localizaram a antiga megalópole Maia no início do ano passado.
Estudos revelam que Kweneng, tinha uma área de cerca de 20 quilômetros quadrados, e estava em seu auge entre os séculos XV e XIX. E era provavelmente era uma cidade rica e próspera.




Vários pares de paredes de rocha paralelas sugerem que havia inúmeras passagens para a cidade, muitas das quais se parecem com passeios de gado. No centro de Kweneng estão de dois recintos maciços, que juntos ocupam um espaço aproximado de 10.000 metros quadrados, que os arqueólogos pensam ter sido kraals que abrigavam quase mil cabeças de gado.
Mas, assim como muitas outras cidades Tswana, acredita-se que esta também tenha caído em declínio.
"Uma das coisas mais esclarecedoras é que, estávamos revivendo o nosso passado, e isto nos dá uma ideia mais ampla das pessoas da África do Sul, como eram e que tipos de atividades faziam, " disse Sixwanha  ao Africa News .




Descoberto altar Maia com 1500 anos


Fonte//AfricaNews




quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

A evolução do alfabeto ao longo de 3.800 anos



O artista Matt Baker, do portal Useful Charts, cria guias visuais úteis que condensam centenas, às vezes milhares, de anos de história em fluxogramas otimizados por cores.
A foto abaixo é um de seus trabalhos, chamado “Evolution of the Alphabet” (em tradução literal, “Evolução do Alfabeto”).


O gráfico examina quase 3.800 anos de evolução das letras do alfabeto, dos hieróglifos egípcios (cerca de 1750 aC), passando pelo alfabeto fenício, grego antigo e latim até as formas atuais que usamos hoje.
Através do quadro, é possível ver, por exemplo, que algumas letras mudaram relativamente pouco ao longo de milênios, enquanto outras, como U, V e W, se desenvolveram mais recentemente na história, a partir de um único caractere.






O fluxograma foi criado em associação com o seu gráfico “Writing Systems of the World” (ou “Sistemas de Escrita do Mundo”), que analisa 51 sistemas de escrita diferentes de todo o globo.

No vídeo abaixo, Matt Baker explica em maior detalhe estes sistemas e suas evoluções, em inglês:





O clima poderá fazer EUA perderem biliões de dólares.


O ilustrador vende suas criações através de seu site ou pela plataforma Etsy. [ThisisColossal]



Fonte//Hypescience




Que irá acontecer-nos quando os polos magnéticos inverterem?


A inversão dos polos magnéticos da Terra pode está a causar apreensão por todo o mundo, mas será que nos devemos preocupar com esse fenómeno? A resposta é não, se bem que devemos dizer não com algum cuidado.
 Os polos magnéticos da Terra podem estar em vias de inverter. Segundo observações recentes, sabemos que o campo magnético está a enfraquecer. Este e outros fatores fazem com que os cientistas se debrucem sobre este tema, afirmando que a inversão é uma certeza, mais cedo ou mais tarde. De qualquer das formas, alegam que não há qualquer motivo para nos preocuparmos.


Photo Ilfscience

Mudança no campo magnético da Terra obriga a antecipar o Modelo Magnético Mundial




Ao analisarmos a história do nosso planeta, a inversão geomagnética ocorreu diversas vezes. E, mesmo assim, a vida evoluiu. Desta forma, os cientistas asseguram que não haverá nenhuma extinção em massa ou catástrofe global.
Registos fósseis mostram que os organismos vivos não tiveram problemas com a mudança dos polos ao longo do tempo. Além disso, também não há qualquer prova de que tenha havido um aumento do número de terramotos, erupções vulcânicas ou mudanças dramáticas no clima.
O ponto de interrogação de toda esta questão surge nos problemas que poderão ocorrer na vertente tecnológica. O campo magnético da Terra protege-nos contra as partículas com carga elétrica do vento solar e essa proteção é muito importante durante as tempestades solares, onde a Terra sofre uma exposição maior do que o normal a essas partículas energéticas.





Apesar de completamente inofensivas para os seres humanos, elas podem ser devastadoras para a tecnologia, adianta o IFL Science.
Segundo os cientistas, o problema, é a falta de acontecimentos anteriores que nos poderiam ajudar a antever as consequências da inversão dos polos. O melhor exemplo é o Evento de Carrington, uma poderosa tempestade magnética que aconteceu em 1859.

Esta tempestade foi um verdadeiro pesadelo para a tecnologia: os sistemas de telégrafo falharam e, em muitos casos, deram choques elétricos aos operadores que os tentavam arranjar. Se esta tempestade acontecesse em 2019, os danos seriam certamente muito mais significativos com custos estimados em muito milhares de milhões de dólares.

A inversão dos polos não significa que a Terra passará a ter dois campos magnéticos. Se tomarmos um exemplo prático e nos imaginarmos com uma bússola a apontar para Norte, significa que, quando ocorrer uma reversão magnética completa, a seta vermelha da nossa bússola passará a apontar o Sul.



Photo Jornal O Globo


Anomalia do Atlântico Sul pode estar a enfraquecer o campo magnético da Terra



Todavia, entre estes dois eventos, há um período caótico em que vários polos podem formar-se de uma vez só, confundindo a bússola e, os animais que usam o campo magnético para se orientarem. Apesar de caótico, este período pode durar centenas ou milhares de anos.
A última vez que houve uma inversão nos polos magnéticos da Terra foi há 781 mil anos. A razão pela qual este fenómeno acontece ainda não é clara. O campo magnético é gerado pela rotação do núcleo externo de ferro fundido da Terra. O núcleo, que arrefece à medida que o tempo passa, cria movimento no núcleo externo devido à convecção.

A explicação que reúne mais consenso tem a ver com a turbulência que o ferro fundido sofre quando se move. É muito provável que este caos desempenhe um papel, mas ainda não está claro de que forma é que isso acontece.




Fonte//Ilfscience





terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Camara da Estação Espacial Internacional filma estranhos objetos nas imediações


Objetos desconhecidos foram registados num vídeo  de uma câmara exterior da Estação Espacial Internacional (ISS), assim como dois astronautas tambem desconhecidos fazendo uma caminhada espacial do lado de fora da estação.

Photo El Hombre

Nova ferramenta online permite controlar vida alienígena



A transmissão ao vivo da ISS no início deste mês capturou o que parecia ser um par de objetos em movimento rápido em direção à Terra, mais uma vez levantando especulações sobre naves alienígenas e formas de vida extraterrestres.




Os dois objetos também emitiam flashes á medida se moviam, fazendo parecer que estavam refletindo a luz do sol, embora sua natureza exata não pudesse ser imediatamente confirmada.




Como o Daily Express observa, o que torna este avistamento especialmente interessante é o fato de que dois astronautas também foram vistos "trabalhando na nave espacial durante a transmissão ao vivo".

Comentando sobre este incidente, o técnico de ONVIS (Ufos) Scott C. Waring afirmou no seu blog “UFO Sightings Daily” que a nave alienígena "nas imediações da estação espacial é uma ocorrência diária", e que "a NASA sempre se recusa a falar sobre esses objetos e prefere ignorar qualquer dúvida sobre eles ".



“Super-Terra' vizinha de nosso planeta pode ter vida



Fonte//SputnikNews



Descoberto dispositivo flexível que converte WIFI em eletricidade



Os cabos elétricos além de inestéticos são incómodos. Agora, uma nova invenção pode acabar com esses cabos. Os engenheiros desenvolveram um dispositivo flexível que recolhe energia de sinais Wi-Fi. Alem disso pode, converter o wifi em eletricidade que pode ser usada para alimentar dispositivos sem fios e sem bateria.
O dispositivo é conhecido como uma retenna, uma junção de 'antena retificadora',que é um tipo de antena que converte energia eletromagnética em corrente contínua (DC).



Photo PcWorld

Qual o futuro das células de combustível



A nova retenna, de uma equipe liderada pelo MIT e pela Universidade Técnica de Madrid, usa uma antena de radiofrequência para capturar ondas eletromagnéticas (como as produzidas por Wi-Fi) como formas de onda de corrente alterna (CA).
Estes são enviados para um semicondutor bidimensional que as converte em DC, produzindo cerca de 40 microwatts. Não é muito, mas é suficiente para alimentar um LED ou para impulsionar chips de silício.
Como a retenna é flexível, ela pode ser colocada em grandes áreas, como o papel de parede, ou usada em dispositivos pequenos e portáteis, como smartphones flexíveis, área de equipamento que começa a dar os primeiros passos. A tecnologia pode até ser usada em implantes médicos e sensores engolidos.
"O ideal é não usar baterias para alimentar esses dispositivos, porque se se estragarem, o paciente pode vir a sofrer com isso, é muito melhor captar energia do ambiente para ligar esses pequenos laboratórios dentro do corpo e comunicar dados a computadores externos", disse o engenheiro Jesús Grajal, da Universidade Técnica de Madrid






Este não é o primeiro dispositivo que pode converter energiade Wi-Fi em eletricidade. A ideia já existe há algum tempo e os engenheiros continuam a desenvolve-la.
O que a equipe fez para melhorar isso é o uso de um material diferente para o retificador, que é a peça que converte AC em DC.
Nas versões anteriores, era feito de um material como o silício ou o arseneto de gálio, que não é apenas rígido, mas também caro para ser usado em grandes áreas.
Na retina flexível, a equipe usou dissulfeto de molibdênio (MoS2). Ele tem apenas três átomos de espessura e, quando exposto a certos produtos químicos, força uma transição de fase entre o material semicondutor e o material metálico.


A estrutura também é conhecida como díodo Schottky, imitando as propriedades da junção metal semicondutor usada em anteriormente produzindo uma régua de trabalho que minimiza a capacitância parasítica, resultando em maior velocidade.
Isso significa que ele pode capturar frequências mais altas do que outros retificadores flexíveis, que não conseguem capturar as frequências giga hertz nas quais o Wi-Fi opera.
"Esse design permitiu um dispositivo totalmente flexível que é rápido o suficiente para cobrir a maioria das bandas de frequência de rádio usadas pelos equipamentos eletrónicos, incluindo Wi-Fi, Bluetooth, smartphones e muitos outros", explicou o engenheiro Xu Zhang, do MIT.




Photo Htcmania


Bateria solar inovadora do MIT pode abastecer uma pequena cidade


 Como tem um custo relativamente baixo, poderia ser usado para aplicações muito maiores.
 "Criamos uma nova maneira de alimentar os sistemas eletrônicos do futuro, capturando a energia Wi-Fi de maneira que seja facilmente integrada em grandes áreas, para fazer funcionar os pequenos dispositivos que necessitamos.”
A equipe agora está trabalhando para construir sistemas maiores com eficiência superior.

Este artigo foi originalmente publicado na revista Nature .



segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Paisagem ártica surge depois de 40.000 mil anos enterrada no gelo


Uma paisagem ártica canadense, coberta de gelo há mais de 40 mil anos, surgiu recentemente á luz do dia.
Segundo uma nova pesquisa da Universidade do Colorado em Boulder (EUA), este pode ser o período mais quente da região em 115 mil anos.
O estudo utilizou datação por radiocarbono para determinar as idades das plantas recolhidas nas bordas de 30 calotas de gelo na Ilha de Baffin, a oeste da Groenlândia. A ilha teve um aumento de temperatura significativo nas últimas décadas.

Photo Hypesience

As alterações climáticas estão impedindo as plantas de processar o CO2


O Ártico está aquecendo duas a três vezes mais rápido que o resto do globo, então, naturalmente, geleiras e glaciares vão derreter mais rápido”, disse Simon Pendleton, principal autor do estudo, ao portal Phys.org.
A ilha de Baffin é a quinta maior ilha do mundo, dominada por fiordes separados por planaltos a grande altitude e vales profundos. O gelo atua como uma espécie de congelador natural, preservando musgos e líquenes antigos no seu lugar de crescimento original ao longo de milénios.
“Nós percorremos as margens do gelo, coletamos amostras de plantas recém expostas preservadas nessas paisagens antigas e realizamos datação por radiocarbono para ter uma noção de quando foi a última vez que o gelo avançou sobre esse local. Como as plantas mortas são eficientemente
removidas da paisagem, a idade das plantas enraizadas define a última vez em que os verões foram tão quentes, em média, quanto os do século passado”, esclareceu Pendleton.






Os investigadores recolheram 48 amostras de plantas. Também analisaram o quartzo de cada local, a fim de estabelecer ainda melhor a idade e história da cobertura de gelo da paisagem.
Depois que as amostras foram processadas nos laboratórios da Universidade do Colorado e da Universidade da Califórnia em Irvine (EUA), os cientistas descobriram que as plantas antigas em todas as 30 calotas de gelo estiveram continuamente cobertas por gelo pelo menos nos últimos 40.000 anos.


Aumento na força das ondas colocam em risco áreas costeiras



Quando comparados com dados de temperatura reconstruídos a partir dos núcleos de gelo de Baffin e Groenlândia, as descobertas sugerem que as temperaturas modernas indicam o século mais quente na região em 115.000 anos, e que a ilha de Baffin pode ficar completamente sem gelo nos próximos séculos.
Ao contrário da biologia, que passou os últimos três mil milhões de anos desenvolvendo esquemas para evitar ser afetada pela mudança climática, as geleiras não têm estratégia de sobrevivência”, explicou Gifford Miller, outro autor da pesquisa. “Se os verões são mais quentes, elas imediatamente retrocedem, se são verões são mais frios, elas avançam terreno. Isso faz delas um dos mais confiáveis indicadores nas mudanças de temperatura do verão”.



Fonte//HypeScience






domingo, 27 de janeiro de 2019

Teoria da radiação de Hawking sobre buracos negros, comprovada pelos físicos


A famosa teoria da radiação sobre buracos negros do astrofísico Stephen Hawking, apresentada em 1974, foi testada em laboratório por uma equipa de investigadores, escreve a revista Physics World.
A investigação, levada a cabo em Israel pelo Instituto de Ciências Weizmann e pelo Departamento de Física do Centro de Pesquisa e Estudos Avançados do México, pode ser um enorme passo para verificar experimentalmente a existência da célebre conjetura teorizada pelo astrofísico britânico.




Photo SputnikNews

Asteroide Apophis vai passar muito perto da terra em 2029



A equipa de investigadores, conseguiu, em laboratório, promover a apelidada “radiação de Hawking, através do análogo ótico de um buraco negro.” O teste imita este fenómeno noutros meios através de pulsações de luz para estabelecer condições artificiais.
“Teoria da radiação de Hawking sobre buracos negros, comprovada pelos físicos
”, explicou o físico e diretor da investigação Ulf Leonhardt, acrescentando que esta radiação pode ocorrer “sempre que horizontes são feitos, sejam estes na astrofísica ou por luz em materiais óticos, ondas de água ou átomos ultra-frios”.





Na sua teoria, Hawking assinala em que “os buracos negros não são tão negros“, porque emitem radiação apenas para fora do seu horizonte de eventos, além do ponto em que nem a luz é capaz de escapar da gravidade intensa.




Esta radiação, ainda nao comprovada, porque os instrumentos atuais não a conseguem detetar, implica que os buracos negros evaporam lenta e constantemente e, apesar de ainda não ser possível verificar a sua veracidade, a conjetura é aceite pela comunidade científica.
Apesar de admitir que ainda existem muitas perguntas sem respostas, o diretor do estudo, no início de janeiro publicado na Physical Review Letters, afirmou que a investigação marcou a visualização da radiação espontânea de um buraco negro.

A Physics World recorda que Stephen Hawking afirmava que, caso a sua previsão mais famosa tivesse sido verificada experimentalmente, teria ganho um Nobel, prémio atribuído apenas a descobertas científicas corroboradas com dados observacionais.


Grande Colisão entre Via Láctea e a Grande Nuvem de Magalhães




Fonte//SputnikNews



Stratolaunch abandona projeto de foguetes mas mantem o super avião



A Stratolaunch, é uma empresa privada de voos espaciais que está construindo o maior avião do mundo está reduzindo o trabalho continuando, no entanto, a trabalhar no seu enorme avião de transporte de dupla fuselagem, mais alto do que um prédio de quatro andares, do chão à ponta da cauda.  A Stratolaunch  abandonará os planos para uma nova família de foguetes projetados para serem lançados de um avião em pleno voo.


Photo LiveScience


Cientistas russos estudam a construção um motor foguete de plasma



"A Stratolaunch está terminando o desenvolvimento dos veículos de lançamento e um motor de foguete", disse um porta-voz da Stratolaunch em um comunicado à Live Science. "Estamos agilizando as operações, com foco na aeronave e nossa capacidade de apoiar um lançamento de demonstração do veículo de lançamento aéreo Northrop Grumman Pegasus XL. Estamos imensamente orgulhosos do que conseguimos e esperamos o primeiro voo em 2019
A Stratolaunch Systems Corp,foi fundada pelo bilionário Paul Allen , o co fundador da Microsoft que faleceu em outubro passado, aos 65 anos.






A visão de Allen era criar um enorme avião de transporte que pudesse decolar de uma pista e depois lançar foguetes na órbita baixa da Terra a partir da altitude de cruzeiro. O conceito destina-se a permitir que vários satélites sejam colocados em diversas órbitas durante uma única missão.

A Stratolaunch planeou usar os foguetes de lançamento aéreo Pegasus XL, construídos pela Orbital ATK, para colocar os satélites em órbita durante suas primeiras missões. Com uma envergadura de 385 pés (117 metros), a aeronave Stratolaunch pode transportar até três foguetes Pegasus num único vôo, com os foguetes colocados por baixo da asa central do avião.

Em Agosto de 2018, a Stratolaunch anunciou que também estava desenvolvendo sua própria família de lançadores, incluindo um "Veículo de Lançamento Médio. Carga útil (3.400 quilogramas). Esses lançadores estariam prontos  em 2022.
O GeekWire , que divulgou pela primeira vez as notícias sobre a Stratolaunch no final da semana passada, também informou que mais de 50 funcionários da Stratolaunch foram despedidos devido à nova estratégia. O porta-voz da Stratolaunch não comentou este assunto.

A empresa ainda não marcou uma data para o primeiro voo, mas a Stratolaunch vem realizando testes constantes no Mojave Air and Space Port, na Califórnia. O veículo chegou a 219 km / h durante seu mais recente teste em 9 de janeiro.


sábado, 26 de janeiro de 2019

BMW apresenta o seu novo elétrico i4


Ao que parece que quase todas as marcas europeias estão a tentar fabricar um modelo idêntico ao Model 3 da Tesla, e a BMW não é exceção.
Devendo entrar no mercado em 2021, a BMW apresenta o i4 que é uma versão elétrica dos híbridos i3 e i8, tentando capar os compradores que estão a por de parte os carros de combustão interna e optando pelos elétricos.


Photo Autoweek

Hyundai apresenta o conceito do elétrico "Elevate"




Segundo a BMW, serão desenvolvidos ate 2025 ,25 modelos, dos quais 12 ,serão totalmente elétricos, em declarações feitas na estreia do conceito i Vision Dynamics em 2017, onde a BMW prometeu um veículo com uma autonomia para 600 quilómetros, a uma velocidade estável de 193 km/h, o que ainda não está esclarecido se será uma das características do novo i4.


Photo Autoweek






Photo Autoweek


Embora o perfil do carro seja muito semelhante ao do Gran Coupé 4-Series, espere ver uma fáscia da família BMW i com grelhas fechadas (que em 2021 poderia ser um pouco maior do que estamos acostumados a se a atualização da Série 7 é uma indicação) e alguns outros ajustes estilísticos e aerodinâmicos, possíveis num carro em que motor não precisa de aberturas para absorção de ar. Também espera-se ver estofamento azul conforme e clássico em toda a família i.

"O BMW i é o impulsionador da inovação para o BMW Group", disse Klaus Frohlich, membro do Conselho de Administração da BMW AG for Development, em 2017. "Aqui, soluções visionárias e conceitos prontos para o futuro se tornam realidade pela primeira vez. Mas O BMW i também atua como ponta de lança de inovação para nossas outras marcas. "

Photo Autoweek

Volkswagem ID mantem-se igual ao apresentado em 2016


Fonte// Autoweek





sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

As alterações climáticas estão impedindo as plantas de processar o CO2


As plantas precisam de dióxido de carbono (CO2) para sobreviver, e isso é muito bom para os seres humanos. A nossa atividade produz quase 40 mil milhões de toneladas desse gás todos os anos, mas só metade dessa quantidade realmente chega à atmosfera. O resto é processado pelas plantas, armazenado no solo ou absorvido pelos oceanos.


Photo Futurism

Aumento na força das ondas colocam em risco áreas costeiras





Mas isso pode mudar no futuro. Um novo estudo da Columbia University sugere que essa taxa atual de absorção de CO2 pode mudar.
"Se a terra atingir uma taxa máxima de absorção de carbono, o aquecimento global pode acelerar, com consequências importantes para as pessoas e o meio ambiente",  disse o investigador Pierre Gentine.

No novo estudo, publicado na quarta-feira na revista Nature, os investigadores da Universidade de Columbia mostram os seus esforços para determinar como as mudanças no ciclo hidrológico da Terra, como secas ou cheias, afetam a capacidade dos continentes em capturar o CO2.
Usando dados de vários modelos planetários, eles procuraram identificar reduções na produtividade líquida do bioma (NBP), a quantidade de carbono que uma região ganha ou perde durante um período específico de tempo, devido a mudanças na humidade do solo.






"Vimos que o valor da NBP, neste caso um ganho líquido de carbono na superfície da terra, seria quase duas vezes maior se não fosse por essas mudanças (variabilidade e tendência) na humidade do solo", disse a investigadora Julia Green.
Em outras palavras, a terra esta absorvendo cerca de metade do CO2 do que deveria.
A pesquisa poderia indicar o começo de um ciclo muito perigoso. As mudanças climáticas estão causando mais eventos climáticos extremos, como secas e inundações. Esses eventos afetam o solo de uma maneira que afeta a capacidade da terra em absorver o CO2. Se a terra absorver menos CO2, a mudança climática irá piorar, causando mais eventos climáticos extremos.


Photo Climate Protection


Antartida está a perder massa de gelo a ritmo alarmante



Se a humidade do solo continuar a reduzir a NBP na taxa atual e a taxa de absorção de carbono pela terra começar a diminuir em meados deste século,  como indicam os modelos, poderemos ver um grande aumento na concentração de CO2 atmosférico e um aumentocorrespondente nos efeitos do aquecimento global e da mudança climática.




Fonte//Futurism






Boeing fez voo teste com o seu carro voador


O protótipo do “carro voador” da Boeing fez na passada quarta-feira, um voo de teste, marcando mais um passo na revolução do transporte urbano e dos serviços de entrega.
A aeronave da Boeing é parte helicóptero, parte de drone e parte avião de asa fixa. Ele levantou alguns metros do chão e fez uma aterrissagem suave depois de menos de um minuto no ar. O veículo tem 30 pés de comprimento e 28 pés de largura. É alimentado por um sistema de propulsão elétrica e tem uma autonomia de até 50 milhas.
A empresa espera atingir a velocidade máxima com as duas opções de carros voadores capazes de transportar dois e quatro passageiros cada. Os testes estão planeados para o final deste ano com uma versão de transporte de mercadorias que pode levantar até 226,8 quilos.



Photo captura do Youtube, Boeing


ORA R1 o pequeno elétrico mais barato do mundo



A Boeing disse que está trabalhando com a SparkCognition Inc e a US Federal Aviation Administration para desenvolver um sistema de gestão de tráfego para estradas tridimensionais e resolver os problemas de regulamentos e segurança que permitiriam que veículos autônomos voassem com segurança contornando os edifícios.





A empresa também comprou a Aurora Flight Sciences no ano passado para acelerar o desenvolvimento de uma frota de veículos aéreos autônomos e está trabalhando  com o serviço UberAIR da Uber Technologies para voos que devem estar disponíveis para pedidos por smartphones por volta de 2023.

Os concorrentes mais próximos da Boeing são a Airbus, que afirma já ter realizado vários voos de teste de veículos voadores. A Volocopter, que testou um pequeno drone de helicóptero, movido por 18 motores elétricos e a AeroMobil, que tem um conceito de limusine que pode se transformar em uma aeronave de asa fixa.






A empresa está em concorrência com a Airbus SE e várias outras empresas para criar um pequeno veículo autónomo e voador capaz de descolar e pousar na vertical para o uso diário. O teste, que aconteceu na terça-feira em Manassas, Virgínia, mostrou que isso é possível, embora o próximo passo seja fazer o veículo deslocar-se.


Primeiro carro voador do mundo à venda em Outubro




Fonte//SputnikNews





quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Mecanismo que acreditava-se provocar o câncer na verdade o previne


O mecanismo que leva formação do câncer é amplamente conhecido. As células de determinada região do corpo multiplicam-se de maneira descontrolada, levando à criação de tumores. Nosso corpo possui mecanismos para nos proteger desta multiplicação descontrolada. Pontas moleculares chamadas telómeros protegem as extremidades dos cromossomos e evitam que eles se fundam quando as células continuamente se dividem e duplicam seu DNA. É a perda destes telómeros pode levar ao câncer.


Photo Instituto Salk



Oito hábitos que aumentam a esperança média de vida



Estudando esta relação entre os telómeros e o câncer, cientistas do Instituto Salk, uma instituição americana de pesquisa biológica e de saúde, fizeram uma descoberta surpreendente. Um processo de reciclagem celular chamado autofagia, geralmente considerado um mecanismo de sobrevivência das células, faz justamente o oposto. Ajuda a morte das células, prevenindo o câncer.

O trabalho, publicado ontem (23) na revista Nature, revela que a autofagia é um caminho completamente novo para evitar tumores e sugere que tratamentos para bloquear o processo, num esforço para reduzir o câncer, podem, sem querer, ajuda-lo desde o início. “Esses resultados foram uma surpresa completa. Existem muitos pontos que impedem que as células se dividam descontroladamente se tornem cancerosas, mas não esperávamos que a autofagia fosse uma delas”, diz Jan Karlseder, professor do Laboratório de Biologia Molecular e Celular de Salk e principal autor do estudo da matéria publicada no site da instituição.






Cada vez que as células duplicam seu DNA para se dividir e crescer, seus telómeros ficam um pouco mais curtos. Quando esses telómeros tornam-se tão curtos que não conseguem cumprir sua função que é proteger efetivamente os cromossomos, as células recebem um sinal para parar de se dividir. Mas ocasionalmente, devido a algum vírus causador de câncer ou outros fatores, as células não entendem a mensagem e continuam dividindo-se. Com os telómeros curtos ou inexistentes, as células entram em um estado chamado “crise”, no qual os cromossomos desprotegidos podem se fundir e se tornar disfuncionais, uma característica de alguns tipos de câncer.

Por outro lado, muitas vezes a crise resulta em morte celular disseminada que impede que as células pré-cancerosas continuem a desenvolver o câncer. O mecanismo subjacente a essa morte celular benéfica ainda não está bem esclarecido.
Muitos cientistas presumiram que a morte celular “crise” ocorre através da apoptose, que juntamente com a autofagia é um dos dois tipos de morte celular programada. Mas ninguém estava fazendo experiencias para descobrir se esse era realmente o caso”, diz no texto Joe Nassour, outro membro da equipa.


Da esquerda: Adriana Correia, Joe Nassour, Jan Karlseder, Robert Radford, Reuben Shaw e Javier Miralles Fusté
Photo Instituto Salk


Para tentar entender todo esse processo, Karlseder e Nassour usaram células humanas saudáveis ​​para realizar uma série de experiencias, nos quais eles compararam células normalmente em crescimento com células que forçadas a entrar em crise. Ao desativar vários genes limitadores do crescimento (também conhecidos como genes supressores de tumores), Os cientistas permitiram que as células se reproduzissem com naturalidade, ficando os seus telómeros  cada vez mais curtos no processo.
Para saber qual tipo de morte celular responsável pela maior parte das mortes em crise, eles examinaram marcadores morfológicos e bioquímicos de apoptose e autofagia. Embora ambos os mecanismos sejam responsáveis ​​por um pequeno número de células que morrem nas células em crescimento normal, a autofagia foi de longe o mecanismo dominante de morte celular no grupo em crise, onde muito mais células morreram.

Quando impediam a autofagia em células em crise, eles obtiveram resultados impressionantes. Sem a morte celular via autofagia para detê-las, as células replicavam-se incessantemente. Além disso, quando a equipe analisou os cromossomos dessas células, elas estavam fundidas e desfiguradas, indicando danos severos ao DNA, idênticos aos observados em células cancerígenas, revelando que a autofagia é um importante mecanismo de prevenção do câncer. A imagem acima mostra a importância do mecanismo. Os 23 pares de cromossomos à esquerda são das células em que a autofagia está funcionando. Eles são normais e saudáveis, sem aberrações estruturais ou numéricas. Cada cor representa um par cromossômico único. À direita, estão os cromossomos das células em que a autofagia não está funcionando. Eles mostram aberrações tanto estruturais quanto numéricas, com segmentos adicionados, excluídos ou trocados entre os cromossomos, típico do câncer.

A equipe também testou o que acontecia quando tipos específicos de danos ao DNA eram induzidos nas células normais, seja nas extremidades dos cromossomos, através da perda de telómeros, ou nas regiões intermediárias. As células com perda de telómeros ativaram a autofagia, enquanto células com danos no DNA de outras regiões cromossômicas ativaram a apoptose. Isso mostra que a apoptose não é o único mecanismo para destruir células que podem ser pré-cancerosas devido a danos no DNA e que há uma interligação entre os telómeros e a autofagia.






O trabalho revela que, em vez de ser um mecanismo que estimula o crescimento não autorizado de células cancerígenas (ao canibalizar outras células para reciclar matérias-primas), a autofagia é na verdade uma salvaguarda contra esse crescimento. Sem autofagia, as células que perdem outras medidas de segurança, como os genes que combatem tumores, avançam para um estado de crise de crescimento descontrolado, danos galopantes no DNA e, frequentemente, câncer.
“Este trabalho é emocionante porque representa tantas descobertas completamente novas. Nós não sabíamos que era possível que as células sobrevivessem à crise; nós não sabíamos que a autofagia está envolvida com a morte celular em crise; nós certamente não sabíamos como a autofagia previne o acúmulo de danos genéticos. Isso abre um campo completamente novo de pesquisa que estamos ansiosos para seguir”, termina Jan Karlseder.



Cientistas pensam ter descoberto processo para retardar o envelhecimento





quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Cientistas recriaram uma super onda em laboratório



Na plataforma de petróleo Draupner, na costa da Noruega, era normal serem atingidos por ondas enormes. Mas às 15h no dia de Ano Novo em 1995 foi atingida por uma fenomenal.
Chegando a quase 26 metros era o tipo de onda que espera-se que acontece uma vez de 100 em 100 anos. Agora os cientistas finalmente têm evidências sólidas das forças envolvidas na formação da onda.

Photo Varelanoticias

Aumento na força das ondas colocam em risco áreas costeiras


Uma equipe de engenheiros das Universidades de Oxford e Edimburgo criou um cruzamento de ondas em uma piscina circular numa tentativa de criar uma tempestade perfeita.
"O tamanho da onda Draupner em 1995 foi o arranque para estudos sobre essas ondas e levou a muitos anos de pesquisa na física dessas ondas ", afirmou o engenheiro Mark McAllister, da Universidade de Oxford.
"Ao recriar a onda Draupner no laboratório, aproximamos-mos um pouco mais da compreensão dos mecanismos potenciais desse fenômeno."


Photo Journal of Fluid Mechanics, 2019

Ondas gigantes como a que atingiu Draupner são, literalmente, lendárias, havendo de fato ocorrências de navios que encontram estas montanhas  de água nascendo do nada.
As Boias mediram ondas de até 19 metros, enquanto os navios já foram apanhados por ondas com quase 30 metros de altura. Ao contrário das ondas provocadas por tempestades e correntes, essas ondas nascem do caos de padrões de ondas interferentes, atingindo sem aviso prévio.
A onda Draupner de 1995 foi um marco, a primeiro de seu tipo a ser registrado por instrumentos científicos, tornando-a objeto de investigação nas últimas duas décadas.

Existem duas teorias que descrevem a mecânica destas grandes ondas. Para desmistificar os investigadores construíram uma versão em miniatura destas ondas monstruosas em laboratório para testar que tipos de fenomeno dão origem a algo realmente impressionante.



A equipe conduziu as suas experiencias num tanque de teste circular de 25 metros de diâmetro no FloWave Ocean Energy Research Facility, no Reino Unido, criando ondulação de vários ângulos para encontrar quais formavam as ondas em estudo.
Descobriram que varias ondas cruzando-se a 120 graus poderiam criar uma onda gigante ocasional.

No vídeo abaixo pode-se ver o movimento das ondas.




"Esta observação de laboratório não apenas esclarece como a famosa onda Draupner pode ter ocorrido, mas também destaca a natureza e o significado da quebra da onda ao encontrar diversas condições de mar", disse o pesquisador sênior do estudo, Ton van den Bremer, da Universidade de Oxford.
A mini onda simula as ondas reais, fotografadas em mar aberto, deixando a equipa confiante de que estava no caminho certo.


Mas para os investigadores, também havia a explicar uma obra de arte famosa do Japão sobre estas ondas.
O artista japonês Katsushika Hokusai,  representou  a grande onda de Kanagawa  que está entre as representações mais famosas do mundo de uma onda gigante, representada em tudo, desde t shirts a canecas a tapeçarias.

É impossível dizer se Hokusai realmente viu as tais ondas ou apenas ouviu descrições.
Tem sido sugerido que o artista estava ilustrando um momento da história japonesa, na altura em que o Japão estava prestes a ser inundado pela cultura ocidental. O rebentamento de uma onda gigante no oceano aberto seria a metáfora perfeita para um Japão em mudança.
A plataforma de petróleo Draupner foi projetada e construída para resistir a ondas maiores que ade 1995, e sofreu apenas pequenos danos.


Atingido o ponto mais profundo do Oceano Atlântico



Mas muitas outras estruturas e embarcações não tiveram tanta sorte, havendo muitas que naufragaram.
Estudos como este servem para destacar as condições que tornam as ondas gigantes mais prováveis ​​e, tornar as viagens oceânicas muito mais seguras.

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Hidrogénio,o combustivel limpo, atrai paises asiaticos



Enquanto nos países europeus tenta-se a todo o custo a introdução dos automóveis elétricos e, salvo alguns países do norte da europa, nem se fala em hidrogénio como combustível dos navios, os países asiáticos têm outra perspetiva em relação a este combustível nada poluente e acima de tudo infinito.
Numa entrevista recente ao The Korea Herald o Ceo da H2Korea explica o que poderá ser o uso do hidrogénio e as medidas necessárias para a sua implantação.
A tecnologia de hidrogênio, que visa substituir o uso de combustíveis fósseis, beneficiaria não apenas os fabricantes de automóveis, mas também outros nichos industriais tradicionais, como os construtores navais.



Photo ihs.


Qual o futuro das células de combustível


A perceção do mercado de que o esforço do governo pela tecnologia do hidrogênio é apenas para a Hyundai Motor. Isso porque outras empresas ainda têm dúvidas sobre os lucros que a tecnologia do hidrogênio poderá ter como negócio ”, disse Shin Jae-haeng, diretor de operações da H2Korea, um órgão financiado pelo Estado e criado para unir o governo e o setor privado no desenvolvimento da tecnologia de hidrogênio.

Abordando o potencial do hidrogênio como um negócio futuro confiável, Shin disse que poderia ajudar os construtores navais locais a encontrar um novo caminho.
A reputação da Coreia do Sul como o maior país de construçãonaval do mundo está perdendo seu terreno devido á redução de pedidos e à feroz concorrência de preços. A Hyundai Heavy Industries, a maior construtora naval do mundo, implementou recentemente um esquema de reestruturação que incluiu despedimentos em massa.






O que Shin sugeriu foi navios movidos a hidrogênio e navios para transportar hidrogênio liquefeito. O Japão criou uma cadeia de abastecimento internacional que liga à Austrália e Brunei para obter seu hidrogênio. E os navios de hidrogênio farão com que esse sistema de abastecimento funcione, disse ele. Embora seja líder em carros movidos a hidrogênio, a Coreia está muito atrasada no desenvolvimento de navios de hidrogênio.


Photo medium



"Acredito que os navios de hidrogênio têm potencial (de negócios), e somos capazes de concretizar isso, considerando a experiência da nação como um bom aluno.”



A procura por navios “verdes” vai crescer. Fala-se há anos sobre embarcações elétricas movidas a bateria, e houve um enorme aumento de pedidos de navios movidos a gás natural liquefeito. Mas o hidrogênio poderia se sobressair particularmente no campo do transporte marítimo, onde se poderia transportar as mercadorias sem produzir gases de efeito estufa.

A Organização Marítima Internacional (IMO) anunciou que reduzirá as emissões de gases de efeito estufa da indústria naval para metade até 2050, e tornará os navios 100% limpos de CO2 até 2100. Esses esforços globais levarão os armadores a abandonar os navios a diesel e substituí-los por navios verdes.

"O hidrogênio ainda está em território pouco conhecido, mas estamos de alguma forma caminhando em direção ao mundo movido a hidrogênio, com base no consenso internacional construído para lutar contra as mudanças climáticas", disse Shin, que ocupou vários cargos no Ministério de Energia antes de ingressar na H2Korea.

Fundada no ano passado, a H2Korea, juntamente com o Ministério da Energia é uma plataforma para promover o uso do hidrogênio como uma nova fonte de energia.
Também coordena a participação de empresas numa empresa específica, criada para construir mais estações de reabastecimento de hidrogênio. A“joint venture” de 15 empresas, que inclui a Hyundai Motor, a Hyosung Heavy e a SK Gas, busca mais investimentos corporativos para construir um total de 100 estações de reabastecimento até 2022.


Photo Airliquide

Empresa norueguesa vai usar biogás como combustivel dos seus navios




Para incentivar a participação corporativa, Shin disse que o governo precisa ter políticas consistentes para garantir a continuidade dos negócios, construir mais infraestruturas para viabilizar os negócios nos estágios iniciais e dar mais incentivos.
"Os subsídios do governo para carros movidos a células de combustível são cruciais para promover a conscientização pública do hidrogênio", disse ele, tendo em conta que o Ministério do Meio Ambiente continua relutante em expandir o uso de carros movidos a hidrogênio.

Artigo Publicado no KoreaHerald em 12 de Setembro de 2018
Fonte//KoreaHerald











segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

ORA R1 o pequeno elétrico mais barato do mundo



Os automóveis elétricos são veículos considerados amigos do ambiente. Não só permitem economizar-lhe dinheiro como também são uma fantástica alternativa sustentável aos combustíveis tradicionais.
Infelizmente, o elevado custo dos modelos existentes torna-os de difícil aquisição tendo ainda a acrescentar o custo do carregador que algumas marcas não incluem na compra do veículo.
A China considerada a“rainha” da poluição no Mundo, está determinada em tornar-se líder na introdução de veículos elétricos nas suas cidades. E tem um bom motivo: os gases resultantes da combustão que saem pelos tubos de escape dos automóveis é um dos problemas mais graves naqueles pais.


Photo Portalenergia

Panda Elettra, um dos primeiros elétricos do mundo



Para isso a empresa Great Wall Motors anunciou um pequeno citadino com a marca ORA. Esse carro elétrico apresenta características impressionantes e uma garantia longa, tendo uma dimensão pequena.
O ORA R1 tem uma autonomia de 312 km (para um veículo com dimensões tão pequenas é obra) e o preço base é cerca de 7600 euros, graças ao apoio governamental, devendo começar a ser vendido nos próximos meses
A Tesla é uma marca que aposta em elétricos premium, ou seja, automóveis topo de gama, com preços verdadeiramente loucos e impensáveis para um cidadão comum. Dessa forma, a China aposta em segmentos mais baixos, mas com um elevado potencial de vendas.
Para incentivar a aquisição de veículos amigos do ambiente, sem emissões diretas de dióxido de carbono para a atmosfera, o governo oferece vários subsídios.




Segundo a Forbes, com programas locais e o apoio do governo central, comprar um automóvel elétrico com uma autonomia suficiente pode tornar-se uma realidade por 8800 euros.
Caraterísticas do ORA R1
A elevada concentração populacional nas cidades e a pobre qualidade do ar na China mata milhares de pessoas por ano. É um dos problemas mais graves neste país e é uma necessidade urgente que pode ser ultrapassada com a adesão consistente e global de veículos elétricos.
O ORA R1 é semelhante ao Renault Twingo ou Smart Fortwo, atingindo uma velocidade máxima de 100 km/h. Com um motor de 47 cavalos e uma bateria de 35 kWh, o pequeno citadino consegue fazer 312 km anunciado no ciclo NEDC.



O seu ponto mais forte é o preço que inclui uma garantia de três anos ou 120 mil quilómetros. Para os componentes principais oferece uma garantia de oito anos ou 150 mil quilómetros.
Segundo o vice-presidente da Great Wall, Ning Shuyong “será criada uma rede chamada ORA Home, com oficinas e stands colocados no meio das zonas de escritórios das cidades chinesas”, eliminando por completo os concessionários de venda.



VW lança carro elétrico low cost inferior a 20.000 €


Fonte//Portaldaenergia