sábado, 5 de janeiro de 2019

Bill Gates exige energia nuclear


O co-fundador da Microsoft, Bill Gates, quer mudar a política energética dos Estados Unidos em 2019.
 Na semana passada, o bilionário filantropo divulgou uma carta detalhando o que aprendeu em 2018 e o que espera realizar em 2019. Um de seus objetivos para o próximo ano é persuadir os líderes americanos a "entrar no jogo" de energia nuclear. O futuro do nosso meio ambiente pode passar por esse passo.
 
Photo Culturamix


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A energia nuclear é produzida pela divisão do núcleo de um átomo (fissão) ou pela combinação dos núcleos de dois átomos (fusão). Os reatores de fissão nuclear já atendem a 20% das necessidades de eletricidade dos EUA.

Embora a fissão não produza emissões de gases de efeito estufa, a tecnologia atualmente está obsoleta. Os EUA construíram a maioria de seus reatores há mais de 30 anos e precisam de plutônio, que não é muito acessível. O processo também produz subprodutos indesejados, alguns dos quais são radioativos.

Os investigadores ainda não descobriram uma maneira de produzir fusão nuclear estável, mas estão perto de o conseguir. Quando o conseguirem, teremos uma fonte quase ilimitada de energia limpa que podemos criar a partir do hidrogênio, que é muito mais acessível que o plutônio, e o único subproduto seria uma pequena quantidade de hélio.







Segundo Gates, a energia nuclear é ideal para lidar com as mudanças climáticas, porque é a única fonte de energia escalável e livre de carbono disponível 24 horas por dia.
Os EUA têm diminuído as investigações da energia nuclear nas últimas décadas. Para recuperar sua posição como líder global em energia nuclear, é preciso novos recursos, atualizar regulamentos e mostrar aos investidores que é a sério, escreveu Gates.
Ele acredita que esse compromisso renovado permitirá que a nação supere as limitações da tecnologia nuclear existente de uma maneira que possa beneficiar significativamente o meio ambiente.

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“Os Estados Unidos são especialmente adequados para criar esses avanços com seus cientistas, empreendedores e capital de investimento de classe mundial, o mundo precisa estar trabalhando em muitas soluções para deter as mudanças climáticas, e espero convencer os líderes dos EUA a entrar no jogo ". escreveu Gates


Fonte//ScienceAlert




sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

"Corpo espacial" escondido atrás do sol levanta a conspiração do Planeta X


Um canadense usando uma câmara IPhone descobriu algo impossível de ver a olho nu. Um objeto estranho por trás do Sol que ele imaginou ser um planeta. O que quer que fosse, não se moveu, fazendo alguns dizer ser problema das lentes.


Photo NASA

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O homem, em East Ontario, Canadá, estava filmando o que ele chamou de "nuvens do arco-íris" (um fenômeno ótico que ocorre quando pequenas gotas de água na atmosfera refletem a luz do sol, causando cores do arco-íris nas nuvens), quando teve uma surpresa. Um leve objeto em forma de círculo atrás do Sol na posição de 10 horas, que parecia um planeta cercado por uma áurea. "Isso é um planeta", concluiu ele.





O homem então filmou o objeto misterioso de outro local.
O vídeo foi compartilhado por MrMBB333, um YouTuber com mais de 300.000 assinantes, cujo canal é dedicado a teorias da conspiração e mudanças na Terra.
Ele afirmou que o planeta apareceu por trás de uma nuvem que se afastou do sol. Ele também descartou a hipótese de se tratar de uma ilusão de ótica criada pelo reflexo de lente, já que o objeto permaneceu imóvel por uma hora, enquanto o efeito de reflexo de lente tende a se mover.


Muitos espectadores acreditam que este poderia ser o Planeta X, um planeta enorme nunca encontrado, muito além de Plutão, que poderia estar afetando as órbitas de objetos menores no nosso sistema solar.
Os defensores da teoria da conspiração foram rápidos em afirmar que era o Planeta X e o governo estava escondendo a verdade das pessoas.
Outros, pelo contrário foram contra essa teoria alegando que com os filtros certo o vídeo seria considerado fake e que Nibiru não existe.


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Fonte//SputnikNews




O dia em que um impacto pôs a Terra líquida


É difícil imaginar como bilhões de toneladas de rocha podem de repente se comportar como um líquido, mas foi exatamente o que aconteceu quando um asteroide atingiu a Terra há 66 milhões de anos.
Assim afirmam cientistas americanos que conseguiram reconstruir em detalhes cada passo do impacto colossal que dizimou os dinossauros.


Photo Orangesmile


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Amostras obtidas da cratera formada após a colisão permitiram concluir que as rochas sofreram um processo de "fluidificação".
Modelos de computador permitiram determinar o que aconteceria se um objeto rochoso de 12 quilômetros de diâmetro vindo do espaço colidisse com a superfície da Terra.
Inicialmente, seria criado quase instantaneamente um espaço côncavo de cerca de 30 quilômetros de profundidade e 100 quilômetros de diâmetro.

A instabilidade do terreno causaria mais tarde o colapso para dentro das margens da cratera. E esse colapso geraria, por sua vez, uma reação de rebote do fundo da cratera com altura superior aos Himalaias.
Os cientistas conseguiram perfurar as rochas para obter amostras de mais de 1300 metros de profundidade no fundo do mar.

Photo Newsweek


Quando tudo se estabilizasse, o que restaria seria uma cratera de cerca de 200 quilômetros de diâmetro e 1 quilômetro de profundidade.
Essa cratera é precisamente a que se encontra sob uma camada de sedimentos no Golfo do México, perto do porto de Chicxulub.
O modelo é chamado de "modelo de colapso dinâmico de formação de cratera", e o impacto que descreve só é possível se as rochas, por um curto período, perdessem a solidez e fluíssem sem atrito.
Um novo estudo, publicado na revista científica Nature, apresenta evidências deste processo, baseado em material de perfuração de rochas de um anel de pico no centro da depressão de Chicxulub. Os anéis de pico são formações típicas de grandes crateras de impacto, criadas pela elevação do solo após as colisões.

A rocha foi esmagada e quebrada em fragmentos minúsculos que tinham inicialmente milímetros. Isso produziu comportamento semelhante a um fluido que explica a base plana da cratera, algo que caracteriza o Chicxulub e outros casos de grandes impactos, como o que vemos na Lua.
A fluidificação não é um processo de derretimento da rocha, mas da fragmentação da mesma por imensas forças de vibração, explica Sean Gulick, da Universidade do Texas em Austin, nos Estados Unidos, e um dos líderes da equipe de perfuração.








É um efeito de pressão, um dano mecânico. A quantidade de energia que passa por essas rochas é equivalente a terremotos de magnitude 10 ou 11. Estima-se que todo o impacto teve uma energia equivalente a 10 biliões de bombas de Hiroshima."
Após sua fragmentação e fluidificação, as rochas recuperaram sua solidez para formar o anel da cratera. Esse retorno ao estado sólido pode ser visto nas amostras obtidas. O asteroide de 12 quilômetros de diâmetro fez um buraco de 100 quilômetros de diâmetro e 30 quilômetros de profundidade na crosta terrestre. 

Na sequência, a área de impacto colapsou, deixando a cratera com 200 quilômetros de diâmetro. O centro da cratera colapsou de novo, produzindo um anel interno. Hoje, grande parte da cratera está no mar, sob 600m de sedimentos, e em terra, a cratera está coberta por calcário, mas suas bordas podem ser identificadas ao longo de um arco de cenotes , cavidades naturais nas rochas dissolvidas pela passagem da água e que acabaram virando atrações turísticas.
A cratera de Schrödinger na superfície da Lua, com seus anéis internos, formou-se num processo semelhante ao que ocorreu na cratera de Chicxulub.

Photo SciencePhotoGalery

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Pela primeira vez temos amostras de rochas que evidenciam o processo de deformação que permitiu que elas se comportassem temporariamente como líquido antes de voltarem a ser rochas. Este processo resulta da superposição de mecanismos de deformação. É um processo fundamental que pode mudar a superfície dos planetas, não apenas em nosso sistema solar, mas provavelmente em outros sistemas solares.




Fonte//BBC




quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

China faz a primeira aterragem do mundo no lado "escuro" da Lua


A China anunciou nesta semana que conseguiu pousar uma nave espacial com um rover no lado oculto da Lua.
É a primeira vez que se tenta uma missão desse tipo, As outras missões na Lua pousaram no lado que fica virado para a Terra.

Photo ChinaDaily


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A Lua tem um lado que nunca é visível do nosso planeta porque sua rotação está sincronizada com a da Terra. No entanto não é correto chamá-lo de lado "escuro", pois recebe luz do Sol durante a lua nova.
Nessa região oculta, qualquer ligação direta de comunicação é impossível. Portanto todas as informações e imagens mandadas pela missão chinesa estão sendo enviadas para um satélite e reencaminhadas para a Terra.


Um simulado processo de pouso da sonda lunar Chang'e-4 é visto através do monitor no Centro de Controle Aeroespacial de Pequim, em Pequim, capital da China, em 3 de janeiro de 2019. [Foto / Xinhua]


A Chang'e 4 foi colocada no espaço por um foguete de longo alcance 3B a 8 de Dezembro no Xichang Satellite Launch Center, na província de Sichuan, sudoeste da China.

Batizada em homenagem à deusa da lua das lendas chinesas, a primeira nave Chang'e foi lançada em outubro de 2007 para testar a tecnologia da sonda lunar da China, obter imagens lunares e realizar pesquisas científicas.








A Chang'e 2 foi lançada em outubro de 2010 para realizar imagens de alta definição da lua e investigar as condições para a aterragem para o Chang'e 3. O Chang'e 3, foi lançado em Dezembro de 2013, foi um marco na história da exploração espacial do país porque foi a primeira nave chinesa a pousar na Lua e também a primeira nave artificial a pousar na superfície lunar em quase quatro décadas. Chang'e 3 colocou o primeiro rover lunar chinês, Yutu, na lua. Yutu funcionou lá cerca de 1.000 dias.


Um simulado processo de pouso da sonda lunar Chang'e-4 é visto através do monitor no Centro de Controle Aeroespacial de Pequim, em Pequim, capital da China, em 3 de janeiro de 2019. [Foto / Xinhua]

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A nave Chang'e-4 já enviou as primeiras imagens do lado oculto da Lua.
O rover está estudando a geologia da região e fazendo experimentos biológicos.
Mas essa missão não é apenas um pousar na Lua, a China tem grandes ambições espaciais, e está investindo forte no programa de exploração lunar, e esta missão bem-sucedida mostra que o país está no topo da corrida especial mundial.
Futuramente deverão trazer para a terra amostras de rocha lunares para investigação, o que leva a crer que a China poderá ter em mente a mineração em território lunar.




Fonte//ChineDaily



quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Na Holanda, fogueira de fim de ano transforma-se em pesadelo

Os bombeiros de Scheveningen, um distrito costeiro de Haia, na Holanda, foram chamados na passagem de ano para combater um enorme incêndio, começado com uma tradicional fogueira da véspera de Ano Novo, que ficou descontrolada devido a fortes ventos.

Photo Fotobank.ru/getty images


As faíscas levadas pelos mini tornados fizeram deflagrar incêndios nos telhados da cidade. Felizmente, não houve feridos.



A governadora de Haia, Pauline Krikke, disse que as autoridades investigarão o incidente para determinar as suas causas e se deverão continuar com a tradicional fogueira.











Todos os incêndios foram extintos às 5 da manhã, mas a polícia local foi forçada a intervir para controlar a multidão e deixar os bombeiros fazer seu trabalho.


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Fonte//SputnikNews





terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Os direitos e responsabilidades dos robots


O status legal dos androides com inteligência artificial capazes de se mover e falar tem sido um dos principais pontos de discórdia entre os criadores de robótica, acadêmicos, legisladores e especialistas em ética nos últimos anos.

Photo Youtube


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A Comissão de Assuntos Jurídicos do Parlamento da UE foi a primeira a propor a classificação de robôs autônomos sofisticados como "pessoas eletrônicas" em maio de 2016 que podem ter "direitos e obrigações específicas, incluindo a de reparar qualquer dano que possam causar e aplicar personalidade eletrônica a casos onde os robôs tomam decisões autônomas inteligentes ou interagem com terceiros independentemente ".
Desde a publicação do relatório preliminar, tem havido muita discussão sobre as questões relacionadas com a responsabilidade dos robôs.








Falando com o Daily Star Online, o Dr. Oliver Bendel, professor de sistemas de informação da Universidade de Ciências Aplicadas e Artes, disse que não há necessidade de conceder ás "pessoas eletrônicas", direitos morais ou qualquer status pessoal devido à falta de fundamentos filosóficos ou éticos.
 Esses direitos só fazem sentido quando se pode sentir ou sofrer, se houver uma consciência ou uma vontade de viver. Se um dia os robôs puderem sentir ou sofrer, se tiverem uma consciência ou vontade de viver, devem receber direitos. No momento atual não. Poderíamos, na melhor das hipóteses, desenvolver "ciborgues invertidos", isto é, deixar células cerebrais e nervosas crescerem nas estruturas técnicas de um robô. Tais ciborgues poderiam sentir algo.

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Jordi Vallverdú, filósofo da computação e cientista, por sua vez, disse que não ser importante dar direitos humanos aos robôs por enquanto.
Há pouco mais de um ano, um robô da AI chamado Sophia tornou-se o primeiro cyborg do mundo a receber cidadania da Arábia Saudita.




Fonte// SputnikNews




De acordo com a ciência, quais curas para a ressaca?


Uma noite de bebedeira pode levar à inflamação do estômago e dos intestinos, a sono de má qualidade e à produção de substâncias tóxicas que levam a vômitos, e aumento da frequência cardíaca.
Pesquisas também sugerem que a ressaca pode dificultar a capacidade de se concentrar e afeta a capacidade de raciocínio.
Mas será que há curas para a ressaca?


Photo Mundo Boa Forma

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Agua

A desidratação é um dos sintomas de ressaca mais falados. O álcool é um diurético e em outras palavras, faz-nos urinar com mais frequência.
Tomar cerca quatro bebidas pode eliminar entre 600 e 1.000 mililitros de água do corpo.
O consumo exagerado de álcool também pode causar vômitos e diarreia, o que também faz com que o corpo perca líquidos. Como resultado, a desidratação causa sede, fraqueza, boca seca e tonturas.
Beber água pode acalmar alguns destes sintomas, mas a desidratação também é normalmente acompanhada de desequilíbrio eletrolítico.
Água e um suplemento de eletrólito pode, portanto, resolver alguns dos sintomas da ressaca - mas nem todos.

Ovos e bacon


Um dos remédios mais tradicionais para uma ressaca é um prato de bacon e ovos gordurosos.
Alimentos como bacon, ovos e até mesmo brócolos contêm um aminoácido chamado "cisteína", que os cientistas afirmam que pode diminuir a quantidade de "acetaldeído" químico tóxico, que é produzido quando corpo metaboliza o álcool.
O acetaldeído contribui para os sintomas da ressaca, como aumento da frequência cardíaca, náuseas e vômitos, mas não há nenhuma razão com base científica, que indique que esses alimentos curarem a ressaca

Cafeina


Uma das razões pelas quais nos sentimos tão mal depois de beber é o efeito do álcool no sono. O sono induzido pelo álcool pode ser mais curto e de pior qualidade, mas o cansaço que sentido pode ser revertido pelo estimulante favorito de todos, a cafeína.
Evidências sugerem que as pessoas que bebem regularmente cafeína desenvolvem uma dependência física desta droga, o que explica por que algumas pessoas precisam da sua ingestão matinal. Mas para essas pessoas, uma chávena de chá ou café durante uma ressaca pode não ser suficiente. Há também evidências que sugerem que pessoas que normalmente não tomam cafeína não têm o mesmo desempenho e agilidade que os consumidores normais.






Mais alccol



Durante uma ressaca, quase todos dizem "eu nunca mais vou beber". O fato é que beber durante uma ressaca pode ser muito perigoso. Os órgãos vitais, como o fígado, precisam de tempo para reparar os danos causados ​​por uma bebedeira.
As diretrizes cientificas recomendam que evite o álcool nas 48 horas após o consumo exagerado de álcool. Além disso, "curar" uma ressaca ingerindo álcool, pode indicar algum distúrbio relacionado com o consumo de álcool.
Não está esclarecido se é a ressaca que causa o alcoolismo ou o consumo repetido de álcool em excesso.
No que diz respeito às curas de ressaca, esta não é recomendada.

Farmaceutica


Recentemente, parece que cada vez há mais produtos farmacêuticos que alegam aliviar os sintomas da ressaca. Esses produtos geralmente são tidos como aceleradores para o corpo se livrar do acetaldeído químico tóxico, e também indicam reduzir a inflamação e abordar as mudanças químicas em nosso cérebro causadas pelo álcool.
.Não é de surpreender que não haja atualmente nenhuma evidência de que qualquer remédio convencional ou complementar possa curar uma ressaca. Não se sabe se isso ocorre porque essas curas não funcionam ou porque sua eficácia não foi totalmente testada.

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Assim, embora esses remédios populares possam dar algum alívio aos sintomas da ressaca, não há tratamento baseado na ciência e na medicina.
A ressaca é uma combinação complexa de sintomas físicos e psicológicos, que são causados ​​por vários processos diferentes no corpo e no cérebro. Além disso, poucos tratamentos de ressaca abordam deficiências na concentração, memória e tempos de reação, ou o baixo humor e o aumento da ansiedade frequentemente relatados pelos pacientes.
A única maneira infalível de evitar a ressaca é beber álcool com moderação, ou não beber nada.



Fonte//ScienceAlert






NASA autoriza produção em grande escala do Dream Chaser


Agendada para fazer sua primeira missão em 2020, a empresa anunciou em 18 de dezembro que havia feito o contrato de Serviços de Reabastecimento Comercial. A Sierra Nevada Corporation (SNC) foi autorizada a iniciar a produção em grande escala de seu avião de carga comercial "Dream Chaser".

Photo Futurism

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Agora, a empresa é capaz de avançar com a produção em larga escala do avião de carga espacial, que será usado para entregar a carga para a Estação Espacial Internacional (ISS).
O Dream Chaser foi projetado originalmente para o programa de tripulações comerciais da NASA, mas acabou sendo marginalizado pela NASA a favor de projetos da Boeing e da SpaceX.


Esta versão redesenhada do Dream Chaser original, inclui asas dobráveis ​​e é capaz de transportar 5.500 kg de carga para a Estação Espacial Internacional e transportar para a Terra 1.850 kg.
A SNC foi uma das três empresas, ao lado da SpaceX e da Orbital ATK (agora Northrop Grumman Innovation Systems), a ter um contrato de carga comercial da NASA em 2016. O contrato garante a cada empresa pelo menos seis missões à ISS.







Vários componentes do Dream Chaser já foram produzidos e testados. Numa conferência em outubro passado, Steve Lindsey, vice-presidente de Sistemas de Exploração Espacial da SNC, disse que esperava que a montagem e teste do primeiro Dream Chaser seja efetuada até outubro próximo.
Os altos custos de lançamento são um dos fatores que mais limites impõem nas operações espaciais comerciais. O aumento da concorrência entre as corporações está ajudando a reduzir o custo de lançamentos abrindo novas portas a empresas menores.
Quando os preços dos veículos desceram, o que, representa cerca de 80% dos custos em todas as missões, vai abrir o negócio ao mercado comercial.


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Fonte//Futurism



Sonda New Horizons da NASA vai passar por Ultima Thule


As doze badaladas da passagem do ano para 2019 foram comemoradas com um sabor especial na NASA. É que a sonda New Horizons pode chegar finalmente a Ultima Thule (2015 MU69), considerado o objeto espacial mais longínquo que o Homem conseguiu alcançar, localizado para além da órbita de Plutão.


Photo SapoTek

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O mais curioso é que a sonda está a realizar uma missão para o qual nem foi concebida, já que foi lançada em 2006 em direção a Plutão, numa altura em que o Ultima Thule ainda não tinha sido descoberto. Apenas em maio de 2009 foi detetado, após os astronautas introduzirem uma câmara melhorada no telescópio espacial Hubble. Mas o corpo celeste foi finalmente fotografado em junho de 2014, descrito como uma “montanha” flutuante que orbita o Sol a mil milhões de milhas para lá de Plutão (e a quatro mil milhões de milhas da Terra).

Será o primeiro encontro da humanidade com este “novo mundo” marcado para o dia 1 de janeiro. Este contacto tem entusiasmado a comunidade científica que não sabe o que esperar: “Se soubéssemos o que esperar não estávamos a ir para Ultima Thule. É um objeto que nunca visitámos antes”, refere o investigador científico Alan Stern ao Business insider.








Segundo é explicado, Ultima Thule encontra-se numa zona chamada Cintura de Kuiper, uma região descrita como tendo uma luz solar tão fraca como a iluminação de uma Lua Cheia. Esta zona longínqua e gelada agrega os vestígios da formação do sistema solar, denominados por objetos da cintura de Kuiper (Kuiper Belt Objetcs - KBOs). Tal como Plutão, o Ultima Thule é um desses corpos que se juga estar em órbita há milhares de milhões de anos e que o seu estudo pode revelar como o Sistema Solar evoluiu para formar planetas como a Terra. É considerado uma espécie de “semente de planeta”.

Photo Sapo Tek

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Os cientistas consideram o corpo celeste como uma espécie de cápsula do tempo com 4,5 mil milhões de anos. É a primeira vez que assistem a um elemento que não é grande o suficiente para ter suporte geológico como um planeta, mas ao mesmo tempo nunca foi posto em perigo pelo Sol. Os cientistas afirmam que a passagem do New Horizons é o equivalente astronómico a uma escavação arqueológica no Egito. “É como abrir pela primeira vez o túmulo de um faraó e ver como era a cultura há mil anos atrás, mas aqui é nos confins do Sistema Solar”, afirma o investigador…

Se tudo correr bem, as primeiras imagens são esperadas hoje dia 1 de janeiro.



Fonte// SapoTek




Poderão os homens colonizar um asteroide


Recentemente, três pesquisadores da Universidade de Viena do Departamento de Astrofísica, publicaram um documento que sugere ser uma possibilidade fazer uma colonia num asteroide para extrair minérios.

Photo Ultimas-curiosidades


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Essa base teria que ser forçada a ter rotação para gerar gravidade artificial, tornando-se mais apropriado para ser habitado, segundo artigo publicado pelo portal Metro.
Os especialistas afirmam que os cálculos indicam que o asteroide teria que ser suficientemente robusto para de suportar a rotação.






Segundo a equipa de pesquisa, uma estação espacial escavada num asteroide é possível, caso suas dimensões o permitam e caso a composição e a resistência do material do asteroide sejam conhecidas o suficiente.
As cavernas dentro do asteroide dão a vantagem de material ser movimentado próximo à gravidade zero durante a extração e após o que facilita a movimentação, e o asteroide em si protegerá a parte interna contra a radiação.

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No entanto essa ideia custaria aproximadamente 75 bilhões de libras esterlinas por pessoa. Além disso, seria extremamente difícil construir uma habitação dentro de um asteroide, especialmente se considerarmos os efeitos negativos para o corpo humano devido à gravidade zero.
Para isso, serão necessários diversos especialistas de diferentes áreas, além disso, terá que conter tudo o que o homem necessita para vive, como ar, água e sistemas de reciclagem apropriados, bem como alimento e luz.


Fonte//SputnikNews




segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Chamas no ceu da Indonésia será profecia Biblica?


Imagens impressionantes mostrando o céu em chamas e nuvens cinzentas de fumaça emergiram da ilha indonésia de Sulawesi
 Embora a causa do aparecimento bola de fogo ainda não esteja esclarecida, os utilizadores das redes sociais foram rápidos em sugerir que o fenômeno foi causado por tecnologias de controlo do clima.

Um utilizador escreveu: "A Bíblia diz que no fim dos tempos veríamos sinais estranhos nos céus. Mal sabíamos que eles seriam feitos por homens!", Enquanto outro perguntava: "Eles controlam Máquinas Meteorológicas?”




Houve até alguém que se dirigiu diretamente ao presidente dos EUA, Donald Trump, e escreveu: “POTUS, por favor, pare de manipular o tempo ".
Um YouTube alegou ser o "HAARP", Programa de Pesquisa Auroral Ativa de Alta Frequência, financiado pelos EUA e construído pela BAE Advanced Technologies para ajudar a analisar a ionosfera e investigar o potencial para o desenvolvimento de tecnologia aprimorada.




No entanto, há também a hipótese fenômeno ter sido causado pela erupção do vulcão Anak Krakatau, que provocou um tsunami catastrófico na Indonésia, matando mais de 400 pessoas e deixando cerca de 40 mil desalojados.


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Fonte //SputnikNews




domingo, 30 de dezembro de 2018

Cruzeiros iráo reduzir imissões de CO2 ate 2030


A Associação Internacional de Linhas de Cruzeiros (CLIA, na sigla em inglês) anunciou que irá reduzir a taxa de emissão de carbono na frota da indústria em 40% até 2030.
 O progresso em direção à meta de 40 por cento será medido em tendo como linha de base a frota de 2008, e as taxas de emissões serão calculadas com base no total de emissões de carbono da frota, totais dos navios e distância total percorrida. A CLIA planeia informar anualmente o progresso do setor em relação ás reduções.

Photo Maritime Executive

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A redução será impulsionada por tecnologias de eficiência energética no projeto e propulsão de navios. O primeiro navio usando GNL, o “AIDAnova”, foi lançado a semana passada, e cerca de 25 desses navios podem já estar em operação em 2025. Embora os navios de GNL também causem poluição, há um benefício enorme na redução de emissões de carbono. 






A indústria cruzeiros investiu bilhões de dólares em novas tecnologias e combustíveis mais limpos para reduzir as emissões dos navios e na conceção e desenvolvimento de navios de cruzeiro com menos emissões e maior eficiência energética. O Guia de Sustentabilidade do Setor de Cruzeiros de Dezembro de 2018 afirma que as linhas de cruzeiro também implementarão Planos de Gerenciamento de Energia do Navio para planeamento e manutenção de rotas visando reduzir o consumo de combustível e as emissões.


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Fonte//MaritimeExecutive




Japão tem metais raros que podem abastecer o mundo por vários séculos


No início deste ano, os pesquisadores descobriram um depósito de minerais raros na costa do Japão que poderia abastecer o mundo durante séculos.
A notícia, publicada na revista Nature em Abril de 2018, diz que o depósito contém 16 milhões de toneladas de metais valiosos.


Photo Wikipédia

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Os minerais raros são usados ​​em tudo, desde as baterias dos smartphones aos veículos elétricos. Por definição, esses minerais contêm um ou mais de 17 elementos metálicos raros (para aqueles que estão familiarizados com a tabela periódica, estão na segunda linha a partir da parte inferior).
Esses elementos são realmente abundantes nas camadas da crosta terrestre, mas estão geralmente muito dispersos. Por causa disso, é raro encontrar uma quantidade substancial dos elementos agrupados para ser viável a sua extração, de acordo com o USGS.

Atualmente, existem apenas algumas áreas economicamente viáveis ​​onde podem ser extraídas mas mesmo assim é geralmente caro extrair.
 A China controla rigidamente grande parte do fornecimento mundial desses minerais há décadas. Isso forçou o Japão, um grande fabricante de eletrônicos, a confiar nos preços ditados pelo vizinho.
O depósito recentemente descoberto é suficiente para fornecer esses metais por muitas centenas de anos.
Há ítrio suficiente para atender procura global por 780 anos, disprósio por 730 anos, európio por 620 anos e térbio por 420 anos.







O depósito fica na Ilha Minamitori, a cerca de 1.850 quilômetros a sudeste de Tóquio. Está dentro da zona econômica exclusiva do Japão, de modo que a nação insular tem os direitos exclusivos sobre todos os recursos.
O Japão começou a procurar seus próprios depósitos minerais, depois que a China reteve os carregamentos desses metais devido a uma disputa por ilhas que ambos os países reivindicam como suas.
Anteriormente, a China reduziu suas cotas de exportação de minerais raros em 2010, subisndo os preços em até 10%.

Photo National Geografic

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Minerais raros podem ser formados pela atividade vulcânica, mas muitos dos minerais no nosso planeta foram formados inicialmente por explosões de supernovas antes da existência da Terra.
Quando a Terra se formou, os minerais ficaram nas partes mais profundas do manto do planeta.
Como a atividade tectônica deslocou porções do manto, os minerais raros ficaram mais próximo da superfície.
A única coisa que impede o Japão de usar este depósito para dominar o mercado global de minerais raros é o problema em extraí-los.
O processo é caro, e portanto, são necessárias mais pesquisas para determinar os métodos mais baratos.
O Japão agora tem a oportunidade de controlar uma grande fatia da oferta global, forçando os países que fabricam produtos eletrônicos, como a China e os EUA, a comprar esses minerais.


Fonte//ScienceAlert