sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Voos hipersónicos estão para "breve"


A Boeing está a estudar a construção de uma aeronave hipersônica que pode ter "aplicações militares ou comerciais".
 É apenas um dos vários veículos que os engenheiros da Boeing estão estudando para desenvolver tecnologia para transporte super-rápido. A antevisão artística mostra um avião elegante e futurista, com asas Delta, cauda dupla e nariz pontiagudo.

Photo Boeing


As aeronaves Hypersonic serão capazes de viajar á velocidades de Mach 5. Mach 5 é cerca de cinco vezes a velocidade do som, ou 6,125 km / h ao nível do mar. Os vaivém espaciais da NASA, ao reentrar na atmosfera da Terra atingem a velocidade de  Mach 25.
A Boeing divulgou seu conceito de avião de passageiro hipersônico no Fórum de Aviação e Aeronáutica de 2018, em Atlanta, organizado pelo Instituto Americano de Aeronáutica e Astronáutica.
A Boeing está empolgada nas viagens hipersónicas, estando desde há seis décadas, desenvolvendo e pilotando veículos hipersônicos experimentais.




Alem da Boeing, a NASA e outros estão a conceber projetos para promover viagens supersônicas comerciais.
A NASA está construindo a nova aeronave experimental X-59 QueSST para testar a tecnologia necessária para viagens supersônicas silenciosas. O projeto visa minimizar as explosões sonicas que causaram impedimento aos voos comerciais supersônicos no passado.
As empresas Virgin Galactic e Boom estão trabalhando juntas num jato supersônico projetado para voar duas vezes a velocidade do som, ou Mach 2. A Spike Aerospace está trabalhando no seu próprio avião supersônico, o S-512 Quiet Supersonic Jet , para voar sem as explosões sônicas.
Tudo indica que dentro de alguns anos viajaremos mesmo a velocidades hipersónicas.



Fonte//Space





Conseguir que a parceira tenha orgasmos afeta a masculinidade?

De acordo com um novo estudo da Universidade de Michigan (EUA), o homem sente a sua masculinidade reforçada quando consegue fazer sua parceira ter um orgasmo. O estudo foi efetuado com base nas respostas de 810 homens heterossexuais com 18 anos. Os cientistas pediram aos homens que imaginassem ter relações sexuais com uma mulher atraente, e depois contassem o que sentiam em diferentes situações.

Photo Gadoo

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A quase totalidade dos homens afirmaram que o orgasmo das mulheres é uma das experiências sexualmente mais satisfatórias que podem ter, segundo os autores do estudo, Sara B. Chadwick e Sari van Anders.
Sem muita surpresa, os homens disseram sentir a masculinidade quando ajudaram sua parceira a atingir o orgasmo, sendo também esse a razão por que muitas o fingem.
Por outro lado, o histórico de orgasmo de uma mulher (se ela teve orgasmos ou não com parceiros anteriores) não teve qualquer efeito nas respostas, nem a atitude de um homem em relação à igualdade de gênero dentro do relacionamento.





Em vez disso, o que teve um efeito foi com o homem se sentia em relação a situação da parceira, por exemplo, se ele se sentiria ou não ameaçado por uma colega de trabalho bem-sucedida.
Segundo os cientistas, esses resultados podem implicar, pelo menos do ponto de vista masculino, que o orgasmo feminino é menos tido em conta o prazer da mulher e mais o impulso do ego masculino.
Isso sugere que a ideia que existe sobre o orgasmo feminino pode, na verdade, refletir o facto que ao longo da história a sexualidade feminina ter estado ao serviço dos homens.

É de salientar que a idade média dos homens entrevistados é de 25 anos. Os homens dessa idade são na sua maioria a solteiros e podem estar mais ansiosos em mostrar suas proezas sexuais do que homens mais velhos que têm relacionamentos estáveis, o que pode distorcer um pouco os resultados.
Além disso, o estudo analisou apenas as respostas dos homens. Sem entrevistas também com mulheres para termos de comparação, é difícil dizer com absoluta certeza se essa questão se aplica com a inversão dos papéis, ou seja se a feminilidade da mulher é ou não prejudicada se ela não fizer um parceiro ter um orgasmo.

Photo Gadoo

No entanto, um outro estudo de 2014 que descobriu que a incapacidade de fazer uma mulher ter orgasmo pode deixar os homens deprimidos.
Assim concluíram que, existe uma discrepância entre homens e mulheres, a que chamaram de “lacuna do orgasmo”. Enquanto 95% dos homens heterossexuais afirmaram ter regularmente orgasmos durante o sexo, apenas 65% das mulheres heterossexuais dizem o mesmo.
Talvez mudar a a maneira como os homens vêm o orgasmo feminino seja importante. As mulheres devem ter orgasmos quando o desejarem, e deve ser encarado como uma parte maravilhosa da sua sexualidade, e não como uma proeza própria



Fonte//The Journal of Sex Research





quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Descoberta forma de combater os gases de efeito estufa

Pode ter sido descoberta uma nova maneira de combater os gases do efeito estufa.
Por mais estranho que pareça, pequenos organismos descobertos no fundo dos oceanos conseguem “alimentar-se” de C02 e hidrocarbonetos.
Estes micróbios, recolhidos no Golfo da Califórnia, a cerca de 2.000 metros de profundidade, vivem em zonas onde a atividade vulcânica submarina aumenta a temperatura para cerca de 200 graus Celsius (392 graus Fahrenheit).



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Foram identificados e separados, um total de 551 genomas, incluindo 22 que completamente desconhecidos, Estes microrganismos alimenta-se hidrocarbonetos como metano e butano.
No fundo do mar, existem enormes reservatórios de gases de hidrocarbonetos, incluindo metano, propano, butano e outros, e esses micróbios impedem que esses gases, de efeito estufa, sejam libertados para a atmosfera, alimentando-se deles quando se libertam do fundo marinho.
Os cientistas pensam usa-los para limitar ou limpar a poluição no futuro, aproveitando essas qualidades. Os estudos começaram agora mas os investigadores pensam ser possível.







De fato, os 22 novos tipos de micróbios são geneticamente desconhecidos, tanto que os cientistas procuram ainda em que sitio da árvore da vida os colocar.
Isso não é surpreendente. Estima-se que 99,9 por cento dos micróbios do mundo ainda não possam ser reproduzidos em laboratório, o que significa que ainda há uma enormidade de novas formas de vida por descobrir.
A árvore da vida é algo que as pessoas têm tentando entender desde que Darwin surgiu com o conceito há mais de 150 anos.


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Graças a melhorias no sequenciamento de DNA e software sofisticado, esse entendimento está a ficar mais claro com o passar dos anos. Os micróbios descobertos neste estudo podem melhorar nossa compreensão da biologia, bem como, potencialmente, controlar os poluentes no meio ambiente.
Para recolher estes micróbios foi usado o submersível Alvin, o mesmo veículo que explorou os destroços do Titanic em 1986.

Mais investigação e um maior número de amostras serão necessários para obter mais conhecimento de como esses micróbios do fundo do mar vivem, e como poderão ser utilizados no ciclo do carbono.
A pesquisa foi publicada na Nature Communications.


Fonte//ScienceAlert




Descoberta mutação genética que permite mergulhos longos em povo da Indonésia


Um estudo da Universidade de Copenhaga (Dinamarca), em colaboração com a Universidade de Cambridge (Reino Unido) e a Universidade da Califórnia (EUA), descobriu que os Bajau, um povo que vive na Indonésia, conseguem mergulhar ate 70 metros de profundidade devido a terem baços geneticamente aumentados.

Foto Hypesience

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Quando mergulhamos, ao prender a respiração, o corpo reage e aciona automaticamente a chamada “Resposta de mergulho”. O batimento cardíaco baixa, os vazos sanguíneos e o baço contraem-se para economizar energia enquanto estamos com pouco oxigênio

Embora já anteriormente houvesse a ideia de que o baço poderia estar diretamente relacionado com a capacidade de mergulhar, agora temos provas, de que ocorreu uma alteração genética em seres humanos, tornando-os capazes de mergulhar bem mais fundo.
O povo Bajau, conhecido como “nômadas do mar” ou “ciganos do mar”, andam pelos mares do sudeste asiático em casas flutuantes, vivendo dos alimentos que colhem no oceano usando lanças em mergulho livre.
Foto Hypesience

Vivendo agora nas ilhas da Indonésia, são famosos em toda a região por suas extraordinárias capacidades de mergulho com respiração sustida. Os Bajau conseguem mergulhar até 70 metros usando apenas pesos para afundar e um par de óculos de madeira. Há registos de pessoas que ficaram submersas durante 13 minutos.

Melissa Ilardo passou vários meses em Jaya Bakti, na Indonésia, para estudar esse povo e tentar verificar se realmente a suspeita inicial tinha fundamento. Existem mamíferos marinhos que têm um baço que se contrai e cria um aumento de oxigenação, na ordem do 9%, como é exemplo a foca-de-weddel.






Os resultados desse estudo, mostraram que os Bajau têm um tamanho médio do baço 50% maior do que os Saluan, e estranhamente todos os Bajau o tinham mesmo os que não mergulhavam.
Os cientistas, então, eliminaram a possibilidade de que os baços maiores fossem simplesmente uma resposta do corpo ás necessidades do mergulho e passaram a investigar os dados genéticos dos Bajau.
Descobriram então que esse povo tem um gene chamado PDE10A que os Saluan não possuem. Acredita-se que o PDE10A controle os níveis do hormônio tireoidiano T4.


Foto Hypesience

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Essa adaptação genética pode aumentar os níveis de tal hormônio da tireoide, o que, consequentemente, aumenta o tamanho do baço.
Esta é a primeira vez que uma adaptação genética ao mergulho foi identificada em seres humanos.
Essas descobertas também abrem a possibilidade de fazer mais estudos a outras populações nômades marinhas tais como o povo tailandês Moken e as mulheres Haenyeo de Jeju, na Coreia do Sul.
Isso é algo que deve ser feito com alguma urgência, já que essas formas tradicionais de vida estão ameaçadas.


Fonte//Hypescience





quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Cientistas querem criar material tão forte como teia de aranha


A seda das teias de aranha é um dos materiais naturais mais fortes que existe, sendo comparativamente 5 vezes mais forte que o aço.
Isso é possível devido a cada filamento ser composto por milhares de nano-bandas ou nanofibrilas, dispostas em paralelo.


 Usando um microscópio atômico, os cientistas examinaram a teia da aranha “Reclusa Marrom” ( Loxosceles reclusa ) para estudar principalmente a sua estrutura molecular.
Verificou-se que cada uma dessas nano esferas é composta por proteína e mede menos de um milionésimo de polegada de diâmetro, centenas de milhares de vezes mais finas que a largura de um fio de cabelo humano.
Foto EpochTimes

Com estes estudos espera-se conseguir conhecimento para continuar desenvolvendo materiais super fortes.
 A escolha recaiu sobre a teia da reclusa marrom porque sua seda é achatada e não cilíndrica.
Pensava-se que as teias de aranha era uma única fibra, mas agora descobriu-se que na verdade é como um cabo, composta por inúmeros fios minúsculos entrançados.
A ideia de nano fios entraçados na seda da aranha já tinha sido sugerida antes, mas esta é a primeira vez que os cientistas puderam ver claramente como é a sua composição.






A seda das aranhas não é estruturada toda da mesma maneira. As aranhas que capturam as presas no nível do solo têm as ligações entre as nano fios individuais, são muito mais fortes.
A equipa desenvolveu um modelo estrutural baseado nas suas descobertas que pode eventualmente nos levar a fazer nossos próprios materiais baseados nos princípios da seda da aranha reclusa marrom, cabos longos e extremamente finos.

Foto Wikipedia


Muitos estudos já foram efetuadas, visando a criação de seda de aranha artificial, para uso industrial. Entender as propriedades da seda no nível molecular pode indicar uma fórmula para a criação de outros materiais sintéticos.






Pescador filma quando é mordido por um tubarão


Por todo o mundo acontecem ataques de tubarões, principalmente na aguas quentes do Atlântico e Pacifico sul.
Will Krause estava nas Bahamas, pescando com amigos quando foi atacado por um tubarão-bico-fino, também conhecido por cação-coralino. Foi mordido na cabeça e no pescoço e apesar de ferido sobreviveu.





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Como tinha uma camara GoPro, conseguiu um vídeo do seu próprio ataque, sendo possível ver um tubarão de um pouco mais de 2 metros abocanhando a cabeça e o pescoço do rapaz e, em seguida, soltando-o de repente. Após o ataque, o tubarão deixou Krause que nadou para o barco coberto de sangue.



"A única coisa que realmente me lembro naquele momento debaixo da água foi o barulho. O som da minha cabeça sendo mordida, que não é um som agradável", disse ele.
O ataque ocorreu há já alguns meses mas só esta semana se tornou conhecido depois de Krause o postar numa mensagem do Dia de Ação de Graças no Facebook.


Fonte//SputnikNews




terça-feira, 27 de novembro de 2018

Cerca de 140 baleias piloto encalharam na Nova Zelandia


Cerca de 140 baleias encalharam numa praia na Nova Zelândia, deixando a praia de Manson Bay coberta de baleias mortas.
Os cientistas não sabem ao certo a razão da ocorrência destes encalhes em massa dos grandes mamíferos marinhos, podem dever-se a doença ou ferimentos que as deixa á mercê de correntes e tempestades. Também podem estar incluídas perseguições a presas apanhando águas rasas e ate erros de ecolocalização e mesmo mudanças rápidas de mares, que as deixam presas em pouca água.





Normalmente isso acontece individualmente, mas não é vulgar acontecer com tão grande número.
A triste ocorrência que matou mais de 14º baleia-piloto, em Mason Bay, na Nova Zelândia, no último fim-de-semana continua um mistério.
Devido á localização remota ,Mason Bay fica na ilha mais ao sul da Nova Zelândia, com uma população de menos de 400 pessoas, as autoridades não foram capazes de reunir pessoas suficientes para ajudar as baleias a voltar para o mar a tempo, pelo que tiveram que tomar uma desagradável decisão, ajudar as baleias a morrer.
"Infelizmente, a probabilidade de colocar de volta ao mar as baleias as baleias encalhadas era extremamente baixa", disse Ren Leppens, gerente de operações da Rakiura para o Departamento de Conservação da Nova Zelândia, num comunicado.







Metade dos animais já estava morta quando as autoridades chegaram, disse ele
Para colocar as baleias e golfinhos no mar pode exigir muitas horas de trabalho intensivo, muito pessoal treinado e, em alguns casos, equipamentos especiais. Os especialistas recomendam pelo menos uma pessoa por animal apenas para o tentar acalmar, e mesmo assim, é uma tarefa perigosa.
As baleias podem ficar agitadas quando ficam stressadas e podem ferir ou até matar um homem apenas com um pequeno movimento de barbatana ou cauda de baleia.
Há também o perigo de doenças pelo que as pessoas precisam evitar o contato com o exalante ou fluidos corporais."
Com a dolorosa decisão de matar as baleias moribundas, a operação de Mason Bay passou de resgate para limpeza.
As baleias-piloto podem atingir 5,7 metros de comprimento e pesar mais de 2,7 toneladas, sendo uma enorme quantidade de carne em decomposição.

As baleias em decomposição apresentam um tipo de perigo, já que os gases se acumulam dentro dos grandes mamíferos, explodem, de acordo com a National Geographic, e devido a estes riscos, as autoridades proibiram o acesso á praia.
A restrição permanecerá em vigor enquanto as autoridades considerarem necessário.
O ano passado, centenas de baleias-piloto foram encontradas Farewell Spit; muitas  já estavam mortos.

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Naquele incidente, centenas de baleias-piloto nadaram até uma baía de aguas rasas, e depois ficaram presas no canal, acabando por encalhar. Foi uma das piores encalhes em massa da história do país, apesar das tentativas desesperadas de salvar os animais.
Fotos publicadas pelo New York Times no ano passado mostraram mais de 500 voluntários colocando toalhas sobre os mamíferos marinhos e despejando baldes de água do mar para os manter húmidos até os conseguir colocar no mar.




segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Mecânica quântica poderá resolver insegurança nas comunicações.


Um grupo de técnicos de York conceberam um protótipo, baseado nos princípios da mecânica quântica, que tem o potencial de eliminar as vulnerabilidades das atuais comunicações, e permitir que as informações fiquem seguras.
As comunicações padrão são vulneráveis ​​a hackers, podendo as informações criptografadas ser intercetadas e mesmo copiadas, mas para as ler é necessário descodifica-la o que podem também acabar por conseguir.



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A informação pode estar segura por algum tempo, mas não há garantias que estaria segura para sempre. Os supercomputadores que estão a desenvolver poderiam decifrar criptografias.
Um hacker pode atacar os dispositivos usados ​​para transmissão de informações, bloqueando os detetores usados ​​para recolher e medir os fótons que transportam a informação.
Um ataque assim é perigoso porque confiamos dos dispositivos, mas um hacker altera-os e consegue mudar o funcionamento, comprometendo a segurança da informação






Os princípios da mecânica quântica, no entanto, permitem a segurança daa comunicações mesmo que os dispositivos eletrônicos sejam alterados. Em vez de depender de componentes eletrônicos possivelmente adulterados no ponto em que a informação precisa ser detetada e lida, os investigadores descobriram que, se os detetores de fontes não confiáveis ​​estivessem entre o emissor e o recetor, a comunicação teria muito mais segurança


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O Dr. Cosmo Lupo, do Departamento de Ciência da Computação da Universidade de York, afirmou: "A mecânica quântica já percorreu um longo caminho, mas ainda estamos diante de problemas significativos que precisam ser resolvidos com novas experiencias.
.O detetor receberia a combinação dos dois sinais, um do remetente e outro do recetor. O detetor só conseguirá ler o resultado da combinação dos sinais, mas não a informação.


Esse protótipo em princípio pode permitir a troca de códigos inquebráveis ​​pela Internet sem grandes mudanças na infraestrutura real, e agora é preciso encontrar maneiras de reduzir o custo desses sistemas. Não se trata apenas de uma prova de matemática rigorosa, mas sim um esquema compatível com as redes existentes por fibra, estando muito perto de tornar as comunicações quânticas uma realidade.



Nova espécie de Dicnodonte descoberta na Polonia


Ao longo dos 4.5 mil milhões de anos de existência da Terra, aconteceram muitas mudanças geológicas. Há cerca de 250 milhoes de anos, os continentes atuais estavam unidos num único  super continente chamado de Pangea. Nesse período, Triásico, aparecerem os primeiros dinossauros, assim como os antepassados dos repteis e mamíferos.


De entre os últimos havia uma espécie recentemente descoberta, os Terapsídeos.
Os terapsídeos eram répteis, muito semelhantes aos mamíferos, e ancestrais dos mamíferos modernos onde se inclui o homem. Eram herbívoros e habitavam em grupos e eram denominados de dicinodontes. Como herbívoros que eram não necessitavam de dentes e tornaram-se a espécie de herbívoros dominante depois de sobreviverem á grande extinção em massa do Permiano, pensando-se que se extinguiram antes dos grandes dinossauros aparecerem.

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Foram agora descobertos fosseis de uma nova espécie de dicinodonte na aldeia polonesa de Lisowice por uma equipa de investigadores do programa de pesquisa Evolution and Development da Universidade de Uppsala, em colaboração com pesquisadores da Academia Polonesa de Ciências (Varsóvia).
Esta nova espécie foi batizada de Lisowicia bojani em homenagem a um cientista alemão chamado Ludwig Heinrich Bojanus que trabalhou em Vilnius e é conhecido por fazer várias descobertas anatômicas importantes.

O Lisowicia era aproximadamente do tamanho de um elefante atual, com cerca de 4,5 metros de comprimento, 2,6 metros de altura e um peso aproximado de 9 toneladas, o que é 40% maior do que os anteriores fosseis descoberto desta espécie.
Um análise aos ossos dos membros indicou que eles tinham um crescimento rápido, muito parecido com um mamífero ou um dinossauro.

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Os dicinodontes eram animais de sucesso no Triássico Médio e Superior. Os cientistas agora querem saber porque os dicinodontes se tornaram tão grandes.
 Em 2005, Robert Borzecki e Piotr Menducki fizeram as primeiras descobertas de fósseis de Lisowice na Polônia. Desde então, foram recolhidos mais de mil ossos e fragmentos ósseos na área, incluindo fósseis de Lisowicia. Acredita-se que a área tenha sido o leito de um rio durante o período triássico.
Estas descobertas na Polônia são as primeiras descobertas de dicinodontes do final do Triássico na Europa.



domingo, 25 de novembro de 2018

Montanha ameaça desabar nos Alpes

O famoso pico Hochvogel, na fronteira entre a Alemanha e a Áustria, está em risco de desabar segundo dados da monotorização que está a ser efetuada. Há uma fenda gigante, com 40 metros de comprimento e 8 metros de profundidade, que ameaça colapsar, o que a acontecer provocará uma avalanche de pedras que desciam dos 2,6 mil metros de altura, devastando qualquer coisa que esteja no seu caminho.




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Os geólogos, que fazem a monotorização do pico na fronteira da Baviera com o Tirol, já registraram algumas quedas de rochas.
Se isso acontecer, cerca de 260.000 metros cúbicos de rocha cairão para o vale a partir do cume, que é 2592 metros no seu ponto mais alto. No entanto, é difícil avaliar se a montanha vai-se desmoronar gradualmente ou colapsar numa só vez.






A região está atualmente sendo vigiada por drones, enquanto as mudanças na paisagem são cuidadosamente medidas. Os resultados dos registos mostram que a fenda no cume tem atualmente mais de 40 metros de comprimento, 8 metros de profundidade e 3 metros de largura.

No entanto, as autoridades afirmam que não há perigo para as pessoas que habitam no vale. A aldeia mais próxima fica a mais de dois quilômetros de distância da montanha. Mesmo a casa mais próxima do pico, um refúgio de 140 anos do German Alpine Club, está longe demais para ser atingida pelo desabamento.


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No entanto se tal acontecer, os habitantes do vale ainda podem ter que suportar uma nuvem de poeira em Hinterhornbach, dependendo do vento, segundo a opinião do geólogo tirolês Thomas Figl


Fonte//SputnikNews



sábado, 24 de novembro de 2018

Encontrada maneira de transformar C02 em plastico


Um grupo de cientistas encontrou uma maneira altamente eficiente de transformar CO2 em plástico, tendo desenvolvido catalisadores que podem converter dióxido de carbono, a causa principal do aquecimento global, em plásticos, tecidos, resinas e outros produtos.
Os eletro-catalisadores são os primeiros materiais, além dos enzimas, que conseguem transformar o dióxido de carbono e água em blocos de construção contendo um, dois, três ou quatro átomos de carbono, com mais de 99% de eficiência.




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Dois dos produtos, o metilglioxal (C3) e o furandiol (C4), podem ser usados ​​como precursores para plásticos, adesivos e produtos farmacêuticos. O formaldeído tóxico pode ser substituído por metilglioxal, o que torna o processo mais seguro.
"Nosso avanço pode levar à conversão de dióxido de carbono em produtos valiosos e matérias-primas nas indústrias química e farmacêutica", são as declarações de Charles Dismukes, professor do departamento de química e biologia química e do departamento de bioquímica e microbiologia da Universidade Rutgers. Nova Brunswick.





Os cientistas já haviam demonstrado que o dióxido de carbono pode ser convertido eletro-quimicamente em metanol, etanol, metano e etileno, com rendimentos bastante alto mas essa produção é ineficiente e muito cara para ser comercialmente viável.
Com este novo processo, usando cinco catalisadores feitos de níquel e fósforo, que são baratos e existem no mercado, no entanto, podem converter de forma eletroquímica dióxido de carbono e água em uma ampla gama de produtos à base de carbono.



A escolha do catalisador e outras condições determinam quantos átomos de carbono podem ser unidos para formar moléculas ou até gerar polímeros maiores. Em geral, quanto mais longa a cadeia de carbono, mais valioso é o produto.
O próximo passo é aprender mais sobre a reação química subjacente, para que possa ser usado para produzir outros produtos valiosos, como dióis, que são amplamente utilizados na indústria de polímeros, ou hidrocarbonetos que podem ser usados ​​como combustíveis renováveis.


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Com base em seu trabalho, os cientistas conseguiram patentes para os eletro-catalisadores e formaram a empresa RenewCO₂, destinada a os comercializar.
A pesquisa foi publicada na revista  Energy & Environmental Science



Descoberto gelo "quente" no glaciar mais alto do mundo


Um alerta dos especialistas indica que o gelo no glaciar mais alto do mundo, nas encostas do Monte Everest, é mais quente do que deveria, o que significa que é extremamente vulnerável aos efeitos futuros da mudança climática.
As temperaturas registadas abaixo da camada superficial de gelo são de apenas -3,3 graus Celsius (26,06 graus Fahrenheit).


É uma temperatura muito baixa, mas o que é estranho é que a temperatura do gelo é 2 graus Celsius (3,6 graus Fahrenheit) mais quente que a temperatura média anual do ar.
Isso significa que há o risco de o gelo começar a derreter.
Isso tem implicações não só para o a cordilheira dos Himalaias onde está o Everest, como também afetará as pessoas que vivem em baixo e que precisam da água resultante da enorme quantidade de gelo glacial que é uma reserva valiosa de água potável


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O gelo quente é particularmente vulnerável às alterações climáticas, porque mesmo pequenos aumentos de temperatura podem provocar o seu derretimento.
Usando maquina de agua quente para a perfurar o gelo, a equipa de pesquisa da EverDrill fez leituras até 155 metros abaixo da superfície, a uma altitude de  até 5.200 metros na Geleira Khumbu .
Os sensores de temperatura foram usados ​​para fazer leituras durante vários meses em 2017 e 2018. O aquecimento geotérmico, o ar mais quente subindo dos vales e o fluxo de água derretida podem ser responsáveis ​​pelas temperaturas relativamente altas, dizem os investigadores.




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  • "A temperatura interna tem um impacto significativo na dinâmica complexa de um glaciar, incluindo como ele flui, como a água escoa através dele e quantidade de agua resultante da fusão do gelo ", diz Quincey .

Na verdade, há muito gelo aqui, mais do que em qualquer lugar na Terra, exceto no Ártico e na Antártida razão porque a região Hindu-Kush do Himalaia é às vezes referida como o terceiro polo. Estima-se que 60 milhões de pessoas dependem da água dessa região.
Os mesmos cientistas também estão investigando o aumento da formação de lagos nos glaciares em volta do Monte Everest. Como a água absorve melhor o calor do que o gelo, ela cria um ciclo de aumento de temperatura que derrete o gelo.

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Em outras palavras, mesmo pequenos aumentos de temperatura podem levar a uma perda significativa de glaciares e aumento de água de degelo no sopé do Monte Everest.
É importante levar em conta que países do mundo inteiro tentam e reduzem a quantidade de gases de efeito estufa que nossas atividades estão colocando na atmosfera.



Objeto estranho filmado nos incendios da California


Embora os internautas tenham apresentado várias explicações razoáveis ​​para o fenómeno visível no vídeo, nenhuma delas explica totalmente a velocidade ou a forma do objeto que se desloca e é visível na filmagem.



As pessoas que assistiram à reportagem na TV sobre os incêndios florestais na Califórnia, transmitidas pelo canal Sky 5, viram um objeto não identificado movendo-se em segundo plano no canto superior esquerdo. O objeto 'em forma de charuto' apareceu por trás da cortina de fumo criada pelos fogos, usando-o como uma cobertura, sugeriu a o canal online 'Disclose TV'.

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Nos comentários do vídeo muitas pessoas afirmaram que realmente parecia um OVNI, já que deslocava-se a velocidades que os dirigíveis ou qualquer outra aeronave não alcançavam. Ainda assim, alguns comentaram que o objeto poderia estar se deslocando, não no ar, mas na água, já que o lago Oroville podia ser visto ao fundo. De fato, a forma elipsoide do objeto poderia ser explicada pelo rasto que uma embarcação em movimento rápido deixa na água, mas alguns internautas não ficaram convencidos.

Um internauta sugeriu que o objeto em forma de charuto era apenas o resultado de algum tipo de montagem de vídeo, o que poderia explicar os movimentos desajeitados do objeto.


Fonte//SputnikNews

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Mapas mostram como mudamos a face da Terra nos últimos 25 anos


Nosso planeta está em constante mudança, e agora graças a investigadores da Universidade de Cincinnati, podemos ver algumas dessas mudanças em mapas durante ao um quarto de século.


(Universidade de Cincinnati)


Estes novos mapas publicados pela equipa mostram que 22 por cento da superfície habitável da Terra alterou-se substancialmente entre 1992 e 2015. Os gráficos coloridos mostram as alterações nas florestas, terras agrícolas e zonas húmidas, os ganhos e as perdas de água e muito mais.
Esses gráficos foram concebidos para entender melhor os padrões de alteraçao em todo o mundo, por que as pessoas mudam-se de um local para outro, mas também destacam a rapidez com que nossas paisagens estão mudando.



(Universidade de Cincinnati)


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Já sabíamos que estava a acontecendo a desertificação ou a perda de terras húmidas e o aumento da urbanização, mas agora podemos ver exatamente onde tudo isso está acontecendo.
Os mapas foram concebidos a partir de dados detalhados de satélite, tendo as imagens da superfície terreste unidas e tudo compactado em quadrados de 9 x9. Esses tipos de uso foram então codificados por cores para produzir os mapas.
Os dados foram originalmente recolhidos pela Agência Espacial Europeia (ESA) para estudar as mudanças climáticas e o ciclo do carbono porque uma zona de floresta absorve muito mais carbono do que um deserto estéril, e estes dados podem ser adaptados para muitos usos diferentes, como mostra este estudo.





A grande conquista para a Agência Espacial Europeia foi garantir que as imagens de satélite fossem compatíveis de ano para ano para que pudessem compará-las.
Os mapas mostram uma perda enorme de florestas na América Central e do Sul, por exemplo, enquanto um dos padrões dominantes em todo o mundo era a adaptação de florestas para terras agrícolas. Ao mesmo tempo, o aumento da urbanização é visível na América do Norte e na Europa, enquanto o sudeste dos Estados Unidos existem muitas áreas húmidas perdidas.



(Universidade de Cincinnati)

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Nos últimos 24 anos, o deserto do Saara cresceu, como mostram os mapas, já que a pastagem se transformou em deserto por causa do aumento da temperatura. Os diagramas também mostram a secagem do Mar de Aral na Ásia central, depois dos agricultores usarem sua água para a irrigação do campo de algodão.

Todas essas mudanças influenciam os padrões de migração, observam os investigadores. Assim como os efeitos contínuos da mudança climática, as mudanças mais diretas  da mão humana no planeta, como cortar florestas para dar lugar a terras agrícolas, também estão tendo um impacto sobre a escolha das pessoas onde para onde preferem viver e trabalhar.
Neste momento há caravanas de pessoas dirigindo-se para os Estados Unidos. Grande parte vêm da Guatemala e perderam a floresta porque as pessoas usam lenha para combustível. É uma parte da crise dos refugiados.
O que é preocupante é que mudanças tão grandes estejam acontecendo num período tão curto de tempo. A questão agora é como serão os próximos 25 anos, mas à medida que a população cresce, também aumenta a procura dos recursos naturais do planeta.



(Universidade de Cincinnati)

"Espero que este mapa torne as pessoas mais conscientes do impacto humano em nosso planeta.Como sociedade, precisamos estar mais bem informados sobre a escala das mudanças que fazemos na Terra e, em minha opinião, essa consciência pode influenciar futuras mudanças nas políticas ambientais,” disse um dos integrantes da equipa , Jakub Nowosad.




quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Empresa norueguesa vai usar biogás como combustivel dos seus navios


A empresa de navios de cruzeiro norueguesa Hurtigruten, vai utilizar o chamado biogás liquefeito como combustível para os seus navios. Este combustível é produzido a partir de peixes mortos e outros resíduos orgânicos.





A Hurtigutren planeia investir mais de € 740 milhões na criação da linha de cruzeiros "mais ecológica no mundo".

O norte da Europa e Noruega, que têm grandes setores de pesca e silvicultura que produzem regularmente grande quantidade constante de detritos orgânicos. Estes detritos serão convertidos em biogás.


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  • “ Até 2021, a empresa norueguesa espera operar com pelo menos seis dos seus navios já usando este biogás liquefeito, um combustível produzido através de bactérias,” afirmou o diretor executivo da companhia, Daniel Skjeldam.
  • "Aquilo que os outros veem como um problema, nós vemos como um recurso e uma solução. Ao introduzir o biogás como combustível para os navios de cruzeiro, a Hurtigruten será a primeira empresa de cruzeiros a utilizar este combustível ", acrescentou o empresário.


De acordo com ele, o principal objetivo da empresa é reduzir as emissões de CO2. Aliás, esse exemplo estabelecerá um padrão completamente novo na indústria naval em todo o mundo.

A Hurtigruten opera com 14 navios tendo outros dois com entrega prevista para 2019



quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Oito hábitos que aumentam a esperança média de vida


Quando se pensa em saúde e longevidade, é comum pensar-se na prevenção, na manutenção de uma alimentação equilibrada e na prática de exercício físico. Há também outros fatores que podem influenciar grandemente a nossa qualidade e tempo de vida.
A revista britânica Daily Mail publicou uma lista com os hábitos com maior impacto sob o ponto de vista da ciência.

 Durma, mas não exagere

Diversos estudos já provaram que dormir pouco reduz a expetativa de vida, todavia, dormir demais tem o mesmo impacto. Segundo um relatório publicado em 2010, que analisou um milhão de pessoas de oito países diferentes, dormir menos de seis horas por noite pode aumentar em 12% o risco de morte prematura. Contudo, quem dorme mais de nove horas apresentou um risco ainda maior, de 30%. Por isso, é recomendado que durma entre sete a oito horas por noite.


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 Pratique exercício físico

A Organização Mundial da Saúde (OMS), recomenda um mínimo de 150 minutos semanais de caminhada ou marcha para aumentar a força muscular e melhorar a saúde cardiovascular. Investigadores norte-americanos e suecos descobriram que indivíduos acima dos 40 anos que fazem caminhadas regulares vivem mais (até quatro anos e meio de vida) em comparação com aqueles que são sedentários.





 Espírito jovem

De acordo com os especialistas, o segredo da longevidade reside muito mais na mente e no prazer pela vida do que nos genes. Um estudo revelou que a genética representa apenas 10% do envelhecimento, enquanto os outros 90% estão relacionados com o estilo de vida. Outra pesquisa, que avaliou 660 participantes acima dos 50 anos, mostrou que indivíduos com uma perceção mais positiva da própria idade e do envelhecimento chegam a viver em média sete anos e meio a mais.


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Adie a reforma

Um estudo de 2016, realizado pela Oregon State University, nos Estados Unidos, revelou que indivíduos que se reformaram com 66 anos ou mais tiveram, 11% menos risco de morte por todas as causas, comparativamente a pessoas com a mesma idade e que se haviam reformado antes.
Vida sexual ativa
Segundo um estudo realizado no País de Gales, fazer sexo duas vezes por semana pode reduzir em 50% o risco de morte. Aliás, outra pesquisa revelou ainda que homens que têm pelo menos 350 orgasmos por ano vivem em média quatro anos a mais. As mulheres também podem se beneficiar com uma vida sexual ativa: a relação sexual regular aumenta o tamanho dos telómeros, um componente do ADN que indica longevidade, ou seja, quanto mais longo ele for, maior é a vida útil da mulher.

Tenha filhos

De acordo com uma pesquisa de 2017, pais e mães vivem pelo menos dois anos a mais, comparativamente a quem não tem filhos.


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 Café grego

Segundo um estudo, a população da ilha de Ikaria, na Grécia, tem a maior taxa de longevidade do mundo e essa realidade está associada ao consumo de café. O café grego é rico em substâncias químicas chamadas polifenóis, que ajudam a prevenir uma série de doenças, como cancro, Alzheimer e doenças cardiovasculares, e antioxidantes, que ajudam a eliminar os radicais livres no sangue. Além disso, os níveis de cafeína são relativamente baixos.

A pesquisa, que analisou o consumo de café de 673 habitantes acima de 65 anos, mostrou que 87% dos moradores ingeriam café grego (finamente moído e cozido em uma panela alta e estreita). Os investigadores revelaram ainda que o consumo diário pode melhorar a saúde cardiovascular.


Evite idas ao hospital

Muitas vezes ir ao hospital é uma questão de urgência. Todavia, estudos revelam que os pacientes internados por muito tempo (qualquer que seja o motivo) estão mais propensos a sofrer uma morte prematura, e não apenas porque já estavam doentes.
Tal poderá dever-se ao facto dos hospitais serem na realidade lugares perigosos, onde abundam vírus e super bactérias como a MRSA (Staphylococcus aureus resistente à meticilina) ou C Difficile  e aí contraem-se doenças com mais facilidade.



Fonte //Noticiasaominuto

Turbina das marés mais poderosa do mundo


Em 2016, a Orbital Marine Power apresentou o SR-2000, uma turbina de marés flutuante capaz de gerar 3GWh de eletricidade. Agora a empresa apresento um novo projeto que produz ainda mais energia a um preço menor.



A Orbital Marine Power, empresa virada para a criação de turbinas de maré flutuantes, apresentou o design de seu mais recente modelo, o Orbital O2 2MW.
A superestrutura flutuante tem 73 m de comprimento será capaz de gerar 2 MW de energia usando os dois ciclos das marés sem alterar a orientação.




O Orbital O2 tem dois rotores de 20 metros que podem ser facilmente levantados para manutenção sem ser necessário a utilização de navios especializados. Os sistemas da turbina são facilmente acessíveis e podem ser ajustados ou reparados no local por uma pequena equipa de manutenção.
O modelo mais novo, que chegará ao mercado em 2020, foi projetado para produção em grande escala, e, a empresa espera com este meio, tornar a energia das marés mais acessível para as empresas.

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A turbina de maré flutuante anterior da Orbital Marine Power, a SR-2000, começou a produzir energia limpa em 2016 e tem registado resultados impressionantes, gerando 3GWh. Em comparação, o Orbital O2 2MW terá um calado menor, o que permitirá que ele seja transportável até mesmo por embarcações de porte médio, reduzindo ainda mais os custos de montagem e manutenção.




Fonte SputnikNews

Drones devoradores de lixo marinho chegam ao Dubai


Produzidos pela empresa holandesa RanMarine, os WasteSharks, , chegam este mês ao Dubai. Operam já em 2 países e estão aptos a recolher lixo, testar a qualidade da água e filtrá-la.

Inspirados no método de aspiração dos tubarões baleia, os WasteSharks têm uma abertura frontal que lhes permite colher os resíduos sólidos na água. Produzidos desde 2016 estes “drones tubarão” vão começar por operar numa marina, através de uma parceria entre a empresa holandesa e a Ecocoast.



De acordo com a CNN, os WasteSharks estão disponíveis em modelos com dois sistemas de controlo, autónomo e remoto. Medem 1,5 metros de comprimento por 1,1 metros de largura. Conseguem recolher até 159,6 quilogramas de lixo e têm uma autonomia para 16 horas.


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Segundo Oliver Cunningham, fundador da RanMarine, os drones são também capazes de recolher amostras de água e do ar para análise de qualidade, filtrar químicos através de uma membrana que faz a filtragem da água e analisar os fundos oceânicos através de um sistema laser que também é usado pelo drone como de sistema de anti colisão.

Os sistemas podem detetar objetos no caminho, parar e mudar o rumo, movimentando-se consoante a posição dos objetos que pretendem recolher. “Os drones são a última linha de defesa entre os meios urbanos e os oceanos”, disse Cunningham.

Dana Liparts, co fundadora da Ecocoast, citada pelo Observador, sustenta que para se verificarem os resultados positivos da ação dos drones, terão de se combinar vários fatores, como medidas ambientais preventivas, usar responsavelmente a nova tecnologia e apostar na sensibilização das populações para evitar deitar lixo na natureza.





Embora a iniciativa tenha já uma grande expressão em países como a Holanda e a África do Sul, tem custos elevados. Um drone de controlo remoto custa cerca de 15 mil euros e, no caso de ser um modelo autónomo, o preço é mais de 20 mil euros.


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O plástico à deriva nos oceanos é um problema ambiental cada vez mais grave que afeta o balanço dos ecossistemas do planeta Terra. De acordo com o relatório da World Economic Forum, pelo relatório, estão no mar cerca de 150 milhões de toneladas de plástico à deriva.