sábado, 10 de novembro de 2018

Aviões eletricos próximos de se tornar realidade

A ideia de que carros elétricos vão dominar o mercado daqui a alguns anos é totalmente viável. Todos os dias aparecem notícias sobre novos lançamentos de energias alternativas e restrições aos combustíveis fósseis para veículos. Mas será que podemos dizer o mesmo sobre aviões elétricos? Os aviões são uns dos grandes poluidores que atualmente utilizam combustíveis fosseis e responsáveis por muitas emissões de CO2.



As grandes companhias de aviação começam a ter interesse pelos aviões elétricos que começaram agora a “levantar voo". A companhia aérea europeia” low coast” EasyJet, , prometeu  ter a totalidade da frota  elétrica até 2027.

 Uma startup chamada Zunum, baseada em Seattle, nos EUA, e apoiada por gigantes como Boeing e JetBlue, está apostando em voos híbridos e elétricos de passageiros já em 2022, e em voos totalmente elétricos um pouco mais tarde.

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A chave para entender o plano da Zunum é o fato de estar desenvolvendo aeronaves mais pequenas, com capacidades que variam entre 10 e 50 lugares, capazes de utilizar a rede de aeroportos regionais dos Estados Unidos para realizar viagens de cerca de 1,2 mil quilómetros ou menos. Isso reduz em metade o tempo de viagem e oferece preços mais competitivos.

 O modelo proposto, é capaz de fornecer uma diminuição de 80% das emissões em viagens aéreas regionais.
 A CNN informou que a Boeing comprou a Aurora Flight Sciences. Inicialmente, o grande entusiasmo em torno dessa aquisição específica concentrou-se na experiência da Aurora no desenvolvimento de copilotos robóticos e drones autónomos, sendo também especializada em sistemas de propulsão elétrica, incluindo uma aeronave elétrica de descolagem vertical.

 Existem vários projetos para a criação de aeronaves elétricas, para voos domesticos ou em voos de longo curso. O mais difícil é criar um avião elétrico, capaz de levantar voo e passar várias horas no ar sem necessitar de recarregar as baterias. Mas uma inovadora tecnologia de baterias poderá tornar o avião elétrico uma realidade mais depressa do que o esperado.

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Uma dupla de investigadores do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusets) descobriu uma forma distinta de alinhar as baterias, de modo a libertar a energia suficiente para ser usada por um motor elétrico de modo a permitir ao aparelho levantar voo.
Tem sido feita muita pesquisa na procura por novos materiais que tornem as baterias mais eficientes, mas Yet-Ming Chiang e Venkat Viswanathan alteraram o alinhamento dos componentes, de modo a criar correntes magnéticas mais fortes.

 Se este método funcionar em termos práticos, vai permitir aos operadores de voos regionais, abaixo das duas horas, utilizar baterias elétricas. Mesmo que os aviões não possam ser 100 por cento elétricos, poderão pelo menos operar em modo elétrico a levantar voo, a fase em que estes aparelhos consomem mais combustível e emitem mais gases poluentes, finalmente contribuindo para a redução da pegada ecológica da indústria da aviação.  


 Fonte // Motor24    Ecycle

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Rússia inicia desenvolvimento de novo bombardeiro estratégico.

A Rússia está a desenvolver um sistema inovador para a aviação de longo alcance (PAK DA, na sigla em russo), segundo informação da Corporação Unida de Construção Aeronáutica na sua página oficial no Facebook.


Devido à modernização dos bombardeiros estratégicos Tu-160M e Tu-95MS e ao retomar a produção das aeronaves Tu-160M, o componente aéreo das forças nucleares estratégicas aumentou significativamente. Em Julho, o vice-ministro da Defesa russo, Aleksei Krivoruchko, informou que o PAK DA será construído com o uso de tecnologias furtivas. Foi lançado um concurso para o fornecimento dos motores para a aeronave. Dentro dos requisitos estabelecidos, os sistemas electrónicos principais e secundários do motor devem garantir autonomia de voo do bombardeiro de até 30 horas.

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Os sistemas armazenamento de combustível e controle hidraulico-mecanico têm que operar com sobrecargas próximas de zero e negativas até 2,7 g, e com temperaturas entre —60°C e +50°C. A vida útil mínima será de 12 anos com a possibilidade de prolongamento até 21 anos. Uma outra exigência tema ver com o motor que deve continuar a funcionar mesmo depois de exposto a forte radiação nuclear. No início do ano, o então vice-primeiro-ministro Dmitry Rogozin expressou a esperança de que o novo avião seja testado entre 2023 e 2024. Segundo ele, ainda este ano, a Tupolev iniciará o projeto do PAK DA.


 Fonte//SputnikNews

Três asteróides gigantes passam perto da Terra

Três asteróides enormes vão passar próximo do nosso planeta no sábado 10 de Novembro, com apenas algumas horas entre eles.




De acordo com os dados da lista de Near Earth Objects (“Objetos Próximos da Terra”), da NASA, o primeiro asteróide, chamado 2018 VS1, vai passar por volta das 14h03 de sábado Mas não há nenhum problema para o planeta, todos passarão bem distante da órbita da Lua.
 Todos os dias há asteróides a passar pela Terra, sendo a maioria pequenos demais para serem detetáveis e perigos.

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A NASA segue atentamente os asteróides de grande dimensão como é este o caso. O primeiro asteróide, chamado 2018 VS, tem o tamanho aproximado de autocarro londrino de dois andares. A NASA estimou que o asteróide passará a 1,38 milhões de quilómetros da Terra, 3,6 vezes a distância do nosso planeta à Lua. O segundo, o VR1, passará no ponto mais próximo da Terra às 14h19, e tem o mesmo tamanho e velocidade que o VS1, mas passará a uma distância consideravelmente maior, a 5,03 milhões de quilómetros.

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O terceiro e também o mais pequeno dos três, chamado de VX1 tem cerca de 7,6 a 17 metros e é o que passará mais perto do planeta, a apenas 381.474 quilómetros, mais ou menos a distância da Terra à Lua, distancia muito pequena segundo a na escala das distâncias astronómicas. Near Earth Objects, são todos os asteróides e cometas com uma trajetória inferior a 194.47 milhões de quilómetros. Muitos destes objetos são classificados como “Objetos Potencialmente Perigosos” se se aproximarem a menos de 7,47 milhões de quilómetros do planeta Terra.


 Fonte//SienceAlert

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Boas noticias, buraco do ozono quase recuperado.

Os gazes que causaram o buraco na cama de ozono foram proibidas e reduziram nos últimos anos, depois do acordo internacional que eliminou gradualmente sua produção. Serão necessárias grandes mudanças na sociedade para combater o aquecimento global. O relatório da ONU diz que ainda falta fazer muito apesar do que já foi feito.




O relatório das Nações Unidas sobre o estado da camada de ozono é uma lufada de ar fresco para aqueles que pensam que o meio ambiente não tinha recuperação, mostrando que estamos no caminho certo para a camada de ozono regressar aos níveis de 1980 na segunda metade deste século.
 O Protocolo de Montreal sobre Substâncias que Destroem a Camada de Ozono entrou em vigor em 1989, estabelecendo um marco na proteção ambiental ao eliminar gradualmente os produtos químicos responsáveis ​​pela degradação da camada atmosférica de ozono.

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O ozono tem a capacidade de absorver os comprimentos de onda mais prejudiciais da luz ultravioleta que, de outra forma, chegariam à superfície. Nos anos 80, os cientistas concluíram que várias substâncias químicas usadas nos processos industriais e domésticos, incluindo os clorofluorcarbonos, estavam diminuindo a densidade da camada de ozono. Embora essa redução seja um fenómeno global, as observações das flutuações sazonais na Antártica levaram à verificação de um "buraco" na camada que colocava os ecossistemas sensíveis em risco .

 O Protocolo de Montreal foi a resposta a esta ameaça, muito graças ao então secretário-geral da ONU, Kofi Annan, que conseguiu um dos acordos internacionais de maior sucesso. Várias décadas depois, a  avaliação científica de 2018 vem, quatro anos após o último relatório, indicar que estamos no caminho certo. As concentrações de cloro troposférico e bromo troposférico diminuíram desde a avaliação de 2014. Fora das regiões polares, o ozono  aumentou entre 1 e 3% por década desde o ano 2000.

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Isso significa que podemos esperar que a camada de ozono que cobre a latitude média do Hemisfério Norte retome os níveis de 1980 durante a década de 2030, e no Pólo Sul mais ou menos na década de 2060. Ao longo dos anos, o protocolo foi alterado à luz de novas descobertas científicas. Em 2016, os delegados reuniram-se na capital ruandesa de Kigali para, mais uma vez, ajustar suas exigências, desta vez levando em conta as propriedades de aquecimento global dos hidrocarbonetos. No próximo ano, a Emenda Kigali será ratificada, e os signatários serão obrigados a descobrir como reduzirão a produção e o uso de outro gás poluente.

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Por outro lado, um novo relatório do Painel Inter governamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) sugere que, se quisermos ter alguma esperança de reduzir o aquecimento global e ter um aumento de apenas 1,5 graus Celsius, teremos tomar medidas de grande impacto. Veja Tambem "Limitar o aquecimento a 1,5 C é possível dentro das leis da química e da física, mas isso exigiria mudanças sem precedentes", disse Jim Skea , co-presidente do Grupo de Trabalho II do IPCC. Fechar aquele buraco de ozono foi o primeiro passo. Muitos têm que ser dados , e o fracasso não é uma opção


 Fonte//SienceAlert

Quantino, o automóvel movido a agua salgada, zero emissões CO2

Quantino, o automóvel movido a agua salgada, zero emissões CO2 NanoFlowcell. Recentemente, o Quantino percorreu mais de 150 mil quilómetros em estrada usando como combustível apenas água salgada.




 A tecnologia nanoFlowcell tem um funcionamento idêntico à de uma célula de combustível, mas em vez de usar hidrogénio usa água salgada. Tecnicamente, os iões positivos estão separados dos iões negativos, e ao passarem por uma membrana misturam-se e interagem, produzindo energia elétrica que vai accionar os motores elétricos do automóvel!

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O produto resultante dessa mistura do líquido de iões é nem mais nem menos que água, tal como na célula de combustível de hidrogénio.

Foto: nanoFlowcell

 A grande vantagem é um veículo com zero emissões de carbono e um reabastecimento rápido!   A NanoFlowcell é uma empresa Suíça, que desde 2014 que esta empresa tem vindo a desenvolver protótipos que usem água salgada como combustível primário.   Estes são alguns dos protótipos desenvolvidos: O Desportivo e-Sportlimousine O Crossover Quant F E o Compacto Quantino Estes três modelos fizeram muitos testes em estrada, mas o Quantino o primeiro a atingir as metas propostas e demonstrar a verdadeira capacidade da  água salgada com combustível. Em Agosto de 2017, o Quantino fez 100 quilómetros, e agora, aumentou os quilómetros percorridos em mais 50 mil, perfazendo assim um total de 50 mil quilómetros

 


Outra grande meta deste veículo com combustível alternativo, barato e zero emissões de carbono, é o facto de ter percorrido 1000 quilómetros durante oito horas e 21 minutos ininterruptos sem precisar de parar para reabastecer, o que lhe dá também uma enorme autonomia.

 Quanto às características do Quantino, é de realçar que é um monovolume para quatro pessoas, com um motor de 80kW (cerca de 109 CV), e pesa pouco mais de 1400kg. E consegue atingir a velocidade 0 aos 100km/h em pouco mais de cinco segundos!

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  A NanoFlowcell tem como objetivo iniciar a produção final deste modelo protótipo a curto prazo… se conseguir será uma grande revolução no mercado automóvel, se bem que com estas características e combustível a custo zero, os grandes lobbies dos combustíveis e os governos,  grandes cobradores de imposto sobre os combustíveis, não vão deixar entrar no mercado…

 Fonte//PortalEnergia

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Cientistas criam supercomputador para imitar o cérebro humano

Os cientistas ativaram o maior "cérebro" do mundo. Um supercomputador com um milhão de processadores, 1.200 placas de circuito interligadas que, juntas, funcionam como um cérebro humano. Foram precisos dez anos de estudos para desenvolver o que é o maior computador neuromórfico do mundo. Este é um tipo de computador que imita o funcionamento dos neurónios, anunciaram cientistas no dia 2 de Novembro




. Apelidado de Spiking Network Architecture, ou Spinnaker, o computador está localizado na Universidade de Manchester, no Reino Unido, e faz repensar a maneira como os computadores convencionais funcionam, disse Steve Furber, professor de engenharia da computação da Universidade de Manchester.

 O Spinnaker não só "pensa" como um cérebro, mas cria modelos de neurónios de cérebros humanos e simula mais neurónios em tempo real do que qualquer outro computador na Terra. "A sua principal funçao é apoiar os modelos cerebrais parciais. Por exemplo, modelos de córtex, de gânglios da base ou múltiplas regiões expressas típicas como redes de ativação ou disparo de neurónios", disse Furber à Live Science por e-mail.

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Desde Abril de 2016 que o SpiNNaker vem simulando a atividade dos neurónios usando 500.000 processadores, mas a máquina atualizada tem o dobro da capacidade. Este projeto teve o apoio do Projeto Cérebro Humano da União Europeia. num esforço para construir um cérebro “humano” virtual.
O Spinnaker permitirá que os cientistas criem modelos detalhados do cérebro. Mas agora ele tem capacidade para realizar 200 quatriliões de ações simultaneamente. Enquanto alguns outros computadores podem rivalizar com o SpiNNaker no número de processadores, o que diferencia esta plataforma é a infraestrutura que faz a interligação entre os processadores.
 No cérebro humano, 100 mil milhões de neurônios disparam e transmitem sinais simultaneamente para milhares de destinos. A arquitetura do SpiNNaker suporta um nível excecional de comunicação entre seus processadores, comportando-se muito como uma rede cérebro.

 Os supercomputadores convencionais têm mecanismos de conectividade muito menos adaptados à modelagem cerebral em tempo real, mas, o SpiNNaker é mais eficiente em modelar redes neurais de maior alcance em tempo real biológico do que qualquer outra máquina. Quando o SpiNNaker operava com apenas 500.000 processadores, modelou 80.000 neurónios no córtex, a região do cérebro que modera os dados dos sentidos.

Uma outra simulação do SpiNNaker dos gânglios da base, uma área do cérebro afetada pela doença de Parkinson , sugere o potencial do computador como uma ferramenta para estudar distúrbios cerebrais. O SpiNNaker também pode controlar um robôt móvel chamado SpOmnibot, que usa o computador para interpretar os dados dos sensores de visão do robô e fazer escolhas de navegação em tempo real.

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Com todo este poder de computação e capacidade cerebral, poderá o SpiNNaker comportar-se como um cérebro humano real? Por enquanto, simular exatamente um cérebro humano não é possível. Uma máquina avançada, como a Spinnaker, ainda pode gerenciar apenas uma fração da comunicação realizada por um cérebro humano.

 Os supercomputadores têm ainda um longo caminho a percorrer antes de poderem pensar por si mesmos, escreveu Furber no e-mail. "Mesmo com um milhão de processadores, podemos nos aproximar apenas de 1% da escala do cérebro humano, e isso é com muitas suposições simplificadoras", disse ele.


 Fonte//LivesCiense

Restos de bomba nazi descoberta no Reino Unido

Arqueólogos descobriram os restos de uma “bomba voadora” V1 nazi que caiu e explodiu numa floresta em 1944 a caminho do alvo em Londres. Na escavação, foram encontradas algumas peças da bomba V1 nazi, não tripulada, antecessora dos atuais mísseis.


 Nos últimos meses da 2ª Grande Guerra a Alemanha nazi lançou milhares de bombas, entre as quais constava as bombas voadoras V1 . Colin Welch, líder do projeto, disse à Live Science que quase 10 mil bombas voadoras V1 foram lançadas, principalmente das rampas de lançamento localizadas na Holanda em 1944 e 1945.

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A bomba encontrada na floresta perto de Ashford, em Kent, caiu antes de chegar a Londres, abatida a 6 de agosto de 1944 por Józef Donocik, um piloto polaco. Nesta altura os pilotos de aviões caças especializaram-se em abater bombas voadoras, tendo destruído muitas V1
 

O regulador de combustível da V1 (esquerda) e um servomotor do sistema de orientação com parte de uma mangueira de ar comprimido conectada.[/caption] No entanto, grande parte delas atingiram os alvos, causando milhares de vítimas no Reino Unido em poucos meses, isto além dos danos que causaram.
 As bombas voadoras V1 tinham uma envergadura de cinco metros e transportavam uma carga explosiva com 850 quilogramas, de acordo com o Museu do Império e da Guerra, em Londres. As V1 eram lançadas de uma rampa e alcançavam uma velocidade máxima de 640 quilómetros por hora.

 Colin Welch explicou que o ruido causado pelas bombas era aterrorizante especialmente no sudoeste da Inglaterra, especialmente se o som deixasse de se ouvir. Significava que a arma em queda sobre o alvo. As bombas V1 tinham um sistema de orientação que usava ar comprimido e tinha um alcance de 240 quilómetros, o suficiente para atingir sudeste da Inglaterra,

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Hitler usou as V1 como retaliação aos bombardeamentos devastadores em cidades alemãs como Hamburgo, onde morreram mais de 35 mil pessoas em poucos dias em 1943. Colin Welch e o irmão Sean gerem o Research Resource, uma equipa de arqueólogos privados que realizou vários projetos relacionados com a guerra em Kent.

 Para o arqueólogo, o maior desafio das recentes escavações de restos de bombas V1 é a conservação das partes metálicas.
A maior parte do aço usado na construção está corroído devido ao contacto com o solo húmido e ácido, com exceção a algumas partes de alumínio. Welch e o irmão pretendem criar um museu online com as suas escavações e  armas virtuais, que incluiria modelos 3D dos artefactos recuperados


   Fonte//LivesCiense

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Pescador resgata bebê do mar na Nova Zelândia

Na Nova Zelândia, um pescador amador resgatou um bebê de 18 meses do mar. Gus Hutt estava acampado numa praia em Matata, na Ilha do Norte, quando resolveu ir pescar. Enquanto pescava viu uma pequena figura flutuando na água, que a princípio julgou ser uma boneca.



Gus Hutt estava no Acampamento de Férias do Murphy, na cidade de Matata, como fazia todos os dias, saiu de manhã cedo para pescar na praia. No dia 26 de Outubro ele resolveu mudar o sitio onde habitualmente pescava e colocou-se 100 metros mais á esquerda. Eram 6h15 . Tinha acabado de preparar as linhas de pesca, quando ele avistou o menino flutuando em direção ao mar numa velocidade constante... “Por um minuto não o teria visto", disse Hutt.

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Tratou de resgatar o que suponha ser uma boneca apercebendo-se que era um bebé apenas quando o menino "deu um gritinho. Apanhou-o por um braço e aí viu mesmo que era um lindo bebé "O seu rosto parecia de porcelana e tinha o cabelo molhado, mas quando ele deixou escapar um gritinho eu pensei: Meu Deus, é um bebê, e ele está vivo” .A mulher de Hutt, Sue, alertou de imediato os serviços de emergência e chamou os funcionários do acampamento, que disseram que, entre os hóspedes, apenas um casal tinha um bebê. Verificaram depois que ele tinha conseguido abrir o zíper da barraca e saído indo parar ao mar. Aparentemente o garotinho estava desejoso em ir para a praia. Era a primeira noite da família, e era a primeira vez que ficavam no acampamento.

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A mãe da criança gritou quando foi informada que seu filho fora encontrado na água. "Foi um choque para todos", disse Salter. "O bebê teve muita sorte... Poderia ter sido um incidente trágico. Foi um milagre." A polícia local confirmou à BBC que respondeu à emergência e que o bebé esta bem.

 Fonte//BBC 

Asteróide Oumuamua pode ser nave espacial

Em outubro de 2017, o Panoramic Survey Telescope and Rapid Response System-1 (Pan-STARRS-1), no Havai, anunciou a primeira deteção de um asteróide interestelar. Batizado de Oumuamua. Este objeto espacial causou uma grande discussão na comunidade científica.


O asteroide interestelar Oumuamua continua sendo um mistério. Os astrônomos Shmuel Bialy e Abraham Loeb do Centro de Astrofísica Smithsonian-Harvard, suspeitam que objeto interestelar parecido a uma vela solar, ou seja uma sonda enviada para vigiar a Terra

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Com o tempo, foram surgindo novos dados cada vez mais aumentou a desconfiança de que Oumuamua pudesse ser uma nave interestelar.
 


Os astrofísicos acreditam que o asteroide seja uma vela solar de uma antiga nave espacial, ou mesmo um objeto artificial criado especialmente por extraterrestres. Depois de o asteroide deixar o Sistema Solar, em vez de perder velocidade, acelerou, não havendo porem a hipótese da aceleração ter sido causada por gases, visto não ser um cometa Se fosse impulsionado por gazes, o Oumuamua, teria entrado em rotação o que não aconteceu, afirmam Shmuel Bialy e Abraham Loeb, que acreditam que a impulsão seja derivada da radiação solar. Esta fonte de energia poderia desloca-lo por toda a galáxia sem precisar de mais nada a não ser da luz do Sol. Depois de alguns cálculos, chegaram a conclusão que o asteroide tem proporções ideais para suportar o impacto da poeira espacial e massa aceitável para viajar pelas galáxias.

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A estrutura tem semelhanças com projetos de naves espaciais com velas solares, planeadas pelos programas Starshot e IKAROS. O Oumuamua está a afastar-se do Sol a uma velocidade aproximada de 112 mil quilómetros por hora. Dentro de quatro anos, é suposto passar na órbita de Neptuno saindo depois do Sistema Solar.


   Fonte//SputnikNews

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

A China está construindo drones submarinos para defender mar do Sul da China

Armas e detetores controlados remotamente, drones altamente inteligentes capazes de reações rápidas e precisas, além de dispositivos biônico. São apenas alguns exemplos do arsenal submarino que a China vai introduzir brevemente, “antes que uma crise se transforme numa guerra” conforme  informa o jornal do Exército da China.



Foto Naval.br
 As Forças Armadas da China estão se preparando para uma guerra submarina contra os Estados Unidos numa tentativa de "deter a supremacia marítima", ou seja, armar-se com submersíveis drones de ponta, segundo o jornal do Exército Popular de Libertação.

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A reportagem afirma que a China atualmente está se concentrando em veículos submarinos não tripulados capazes de conduzir ataques secretos, bem como redes de sensores no fundo do mar, indetetáveis por satélites. Os chineses supostamente estão construindo submarinos inteligentes, autónomos, que com robôs submarinos, armas 'fantasmas' inteligentes e dispositivos parecidos com peixes biônicos para conseguir r um sistema de operações em rede.
  • "Antes que uma crise evolua para uma guerra, as armas 'fantasmas' podem ser colocadas com antecedência, submersas e espreitando no fundo do mar profundo num canal marítimo estratégico, ou um estreito certamente utilizados por navios do adversário. Estas armas podem ser ativadas por meio de sinais de baixa frequência através do espaço ou na água para formar um sistema de operações subaquáticas pré-implantado com a capacidade de ataques inteligentes autônomos", descreve o jornal.
A reportagem explica que a estratégia se concentra no desenvolvimento de uma arma auto consciente, com habilidade de “cognição cerebral”, que ajuda a processar massas de sinais acústicos subaquáticos e imagens visuais. Supostamente essas armas poderão para iniciar as operações no início de 2020, e serão capazes de desencadear explosões preliminares numa tentativa de fazer um inimigo ceder.

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A publicação traz uma entrevista com o chefe de equipamentos de tecnologia marinha do Instituto Shenyang de Automação da China, Lin Yang, que confirma o trabalho numa série de veículos submarinos não tripulados, ou XLUUVs, destinados a rivalizar com programas análogos dos EUA. O jornal deixa claro que a estratégia se concentra na proteção do Mar do Sul da China, cuja soberania é questionada pelos países vizinhos e pelos Estados Unidos. Em Junho, um novíssimo veículo
submarino chinês (AUV) foi notícia quando mergulhou fundo no Mar do Sul da China, cobrindo uma distância de quase 160 quilômetros.

Construído pelo mesmo instituto de automação, o chamado Qianlong III parece um peixe-palhaço, mas com uma incrível capacidade que especialistas dizem poder expandir o conjunto original de missões de pesquisa para a guerra e até a mineração subaquática.


 Fonte//SputnikNews

Erupção vulcânica criou um incrível jardim de vidro

Na Fossa das Marianas, o local mais profundo dos oceanos, no Pacífico, uma equipa de cientistas descobriu um incrível “jardim” de vidro vulcânico. Fruto da erupção vulcânica mais profunda até agora conhecida na Terra, o fenómeno  ocorreu em 2015, a cerca de 4 a 4,5 quilómetros de profundidade, relata a revista Frontiers in Earth Science.





Localizada quase na extremidade da Fossa das Marianas, este lugar tem uma extensão superior a sete quilómetros. De acordo com os investigadores, o vidro formou-se em consequência da imediata solidificação do magma ao encontrar a água gelada .

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Passado algum tempo, a lava arrefece e as correntes trazem várias espécies marinhas que colonizam a zona, potenciando o aparecimento de novas espécies, explicou a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOOA)
 

Os vulcões submarinos podem ajudar-nos a perceber como funcionam os vulcões terrestres e qual a sua influencia na composição química dos oceanos, e de que maneira podem afetar significativamente os ecossistemas locais”, revelou o geólogo Bill Chadwick, da NOAA. Esta é uma oportunidade rara de estudar erupções vulcânicas submarinas.

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Normalmente as erupções submarinas só são descobertas muito depois de terem ocorrido. A primeira descida à Fossa das Marianas, a 11.034 metros de profundidade, foi realizada em 1965 pelo norte-americano Don Walsh e pelo suíço Jacques Piccard no batiscafo Trieste.

 Em 2012, o diretor de cinema James Cameron repetiu a façanha, tornando-se a primeira pessoa a chegar aquela profundidade sozinha.


 Fonte//ScienceAlert

domingo, 4 de novembro de 2018

Novo tipo de lente de contato com propriedades curativas.

Tratar feridas numa parte do corpo tão delicada com o globo ocular é difícil, mas os cientistas desenvolveram uma tecnologia inovadora. Uma lente de contato terapêutica que pode ter efeito curativo nos para olhos doentes.




 Não é uma lente de contato comum, porque é feita de células doadoras remanescentes de transplantes regulares da córnea. Essas células estromais mesenquimais límbicas especiais (L-MSC) ajudam a estimular o olho lesado a reparar suas próprias feridas. E de acordo com os cientistas criadores da lente, a ideia será, aplicar aos pacientes a lente logo que seja detetados. Sendo colocado de imediato é provável que tenha custas muito inferiores e que a cura seja muito mais rápida.

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  • "Com base em dados preliminares, acreditamos que as células doadoras liberam uma série de fatores de cicatrização de feridas que estimulam a recuperação da superfície do olho", disse um dos cientistas , Damien Harkin, da Universidade de Tecnologia de Queensland (QUT), na Austrália.
  • "A nossa terapia pode fornecer alívio para os pacientes que sofrem de problemas crônicos, como úlceras de córnea e defeitos superficiais persistentes que não responderm às terapias convencionais."
Lentes de contato de vários tipos e especificações já estão sendo usadas para tratar doenças oculares, em muitos casos simplesmente cobrindo e lubrificando a área afetada para permitir que o olho se cure naturalmente. Também poderão ser usados em situações pós-cirurgia. O L-MSC teria origem num banco de doadores, e depois aplicado a uma lente escleral, um tipo de lente de contato maior que contém um fino reservatório de fluido entre a córnea e a lente. É mais uma numa lista crescente de usos inteligentes de lentes de contato, incluindo as lentes de contato inteligentes que podem monitorizar os níveis de glicose nas lágrimas. Os testes em humanos ainda não foram feitos, mas se funcionar, poderão ser extremamente benéficos para os diabéticos. Da mesma forma, essas lentes de contato curativas precisarão passar por um extenso leque de testes clínicos antes de serem aprovados, e os cientistas dizem que pode levar vários anos ate que possam ser usadas

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Nu futuro não muito distante ,essas lentes especiais podem estar a ser usadas em kits médicos de emergência para limitar os danos oculares logo após um acidente.
  • "O novo tratamento também pode se tornar útil como parte da terapia de primeira linha no tratamento de lesões oculares agudas experimentadas no local de trabalho ou em casa devido à exposição a produtos químicos cáusticos, líquidos escaldantes ou calor excessivo", afirmou Harkin,
A lente de contato continua a evoluir, e cada vez mais são usadas pelas suas propriedades curativas.   Fonte//ScienceAlert