sábado, 1 de setembro de 2018

Acidente com Boeing 737 na cidade russa de Sochi causa pelo menos 18 feridos

Pelo menos 18 pessoas ficaram hoje feridas depois de um avião Boeing 737 da companhia aérea Utair sair da pista e se ter incendiado após aterrado no Aeroporto de Sochi, na Rússia, informou o Ministério da Saúde russo.

"Como resultado do acidente de avião no aeroporto de Sochi, neste momento há 18 feridos, três deles crianças, mas não há mortes entre os seus ocupantes", diz um comunicado oficial.

No entanto, um funcionário do aeroporto morreu após sofrer um ataque cardíaco enquanto ajudava a retirar os passageiros.

De acordo com a companhia aérea, estavam a bordo da aeronave 164 passageiros e seis tripulantes.

O avião, que fez um voo entre Moscovo e Sochi, conseguiu aterrar na segunda tentativa, já que a primeira foi abortada pelos pilotos por conta das más condições climatéricas.

Após o pouso, a aeronave deixou a pista e caiu no leito de um rio próximo, onde perdeu uma asa e parte do trem de aterragem e a sua turbina esquerda incendiou-se.

"O estado de saúde dos dois pilotos e dos quatro membros da tripulação é satisfatório", disse o ministro dos Transportes da Rússia, Yevgeni Dietrich.

 

Fonte//EFE

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Fim das lâmpadas de halogéneo

As lâmpadas de halogéneo vão deixar de ser vendidas a partir de 1 de Setembro na União Europeia. As lâmpadas LED consomem um quinto da energia consumida pelas luzes de halogéneo.

 

A partir deste sábado, dia 1 de setembro, as lâmpadas de halogéneo vão deixar de ser comercializadas em toda a União Europeia (UE), com o objetivo de promover uma iluminação mais amiga do ambiente, reduzindo assim as emissões de carbono.

 

A alternativa passa pelas lâmpadas LED, mais sustentáveis e baratas a longo prazo, que consomem um quinto da energia consumida pelas luzes de halogéneo. Por comparação, enquanto as lâmpadas de halogéneo duram cerca de dois anos, as de LED conseguem durar 15 a 20 anos.

 

O simulador Ecocasa dá conta de que a substituição de, pelo menos, sete lâmpadas incandescentes por fluorescentes, em casa, pode gerar uma poupança anual de 93,19 euros, valor esse que poderá aumentar caso os portugueses optem por lâmpadas LED.

 

 

Segundo a Sábado, as lâmpadas incandescentes de halogéneo são as menos eficientes do mercado, mas são também as mais baratas. Ainda assim, os especialistas entendem que esta é uma “falsa economia”, tendo em conta a durabilidade deste tipo de lâmpadas.

 

Em Portugal, a eliminação do halogéneo irá evitar mais de 15 milhões de toneladas de emissões de carbono por ano, o equivalente ao consumo anual de eletricidade no país.

 

Fonte//ZapAeiou

Ártico encerra perigo que ameaça todo o planeta

Novo estudo conclui que os processos que estão ocorrendo no Ártico podem acelerar o aquecimento global e resultar em consequências dramáticas para toda a humanidade.

 

Nova pesquisa conduzida pela NASA revela que o permafrost ártico e a liberação de gases de efeito estufa para a atmosfera podem ser acelerados por um processo conhecido como "descongelamento abrupto". O fenômeno ocorre em certos tipos de lagos do Ártico, conhecidos como lagos térmicos ou lagos de colapso.

 

As conclusões da pesquisa, que foi publicada na revista Nature Communications, são um alerta de que o processo pode levar à libertação para a atmosfera do metano contido no permafrost, camadas de gelo ártico permanentemente congeladas, em meados do século XXI.

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Cientistas da NASA encontram sinais de futura catástrofe na Sibéria


Os campos congelados do Ártico são a maior reserva de carbono orgânico do planeta. Quando o gelo derreter, os microrganismos lá contidos podem converter esse carbono em CO2 e metano, que será libertado na atmosfera e agravará o aquecimento global, explica a NASA no seu site.

A pesquisa liderada por Walter Anthony, da Universidade do Alasca, faz parte da Experiencia de Vulnerabilidade Ártico-Boreal da NASA, um projeto que durará 10 anos. A equipe é formada por investigadores alemães e norte-americanos que combinaram  modelos de computador e medições de campo e concluíram que o descongelamento abrupto dobra as estimativas anteriores do efeito estufa provocado pelo permafrost, aumentando entre 125% e 190% a quantidade de carbono libertado do solo.

O permafrost do Ártico é o solo congelado que permanece nesse estado durante todo o ano. Pode atingir até 80 metros de profundidade, mas, devido à atividade humana e ao aquecimento da atmosfera está derretendo. O processo, explicam especialistas da NASA, decompõe a matéria orgânica do solo ártico, fazendo com que os micróbios consumam o carbono armazenado desde 2.000 a 43.000 anos .

Seca extrema: catástrofe climática afeta vários cantos do mundo

A agência espacial norte-americana acrescenta que os lagos de colapso são relativamente pequenos e estão espalhados pelo Ártico. Os modelos climáticos que tentam prever o futuro de nosso planeta não os tem em conta. No entanto, a equipe acredita que incluir essas massas de gelo nas investigações futuras é importante para entender o papel do permafrost no aquecimento global. É verdade que as emissões de metano do permafrost são responsáveis por apenas 1% de toda a quantidade de metano que continua subindo, mas em meados ou no fim do século, ele pode se tornar a segunda maior fonte de gases de efeito estufa.

Fonte//SputnikNews

As mudanças climáticas podem alterar todo o mundo

Para tentar adivinhar o que se poderá passar com os ecossistemas da Terra, temos que olhar para o passado. 

Num novo estudo, um grupo internacional de cientistas analisou registos fósseis para acompanhar as mudanças na vegetação do planeta à medida que a Terra aqueceu depois da última era glacial, há milhares de anos.


Os cientistas usaram seus dados para prever como será a vegetação no futuro, e tudo o que depende dela, também mudará.

 O planeta caminha para uma situação sem precedentes em termos de clima, disse o co-autor do estudo, Jonathan Overpeck, o reitor da Escola de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Universidade de Michigan. "Isso torna muito mais difícil prever do que acontecerá."

 Os registros fósseis mostram que o mundo é muito sensível às mudanças de temperatura, o que sugere que se as emissões de combustíveis fósseis continuarem no ritmo atual, o aquecimento acelerado poderá levar a alteraçoes dramáticas na vegetação e nos ecossistemas por todo o mundo.

 Posteriormente, esse aquecimento pode levar a mudanças na quantidade de carbono que as plantas podem armazenar, o suprimento de água disponível e a biodiversidade global da qual dependemos não só para um ecossistema saudável e funcional.

Desde a última era do gelo, há 21 mil anos, até o início do Holoceno - a atual era geológica - o planeta aqueceu por volta de 4 a 7 graus Celsius (7 a 13 graus Fahrenheit). Se os gases de efeito estufa não forem substancialmente reduzidos, a magnitude do aquecimento que ocorreu ao longo de 11.000 anos após o fim da idade do gelo acontecerá num período muito mais curto, de 100 a 150 anos.

Veja Tambem Nos últimos 60 anos, perdemos mais de metade do gelo permanente do Ártico


Para decifrar como a vida vegetal mudou no passado, os cientistas analisaram fósseis de pólen e plantas de quase 600 locais em todos os continentes, exceto na Antártida. Eles dividiram as mudanças que observaram em duas categorias. Mudanças de composição, ou mudanças nas espécies de plantas na área, e grandes mudanças estruturais, como uma tundra que se transforma em  floresta ou uma floresta decídua que se transforma numa floresta perene. As várias mudanças foram classificadas como "grandes", "moderadas" ou "pequenas".


Depois, concentrando-se nos locais com mudanças moderadas ou grandes, os cientistas classificaram os locais, desta vez abordando o papel que as mudanças climáticas poderiam ter desempenhado nos turnos.

Eles usaram a mesma escala para analisar o clima (baixo, moderado ou grande). Em outras palavras, os pesquisadores procuraram determinar se as grandes mudanças eram devidas às mudanças climáticas ou ao resultado de, por exemplo, atividade humana ou grandes animais.


Os pesquisadores descobriram que o período de aquecimento após a última idade do gelo desempenhou um grande papel nas mudanças da vegetação em todo o mundo. As áreas que tiveram as maiores mudanças de temperatura também tenderam a ser aquelas com as maiores mudanças de vegetação, mostrou o estudo.


De fato, os cientistas descobriram que o aumento das temperaturas mudou grandemente a composição da vegetação em 71% dos locais por todo do mundo e a estrutura da vegetação em 67% dos locais. O aumento das temperaturas modificou moderadamente a composição em outros 27% dos locais e a estrutura em 28% dos locais.

 As mudanças na vida vegetal foram mais evidentes em latitudes médias a altas no Hemisfério Norte, assim como no sul da América do Sul, na região tropical e temperada do sul da África, na região do Indo-Pacífico, Austrália, Nova Zelândia e outros países da Oceania.

 Houve também algumas zonas que mostraram muito pouca mudança estrutural ou composicional na vegetação, de acordo com o jornal. Mas quase todos os locais com baixa mudança de composição também sofreram pequenas mudanças de temperatura.


Isso mostra que nosso planeta é altamente sensível a mudanças de temperatura, disse Overpeck. Mesmo que acabemos reduzindo as emissões de combustíveis fósseis e cumprindo as metas do Acordo de Paris, algumas alterações são inevitáveis, e afetariam menos da metade do planeta, disse ele.

Porem, se não cumprirmos as metas de Paris, "então teremos uma mudança muito maior em todo o planeta".

 Peter Verburg, professor de geografia ambiental da Universidade de Amsterdão que não fazia parte da pesquisa, disse que é difícil extrapolar as descobertas do estudo até os dias de hoje.

 O estudo foi "baseado em condições paleolíticas e a vegetação atual é incomparável, já que as atividades humanas mudaram a cobertura da terra de alguma forma em cerca de 80% da superfície terrestre", disse Verburg.

 "No entanto, o que aprendemos é que os ecossistemas são extremamente sensíveis às mudanças climáticas", disse ele.

 De fato, o novo estudo é "outra confirmação de que a mudança climática afetará enormemente o sistema da Terra e os ecossistemas dos quais dependemos", disse Verburg.

 O aquecimento do planeta está criando ecossistemas de seca em certas partes do mundo, como o oeste dos EUA, a Austrália e a Eurásia. "Então, o que estamos vendo no são regiões inteiras de desertificação por causa do aquecimento ", disse ele.

 "Também estamos vendo um grande aumento nos insetos e doenças nas florestas porque essas árvores estão sendo enfraquecidas pelo aquecimento", acrescentou.



Fonte//LiveSience

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Não há necessidade de jogos de guerra caros com a Coreia do Sul

Um comunicado divulgado na terça-feira pela Casa Branca afirmou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não acredita que os jogos de guerra conjunta com a Coreia do Sul sejam necessários no momento e que a China está pressionando a Coreia do Norte, enquanto Washington e Pyongyang continuam delicadas negociações.

 

A declaração, que foi compartilhada na página do Twitter de Trump, diz: "A Coreia do Norte está sob enorme pressão da China por causa de nossas principais disputas comerciais com o governo chinês".

Trump já tinha afirmado ser contra a necessidade de exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul, uma prática que não é bem aceite pela Coreia do Norte. Nesta declaração, Trump observou que ele poderia reiniciar tais exercícios conjuntos logo que quisesse. "No entanto, o presidente acredita que seu relacionamento com Kim Jong Un (líder norte-coreano) é muito bom e caloroso, e não há razão para gastar grandes quantias de dinheiro em jogos de guerra conjuntos EUA-Coreia do Sul

As últimas declarações vêm dias depois de ter sido revelado pelo Washington Post que uma carta de Kim Yong Chol, vice-presidente do Comitê Central do Partido dos Trabalhadores da Coreia, foi a causa da recém cancelada visita do secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo à República Popular Democrática. da Coreia . A carta, que teria chegado horas antes de Pompeo partir, teria expressado a preocupação da representante norte-coreano com o destino de futuras conversações entre os dois países.

 

Kim e Trump conheceram-se no início de Junho pela primeira vez em Singapura, marcando um momento histórico para os dois líderes. No final da reunião, foi assinada uma declaração de quatro pontos que descrevia como os dois países reforçariam os laços.

 

Fonte//SputnikNews

Grande terremoto no Anel de Fogo pode destruir Califórnia

A enorme atividade sísmica no chamado Anel de Fogo do Pacífico nos últimos dois dias está a provocar grande preocupação entre os cientistas pois pode ser o prenúncio de um "terremoto" muito mais forte.

 

De acordo com Serviço Geológico dos Estados Unidos, em apenas 48 horas ocorreram 69 terremotos. Destes 16  foram classificados como muito fortes, ou seja de magnitude 4,5 ou mais. O território mais afetado foi a ilha de Fiji.

Segundo o artigo publicado no jornal britânico Daily Mail, o último  grande terremoto ocorreu em 1906 com a  magnitude 7,9.

Nesse ano, a cidade  de São Francisco foi destruída em 80%. O desastre causou mais de 3.000 mortes.

Em 19 de Agosto,  a mais de 550 quilômetros de profundidade ,no Anel de Fogo, houve um terremoto de magnitude 8,2, revelaram os cientistas. O epicentro foi profundo demais para causar tsunamique se acontecesse atingiria  Fiji e a Califórnia .

Fonte//SputnikNews

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

O colesterol bom pode ser perigoso para doentes cardíacos.

 

O estudo, de uma equipe de pesquisadores em Atlanta, descobriu que, em pessoas com doenças cardiovasculares, níveis muito altos de colesterol "bom" ou colesterol HDL estão associados a um risco consideravelmente maior de ataque cardíaco e morte. Na verdade, os cientistas descobriram que as pessoas com níveis muito elevados de colesterol HDL no sangue têm um risco tão elevado de ataque cardíaco e morte por doença cardiovascular como aquelas com níveis muito baixos.

 

O estudo foi apresentado em 25 de agosto no Congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia de 2018, em Viena, e os autores deram a conhecer seu trabalho numa conferencia de imprensa em 27 de agosto.

 

O colesterol HDL tem sido aclamado por suas qualidades positivas, incluindo sua capacidade de limpar artérias e sua associação a um menor risco de doença cardiovascular.

 

"A molécula de HDL é muito complexa e faz muitas coisas no corpo", disse o principal autor do estudo Dr. Marc Allard-Ratick, professor de medicina interna na Faculdade de Medicina da Universidade Emory, em Atlanta. "Uma das coisas que faz é ajudar a remover o colesterol ruim da parede dos vasos sanguíneos e do corpo".

 

Além disso, "muitos estudos mostraram uma associação inversa entre o colesterol bom e eventos cardiovasculares adversos, como ataque cardíaco ", disse Allard-Ratick. A maioria desses estudos anteriores, no entanto, não analisou pacientes com níveis muito altos de HDL no sangue.

 

Assim, no estudo, os pesquisadores analisaram cerca de 6.000 pacientes que já haviam sido diagnosticados com doenças cardiovasculars ou tinham alta probabilidade de a contrair. Os pesquisadores mediram os níveis de HDL dos pacientes e recolheram dados sobre seu histórial médico.

 

Os pacientes foram divididos em cinco grupos, com base nos níveis de colesterol HDL no sangue: Menos de 30 miligramas por decilitro (mg / dL), 31-40 mg / dL, 41-50 mg / dL, 51-60 mg / dL e mais de 60 mg / dL. (Os níveis de colesterol HDL acima de 60 mg / dL são considerados "ótimos", segundo a Mayo Clinic .)

 

Então, os pacientes foram monitorizados por quatro anos. Durante o período de acompanhamento, 769 pacientes morreram de causas cardiovasculares ou tiveram um ataque cardíaco.

 

O estudo descobriu que tanto os pacientes com o nível mais alto como o mais baixo nível de colesterol HDL tinham a maior probabilidade de morrer de doenças cardiovasculares ou sofrer um ataque cardíaco, disse Allard-Ratick à Live Science.

 

Especificamente, pacientes com níveis de colesterol HDL acima de 60 mg / dL tiveram um risco 50% maior de sofrer um ataque cardíaco ou morrer de doença cardiovascular, comparados com aqueles com níveis de colesterol HDL entre 41 e 60 mg / dL.

Mas não está claro por que os níveis muito elevados de colesterol HDL foram associados a esses efeitos negativos, disseram os pesquisadores.

 

O Dr. Heinz Drexel, cardiologista do Hospital Estadual de Feldkirch, na Áustria, que não esteve envolvido no estudo, disse que níveis muito altos de colesterol HDL são muito menos comuns em pacientes com doenças cardiovasculares. Em vez disso, esses pacientes são muito mais propensos a ter baixos níveis de colesterol HDL.

 

"Nós vemos níveis muito elevados de HDL, acima de 80mg / dL, em apenas 1% da população", disse Drexel à Live Science. "Por outro lado, vemos níveis baixos abaixo de 40mg / dL em cerca de metade dos pacientes".

 

Ainda assim, Drexel disse que o estudo é significativo, já que é o primeiro a observar níveis muito elevados de colesterol HDL em pessoas com doenças cardiovasculares.

 

"Nós sabemos há décadas que o colesterol HDL baixo coloca as pessoas em risco de desenvolver doenças cardiovasculares", disse Drexel. "O que é novo é que os níveis muito altos também não são bons".

Allard-Ratick disse que os níveis muito altos de colesterol HDL observados no estudo são mais provavelmente um resultado da genética do que devido ao estilo de vida. De fato, Allard-Rattick e Drexel disseram que quando em níveis muito altos, as moléculas de HDL podem não desempenhar suas funções eficientemente, resultando numa acululaçao de colesterol no sangue. No entanto, ambos concordaram que mais pesquisas são necessárias para entender os riscos, bem como os mecanismos subjacentes.

 

Fonte//LiveSience

Fumar ou ficar obeso, qual o pior?

Quem deixa de fumar ganha peso e se o tabagismo é mau, a obesidade não é melhor.

 Um estudo recente concluiu que, apesar de a obesidade ser prejudicial, o tabaco é muito pior.

 

As pessoas que deixam de fumar costumam ganhar peso, mas isso não acontece necessariamente porque precisam de um novo hábito para atenuar a ausência do cigarro. A nicotina presente no tabaco reduz o apetite, e logo que a nicotina desaparece o apetite cresce.

 

A correlação existente entre o parar de fumar e o aumento do peso foi observada em vários estudos. Para muitas pessoas, este ganho de peso não perigoso no que diz respeito apenas à obesidade, mas também ao risco de desenvolvimento de diabetes do tipo 2 também aumenta.

 

Este detalhe levou os cientistas a estudarem este assunto ao pormenor de modo a averiguar se deixar de fumar é, na verdade, uma estratégia de saúde perigosa para algumas pessoas. Fumar faz mal à saúde, mas a obesidade também é prejudicial. Além disso, ambos aumento o risco de diabetes tipo 2, hipertensão e doença cardiopulmonar. Mas, afinal, o que é pior?

 

 

Num estudo publicado recentemente no The New England Journal of Medicine, os cientistas analisaram três estudos feitos ao longo de 19 anos com dados de saúde de mais de 170.000 pessoas nos Estados Unidos.

A cada dois anos, essas pessoas preenchiam questionários sobre a sua saúde e sobre o seu estilo de vida.

 

Os investigadores centraram-se nos casos que envolviam fumadores que, entretanto, deixaram de fumar e concluíram que, para alguns, desistir desse hábito levou a um ganho de peso que prejudicou a sua saúde no geral. Em média, o risco de desenvolver diabetes tipo 2 era 22% maior.

 

No entanto, o estudo descobriu ainda que o aumento do risco de diabetes atingia um pico entre cinco a sete anos depois de parar de fumar, e diminuía gradualmente depois disso. Além disso, mesmo entre as pessoas que ganharam cerca de 20 quilos ou mais depois de deixarem de fumar, o seu risco de desenvolverem doenças cardiovasculares diminuiu até 67%.

 

As pessoas que querem deixar de fumar “não devem ser dissuadidas pelo ganho de peso porque a redução a curto prazo e a longo prazo do risco de doença cardiovascular é clara”, disse Yang Hu, autor do artigo científico. Ainda assim, o investigador aconselha a pessoas que querem pôr o tabaco de lado a considerar um estilo de vida mais saudável.

 

Em suma, os cientistas concluíram que a obesidade é má, mas o tabagismo é pior. Por isso, antes de pensar em pegar num cigarro depois de ler esta frase, substitua-o por uma deliciosa fatia de bolo de chocolate.

 

Fonte//DiscoverMagazine

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Migrantes africanos desembarcam numa praia repleta de turistas

Dezenas de migrantes Africanos desembarcaram com um bote semi-rígido numa praia repleta de turistas perto de hotéis cinco estrelas no sul de Espanha escalando depois um penhasco para escapar ás autoridades.

Como a Itália tem repetidamente negado a entrada de navios que transportam migrantes ilegais, a Espanha continua sendo o ponto de entrada preferido na Europa.

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Cerca de 50 marroquinos, incluindo menores, desembarcaram na Costa de la Luz, conhecida por seus luxuosos hotéis. Os migrantes chegaram num barco semirrígido Zodiac. Rapidamente invadiram uma praia perto de vários hotéis de quatro e cinco estrelas e subiram em penhascos próximos tentando escapar, enquanto os turistas confusos filmaram a “invasão”.

Nós pensamos que não iriam chegar à praia porque não é algo normal nesta área e porque estavam cá imensos turistas, mas saltaram do Zodíac  e muito rapidamente e começaram a escalar as rochas", disse uma testemunha ao The Daily Mail

 

Segundo a Guarda Civil os 25 dos recém-chegados, todos supostamente marroquinos, foram apanhados 20 são crianças.

 

Enquanto os adultos foram detidos e colocados num centro de detenção para eventualmente serem repatriados, os menores serão enviados para um centro juvenil. Estes últimos devem permanecer na Espanha, como sugerem as fontes citadas pelo jornal.

 

"Não sabemos exatamente quantas pessoas estavam no barco, mas é óbvio que alguns migrantes conseguiram escapar ", disse um porta-voz da Guarda Civil.

 

Fonte//SputnikNews

 

Terra envolta em grandes nuvens de poeiras

Vivemos toda a nossa vida no meio de uma perpetua de uma nuvem de poeira. O ar está cheio de partículas, sal do mar, fuligem de carbono negro de incêndios florestais e todos os tipos de emissões que saem das chaminés da industrias.

 

Normalmente, todas essas partículas são invisíveis para nós, mas não para os satélites e sensores da NASA. Numa nova foto de satélite, o Observatório da Terra da NASA revela a quantidade impressionante de partículas invisíveis que estão em nosso redor.

 

A NASA combinou dados de múltiplos sensores em satélites, os sensores MODIS (Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer), bem como sensores baseados em terra, para criar uma imagem colorida na nevoa que nos envolve

 

Algumas dessas nuvens de poeira são o resultado de situaçoes climáticas. O Furacão Lane,  perto do Havaí, e os tufões Soulik e Cimaron, na costa do Japão, colocaram enormes quantidades de sal marinho na a atmosfera. No deserto do Saara, no noroeste da África, e no deserto de Taklamakan, no noroeste da China, os ventos secos  formaram nuvens de partículas de poeira muito finas.

A América do Norte e o centro-sul da África revelam assinaturas de outro tipo de nuvem, o fumo dos incêndios florestais, muitas vezes causados ​​por humanos, intencionalmente, para limpezas anuais de terrenos agrícolas na África, ou por descuido como na América do Norte. Parte desse fumo da América do Norte parece ter se deslocado para leste  estando sobre o oceano Atlântico.

 

A NASA salientou que esta imagem não foi registada por uma única câmara e nem é composta de um grupo de imagens captadas diretamente por satélites ou sensores de terra. A NASA usou uma matemática cuidadosa para reunir dados de diversos tipos de fontes, a fim de descobrir onde estão as concentrações mais densas de partículas soltas na atmosfera.

Fonte//LiveSience

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Mergulhadores encontram lula gigante numa praia da Nova Zelândia

Mergulhadores que visitavam a costa sul de Wellington, na Nova Zelândia, estavam procurando um local agradável para fazer caça submarina, no sábado 25 de Agosto, quando encontraram uma das criaturas mais impressionantes do oceano: uma lula gigante morta, mas totalmente intacta.

Um representante do Departamento de Conservação da Nova Zelândia disse ao Herald que os mergulhadores provavelmente encontraram uma lula gigante ( Architeuthis dux ) e não uma lula colossal ( Mesonychoteuthis hamiltoni

Ambas as espécies de lula são criaturas marinhas formidáveis, com  exemplares de lulas gigantes atingindo os 5 m de comprimento, de acordo com a Smithsonian , e a lula colossal atingindo mais de 10 m de comprimento, de acordo com a União Internacional para Conservação da Natureza. .

Os cientistas sabem muito pouco sobre essas espécies que vivem no fundo do mar, porque os animais raramente são vistos. A maioria das observações vem de espécimes mortos que são levados para terra , como neste caso, ou capturados acidentalmente por pescadores.

 

É desconhecida a causa da morte da enorme criatura. Aplin, um dos mergulhadores disse ao Herald que a lula parecia ilesa, exceto um arranhão tão pequeno que  acha que nao foi isso que a matou..

Fonte//LiveSience

Por que gira a Terra?

Todos os dias, a Terra gira uma vez ao redor de seu eixo, tornando o nascer e o pôr-do-sol uma característica quotidiana da vida no planeta. Isso acontece desde que se formou há 4,6 bilhões de anos, e continuará até o fim da sua existência, provavelmente quando o sol se transformar em uma estrela gigante vermelha e engolir o planeta. Mas por que gira a terra?

 

A Terra formou-se a partir de um disco de gás e poeira que girava em torno do sol recém-formado. Neste disco giratório, pedaços de poeira e rocha foram-se juntando para formar a Terra. Á medida que crescia, as rochas espaciais foram colidindo com o planeta, exercendo forças que o levaram a girar, explicou Smadar Naoz, astrofísico da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.

O sol e o sistema solar formaram-se quando uma nuvem de poeira e gás entrou em colapso devido ao seu próprio peso. A maior parte do gás condensou-se para se tornar o sol, enquanto o material restante foi para o disco circundante que formava os planetas. Antes de entrar em colapso, as moléculas de gás e as partículas de poeira moviam-se para todas as direções, mas a certa altura, o gás e a poeira deslocaram- se só numa uma direção específica, colocando-se em sua rotação. Quando a nuvem de gás entrou em colapso, a rotação da nuvem acelerou, como acontece com os patinadores que giram mais rápido quando colocam os braços e as pernas para dentro.

 

Hoje, no entanto, alguns planetas tem uma rotação diferente. Vênus gira na direção oposta à Terra, e o eixo de rotação de Urano está inclinado em 90 graus. Os cientistas não têm certeza de como esses planetas ficaram assim, mas eles têm algumas teorias. Para Vênus, talvez uma colisão tenha provocado sua rotação. Ou talvez tenha começado a rotação como os outros planetas, mas com o tempo, o rebote gravitacional do sol nas nuvens espessas de Vênus, combinado com a fricção entre o núcleo e o manto do planeta, fez inverter a rotação. Um estudo de 2001 publicado na revista Nature sugeriu que as interações gravitacionais com o sol e outros fatores podem ter causado a mudança de rotação de Vénus.

 

No caso de Urano, os cientistas sugeriram que uma enorme colisão com uma grande metoro causassem a situação, informou a Scientific American.

 

Apesar desses tipos de distúrbios, tudo no espaço gira em uma direção ou outra. "Girar é um comportamento fundamental dos objetos no universo", disse Naoz.

 

Asteróides giram, estrelas giram, galáxias giram (leva 230 milhões de anos para o sistema solar completar um circuito ao redor da Via Láctea, de acordo com a NASA ). Alguns dos corpos celestes mais rápidos do universo são objetos densos e giratórios chamados pulsares, que são o restante de estrelas. Alguns pulsares, que têm um diâmetro aproximadamente do tamanho de uma cidade, podem girar centenas de vezes por segundo. O mais rápido, anunciado na Science em 2006 e batizado de Terzan 5ad , gira 716 vezes por segundo.

 

Os buracos negros podem ser ainda mais rápidos. Um deles, chamado GRS 1915 + 105, pode girar entre 920 e 1.150 vezes por segundo, segundo um estudo de 2006 publicado no Astrophysical Journal .

 

Mas a velocidade de rotação também diminui. Quando o sol se formou, fazia uma rotação em torno do sei eixo em quatro dias, mas hoje, uma rotação demora 25 . O seu campo magnético interage com o vento solar e faz desacelerar sua rotação.

 

Até mesmo a rotação da Terra desacelera. A gravidade da lua puxa a Terra de uma maneira que a diminui um pouco. Numa análise de 2016 na revista Proceedings of the Royal Society um dos eclipses antigos mostrou que a rotação da Terra diminuiu em cerca de 6 horas nos últimos 2.740 anos. Isso traduz-se em 1,78 milissegundos num século.

 

Fonte//LiveSience

Veja os sítios do planeta que estão a arder agora

Uma grande parte de planeta Terra está a arder agora.

Nos EUA, incêndios florestais dominam as manchetes. Mas uma nova imagem divulgada pela NASA Worldview uma variedade de imagens de satélite revela, estes incêndios representam apenas uma pequena fracção do total do planeta que está a ser assolado pelo fogo agora. A imagem destaca em vermelho todas as regiões do planeta onde os satélites atualmente detectam incêndios ativos - embora a NASA tenha explicado que nem todos os pontos vermelhos são necessariamente incêndios florestais.

 

"A África parece ter os incêndios mais concentrados", disseram autoridades da NASA no comunicado. "Isso pode ser devido ao fato de que estes são os incêndios agrícolas mais prováveis ​​... Os agricultores costumam usar fogo para devolver os nutrientes ao solo e limpar o solo de plantas indesejáveis."

 

Portanto, nem todos os incêndios estão fora de controle. Mas "enquanto o fogo ajuda a melhorar as plantações e as pastagens, os incêndios também produzem fumo que degrada a qualidade do ar", acrescentou a Nasa.

 

A América do Norte e a América do Sul, assim como a Austrália, tiveram incêndios florestais generalizados este ano, disseram funcionários da NASA, como resultado das subidas das temperaturas e secas ligadas às alterações climáticas, bem como má gestão florestal  em algumas áreas.

 

De acordo com o Departamento Australiano de Meteorologia ,o período de Janeiro a Julho 2018 foi o mais quente desde 1910. À medida que o clima continua a mudar e as áreas se tornam mais quentes e secas, fogos florestais cada vez mais extremos se espalham por todo o continente australiano. "

 

Fonte//LiveSience

domingo, 26 de agosto de 2018

Fernando Pimenta campeão do mundo de K1 5.000

Fernando Pimenta sagrou-se campeão do mundo de K1 5.000 metros, nos Mundiais de canoagem que decorrem em Montemor-o-Velho, depois de ter conquistado o ouro nos 1.000 metros.

 

O canoísta português revalida assim o título dos 5.000 metros, repetindo o êxito alcançado em Racice, na República Checa, em 2017.

 

 

Fernando Pimenta completou a prova em 21.42,196 minutos, batendo o dinamarquês René Poulsen, por 1,527 segundos, enquanto o espanhol Javier Hernanz terminou em terceiro, a 4,369.

No sábado, o canoísta sagrou-se campeão do mundo em K1 1.000 metros. O tricampeão europeu completou a prova em 3.27,666 minutos, batendo por 725 milésimos de segundo o alemão Max Rendschmidt, que ficou com a medalha prata, enquanto o checo Josef Doostal foi o terceiro classificado, a 1,511 segundos do português.

 

Antes da vitória de sábado ,Fernando Pimenta tinha conquistado a medalha de bronze em K1 1.000 nos Mundiais de 2015 e a prata em 2017.

 

Fonte//ZapAeiou

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Kalashnikov desenvolve novo super-carro elétrico para competir com aTesla

A fabricante de armas russa Kalashnikov Concern está desenvolvendo um super-carro elétrico, que deve se tornar um concorrente aos líderes mundiais neste campo, incluindo a Tesla.


"Estamos desenvolvendo nosso próprio conceito de um supercarro elétrico baseado em vários sistemas originais criados por nós. Essa tecnologia nos permitirá estar em sintonia com os fabricantes de carros elétricos do mundo, como a Tesla, e competir com eles. Fomos inspirados pela experiência dos líderes do mercado mundial ao criar o nosso conceito ", disse o porta-voz da empresa.

O futuro carro elétrico receberá um computador, que permitirá monitorar o estado do motor, do inversor e da bateria.

De acordo com a Kalashnikov Concern, no futuro, o carro elétrico, criado com base na tecnologia que está sendo desenvolvida, poderá atingir uma velocidade várias vezes maior do que a dos carros elétricos produzidos agora.



A potência nominal do CV-1 da Kalashnikov é de 220 kW, a potência máxima é de 500 kW e  autonomia é de 350 km.  A Kalashnikov Concern  criou recentemente vários veículos elétricos, entre eles o UV-4, destinado ao mercado civil. Sua potência é de até 50 kW e a velocidade máxima é de 80 quilómetros por hora.



Fonte//SputnikNews

Tempestade em Taiwan faz encalhar sete navios

Sete navios encalharam no porto de Kaohsiung, em Taiwan, devido a uma forte tempestade.

Todos os tripulantes a bordo dos navios estão seguros, de acordo com o Departamento Marítimo e Portuário de Taiwan.

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Na manhã de quinta-feira, Kaohsiung, uma movimentada cidade portuária no extremo sudoeste de Taiwan, foi fustigada por fortes ventos e chuvas torrenciais. Devido ao vento,  cinco navios,  os cargueiros “Taicang Lake”, “Amway 669”, “Changlong 68” , “Shun Yu”  e o petroleiro “Feilong”,encalharam do lado de fora do porto principal.

No total, esses navios tinham 66 tripulantes e cerca de 85 toneladas de combustível a bordo, e nenhum tinha carga.

 

Na sexta-feira, a comunicação social  de Taiwan informou que sete embarcações estavam encalhadas

Os rebocadores de Taiwan da” Port Hong Kong Company “e da “Kaohsiung Gangqin Company” foram mobilizados para o local . Na noite de quinta-feira, 52 tripulantes foram resgatados com sucesso.

 

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Um navio de pesca perdeu o a propulsão em Yehliu, Nova Taipé e encalhou na manhã de sexta-feira.

O navio partiu-se depois de encalhar, mas todos os sete tripulantes foram resgatados.

Um um cidadão chinês, foi levado para a Universidade Nacional de Taiwan Hosital-Jinshan para tratamento médico.

Fonte//MaritimeExecutive