segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Chamas no ceu da Indonésia será profecia Biblica?


Imagens impressionantes mostrando o céu em chamas e nuvens cinzentas de fumaça emergiram da ilha indonésia de Sulawesi
 Embora a causa do aparecimento bola de fogo ainda não esteja esclarecida, os utilizadores das redes sociais foram rápidos em sugerir que o fenômeno foi causado por tecnologias de controlo do clima.

Um utilizador escreveu: "A Bíblia diz que no fim dos tempos veríamos sinais estranhos nos céus. Mal sabíamos que eles seriam feitos por homens!", Enquanto outro perguntava: "Eles controlam Máquinas Meteorológicas?”




Houve até alguém que se dirigiu diretamente ao presidente dos EUA, Donald Trump, e escreveu: “POTUS, por favor, pare de manipular o tempo ".
Um YouTube alegou ser o "HAARP", Programa de Pesquisa Auroral Ativa de Alta Frequência, financiado pelos EUA e construído pela BAE Advanced Technologies para ajudar a analisar a ionosfera e investigar o potencial para o desenvolvimento de tecnologia aprimorada.




No entanto, há também a hipótese fenômeno ter sido causado pela erupção do vulcão Anak Krakatau, que provocou um tsunami catastrófico na Indonésia, matando mais de 400 pessoas e deixando cerca de 40 mil desalojados.


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Fonte //SputnikNews




domingo, 30 de dezembro de 2018

Cruzeiros iráo reduzir imissões de CO2 ate 2030


A Associação Internacional de Linhas de Cruzeiros (CLIA, na sigla em inglês) anunciou que irá reduzir a taxa de emissão de carbono na frota da indústria em 40% até 2030.
 O progresso em direção à meta de 40 por cento será medido em tendo como linha de base a frota de 2008, e as taxas de emissões serão calculadas com base no total de emissões de carbono da frota, totais dos navios e distância total percorrida. A CLIA planeia informar anualmente o progresso do setor em relação ás reduções.

Photo Maritime Executive

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A redução será impulsionada por tecnologias de eficiência energética no projeto e propulsão de navios. O primeiro navio usando GNL, o “AIDAnova”, foi lançado a semana passada, e cerca de 25 desses navios podem já estar em operação em 2025. Embora os navios de GNL também causem poluição, há um benefício enorme na redução de emissões de carbono. 






A indústria cruzeiros investiu bilhões de dólares em novas tecnologias e combustíveis mais limpos para reduzir as emissões dos navios e na conceção e desenvolvimento de navios de cruzeiro com menos emissões e maior eficiência energética. O Guia de Sustentabilidade do Setor de Cruzeiros de Dezembro de 2018 afirma que as linhas de cruzeiro também implementarão Planos de Gerenciamento de Energia do Navio para planeamento e manutenção de rotas visando reduzir o consumo de combustível e as emissões.


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Fonte//MaritimeExecutive




Japão tem metais raros que podem abastecer o mundo por vários séculos


No início deste ano, os pesquisadores descobriram um depósito de minerais raros na costa do Japão que poderia abastecer o mundo durante séculos.
A notícia, publicada na revista Nature em Abril de 2018, diz que o depósito contém 16 milhões de toneladas de metais valiosos.


Photo Wikipédia

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Os minerais raros são usados ​​em tudo, desde as baterias dos smartphones aos veículos elétricos. Por definição, esses minerais contêm um ou mais de 17 elementos metálicos raros (para aqueles que estão familiarizados com a tabela periódica, estão na segunda linha a partir da parte inferior).
Esses elementos são realmente abundantes nas camadas da crosta terrestre, mas estão geralmente muito dispersos. Por causa disso, é raro encontrar uma quantidade substancial dos elementos agrupados para ser viável a sua extração, de acordo com o USGS.

Atualmente, existem apenas algumas áreas economicamente viáveis ​​onde podem ser extraídas mas mesmo assim é geralmente caro extrair.
 A China controla rigidamente grande parte do fornecimento mundial desses minerais há décadas. Isso forçou o Japão, um grande fabricante de eletrônicos, a confiar nos preços ditados pelo vizinho.
O depósito recentemente descoberto é suficiente para fornecer esses metais por muitas centenas de anos.
Há ítrio suficiente para atender procura global por 780 anos, disprósio por 730 anos, európio por 620 anos e térbio por 420 anos.







O depósito fica na Ilha Minamitori, a cerca de 1.850 quilômetros a sudeste de Tóquio. Está dentro da zona econômica exclusiva do Japão, de modo que a nação insular tem os direitos exclusivos sobre todos os recursos.
O Japão começou a procurar seus próprios depósitos minerais, depois que a China reteve os carregamentos desses metais devido a uma disputa por ilhas que ambos os países reivindicam como suas.
Anteriormente, a China reduziu suas cotas de exportação de minerais raros em 2010, subisndo os preços em até 10%.

Photo National Geografic

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Minerais raros podem ser formados pela atividade vulcânica, mas muitos dos minerais no nosso planeta foram formados inicialmente por explosões de supernovas antes da existência da Terra.
Quando a Terra se formou, os minerais ficaram nas partes mais profundas do manto do planeta.
Como a atividade tectônica deslocou porções do manto, os minerais raros ficaram mais próximo da superfície.
A única coisa que impede o Japão de usar este depósito para dominar o mercado global de minerais raros é o problema em extraí-los.
O processo é caro, e portanto, são necessárias mais pesquisas para determinar os métodos mais baratos.
O Japão agora tem a oportunidade de controlar uma grande fatia da oferta global, forçando os países que fabricam produtos eletrônicos, como a China e os EUA, a comprar esses minerais.



sábado, 29 de dezembro de 2018

Panda Elettra, um dos primeiros elétricos do mundo


Em 1990, num primeiro esforço no sentido da mobilidade elétrica a Fiat construiu o pequeno Panda Elettra, uma versão 100% elétrica, estabelecendo-se como um ponto importante na história Fiat. O Panda Elettra foi um modelo elétrico produzido em série, o que na época foi um feito extraordinário.
Photo Motor24

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Por ser uma conversão posterior ao desenvolvimento do modelo convencional, o Panda Elettra 
dispunha apenas de dois lugares devido à implantação de baterias de chumbo no lugar dos bancos traseiros, o que limitava, desde logo, a sua utilização prática. O projeto nasceu por vontade do engenheiro Paolo Scolari, da área de desenvolvimento industrial da Fiat Auto no final da década de 1980, com muitos desafios pela frente, nomeadamente nos capítulos do fornecimento de componentes para as motorizações elétricas e de baterias.

Numa configuração normal, a necessidade de espaço para 12 as baterias era tão grande que essas também se ‘estendiam’ para o compartimento do motor, onde no lugar do tradicional bloco de combustão interna estava um motor elétrico de apenas 19 CV (14 kW), que tinha a particularidade de recorrer à transmissão de série.

Uma das consequências da sua conversão elétrica foi o aumento de peso em cerca de 450 kg, para 1150 kg, necessitando ainda de alterações na suspensão e no sistema de travagem, que teve de ser reforçado para lidar com o aumento de peso. O processo de recarga durava oito horas numa tomada doméstica de 16A, mas a autonomia era ainda limitada, cingindo-se aos 100 quilómetros a uma velocidade de 70 km/h. A substituição das baterias era aconselhada ao fim de 35 mil quilómetros.
Apenas dois anos depois, o Panda Elettra recebeu um ligeiro aumento de potência para os 23.8 CV (17.7 kW), graças a um novo motor, conseguindo ainda reduzir o seu peso pela utilização de baterias de níquel cádmio com maior autonomia e longevidade.


Mesmo assim, em virtude do seu preço altíssimo,custava 25.600 liras em Itália, ou seja, o triplo de um Panda 750 Young, e das características técnicas da época, o Elettra acabou por não ser comercialmente relevante, sendo descontinuado em 1998 com poucas unidades vendidas, o que faz deste Fiat um ‘achado’ raro nas estradas.







Sem ajudas estatais para a sua aquisição, os elétricos eram olhados como uma tecnologia dispendiosa e sem grande validade prática para os italianos, pelo que, não obstante a mais-valia tecnológica destas máquinas, o Panda Elettra tinha uma aplicação que poderia ser mais interessante na utilização quotidiana nas grandes cidades.

Exemplo disso foi dado pela própria cidade de Turim que, escrevia o jornal La Repubblica em 1995, teve a ideia de colocar em prática na primavera de 1996 um acordo com a Fiat para um projeto-piloto de utilização de 20 veículos elétricos por parte de cidadãos que poderiam levar um dos Panda Elettra deixando na Praça Vittorio Veneto o seu carro com motor de combustão (havia lugar para 18) mediante o conceito de carsharing com pagamento apenas do tempo utilizado e estacionamento livre no interior da cidade.

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“O cliente deve apenas regressar com o Panda Elettra ao estacionamento da Praça Vittorio Veneto, ligar a tomada de carregamento ao carro e pagar o preço do aluguer (fala-se em 5000 liras por hora) com um cartão de crédito”, escreveu o La Repubblica.


Fonte//Motor24




sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

Elon Musk apresenta nova starship da SpaceX

Elon Musk planeia colonizar Marte e apresentou o seu projeto para conseguir isso.
A nova nave é construída em aço inoxidável, um material que tolera muito bem o calor extremo. 

Photo Hypesience

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Segundo Elon Musk, terá um acabamento espelhado para refletir a energia térmica que funciona muito melhor do que os materiais à base de carbono usados em muitos foguetes, o que poderia ajudar a nave a suportar as tensões dos voos espaciais a longo prazo.
A desvantagem é que, o aço inoxidável é mais pesado que a fibra de carbono, e o pouco peso é crucial nas viagens espaciais.






O CEO da SpaceX explicou experiencias feitas com o aço inoxidável e exemplificou que expôs o aço inoxidável a temperaturas extremamente frias através de um tratamento criogênico, conseguindo controlar a questão do peso. A revelação mais empolgante de Elon Musk é que o protótipo deverá estar concluído dentr0 de alguns meses, provavelmente em Março ou Abril.



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Televisão deixa pessoas infelizes, revela estudo


Um novo estudo sobre a felicidade descobriu quais os hábitos mais comuns de pessoas que se dizem muito felizes e infelizes.
O estudo realizado pela universidade de Maryland, nos EUA, e que foi publicado na revista Social Indicators Research, concluiu que as pessoas infelizes assistem mais televisão e as que dizem ser muito felizes passam o seu tempo lendo e socializando-se.

Photo Factos Desconhecidos


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Os investigadores analisaram 30 anos de informações e descobriram que assistir televisão pode ajudar na felicidade momentânea, mas tem efeitos negativos a longo prazo.
Baseados nos dados do estudo, eles afirmam que as pessoas assistem mais televisão à medida que a economia piora. Quanto maior a taxa de desemprego, mais tempo elas têm e quanto mais tempo têm, mais assistem televisão








Os investigadores basearam-se em dois estudos. Um deles utilizava dados de um diário para cada atividade do dia e a felicidade que ela criava, num período de 24 horas. O outro baseava-se em questionários que perguntavam a satisfação das pessoas com as coisas que faziam durante o dia e outras questões.

Concluíram que:                      
Pessoas infelizes assistem 20% mais televisão do que pessoas muito felizes. Os felizes são socialmente mais ativas, liam mais e participavam mais de atos religiosos.
Pessoas infelizes parecem ter mais tempo livre (51%) em comparação com os muitos felizes (19%) Ter muito tempo livre sem uma maneira certa de preenchê-lo é mau.
Os pesquisadores ligaram o efeito de felicidade momentânea de assistir TV com o vício, pois atividades viciantes produzem prazer momentâneo e infelicidade a longo prazo. Afirmaram que as pessoas mais vulneráveis ao vício são menos sociáveis e para elas a TV é um vício.


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quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Anomalia do Atlântico Sul pode estar a enfraquecer o campo magnético da Terra


O campo magnético da Terra está a enfraquecer dramaticamente. De acordo com uma pesquisa feita no início deste ano, esse enfraquecimento fenomenal é parte de um padrão que dura mais de 1.000 anos.
 O campo magnético da Terra não é apenas os polos norte e sul. É também um escudo protetor que nos protege dos ventos solares e da radiação cósmica. Mas esse campo de força invisível está enfraquecendo rapidamente, ao ponto de os cientistas pensarem que poderia haver uma inversão dos polos.


Photo Universo Racionalista

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Por mais estranho que isso pareça, acontece periodicamente. A última vez que ocorreu foi cerca de 780 mil anos atrás. Quando isso acontece, é um processo lento, com a duração de milhares de anos.
Ninguém sabe ao certo se tal está a acontecer devido á falta de dados.
A região que mais preocupa os cientistas no momento é chamada de Anomalia do Atlântico Sul, uma imensa extensão do campo que vai do Chile ao Zimbábue. O campo magnético é tão fraco dentro dessa zona que é perigoso para os satélites, porque os níveis de radiação pode avariar seus componentes eletrônicos.







Uma das razões pelas quais os cientistas não sabem muito sobre a história magnética desta região, é a falta do que é chamado de dados arqueomagnéticos, evidências físicas do magnetismo no passado da Terra, preservadas em artefactos arqueológicos.
Uma dessas evidências pertencia a um grupo de antigos africanos, que viviam no vale do rio Limpopo, que faz fronteira com o Zimbábue, a África do Sul e o Botsuana, regiões que se enquadram na Anomalia do Atlântico Sul de hoje.
Há cerca de 1.000 anos, esses povos tinham rituais para sobreviver a tempos de seca.
Durante esses períodos, eles queimavam suas barracas de barro e caixas com cereais, num ritual sagrado para fazer as chuvas voltarem, não sabendo que estavam fazendo um trabalho que iria ajudar os cientistas muitos seculos mais tarde.

  • Quando se queima argila a temperaturas muito altas, os minerais magnéticos estabilizam-se, e quando arrefecem, guardam um registo do campo magnético da Terra”, explicou um dos elementos da equipa, o geofísico John Tarduno.

Como tal, uma análise dos artefactos que sobreviveram a essas queimadas revela muito mais do que apenas as práticas culturais dos ancestrais dos sul-africanos de hoje.
Como uma bússola congelada no tempo, os artefactos revelaram que o enfraquecimento da do campo magnético não é um fenômeno sem precedentes.
 Flutuações semelhantes ocorreram nos anos 400-450 CE, 700-750 EC e 1225-1550 CE, e o fato de haver um padrão indica que a posição da Anomalia do Atlântico Sul não é uma casualidade geográfica.
Photo Sitedecuriosidades

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O atual enfraquecimento do campo magnético da Terra, que tem ocorrido nos últimos 160 anos, é provavelmente causado por um vasto deposito de rocha densa, que tem cerca de 2.900 quilômetros.
 Supõe-se que essa região densa, existente entre o núcleo de ferro líquido e o manto mais rígido e mais frio da Terra, perturbe de algum modo o ferro que ajuda a gerar o campo magnético da Terra, mas ainda há muito a pesquisar antes de chegar a alguma conclusão.

Como explicam os cientistas, a ideia convencional de reversão de polos é que eles podem começar em qualquer parte do núcleo, mas as últimas descobertas sugerem que o que acontece no campo magnético, está ligado a fenômenos em lugares especiais no limite do manto central.
O que tudo isso significa para o futuro,ninguém tem certeza.
 Apenas sabemos que esse fenómeno ocorreu pelo menos duas vezes antes dos últimos 160 anos e faz parte de um padrão de longo prazo. É ainda muito cedo para se poder afirmar que está a acontecer uma reversão dos polos do nosso planeta.




quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Porque o mar sobe mais nuns sítios que noutros


Os níveis do mar estão subindo globalmente devido ao aquecimento dos oceanos e ao derretimento do gelo, mas tao não acontece na mesma proporção em todos os lugares.
 Os níveis do mar subiram mais significativamente em algumas regiões da costa leste dos EUA em comparação com outras regiões.


Photo BrasilianPress

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Ao longo do século 20, o nível do mar aumentou cerca de 46cm em zonas costeiras perto de Cape Hatteras, na Carolina do Norte e ao longo da Baía de Chesapeake, na Virgínia. Já em Nova York e Miami a subida foi cerca de um metro durante o mesmo período, enquanto o nível do mar mais ao norte, em Portland, Maine, subiu apenas cerca de meio metro.
A razão é um fenômeno chamado "rebote pós-glacial", explica Chris Piecuch, principal autor de um estudo publicado em 20 de dezembro de 2018, na revista Nature.

Essencialmente, as áreas de terra no Hemisfério Norte que antes eram cobertas por gigantescas camadas de gelo durante a última Era Glacial, como o Canadá e partes do nordeste dos EUA estavam pesadas devido ao imenso peso do gelo. Por seu lado, a terra na periferia das camadas de gelo, ao longo da costa norte-americana do Atlântico, por exemplo, eram mais leves. À medida que as camadas de gelo começaram a derreter no fim do Último Máximo Glacial, há 26.500 anos atrás, as áreas opostas gradualmente elevaram-se, no efeito trampolim, enquanto as terras periféricas começaram a afundar. Apesar dos lençóis de gelo terem desaparecido há 7.000 anos, a oscilação da recuperação pós-glacial continua até hoje.








Para explorar por que o nível do mar subiu mais rápido durante o último século em áreas como a Estação Naval de Norfolk na Virgínia e os Outer Banks na Carolina do Norte, Piecuch e seus colegas fizeram medições do nível do mar, e estudaram dados de satélites GPS que mostram o quanto a terra se moveu para cima e para baixo ao longo do tempo, alem de fósseis encontrados nos sedimentos de salinas, que registram os níveis do mar no litoral. Eles combinaram todos esses dados com modelos geofísicos complexos, algo nunca feito ate então, para dar uma ideia mais completa das mudanças no nível do mar desde 1900.


A equipe de pesquisa descobriu que o “rebote pós-glacial” foi responsável pela maior parte da variação na elevação do nível do mar ao longo da costa leste. Mas, mais importante, quando esse fator foi retirado, os investigadores descobriram que as tendências do aumento do nível do mar aumentaram constantemente do Maine até a Flórida.


Photo Vix

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A causa disso poderia dever-se ao derreter mais recente de glaciares e lençóis de gelo, extração de água subterrânea e a construção de barragens que aprisionaram a água no último século. Esses efeitos movem a massa de gelo e água na superfície da Terra e podem afetar a crosta, o campo de gravidade e o nível do mar do planeta.

A repercussão pós-glacial é definitivamente o fator mais importante que causou diferenças na subida do nível do mar na costa leste dos Estados Unidos ao longo do último século. É muito difícil prever como será o aumento do nível do mar e seu impacto nas comunidades costeiras



Sabia que os cristãos já proibiram o Natal?



A maioria dos americanos não está ciente de que o Natal foi retirado na América durante várias décadas pelos próprios cristãos, por exemplo, em Boston de 1659 a 1681.
A guerra original contra o Natal foi travada durante os séculos XVI e XVII pelos puritanos, ou cristãos protestantes que acreditavam que as pessoas precisavam de regras rígidas para serem religiosos, e que qualquer tipo de festa ou animação era pecado.

Photo Depositphotod


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Assim, os próprios seguidores de Jesus Cristo, tanto na América como na Inglaterra, ajudaram a aprovar leis que tornaram ilegal celebrar o Natal. Eles acreditavam que era um insulto a Deus honrar um dia que também era um dia de festividades pagãs antes de Cristo.
Todas as atividades de Natal, incluindo danças, decorações, jogos, canções natalicias, e sobretudo de beber, foram proibidas pelo Parlamento dominado pelos puritanos da Inglaterra, em 1644, seguidos pela Nova Inglaterra.







Em Boston, o Natal foi proibido, e ate mesmo em Plymouth, era considerado crime. As árvores de Natal e as decorações foram considerados como rituais pagãos, e os puritanos proibiram todos os alimentos tradicionais da época, como tortas e pudins. As leis puritanas exigiam que as lojas e empresas permanecessem abertas durante todo o dia de Natal, e os crentes caminhavam pelas ruas na véspera do evento gritando “Não ao Natal!”.

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Na Inglaterra, a proibição do Natal foi levantada em 1660, com a subida ao trono do rei Carlos II. No entanto, a presença puritana permaneceu na Nova Inglaterra, nos EUA, e o Natal não só passou a ser feriado em 1856, continuando mesmo assim, algumas escolas a dar aulas a 25 de dezembro até 1870.
Embora a mudança tenha sido lenta, o Natal começou a ser festejado gradualmente até atingir o nível que conhecemos.





terça-feira, 25 de dezembro de 2018

Porque celebramos o Natal a 25 de Dezembro


Para grande maioria dos cristãos, o Natal é uma das quadras festivas mais importantes. Mas sabe a razão por que se celebra o Natal a 25 de Dezembro? Existem diversas respostas, uma delas, é que os antigos cristãos comemoraram o Natal no dia do solstício de inverno. Além disso, as constituições Apostólicas do século IV, mandavam respeitar os dias festivos e, acima de tudo, o dia do nascimento de Deus, celebrado no dia 25 do mês noveno.


Imagem Votex Magazine

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Em 45 a.C, o imperador Caio Júlio César estabeleceu um calendário no qual a data do solstício de inverno era a 25 de Dezembro. Na época, as festas eram dedicadas aos deuses romanos como Líbero, Dionísio ou Saturno. Entretanto, com a chegada dos cristãos, isso mudou, e substituíram as festas pagãs pelas cristãs. A festa foi chamada de "Aniversário do Invencível Cristo" ou "A festa das luzes".
Segundo os cálculos do historiador cristão Pavel Kuzenkov, a data de 25 de Dezembro é vem do do dia 6 de Janeiro, isso devido à transição do calendário egípcio ao juliano.
Atualmente, o solstício de inverno é no dia 21 de Dezembro devido ao ano astronômico que tem duração de 365 dias.







No século XVI, o atraso do calendário foi corrigido pelo Papa Gregório XIII com uma comissão científica. Assim, em 1582, o calendário perdeu dez dias de Outubro. Entretanto, a igreja ortodoxa russa utiliza a versão anterior do calendário, por esse motivo, o Natal na Rússia é celebrado no dia 7 de janeiro.
As datas do ponto de vista religioso estão vinculadas aos acontecimentos astronômicos, pois, segundo a Bíblia, Deus criou os corpos celestes para "separar o dia da noite" e determinar "as datas, os dias e os anos".

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Kuzenkov admitiu que o cristianismo é uma religião mística e universal e não estar vinculada a fenômenos naturais. Um exemplo disso é a Rússia celebra o Natal no inverno, enquanto o Brasil celebra no verão".






Rabinos vêm terremotos, tsunami e vulcões com sinais do apocalipse


Alguns rabinos comentaram as erupções vulcânicas e os terremotos do Anel de Fogo e advertiram que estes poderiam ser um sinal de Apocalipse, como está previsto nos textos hebraicos.
O Anel de Fogo, uma área de alta atividade sísmica que se estende desde a Nova Zelândia até o norte da Rússia. Os EUA e o Chile também fazem parte deste vasto território. É certo que tem acontecido vários fenómenos naturais dos quais o ultimo foi o tsunami na Indonésia


Photo Tecmundo

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O desastre, ligado à erupção do vulcão Krakatoa, já causou mais de 300 mortos. É interessante notar que 22 das 25 erupções vulcânicas mais violentas do mundo ocorreram ao longo do perímetro do Anel de Fogo, e ainda mais desastres poderão ocorrer, de acordo com o Escritório da ONU para Redução de Riscos de Desastres.
Um rabino, Yosef Berger, referiu-se ao incidente no início desta semana como parte do Apocalipse, classificando como um fenômeno global, mas também como uma mensagem importante para que cada indivíduo entenda que o que está acontecendo como parte do que está escrito nos livros hebraicos.







Um outro rabino Nir Ben Artzi também expressou a crença de que o Messias, que alegou ter nascido no início deste ano, colocou a humanidade no limiar da "redenção" e está esperando apenas para se revelar ao mundo.
·         "O Criador está purificando o mundo da imundície a fim de preparar o caminho para o Messias ser revelado no mundo", disse ele em um de seus sermões semanais:
    "A Redenção virá misericordiosamente para que nosso Pai Celestial use a natureza contra nós: através de tempestades, incêndios, terremotos e vulcões", ressaltou.

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Artzi explicou que o sagrado está destruindo todo o mal no mundo e ao mesmo tempo abre o caminho para a luz do Messias, através da destruição e do renascimento.
 No judaísmo, o fim dos dias corresponde à chegada do Messias judeu, que governará durante sua era messiânica antes de inaugurar o reino da era de Deus.


Fonte//SputnikNews




segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Descoberto sistema rentavel para produzir hidrogénio


Investigadores da Universidade de Stanford criaram um novo sistema que retira facilmente o hidrogénio da água. Funciona basicamente “como um pulmão”
O resultado é hidrogênio, um combustivel limpo que poderá um dia alimentar tudo, desde os carros até os smartphones.
Embora este não seja o primeiro dispositivo a produzir hidrogênio, o design exclusivo pode vir a  ser o primeiro passo no caminho de um método eficiente para produzir hidrogênio.



Esta imagem mostra as semelhanças entre a troca de gases em pulmões de mamíferos e um mecanismo recém-desenvolvido para transformar água em combustível.

Photo: Li et al. / Joule

Quando o ar entra um pulmão humano, ele passa por uma membrana fina. Essa membrana extrai o oxigênio do ar e envia-o para a corrente sanguínea. A estrutura única do órgão torna esta troca de gases altamente eficiente.
Combinando o hidrogênio com oxigênio e obtém-se eletricidade e, ao contrario da combustão dos combustíveis fósseis, o único subproduto é a água. Por essa razão, os pesquisadores vêm investigando o hidrogênio como combustível há décadas, mas ainda não haviam encontrado uma maneira de produzi-lo de uma maneira rentável e suficiente para ser feito a nível industrial.
Isso acontece principalmente porque o hidrogênio não existe por como elemento na natureza precisamos isolá-lo, muitas vezes separando a água em hidrogênio e oxigênio.







O “pulmão” dos pesquisadores de Stanford é essencialmente uma bolsa criada a partir de um filme plástico espesso. Poros minúsculos que repelem a água cobrem o exterior da bolsa, e o interior é revestido de nano partículas de ouro e platina.
Colocando a bolsa na água e aplicando uma corrente elétrica, conseguiram forçar o dispositivo a criar energia com uma eficiência 32% maior. Eles alegam que isso acontece porque a forma semelhante a um pulmão fez um trabalho melhor do que outros projetos de células de combustível de minimizar as bolhas que se podem formar, e prejudicar a eficiência.

A equipa agora está a trabalhar na ampliação do seu design e encontrar uma maneira de tolerar temperaturas mais altas pois agora, não funciona acima de 100 graus Celsius (212 graus Fahrenheit), o que pode ser um problema para aplicações comerciais.



domingo, 23 de dezembro de 2018

Tsunami na Indonésia ja provocou 222 mortos


Já estão contabilizadas pelo menos 222 mortes devido ao tsunami registado na Indonésia que devastou a costa destruindo portos de pesca e e atingiu centenas de pessoas que assstiam a um concerto na praia
O tsunami não foi precedido de qualquer tipo de terramoto que por vezes alerta as pessoas para estes eventos, e as autoridades também não emitiram alertas de tsunami.

Photo AFP/Getty Images

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O vulcão Anak Krakatau, que entrou em erupção em junho pode ter provocado um deslizamento de terra, -possivelmente submarino, e ter gerado o tsunami no final do sábado.
As autoridades alertaram que o número de mortes pode aumentar à medida que decorrem as buscas e indicam haver cerca de 850 pessoas feridas pela onda de três metros no estreito de Sunda, na ponta oeste da ilha de Java, a cerca de 100 quilômetros de Jacarta.



A Agência de Gestão de Desastres da Indonésia, que anunciou o número de mortos, disse que pelo menos 28 pessoas estão dadas como desaparecidas, e que algumas áreas ainda não foram socorridas.
Foram destruídos ou fortemente danificados mais de 500 edifícios




Um vídeo colocado no youtube mostra a onda invadir o concerto de uma banda indonésia chamada “Seventeen”. O palco deslocou-se, derrubando a banda e seus equipamentos na multidão em pânico.
O centro de vulcanologia da Indonésia confirma ter havido do Anak Krakatau na noite de sábado não ficando esclarecido se o tsunami foi causado diretamente pela erupção.


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Igan Sutawijaya, vulcanista e especialista em desastres geológicos, disse que o Estreito de Sunda é uma área propensa a desastres, mas as ondas podem não estar diretamente ligadas á erupção, suspeitando que fosse causado por um deslizamento submarino




A Indonésia está no “anel de fogo” sismicamente ativo no Oceano Pacífico.


Fonte//Washingtonpost



sábado, 22 de dezembro de 2018

Mars Express fotografa cratera cheia de gelo em Marte


Fotos impressionantes mostram cratera enorme em Marte absolutamente cheia de água gelada
As opiniões sobre a existência ou não de água em Marte dividem-se e é um tema que tem provocado interesse em todo o mundo científico.
Sabemos que há abundância de gelo “no Planeta Vermelho” mas estas novas imagens da Agência Espacial Europeia, são incríveis.


Photo ESA/DLR/FU Berlin, CC BY-SA 3.0 IGO

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Conseguidas a partir da sonda Mars Express que está em orbita de Marte há 15 anos as fotos revelam uma vista deslumbrante da chamada cratera Korolev, Trata-se de uma cratera com  81,4 quilômetros de diâmetro ao sul das dunas Olympia Undae circundando a calota polar norte. A cratera esta cheia de gelo quase até a borda durante todo o ano.






 
Como em Terra, Marte também tem estações, e como em Terra, as estações mais quentes resultam um recuo do gelo. Criada por um enorme impacto no passado Marte, a cratera de Korolev foi batizada com este nome em homenagem ao engenheiro de foguetes soviético Sergei Korolev .
 
Photo ESA/DLR/FU Berlin, CC BY-SA 3.0 IGO


É um tipo de característica geológica conhecida como 'armadilha fria'. O fundo do interior da cratera tem mais de 2 quilômetros abaixo da borda, onde está um “lago de gelo”, com 1,8 km de espessura e 60 km de diâmetro.
Em volume, contém cerca de 2.200 quilômetros cúbicos de gelo.

Quando o ar desloca-se sobre o gelo (sim, Marte tem ar, é irrespirável e rarefeito, mas está lá), esfria e afunda, resultando em uma camada de ar frio que fica diretamente acima do gelo. Como o ar é um mau condutor de calor, essa camada fria atua como um isolante que protege o gelo do ar mais quente e, portanto, evita que ele derreta.

Photo ESA/DLR/FU Berlin, CC BY-SA 3.0 IGO

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A mesma dinâmica aplica-se na cratera Louth , muito menor, com 36 quilómetros  também na região polar do norte de Marte.
A Mars Express, que completa 15 anos em órbita de Marte a 25 de Dezembro, fez várias passagens pela cratera de Korolev no ano passado, tirando fotos com a Câmara Estéreo de Alta Resolução DSLR (HRSC).





Atingido o ponto mais profundo do Oceano Atlântico


O explorador e multimilionário Victor Vescovo chegou ao ponto mais profundo do Oceano Atlântico, o fundo da fossa de Porto Rico.
 Segundo um comunicado divulgado pelo Discovery Channel, Vescovo tornou-se a primeira pessoa a fazer um mergulho a solo num submersível tripulado e o segundo a fazer um mergulho, também só, abaixo 5.000 metros. A Discovery Channel exibirá um documentário sobre a expedição nos próximos anos.


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O ponto mais profundo atinge a profundidade de 8.376 metros. James Cameron, no navio Deepsea Challenger, mergulhou mais fundo em 2012 atingindo os 10.908 metros na Fossa das Marianas, no Oceano Pacífico, o ponto mais profundo do mundo.
"Foi ótimo chegar ao fundo do Oceano Atlântico pela primeira vez na história e provar as capacidades técnicas deste sistema de mergulho, que acreditamos ser o mais operacional do mundo. Estamos realmente ansiosos para continuar com nossas metas técnicas e científicas noutros locais com outros mergulhos", afirmou Victor Vescovo








O submersível foi projetado deslocar-se com facilidade e rapidez na água e está equipado com tecnologia de sonar para mapear o fundo do oceano em três dimensões. Esta tecnologia está também a ser usada para encontrar partes mais profundas do oceano e corrigir imprecisões nas profundidades já registadas.
O mergulho de Vescovo faz parte da Expedição dos 5 Deeps, uma exploração oceânica que visa alcançar a parte mais profunda de cada um dos cinco oceanos, sendo a próxima a remota Fossa do Sul do Sandwich, o ponto mais profundo do Oceano Antártico na Antártida.




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sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

A Ilha Graciosa alimentada a 100 % por energias renováveis.



Apesar de ser um teste, a Ilha Graciosa foi abastecida por energia verde a 100%,produzida pelos painéis fotovoltaicos e pelo parque eólico da Serra Branca.
Representando um investimento de 24 milhões de euros, o projeto Graciosa Energy System prevê que cerca de 65% da energia disponível na ilha seja proveniente de fontes renováveis.


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Trata-se do primeiro sistema mundial de energia híbrida, usando até 100% de energia proveniente de fontes renováveis, como o vento e o sol, que é armazenada em baterias, sistema este que poderá vir a ser implantado em outras ilhas em todo o mundo.
Tudo é comandado por inovador sistema de gestão de energia desenvolvido pela empresa alemã Younicos, tendo como objetivo a paragem da atual central térmica para produção de energia.






O projeto baseia-se na integração de produção eólica e solar com uma potência instalada de 4,5 MW e 1 MW, complementada por um conjunto de baterias de última que permitirão o armazenamento de energia com a potência de 3,2 MWh.



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Nomeado de 'Graciólica' é um projeto com projeção a nível europeu, que irá para colocar a ilha Graciosa como a primeira ilha 100% verde na produção e armazenamento de energia sendo uma pioneira nas Regiões Ultraperiféricas.



Fonte//MeoBeachcam






quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Russos vão criar parque da Era do Gelo no 'Parque Pleistoceno'


Cientistas russos querem fazer um "parque" cercado na Sibéria com grandes herbívoros o que poderia ajudar a transformar a paisagem num ecossistema de pastagem, como foi durante a última era glacial.
Há dezenas de milhares de anos atrás, as frias estepes da Sibéria eram ecossistemas campestres vibrantes, suportando diversas comunidades de herbívoros como mamutes, rinocerontes, alces, cavalos e bisontes. No final do Pleistoceno e Poch (entre 2,6 milhões e 11,7milhoes de anos) a maioria dessas espécies desapareceu, e os habitats das pastagens afundaram, tendo a grande parte das gramíneas desaparecido.

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Agora, uma equipa de cientistas russos está trabalhando para recriar essa paisagem antiga. Numa uma área cercada no norte da Sibéria, chamada "Parque Pleistoceno", os cientistas pretendem restaurar um mundo desaparecido onde enormes herbívoros vagueavam. Ao fazê-lo, os cientistas esperam também abordar o problema global das mudanças climáticas.
No Ártico, a cobertura de gelo permanente (permafrost) é atualmente muito vulnerável ao derretimento, e esse derretimento liberta gases de efeito estufa até então aprisionados no gelo, Estima-se que 1.400 giga toneladas de carbono, (1 gigaton equivale a 1 bilião de toneladas) estejam congeladas no permafrost da Terra, de acordo com o Centro Nacional de Dados de Neve e Gelo (NSIDC).






Reintroduzir grandes herbívoros no parque siberiano e trazer pastos para as estepes pode ajudar a proteger o permafrost.
Ao contrário do fictício Jurassic Park, o Pleistocene Park não é um parque turístico com animais extintos clonados de fosseis. O parque tem uma área de 16 quilômetros quadrados e é o lar de renas, alces, bois almiscarados, bisontes e cavalos, todos reintroduzidos segundo o site to parque.
Os primeiros animais chegaram em 1988 e, nas décadas seguintes, o ecossistema modificou-se, ajustando-se à presença de grandes herbívoros. Já começaram a surgir mudanças na vegetação do parque, com mais grama, o que é uma resposta natural ao consumo por parte dos animais. Rebanhos de cavalos e bisontes percorrem a paisagem outrora habitada por mamutes extintos e rinocerontes peludos.


Mas a recriação de antigas pastagens trará de volta sistemas radiculares que lixiviam a humidade do solo, o que pode reduzir a produção de metano.
O aumento da queda de neve durante os últimos três invernos comprometeu ainda mais o permafrost , criando uma camada isolante que aquece a terra e impede o congelamento. Em muitos locais, os cientistas descobriram que as camadas de solo permaneciam descongeladas o ano todo.



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Embora os mamutes e rinocerontes da Sibéria já tenham desaparecido há muito tempo, outros grandes herbívoros vivos hoje podem proteger o permafrost fazendo o que seus antecessores faziam quando percorriam a tundra, pisando as camadas superiores de neve permitindo que o solo congele e protegendo o permafrost no Ártico.





WhatsApp lança nova função para utilizadores do Android


Ao baixar a versão mais recente do WhatsApp para Android, os utilizadores podem aproveitar os mesmos benefícios que os do iPhone, ou seja, assistir aos vídeos sem sair do aplicativo.



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O WhatsApp incorporou em sua última versão o recurso Picture in Picture (PiP) no Android, que possibilita reproduzir vídeo do YouTube, Facebook e Instagram sem precisar sair do chat







O utilizador pode mover a janela ou redimensioná-la, assim como reproduzir os vídeos na tela inteira no aplicativo. No entanto, para usar a nova função, é necessário enviar os vídeos através do botão "compartilhar". O recurso será indisponível se o link for copiado e colado. Os vídeos também serão fechados se uma conversa for iniciada com outro contato.

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Trata-se de uma novidade que apareceu em outubro numa versão "beta" do WhatsApp para o sistema operacional Android Oreo, e que agora foi oficialmente introduzida na versão estável 2.18.380, que pode ser baixada do Google Play. Os utilizadores do iPhone dispõem da mesma função desde o começo do ano.



Fonte//SputnikNews




quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Fauna e flora do Artico em perigo


Um novo "boletim" do Programa Ártico da Administração Oceanográfica e Atmosférica Nacional (NOAA) pinta um quadro negro para o Ártico. De acordo com o Boletim Ártico de 2018, as temperaturas do ar na superfície do Ártico estão aquecendo duas vezes mais rápido que no resto do globo, enquanto as populações de renas selvagens e de caribus reduziram 50% nos últimos 20 anos.

 
Photo Fau.edu

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Novos registros alarmantes são verificados no Ártico regularmente. As temperaturas do ar de 2014 a 2018 no Ártico foram as mais quentes, desde 1900, de acordo com o relatório. Os últimos 12 anos mostraram um recuo enorme no gelo do Ártico. E a camada de gelo da Groenlândia está derretendo mais rápido do que em pelo menos 350 anos.
O relatório anual é o 13º emitido pelo Programa Ártico da NOAA. Uma das mudanças mais dramáticas no atual Ártico, segundo o relatório, é a perda do gelo marinho da região. O máximo de gelo marinho no inverno de 2018, medido em março, foi o segundo mais baixo em 39 anos de registos, ficando atrás de 2017. Em 1985, os autores do relatório escreveram 16% do gelo mantinha-se de um inverno para. Hoje, é de apenas 1%. O gelo novo, mais fino, que compõe 99% do bloco de gelo, é mais propenso a derreter e fluir.







O gelo do mar ligado à costa também está reduzindo, estendendo-se apenas pela metade da costa na atualidade em comparação com a década de 1970.
O aquecimento das temperaturas, a perda de gelo marinho e o declínio a longo prazo da camada de neve em terra causaram o caos para a vida selvagem do Ártico. As renas selvagens e os caribus, estão em declínio desde os anos 90. Onde havia cerca 4,7 milhões de animais, existem agora 2,1 milhões.
O clima é responsável por grande parte do declínio. Verões mais longos e mais quentes significam mais parasitas e estresse de calor para os animais de pasto adaptados ao inverno.
Enquanto isso, a proliferação de algas tóxicas causada pelo aquecimento das águas representa uma nova ameaça à vida marinha no Ártico. Toxinas dessas algas foram encontradas em animais doentes ou mortos, desde aves marinhas a focas e baleias.


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  • O contínuo aquecimento da atmosfera do Ártico e do oceano está causando uma ampla mudança no sistema ambiental de formas previstas e também inesperadas. Novas e rápidas ameaças emergentes estão aparecendo e aumentando o nível de incerteza na amplitude das mudanças ambientais que estão por vir ", concluíram os autores do relatório.




Fonte//  LiveScience