domingo, 28 de outubro de 2018

Líder chinês adverte “Preparem-se para a guerra"

Na passada quinta-feira, o presidente chinês Xi Jinping ordenou que as forças armadas chinesas patrulhassem o Mar do Sul da China e Taiwan e para se prepararem parar a guerra, num momento em que a tensão entre a China e os EUA continua a crescer devido a questões comerciais.

 

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  • "É necessário fortalecer a missão e concentrar os preparativos para a guerra", foram afirmações do presidente chinês, citado pela emissora estatal CCTV  na quinta-feira durante uma inspeção no Comando Sul na província de Guangdong.

  • "Temos que intensificar exercícios e estarmos de prontidão para combate, fazer exercícios conjuntos e exercícios de confronto para melhorar as capacidades dos militares e a preparação para a guerra", acrescentou o presidente.

O Comando Sul é responsável pelo vigilância do Mar do Sul da China, uma das regiões marítimas mais disputadas do mundo.

Pequim revindica ilhas, bancos, recifes e vias marítimas nesta zona que são contestadas pelo Vietnam, Malásia, Filipinas, Brunei e Taiwan.

Na quinta-feira, durante a cerimônia de abertura do Fórum Xiangshan, Wei Fenghe, ministro da Defesa da China e membro do Conselho de Estado, afirmou que "a China dará passos decisivos independentemente do custo para preservar sua integridade territorial e repelir as tentativas de separar Taiwan do país". "

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A China considera Taiwan como parte de seu território e reivindica soberania sobre ele.

Taiwan, ainda tem o nome do governo da era pré comunista, a República da China, cujo controle territorial foi confinado à ilha no final da guerra civil em 1949.

As relações entre os EUA e a China deterioraram-se no mês passado quando os EUA alegaram que um destroier chinês quase colidia com o USS Decatur, quando este navegava dentro de 12 milhas náuticas das remotas Ilhas Spratly, atualmente reivindicadas pela China.

  • "É provável que seja um sinal para os EUA em particular e para todos os outros países, e que para Pequim estas situações são consideradas como provocação, estando todavia á espera que os Estados Unidos continuem a atentar com a navegação na região do mar da China, e não reconheçam os direitos da China, havendo provavelmente mais conflitos entre os dois países", informou a SCMP.



Fonte // SputnikNews

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