quarta-feira, 27 de junho de 2018

AVC Infantil

Phil Kerman salvou seu filho de apenas 19 meses de idade ao perceber que o bebê estava tendo um acidente vascular cerebral (AVC). Apesar de pouco comum em crianças, o derrame foi identificado por Phil Kerman ao recordar os sintomas veiculados na televisão britânica, dentre eles, a perda de movimentos musculares.Em entrevista ao jornal The Independent,   Phil Kerman  disse que ao encontrar o filho aparentemente dormindo no berço, Phil sentiu que havia algo errado e levantou as pernas e braços do pequeno, que penderam sem força . Coloco-o de bruços no chão, notou que ele também já não era capaz de gatinhar e correu para o hospital.No hospital o bebê foi sujeito a várias cirurgias para drenar o sangue em seu cérebro e foi-lhe  diagnosticado  neurofibromatose, um doença crônica que pode levar à formação de tumores cerebrais. Esse era o caso do pequeno Ronnie Kerman, que tinha dois quistos e um tumor no seu cérebro. Apesar de ter sido socorrido rapidamente o AVC acabou deixando sequelas e o bebê ficou completamente cego. As crianças também podem ficar com sequelas graves ou mesmo morrer . O AVC, é uma das principais causas da paralisia cerebral  infantil, e por ser raro pouco se fala sobre o assunto, sendo muito  importante alertar aos pais sobre os sintomas e como agir.

 

Os sintomas

O primeiro sintoma é que durante o AVC infantil as crianças podem ficar confusas e até mesmo ter desmaios. Outros sintomas, como a dificuldade para movimentar um dos lados do corpo, convulsão, perda da fala e repuxamento da boca, também são sintomas de acidente cerebral infantil.

Um sintoma muito comum observado antes do derrame é a criança começar a repuxar uma das pernas. A busca imediata por socorro é fundamental para reduzir as sequelas e também evitar a morte.

Os pais devem observar e ficarem atentos à perda de movimentos musculares repentina ou alterações significativas na fala de seus filhos, por isso é importante que façam perguntas simples para verificar se conseguem responder.

 

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