quinta-feira, 25 de abril de 2019

Cerca de 1 milhão de espécies em risco de extinçao



Estamos acabando com a vida do nosso belo planeta.
Cerca de 1 milhão de espécies estão em risco de extinção devido à atividade humana, de acordo com um relatório da ONU que deve ser divulgado em 6 de maio

Estas são as conclusões preliminares do relatório que foram obtidas pela agência de notícias francesa AFP.

Photo Pixabay

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A atividade humana, como o consumo exagerado, a caça ilegal, a desflorestação, as emissões de combustíveis fósseis, estão levando os ecossistemas a um ponto sem retorno. Um quarto das espécies vegetais e animais conhecidas já estão ameaçadas, e a perda de espécies é dezenas a centenas de vezes maior do que tem sido, em média, nos últimos 10 milhões de anos, informou a AFP.
A natureza está cedendo sob tamanha pressão, perdendo ar respirável, água potável, florestas virgens, insetos polinizadores, populações de peixes e mangais que são um “muro” de proteção contra tempestades.


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Além disso, três quartos das terras, quase metade dos ambientes marinhos e metade das vias navegáveis ​​interiores foram "severamente" alteradas pela atividade humana, de acordo com o relatório. Essas mudanças prejudicam os humanos, especialmente os grupos indígenas e aqueles que vivem nas comunidades mais pobres.


Cento e trinta nações reunir-se-ão em Paris em 29 de abril para examinar o relatório de 44 páginas que resume uma avaliação de 1.800 páginas de literatura científica conduzida pela ONU.
"A forma como produzimos nossos alimentos e energia está minando os serviços reguladores que recebemos da natureza", disse Robert Watson, presidente do grupo que compilou o relatório. O dano, ele disse, só pode ser reduzido com uma "mudança transformadora".

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Fonte//LiveScience





Células solares produzem eletricidade sem sol


Muitas pessoas ainda não invistam em energias renováveis, porque o sol não brilha o tempo todo. Mas será por pouco tempo… pois vem aí uma nova geração de células solares orgânicas que não precisa de sol para produzir eletricidade.
Estas células solares não precisam de exposição à luz solar, basta a luminosidade natural do ambiente para produzir eletricidade. Isto significa que os equipamentos que tenham painéis solares equipados com as tais células solares orgânicas podem funcionar ininterruptamente, usando a iluminação pública, ou iluminação interior das habitações.



Photo PortalEnergia


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Esta tecnologia é recente, e foi apresentada no Japão por Ryota Arai e colegas da Universidade Kyushu e da empresa Ricoh. O trabalho desenvolvido por Ryota Arai consistiu em encontrar os melhores materiais para construir as células solares orgânicas capazes de gerar eletricidade de forma eficiente sem recorrer à luz do sol, ou seja, produzir eletricidade mesmo em ambientes com pouca iluminação.





A equipa de investigadores testou vários semicondutores orgânicos de pequenas moléculas com caraterísticas promissoras para a absorção da luz ambiente e assim produzir eletricidade.
Mas foram as células solares feitas com recurso a uma pequena molécula, BDT-2T-ID, que apresentaram melhores resultados, quando comparadas com outros dispositivos semelhantes.
As células solares orgânicas comuns são flexíveis e baratas, mas ainda não conseguem competir com o silício em termos de eficiência!

Photo PortalEnergia

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A molécula BDT-2T-ID é uma sigla para a classe de oligomeros que inclui o Benzoditiofeno (BDT), um determinado número variável de Tiofenos (2T) e Indandiona (ID).
Por fim, o conjunto de 6 dessas células solares orgânicas, ligadas em série, conseguiu produzir cerca de 4volts e 65,3 μW/cm2 quando expostos a fracas condições de iluminação. Essa quantidade de eletricidade produzida é suficiente para alimentar micro sensores e pequenos dispositivos.




Ainda assim a equipa de investigadores deixa um alerta. Há que avaliar a transição da tecnologia para um fabrico em grande escala, mas o trabalho já desenvolvido permite concluir que há uma elevada viabilidade para alimentar dispositivos sem fio por toda a casa, e o melhor, sem ser necessária a luz solar!

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Fonte//PortalEnergia

quarta-feira, 24 de abril de 2019

Foi fabricada a maior turbina eólica do mundo


Na semana passada, a LM Wind Power informou que tinha fabricado com sucesso a primeira lâmina de turbina eólica do mundo a ultrapassar 100 metros de comprimento.

A lâmina de 107 metros acabou todo o processo de moldagem na fábrica da LM em Cherbourg, na França e agora faltam os acabamentos finais de pós-moldagem, antes de passar por rigorosos testes e validação para demonstrar sua capacidade de suportar mais de 20 anos de operação offshore.



                                                                            Photo GE Renewable Energy.



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A fábrica é nova, e está localizada na Normandia, a uma curta distância das praias de areia onde as tropas aliadas desembarcaram no Dia D. A fábrica foi propositadamente construída perto do porto industrial de Cherbourg para permitir o fácil carregamento das enormes lâminas nos navios que as irão transportar para o seu destino.



 
Trabalhando em três turnos, os trabalhadores constroem as lâminas a partir de um sanduíche de alta tecnologia feito de finas camadas de vidro e fibras de carbono e madeira sendo tudo unido com uma resina especial.
As pás são para uma turbina eólica offshore Haliade-X 12 MW da GE, a turbina eólica maior e mais potente do mundo.
Lukasz Cejrowski, LM 107,0 P Diretor de Projetos, LM Wind Power, disse: “O LM 107.0 P é um dos maiores componentes individuais já construídos. Esta é uma conquista incrível não apenas para a LM Wind Power e a GE Renewable Energy, mas para toda a indústria eólica. ”

Alexis Crama, vice-presidente da LM Offshore, disse: “Essa conquista foi possibilitada pela nossa equipe de pessoas altamente qualificadas desenvolvendo tecnologia e processos de fabrico revolucionários, com pás de rotor cada vez maiores e mais confiáveis, aproveitando assim mais vento e, em última análise, proporcionando um custo de energia ainda mais baixo”


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