domingo, 15 de dezembro de 2019

Casas impressas em 3D poderão resolver o problema da carência de habitaçao

Em maio, a New Story, uma organização sem fins lucrativos, compartilhou os seus planos para imprimir um bairro inteiro em 3D. 
Essa visão tornou-se realidade agora, com a inauguração das primeiras casas deste projeto, que decorreu na passada quarta-feira, naquele que se tornará uma comunidade totalmente única de 50 casas no México.

A New Story criou as casas de 150 metros quadrados usando o Vulcan II, uma impressora 3D desenvolvida pelo parceiro de projeto Icon, uma empresa de tecnologia de construção com sede em Austin. Cada uma das casas de dois quartos e um wc levou cerca de 24 horas para ser impressa.

As famílias que irão habitar as casas impressas em 3D irão pagar uma renda média mensal de menos de US $ 80, (€71) e muitas vivem atualmente em barracos sem condições de habitação.
Alexandria Lafci, co-fundadora do New Story, disse à Fast Company, “a maioria das famílias que se mudam para o bairro impresso em 3D nunca tinham tido agua canalizada dentro de casa”.




Agora que essas primeiras casas estão completas, outros locais com populações sem abrigo ou com más condições de habitação podem ser incentivados a se arriscar nas casas impressas em 3D.

Nós provamos que é possível, trazendo esta máquina até uma área rural no México, numa zona sísmica, e imprimir com êxito essas primeiras casas”, disse o CEO Nova História Brett Hagler Fast Company . "Podem agora dizer que não é mais uma ideia maluca".



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Fonte//Newstory //Futurism



sábado, 14 de dezembro de 2019

O ponto mais profundo da Terra é descoberto por baixo do gelo da Antártica

Uma equipe de glaciologistas, liderada pela Universidade da Califórnia em Irvine, divulgou o mapa topográfico mais pormenorizado da Antártica apresentado até agora, que mostra o ponto mais profundo da Terra não coberto por água.

O estudo de cartografia, denominado Projeto BedMachine Antártica, elaborou um mapa preciso do continente congelado, descobrindo um desfiladeiro da geleira Denman que se encontra a 3,5 quilómetros abaixo do nível do mar, o que faz dele o ponto terrestre mais profundo do planeta.
"Este é sem dúvida o retrato mais exato até agora daquilo que se encontra por baixo da calota polar da Antártica", ressaltaram os pesquisadores ao apresentarem o estudo na União Geofísica Americana.

"Temos tido muitas surpresas neste continente, especialmente nas regiões que não tinham sido mapeadas previamente em pormenor por radar" explicou Mathieu Morlighem líder do estudo e professor da Universidade da Califórnia.








Objeto semelhante a OVNI descoberto na Antartida


O objetivo do projeto BedMachine Antartica é elaborar um mapa pormenorizado da rocha-mãe do continente, que permita compreender melhor como fluem as correntes de gelo a partir das terras mais altas até ao mar que rodeia a Antártica.


Esta informação tem importância fundamental porque a orografia da Antártica pode fazer com que o aquecimento global venha a causar mais danos do que previsto em algumas regiões, mas também poderia ajudar a conservar outras, sendo que no continente existem espaços e lugares muito mais profundos do que se pensava.

Investigadores retidos na estação Dumont d'Urville na Antártida




Referencia//SputnikNews




sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

Restaurante japonês aposta em robôts sensuais para servir clientes

Um restaurante no Japão chamado ”Robot Restaurant”, tem como grande atração garçonetes biônicas, as chamadas fembots, robôts com o visual inspirado na personagem Valkyrie, do game Soul Calibur.
As fembots são controladas pelas próprias dançarinas, que usam pouca roupa, e que trabalham no restaurante.

Photo Youtube


As robôts chamam a atenção pelo seu tamanho. As dançarinas humanas interagem com as fembots num show tecnológico cheio de luzes, música, bateristas, tanques e aviões de combate.
Foi necessário um investimento de 10 biliões de ienes para colocar o “Robot Restaurant” a funcionar, e cada cliente paga cerca de €16 para entrar e apreciar o show.

Será que esse negócio daria certo em outro país que não fosse o Japão?