terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Hidrogénio,o combustivel limpo, atrai paises asiaticos



Enquanto nos países europeus tenta-se a todo o custo a introdução dos automóveis elétricos e, salvo alguns países do norte da europa, nem se fala em hidrogénio como combustível dos navios, os países asiáticos têm outra perspetiva em relação a este combustível nada poluente e acima de tudo infinito.
Numa entrevista recente ao The Korea Herald o Ceo da H2Korea explica o que poderá ser o uso do hidrogénio e as medidas necessárias para a sua implantação.
A tecnologia de hidrogênio, que visa substituir o uso de combustíveis fósseis, beneficiaria não apenas os fabricantes de automóveis, mas também outros nichos industriais tradicionais, como os construtores navais.



Photo ihs.


Qual o futuro das células de combustível


A perceção do mercado de que o esforço do governo pela tecnologia do hidrogênio é apenas para a Hyundai Motor. Isso porque outras empresas ainda têm dúvidas sobre os lucros que a tecnologia do hidrogênio poderá ter como negócio ”, disse Shin Jae-haeng, diretor de operações da H2Korea, um órgão financiado pelo Estado e criado para unir o governo e o setor privado no desenvolvimento da tecnologia de hidrogênio.

Abordando o potencial do hidrogênio como um negócio futuro confiável, Shin disse que poderia ajudar os construtores navais locais a encontrar um novo caminho.
A reputação da Coreia do Sul como o maior país de construçãonaval do mundo está perdendo seu terreno devido á redução de pedidos e à feroz concorrência de preços. A Hyundai Heavy Industries, a maior construtora naval do mundo, implementou recentemente um esquema de reestruturação que incluiu despedimentos em massa.






O que Shin sugeriu foi navios movidos a hidrogênio e navios para transportar hidrogênio liquefeito. O Japão criou uma cadeia de abastecimento internacional que liga à Austrália e Brunei para obter seu hidrogênio. E os navios de hidrogênio farão com que esse sistema de abastecimento funcione, disse ele. Embora seja líder em carros movidos a hidrogênio, a Coreia está muito atrasada no desenvolvimento de navios de hidrogênio.


Photo medium



"Acredito que os navios de hidrogênio têm potencial (de negócios), e somos capazes de concretizar isso, considerando a experiência da nação como um bom aluno.”



A procura por navios “verdes” vai crescer. Fala-se há anos sobre embarcações elétricas movidas a bateria, e houve um enorme aumento de pedidos de navios movidos a gás natural liquefeito. Mas o hidrogênio poderia se sobressair particularmente no campo do transporte marítimo, onde se poderia transportar as mercadorias sem produzir gases de efeito estufa.

A Organização Marítima Internacional (IMO) anunciou que reduzirá as emissões de gases de efeito estufa da indústria naval para metade até 2050, e tornará os navios 100% limpos de CO2 até 2100. Esses esforços globais levarão os armadores a abandonar os navios a diesel e substituí-los por navios verdes.

"O hidrogênio ainda está em território pouco conhecido, mas estamos de alguma forma caminhando em direção ao mundo movido a hidrogênio, com base no consenso internacional construído para lutar contra as mudanças climáticas", disse Shin, que ocupou vários cargos no Ministério de Energia antes de ingressar na H2Korea.

Fundada no ano passado, a H2Korea, juntamente com o Ministério da Energia é uma plataforma para promover o uso do hidrogênio como uma nova fonte de energia.
Também coordena a participação de empresas numa empresa específica, criada para construir mais estações de reabastecimento de hidrogênio. A“joint venture” de 15 empresas, que inclui a Hyundai Motor, a Hyosung Heavy e a SK Gas, busca mais investimentos corporativos para construir um total de 100 estações de reabastecimento até 2022.


Photo Airliquide

Empresa norueguesa vai usar biogás como combustivel dos seus navios




Para incentivar a participação corporativa, Shin disse que o governo precisa ter políticas consistentes para garantir a continuidade dos negócios, construir mais infraestruturas para viabilizar os negócios nos estágios iniciais e dar mais incentivos.
"Os subsídios do governo para carros movidos a células de combustível são cruciais para promover a conscientização pública do hidrogênio", disse ele, tendo em conta que o Ministério do Meio Ambiente continua relutante em expandir o uso de carros movidos a hidrogênio.

Artigo Publicado no KoreaHerald em 12 de Setembro de 2018
Fonte//KoreaHerald











segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

ORA R1 o pequeno elétrico mais barato do mundo



Os automóveis elétricos são veículos considerados amigos do ambiente. Não só permitem economizar-lhe dinheiro como também são uma fantástica alternativa sustentável aos combustíveis tradicionais.
Infelizmente, o elevado custo dos modelos existentes torna-os de difícil aquisição tendo ainda a acrescentar o custo do carregador que algumas marcas não incluem na compra do veículo.
A China considerada a“rainha” da poluição no Mundo, está determinada em tornar-se líder na introdução de veículos elétricos nas suas cidades. E tem um bom motivo: os gases resultantes da combustão que saem pelos tubos de escape dos automóveis é um dos problemas mais graves naqueles pais.


Photo Portalenergia

Panda Elettra, um dos primeiros elétricos do mundo



Para isso a empresa Great Wall Motors anunciou um pequeno citadino com a marca ORA. Esse carro elétrico apresenta características impressionantes e uma garantia longa, tendo uma dimensão pequena.
O ORA R1 tem uma autonomia de 312 km (para um veículo com dimensões tão pequenas é obra) e o preço base é cerca de 7600 euros, graças ao apoio governamental, devendo começar a ser vendido nos próximos meses
A Tesla é uma marca que aposta em elétricos premium, ou seja, automóveis topo de gama, com preços verdadeiramente loucos e impensáveis para um cidadão comum. Dessa forma, a China aposta em segmentos mais baixos, mas com um elevado potencial de vendas.
Para incentivar a aquisição de veículos amigos do ambiente, sem emissões diretas de dióxido de carbono para a atmosfera, o governo oferece vários subsídios.




Segundo a Forbes, com programas locais e o apoio do governo central, comprar um automóvel elétrico com uma autonomia suficiente pode tornar-se uma realidade por 8800 euros.
Caraterísticas do ORA R1
A elevada concentração populacional nas cidades e a pobre qualidade do ar na China mata milhares de pessoas por ano. É um dos problemas mais graves neste país e é uma necessidade urgente que pode ser ultrapassada com a adesão consistente e global de veículos elétricos.
O ORA R1 é semelhante ao Renault Twingo ou Smart Fortwo, atingindo uma velocidade máxima de 100 km/h. Com um motor de 47 cavalos e uma bateria de 35 kWh, o pequeno citadino consegue fazer 312 km anunciado no ciclo NEDC.



O seu ponto mais forte é o preço que inclui uma garantia de três anos ou 120 mil quilómetros. Para os componentes principais oferece uma garantia de oito anos ou 150 mil quilómetros.
Segundo o vice-presidente da Great Wall, Ning Shuyong “será criada uma rede chamada ORA Home, com oficinas e stands colocados no meio das zonas de escritórios das cidades chinesas”, eliminando por completo os concessionários de venda.



VW lança carro elétrico low cost inferior a 20.000 €


Fonte//Portaldaenergia





domingo, 20 de janeiro de 2019

Submarino alemão da Primeira Guerra Mundial descoberto na costa francesa


Há cerca de 100 anos, durante a Primeira Guerra Mundial, uma tripulação alemã a bordo de um submarino encalhou no norte da França. Os 26 alemães renderam-se e abandonaram o submarino, que afundou completamente na lama arenosa na década de 1930.

Photo Getty Images

Erupção vulcânica criou um incrível jardim de vidro



Mas agora, areias movediças estão revelando o submarino, oficialmente conhecido como UC-61, e transformando-o em uma atração turística, de acordo com a BBC .
Desde dezembro de 2018, duas seções do submarino foram visíveis na maré baixa numa praia em Wissant, uma cidade perto de Calais.

Mas esta não é a primeira que alguém vê o submarino, que afundou em julho de 1917.
O submarino naufragado é visível por um período muito curto a cada dois ou três anos, dependendo das marés e do vento que movimenta a areia.
Vincent Schmitt, um guia turístico local, disse que os fortes ventos e marés poderiam revelar ainda mais o submarino da Primeira Guerra Mundial. Todos os moradores de Wissant sabiam que havia um submarino, mas o naufrágio fica muito assoreado.








Durante a Primeira Guerra Mundial, os submarinos alemães, chamados U-boats, afundaram centenas de navios aliados. Antes de chegar à costa, acredita-se que a UC-61 tenha afundado pelo menos 11 navios, seja colocando minas ou atirando torpedos, informou a BBC.


Uma ilha havaiana inteira desapareceu da face da Terra



Na sua última missão, a UC-61 partiu de Zeebrugge, na Bélgica, com a intenção de lançar minas em Boulogne-sur-Mer e Le Havre, na França. Mas o submarino nunca teve a hipótese de fazer isso. Em vez disso, sua tripulação inundou e afundou o submarino e renderam-se.



Fonte//LiveScience





Como combater os 'crapwares', apps pré-instalados que roubam dados e espaço no seu smartphone

Quando você compra um telefone, computador ou tablet, e normal que alguns apps e programas já venham instalados. São os Apps de fábrica, chamados de crapware ou junkware, algo como "software lixo", já que podem ter pouca utilidade e ocupam um espaço que poderia ser usado de outra forma.





Baterias de fluor com grande duração para breve




Os programas são variados, desde navegadores até redes sociais, áudio-livros ou apps para editar música. Alguns têm prazo de validade, são apenas versões de teste que duram dias ou semanas. Mas outros ficam no seu dispositivo para sempre (e sem a sua permissão).

O problema é que esse software gasta dados e memória do smartphone, e muitas vezes o utilizador fica sem espaço para instalar outros apps.
Mas porquê os fabricantes instalam esses Apps ou programas? Dizem que fazem isso porque os estão oferecendo. Mas não é verdade, fazem isso porque as empresas pagam. Os fabricantes instalam crapwares a troco de dinheiro.





A única exceção é a Apple porque fabrica seu próprio software operacional. Todos os outros costumam usar o sistema operacional Android, desenvolvido pela Google.
Normalmente, é bem difícil se livrar de apps instalados na fábrica. Pode tentar as três formas abaixo. Mas, em qualquer desses casos, se tem alguma dúvida sobre desinstalar ou não um app, o melhor é não fazê-lo. É possível que o remédio seja pior que a doença e deixe seu celular instável.

 1- Desinstale o app

A maneira mais fácil de ver se um app pode ser desinstalado é apertando o ícone dele durante alguns segundos, até aparecer a opção "desinstalar". Se ela não aparecer, a saída é tentar achá-la no menu "Definiçoes". Mas, grande parte dos apps foram instalados de forma permanente.

 2- Desative 

Se você não conseguir desinstalar o app seguindo o passo acima, você pode tentar desabilitá-lo. Para isso, vá em "Definiçoes" e escolha a opção "desativar" Essa foi a opção de muitos usuários da Samsung que não queriam ter o Facebook no celular.

Mas saiba que essa não é a opção definitiva para se livrar para sempre do crapware. É sim uma forma de evitar que esses programas sejam executados sem a sua permissão, além de recuperar parte do espaço que utilizam no seu aparelho.

 3 - Desinstale com “root”

Essa opção é um pouco mais complexa, mas efetiva. Para fazer isso, deve procurar como "rootear" seu dispositivo, em outras palavras, modificar o sistema operativo para conseguir ter controlo total sobre ele. A seguir, é preciso usar um app para desinstalar esses programas à força.
Fique sabendo que rootear o aparelho pode levar à perda de garantia do aparelho.
Então, pode ser que não valha a pena executar todo esse processo. Mas, se quer mesmo eliminar os apps de fábrica definitivamente, essa é a solução.

As 10 modas mais fatais da internet




Fonte//BBC



sábado, 19 de janeiro de 2019

Hi Fly fez primeiro voo do mundo sem plásticos a bordo


Chama-se Hi Fly, é portuguesa e é a primeira companhia aérea do mundo a deixar em terra todos os utensílios de plástico. A primeira viagem “ecológica” aconteceu a 26 de Dezembro.
Segundo Paulo Mirpuri, presidente da Hi Fly, a companhia pretende acabar com o uso do plástico a bordo a partir do final de 2019,


Photo Presstur



“Estes voos de teste vão impedir que cerca de 350 quilogramas de plástico envenenem o nosso ambiente. Mais de 100 mil voosdescolam todos os dias e, apenas durante o ano passado, os voos comerciais transportaram quase quatro mil milhões de passageiros. E é esperado que este número duplique dentro de 20 anos. Aqui, o potencial para marcar a diferença é enorme”, explicou Mirpuri ao Lonely Planet.




A Hi Fly substituiu os objetos normalmente feitos de plástico, como copos, colheres, garrafas e escovas de dentes, por utensílios recicláveis feitos de bambu e embalagens de papel.



As companhias aéreas têm vindo a optar pelo uso por materiais reutilizáveis e sem plástico graças aos alertas feitos pelos ambientalistas para os efeitos nocivos que o plástico tem para o ambiente

Avião supersonico promete ligar nova York a Londres em 30 minutos



Fonte//Zap





Nova ferramenta online permite controlar vida alienígena


Há uma nova ferramenta na Internet que permite acompanhar e atualizar todas as pesquisas de inteligência artificial  extraterrestre (SETI) realizadas pela comunidade científica desde 1960. Um pouco por todo o mundo, decorrem investigações que procuram vida alienígena e, por vezes, torna-se difícil acompanhar os avanços alcançados.



Photo Ncultura

Cientista da NASA revela sinal que indicaria um apocalipse iminente



Foi pensando neste ponto que Jill Tarter, pioneira neste campo de investigação e co-fundadora do Instituto SETI (Search for Extraterrestrial Intelligence), lançou o Technosearch, uma nova ferramenta disponível na Internet que compila todas as pesquisas do SETI publicadas nas últimas seis décadas. A plataforma permite ainda que os utilizadores enviem as suas próprias investigações, mantendo o banco de dados atualizado.

Comecei a guardar este arquivo de pesquisa quando era ainda estudante”, explica Tarter citada em comunicado. “Alguns dos artigos originais foram apresentados em conferências, ou aparecem em revistas obscuras que são de difícil acesso para os recém-chegados ao campo do SETI. Estou muito contente por termos agora uma ferramenta que pode ser utilizada por toda a comunidade e com uma metodologia para mantê-la atualizada”.








Jill Tarter desenvolveu a Technosearch em colaboração com estagiários da Research Experience for Undergraduates (REU), estudantes de pós-graduação que trabalham com o professor Jason Wright da Universidade Estadual da Pensivânia, nos Estados Unidos, e Andrew Garcia, estudante da REU em 2018 no Instituto SETI.




A Technosearch rastreia informações, incluindo dados básicos de cada observação e os seus autores, data e objetos observados e a instalação a partir da qual foi realizada. As características da ferramenta utilizada são definidas, o tempo dedicado a cada objeto e o respetivo link para o artigo de investigação publicado originalmente.



Photo Pplware

“Super-Terra' vizinha de nosso planeta pode ter vida



Atualmente, a Technosearch conta com mais de 100 pesquisas de rádio e 38 pesquisas óticas, totalizado cerca de 140 investigações científicas diferenciadas. No futuro, a comunidade SETI deverá colaborar para manter a Technosearch atualizada e precisa.

Desde a primeira pesquisa SETI levada a cabo por Frank Drake em 1960, astrónomos e amadores em todo o mundo têm procurado e esperam encontrar evidências de vida, especialmente vida inteligente, além do planeta Terra. Um desafio constante para os apaixonados por este tipo de investigação tem sido acompanhar as dezenas de pesquisas que já foram realizadas. A Technosearch visa colmatar esse mesmo problema.



Fonte // LiveScience




sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Asteroide Apophis vai passar muito perto da terra em 2029


Cientistas de todo o mundo continuam preocupados com o Apophis, um asteroide de 325 metros descoberto em 2004 e assim batizado em homenagem ao antigo deus egípcio do mal, da escuridão e da destruição.
 O Apophis, ou 99942 Apophis, como é oficialmente designado,deverá passar a apenas 37.600 km da Terra, um décimo da distância entre a Terra e a Lua, em 13 de abril de 2029.


Photo PublicadosBrasil

Telescópio capta sinais de radio misteriosos do espaço sideral



Num relatório preparado para as Leituras de Korolev sobre Cosmonáutica, programado para acontecer em Moscovo no final deste mês, os cientistas dizem que o asteroide, que se deslocará a cerca de 7,43 km por segundo, terá múltiplas hipoteses de atingir a Terra nas próximas décadas, atraído pela gravidade do nosso planeta.

O estudo das trajetórias possíveis do asteroide indica mais de cem possíveis mas salienta uma em 2051 e uma outra, considerada mais perigosa em 2068.
De acordo com os cientistas da Universidade Estadual de São Petersburgo, que dedicaram atenção considerável ao estudo de Apófis, o asteroide aproximar-se-á ate 16 milhões de quilômetros do planeta em 2044, 760.000 km em 2051, cinco milhões em 2060 e 100.000 km em 2068.
Se o asteroide atingir a Terra, criará uma cratera de impacto de vários quilômetros de largura, e sua força de impacto será estimada em 2.500 megatons de TNT, 50 vezes maior do que a maior bomba nuclear já detonada. Para termo de comparação, a bomba atômica lançada sobre Hiroshima em 1945 explodiu com a energia de cerca de 15 quilotons de TNT.







Para Apophis atingir o planeta, ele teria que passar pela Terra a uma altitude precisa, conhecida como “buraco de fechadura” , durante a passagem de 2029, a ganhando impulso aumentando a probabilidade de cair na Terra na próxima aproximação. De acordo com um estudo da NASA de 2013, existe um buraco de fechadura de 2 metros de largura que possibilita um impacto em2068, mas as hipoteses reais de impacto são apenas uma em cerca de 2,3 milhões.



Modelo da abordagem aproximada esperada de 99942 Apophis (anteriormente mais conhecido por sua designação provisória 2004 MN4) para a Terra e a Lua em 13 de abril de 2029.  Photo SputnilkNews

“Lua de sangue” visível nos próximos dias




Os cientistas na Rússia e nos Estados Unidos desenvolveram várias contingências para reduzir o risco de uma colisão. Em 2016, investigadores da Universidade do Estado de Tomsk, na Sibéria, usaram um supercomputador para calcular uma maneira de destruir Apophis com segurança usando uma carga nuclear, e para garantir que os fragmentos irradiados não caíssem na Terra.
De acordo com dados do Ministério de Emergências da Rússia, mais de 730 asteroides passaram a 10 milhões de quilômetros da Terra somente em 2017, sendo que 100 vezes foram com asteroides com tamanho superior a 100 metros de diâmetro.


Fonte//SputnikNews




quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

“Lua de sangue” visível nos próximos dias


Dentro de alguns dias, a Lua vai aparecer num tom de laranja e vai parecer maior que o normal, num fenómeno astronômico relativamente raro.
 No continente americano, no dia 20 de janeiro se o céu estiver limpo, entre as 19h15 e as  22h45, horário do Pacífico, poderá ver a lua em laranja um tom de laranja.


Photo Gospel Prime

Sonda movida a vapor poderia explorar o espaço para sempre


Na Europa Ocidental e na África será apenas visível ao nascer e ao por da lua.
Para quem não tiver estar tres horas e meia vendo a lua pode sempre ver apenas o pico do eclipse que será às 9:15 pm PT (5:15 am UTC 21 de janeiro).
 Na Ásia e na Austrália não será visivel


Os tons de laranja da “lua de sangue” são causados ​​pela dispersão e refração da luz solar através da nossa atmosfera à medida que a Lua passa através da sombra da Terra durante um eclipse lunar total.
Os eclipses lunares são bonitos, e não são assim tao raros, acontecendo entre dois e cinco eclipses lunares por ano.
Dito isto, este não é apenas mais um eclipse. O satélite natural do nosso planeta estará em seu perigeu, o que significa que a Lua estará no ponto mais próximo da Terra dentro da sua órbita.
O termo “Lua de Sangue” existe há séculos, assim como muitos mitos e lendas de acontecimentos ligados a esta lua. Os homens ficaram fascinados e com medo de eclipses desde sempre, e o seu brilho avermelhado causa alguma apreensão.






No entanto, foi apenas recentemente que o termo teve mais enfase quando dois padres cristãos, referindo-se não à cor do eclipse, mas ao eclipse de quatro luas cheias consecutivas, escreveram num livro sobre uma profecia que previa o fim dos tempos coincidindo com essa sequência de eclipses. O livro chama-se “Quatro luas de sangue” e foi editado em 2013.


Photo NASA

Quanto ao termo “super lua”, também é um termo sem origens científicas. Cerca de quarenta anos atrás, o astrólogo Richard Nollelle apresentou um relatório, alegando que uma lua extremamente próxima poderia afetar o clima.
Mas a Lua está apenas dois por cento mais próxima e não tem mais influência do que é habitual.
O próximo eclipse lunar será só em maio de 2021


Cientista da NASA revela sinal que indicaria um apocalipse iminente

Fonte// ScienceAlert// NationalGeografic


Aumento na força das ondas colocam em risco áreas costeiras


O aumento do nível do mar coloca as áreas costeiras como as mais suscetíveis aos impactos das alterações climáticas. Num estudo publicado em 14 de janeiro na Nature Communications, os investigadores indicam que a energia das ondas do oceano tem crescido, e este aumento está diretamente ligada ao aquecimento do oceano.


Photo Pinterest

O nível dos oceanos pode subir 15 metros ate 2300



Análises do clima marinho por todo o mundo, identificaram aumentos na velocidade do vento e na altura das ondas nas latitudes mais altas em ambos os hemisférios. Esses aumentos foram maiores para os valores mais extremos (por exemplo, ondas de inverno) do que para as condições médias.
O novo estudo concentrou-se na energia das ondas, originada pelo vento e transformada em movimento. Essa métrica, chamada de energia das ondas, vem aumentando em proporção direta com o aquecimento das águas superficiais do oceano. O aquecimento do oceano, tem influenciado os padrões de vento em todo o mundo, e isso, por sua vez, está aumentando a força das ondas.
Pela primeira vez foi identificado um sinal do efeito do aquecimento global nas ondas. A energia das ondas aumentou globalmente 0,4% ao ano desde 1948.








As alterações climáticas estão modificando os oceanos de diferentes maneiras, incluindo mudanças na circulação dos ventos oceânicos e o aquecimento da água.
Ondas oceânicas determinam onde as pessoas constroem infraestruturas, como portos, ou exigem proteção através de defesas costeiras, como quebra-mares e diques. A ação das ondas é um dos principais fatores nas mudanças e inundações costeiras, e à medida que a energia das ondas aumenta, seus efeitos podem se tornar mais significativos. O aumento do nível do mar agravará ainda mais esses efeitos, permitindo que mais energia das ondas atinjam litoral.

 
Photo Exame

O derreter dos glaciares provocam tsunamis assustadores




Enquanto o estudo revela uma tendência de longo prazo de aumento da energia das ondas, os efeitos desse aumento são particularmente aparentes durante as temporadas mais energéticas, como ocorreu no inverno de 2013-14 no Atlântico Norte, que atingiu a costa oeste da Europa, ou a devastadora temporada de furacões de 2017 no Caribe.
Os efeitos da mudança climática serão particularmente visíveis nas costas, onde existe maior população e onde os homens e os oceanos se encontram. O coautor Fernando J. Méndez, professor associado da Universidade da Cantábria, afirmou "Nossos resultados indicam que a análise de risco negligenciando as mudanças no poder das ondas e estando o nível do mar a subir como o único ponto de análise de risco, pode subestimar as consequências das mudanças climáticas e resultar em catástrofes e prejuízos elevados.



Fonte//ScienceDaily




quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Antartida está a perder massa de gelo a ritmo alarmante


As geleiras da Antártida têm derretido em ritmo acelerado nas últimas quatro décadas graças a um influxo de água quente do oceano. Uma descoberta nova e surpreendente que os Investigadores dizem que pode significar que o nível do mar deve subir mais rapidamente do que o previsto nas próximas décadas.
A Antártida perdeu 40 biliões de toneladas de gelo  a cada ano de 1979 a 1989. Esse número subiu para 252 biliões de toneladas por ano a partir de 2009, segundo um estudo publicado na revista Proceedings da National Academy of Sciences .


Photo Youtube

Ártico encerra perigo que ameaça todo o planeta




Isso significa que a região está perdendo seis vezes mais gelo do que há quatro décadas, um ritmo sem precedentes. (São necessários cerca de 360 ​​bilhões de toneladas de gelo para aumentar um milímetro do nível do mar.)
"Eu não quero ser alarmista", disse Eric Rignot, cientista da Universidade da Califórnia em Irvine e NASA que liderou o trabalho. Mas ele disse que o problema na Antártida Oriental, que abriga a maior camada de gelo do planeta, merecem um estudo mais profundo.


"O que está acontecendo na Antártida afeta o mundo todo, e parece mais grave do que inicialmente se pensara. Isso, para mim, parece ser motivo de preocupação.", disse Rignot.
Estas descobertas são o mais recente sinal de que o mundo poderá enfrentar consequências catastróficas se a mudança climática persistir. Além de secas mais frequentes, ondas de calor, tempestades severas e outras condições meteorológicas extremas que podem vir a aquecer continuamente a Terra, os cientistas já previram que os mares poderiam subir quase um metro até 2100 se não se reduzir as emissões de carbono.







Essa subida do nível do mar resultaria na inundação de comunidades insulares em todo o mundo, devastando habitats da vida selvagem e ameaçando o fornecimento de água potável. Os níveis globais do mar já subiram de sete a oito polegadas desde 1900.
Todo o gelo da Antártida aumentaria em 57,2 metros o nível do mar. Este maciço corpo de gelo flui para o oceano através de um conjunto complexo de geleiras parcialmente submersas e espessas extensões flutuantes de gelo chamadas plataformas de gelo.

O fluxo externo de gelo é normal e natural, e é normalmente compensado por cerca de 2 triliões de toneladas de neve por ano, um processo que por si só deixaria o nível do mar relativamente inalterado. No entanto, se o fluxo de gelo acelerar, as perdas da camada de gelo podem ser superiores ao volume de neve. Quando isso acontece, os mares sobem
É o que a nova pesquisa diz que está acontecendo. Os cientistas chegaram a essa conclusão depois de verificar sistematicamente ganhos e perdas em 65 setores da Antártida, onde grandes geleiras, ou glaciares que desembocam numa plataforma de gelo, alcançam o mar.

É na Antártida Ocidental onde é maior a perda de gelo do continente. A pesquisa de segunda-feira afirma essa descoberta, detalhando como uma única geleira, Pine Island, perdeu mais de um trilião de toneladas de gelo desde 1979. A geleira Thwaites, a maior e potencialmente mais vulnerável da região, perdeu 634 biliões.
Toda a camada de gelo do oeste da Antártida é capaz de fazer subir o nível do mar em 5,28 metros, e agora está perdendo 144 biliões de toneladas por ano.

A nova pesquisa destaca como algumas geleiras gigantescas, que até agora foram muito pouco estudadas, estão perdendo quantidades significativas de gelo. Isso inclui Cook e Ninnis, que são a porta de entrada para a enorme Bacia Subglacial Wilkes e outras geleiras conhecidas como Dibble, Frost, Holmes e Denman.


Photo GuiaViagem


Cientistas descobrem abundância de vida nas profundezas geladas doOceano Ártico



Denman, por exemplo, contém gelo que poderia aumentar o nível do mar em quase um metro e meio e perdeu quase 200 biliões de toneladas de gelo, segundo o estudo.
A nova pesquisa é coincidente em alguns aspetos com um importante estudo publicado no ano passado por uma equipe de 80 cientistas que constatou que as perdas de gelo da Antártica triplicaram numa década e agora totalizam 219 biliões de toneladas por ano. Essa pesquisa não encontrou grandes perdas similares da Antártica Oriental, embora tenha notado que há uma grande incerteza sobre o que está acontecendo lá.